A difícil e gostosa arte de se relacionar…
Ontem refletindo sobre a fase de amigos casando que estou vivendo, pensei a respeito das pessoas que reclamam que não conseguem encontrar uma companhia legal, que dê certo e que se transforme em uma relação gostosa e feliz.
Há alguns meses a revista UMA falava sobre casamento e a matéria tratava da busca por um amor ou uma aliança. Questionava as razões que levam as pessoas a casarem e refletia sobre os motivos errados que podem atrapalhar o futuro da relação. Esse não será o tema desse post, mas vale citar alguns dos exemplos de motivos errados que a mesma destacava:
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medo de ficar sozinha;
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idade avançada;
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busca de estabilidade financeira;
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vontade de ser mãe, etc.
A verdade é que gostar de estar ao lado daquela pessoa e amá-la é que deve ser o real motivo de querer casar, pois todos os outros motivos acima descritos podem e devem ser resolvidos de outra forma, do contrário não há casamento que se sustente.
O tema que me levou a escrever hoje, no entando, considera os relacionamentos em geral, mas com especial atenção aos relacionamentos amorosos. Ter um namorado (a), companheiro (a), marido (esposa) ou o que seja depende de estar disposto a ceder em uma série de aspectos. Como toda a relação social, (con) viver com o outro exige que estejamos dispostas a abdicar de algumas coisas pelo outro ou pelo bem dos dois. Enquanto quisermos encontrar alguém que só satisfaça nossas vontades individuais e egoístas a única forma de encontrar satisfação total, nessas circunstâncias, é vivendo sozinhas. Afinal, somente nós mesmas podemos satisfazer nossos desejos o tempo todo.
A vida não é assim! Claro que ninguém precisa deixar de ser quem é para ter alguém, é perfeitamente possível encontrar alguém que nos queira pelo que somos, que nos admire, que goste de estar ao nosso lado: é isso que se busca em uma relação, mas é impossível acreditar que qualquer relação possa dar certo sem que tenhamos consciência de que em algum momento tenhamos que fazer concessões.
Portanto, amigas (os) do Espartilho, o caminho é o mesmo que sempre tratamos aqui: amar-se, respeitar-se, estar segura do que se é e do que se quer, dialogar e aprender a ceder quando for necessário. Sejam felizes e até a próxima.

Janeiro 15, 2008 às 2:56 pm
O amor, amizade e respeito devem ser SEMPRE a base das relacoes amorosas, porque conviver ‘e um exercicio diario. Assim como nos esforcamos pra fazer dar certo o convivio com nossos pais, quando ainda moramos com eles, devemos manter em mente que um certo esforco as vezes tambem e necessario pra conviver com seu parceiro ou parceira.
Devemos entretanto manter nossa individualidade e NUNCA se anular em prol do outro ou da relacao, devemos achar um balanco, um equilibrio.
O importante ‘e que tudo isso tenha como base o amor, nao so paixao, porque esse fogo diminui, mas o amor, a vontade de dividir seus momentos, suas alegrias e tristezas com aquela pessoa e ninguem mais.
Isso faz valer a pena todos os momentos da sua vida conjunta. Boa sorte a todos e a todas do espartilho em busca da essencia do amor, estarei torcendo por voces.
Janeiro 16, 2008 às 11:37 am
Obrigada pela visita e comentário, prima. Venha sempre! Bjos!!!!
Janeiro 16, 2008 às 9:01 pm
Todo e qualquer relacionamento, não importando o grau de intimidade, deve ser balizado por três fatores que devem se equilibrar, a saber: Educação, Humildade e Sinceridade. Podemos até criar um pensamento que resume tudo isto assim: Um tanto de educação, outro tanto de humildade e muito de sinceridade são fundamentais em qualquer relação.
Ao mesmo tempo, o conviver é a arte de saber quando impor e quando ceder. Em resumo: equilíbrio é o fundamental mesmo. O resto vem em conseqüência disto.