Inveja


Viver traz consigo um grande desafio: conviver com outros seres humanos e conseguir contornar e controlar nossas próprias fraquezas e saber lidar e relevar as dos outros. Respeito é bom, todo mundo gosta, mas nem todo mundo consegue aplicá-lo.

Já escrevi algumas vezes aqui no Espartilho, que acredito que todo mundo tem seu espaço no mercado, na vida e pode ser feliz e bem sucedido. Tudo a seu tempo! Diante desta crença acho um absurdo querer derrubar o outro por pura insegurança. As pessoas tem seu espaço e se cada um respeitar o do outro, ninguém precisa temer.

Em alguns momentos precisamos lidar com reações desagradáveis das pessoas que nos cercam, por pura insegurança. Sei que insegurança é algo que atinge a todos nós seres humanos em algum momento da vida, mas é preciso ter auto-controle para não colocar os pés pelas mãos e ofender ou atravancar o trabalho alheio.

Passamos por muitas situações que nos testam cotidianamente. É uma resposta atravessada, um email grosseiro, um bom dia não respondido, uma informação boicotada…confesso estar cansada de situações como esta. Eu visto a camisa quando estou trabalhando para algo ou alguém e acredito que uma equipe deve se unir em benefício daquilo que defendemos e para quem trabalhamos, mas nem todo mundo pensa assim. E… às vezes, é preciso muita paciência para não sucumbir!

Senhor, dai-me paciência e sabedoria para continuar sabendo como agir nesses momentos.

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2 Respostas to “Inveja”

  1. Querida Amiga,
    Inveja, que tem origem na vaidade ofendida quando a pessoa se sente por baixo, já foi motivo de muitas historias, como a da Cinderela, onde a “madrasta” (na verdade a mãe) se comporta com hostilidade gratuita e quer dominar, porque tem raiva da beleza (e inteligencia) da filha. Uma emoção fortíssima e inevitável que se manifesta principalmente entre os mais próximos.
    Que Deus ajude sim, para que você continue crescendo e progredindo, apesar deste tipo de tensão, e sem culpa do próprio sucesso!

  2. Gi querida! Que bom ouvir (ler) você. É por isso que eu te amo, fala pouco, mas fala muito bem! Saudades mil! Precisamos ver a Dana barriguda, ainda não fui vê-la. Bjs!

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