De repende 30…

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Em 2010 completarei 30 anos, ainda faltam alguns longos meses, mas acho que é um momento a ser refletir e celebrar. Estou aqui às voltas de um planejamento para refletir sobre o que devo fazer de meu futuro, que passos devo dar ainda em busca de minha satisfação profissional e pessoal. Ao mesmo tempo, preciso agradecer pelas conquistas já alcançadas até aqui, que foram muitas. E celebrar os anos vividos. Ainda não sei como vou comemorar, gostaria de uma comemoração marcante e divertida, mas preciso lançar mão de bastante criatividade para conseguir realizar uma comemoração legal, sem gastar muito.

Vocês sugerem algo? Estou ansiosa para ouvi-los.

De repente, elas percebemos que já somos balzaquianas, mas poucas balzacas leram A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos.

Olhe o que ele diz: ‘Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (…) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer’.

Os 30 anos chegam carregados de muitos questionamentos.

O que realizamos até aqui?

O que ainda vamos realizar?

Como alcançar a satisfação pessoal?Já alcançamos? Em que áreas?

Como conciliar carreira com vida pessoal, filhos, projetos, etc.

Ai, não sei onde vou chegar, mas é tempo de celebrar.

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2 Respostas to “De repende 30…”

  1. (rs) O que seria “sem gastar muito”? 🙂
    De qualquer forma, os 30 anos são um marco relevante na vida, não só da mulher, mas do ser humano. Acho que é, para muitos, o primeiro ponto em que se para, já com dados relativamente suficientes, pensar no que já veio e no que ainda virá.
    É comum renegar os sonhos – porque se acha que já é velho demais – ou se deixar seduzir plenamente por eles – porque se acha que sempre haverá tempo para tudo. Mas, entre estas opções, existem infinitos “tons de cinza”.
    Eu prefiro não alimentar paranóias. Sonho, contudo é a vida que me importa.

  2. Marinagela Nunes Says:

    Olá senhora balzaquina, ou quase balzaquiana. Estou fazendo um trabalho de conclusão de curso que traz justamente esses questionamentos que permeiam a vida de uma mulher ao se aproximar dos 30. a idéia de não conseguir, o que já foi conquistado etc… Caso tenha algum depoimento dessa fase e queira contribuir com minha pesquisa agradeço

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