Delírio
Delírio
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci….
(Olavo Bilac)

Junho 29, 2008 às 1:32 pm
E nao viste a quatidade de mails a perguntar que motivos privados me levaram a nao fazer actualizacoes hahahah
linda foto
Ah e verdade pus-te na minha linsta do ” selo de blog amigo”
Jokas
Paula
Junho 29, 2008 às 3:58 pm
Oi Chris! Obrigado pelo carinho, já coloquei teu banner lá no blog. Bjão e fica com Deus querida.
Junho 30, 2008 às 12:03 am
Linda e doce amiga,
Obrigada pela visita, sinto muito sua falta. Gosto de suas visitas e comentários. obrigada, volte sempre que puder, ok??? Beijinhos.
Junho 30, 2008 às 5:00 pm
Oiêee!
Tem mimo prá vc no Xereta.
Boa semana.
Beijos.
http://xereta.blog-br.com/48381/Mimo+-+%26quot%3BMaster+Blog%26quot%3B.html
Junho 30, 2008 às 7:41 pm
huuummm!
Junho 30, 2008 às 10:18 pm
Excitante poema, muito bom.