Verdadeira Vocação

A revista Você S/A de janeiro de 2012 trouxe um especial sobre como fazer tudo melhor, em que uma série de nomes consagrados partilhavam a sua ‘lição’ de vida. Vários me chamaram atenção, mas eu gostei especialmente do texto atribuído a Peter Buffet, autor do livro  A vida é o que você faz dela e filho do mega investidor Warren Buffet.

Como descobrir sua verdadeira vocação

“É difícil dar uma receita de como as pessoas podem descobrir a sua vocação. Mas, se eu fosse arriscar alguns conselhos, o primeiro deles seria que cada um tente descobrir a sua própria história. Quando um cantor está em um estúdio para gravar um disco, ele precisa isolar todos os barulhos que vêm de fora e ouvir somente sua voz. E é assim que precisamos fazer em nossas vidas: livrar-nos dos ruídos externos que nos impedem de ouvir a nós mesmos.

Vivemos em um mundo com tanta informação que, se pararmos para pensar, sempre temos alguém nos dizendo o que fazer. No momento em que nos livramos de toda essa pressão, ficamos mais sensíveis ao que nos é verdadeiro. É quando estamos mais conectados para ouvir a nossa vocação.

Outro ponto importante é descobrirmos o que o sucesso significa para nós. É ter uma casa grande, um carro do ano, um cargo altíssimo na empresa em que trabalhamos? Pois eu digo que dinheiro e questões exteriores não deveriam ser a medida do quanto nós somos felizes. Pelo contrário, o que conta são as experiências que tivemos, as relações que vivemos, como nos sentimos ao realizar nosso trabalho.

Todo dia que acordo de manhã, a minha definição de sucesso e bem-estar é o quanto tenho vontade de sair da cama e fazer o meu trabalho.  As pessoas costumam restringir demais a forma como planejam suas carreiras, esquecendo que, muitas vezes, é possível combinar o que amam com o caminho que vão seguir profissionalmente. Quais  são os seus sonhos de criança? O que você sempre desejou fazer e ficou pelo caminho?

Alguns sonham em ser dançarinos, mas nunca foram em frente por ser algo mais incerto, que poderia não dar segurança financeira. Então, decidem ser contadores, por exemplo, deixando o que os fazia feliz para trás. E por que não ser contador de uma escola de dança? As possibilidades são inúmeras, o que precisamos é ter em mente o que realmente nos faz feliz”. (Peter Buffet)

Esse texto é perfeito, pois trata de um dos meus pontos mais profundos de reflexão cotidiana.

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