Amor, admiração e inveja

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Sou admiradora de muitas reflexões do Dr. Flávio Gikovate, médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentador  do programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, que dedica a maior parte do tempo à clínica.

Hoje tive contato com um breve texto, em sua página no Facebook, em que ele refletia sobre amo, admiração e inveja. Vale a pena conferir, veja abaixo.

A admiração é parte do ingrediente racional do amor, que é constituído também do componente erótico, além de variáveis difíceis de avaliar.

A admiração também é ingrediente fundamental da inveja, fenômeno complexo, mas que, indiscutivelmente, possui um relevante componente racional.

Apesar do discurso depreciativo próprio dos invejosos, não há como não detectar o elemento de admiração: “ninguém bate em cachorro morto”!

O invejoso é aquele que gostaria de ser, ter ou fazer como o invejado faz: pode ajudar no seu crescimento, funcionando como forte estímulo.

Nas pessoas mais frágeis e intolerantes a frustrações, surge a vertente destrutiva da inveja: as maledicências e grosserias bem pouco sutis.

Sendo amor e inveja derivadas da admiração, não é raro que coexistam nas relações afetivas: geram agressões gratuitas direcionadas ao amado!

Quando as diferenças entre os que se amam é grande, cresce o componente invejoso: admiramos e invejamos o que não somos e gostaríamos de ser.”

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