Cautela, uma virtude?

Imagem

Hoje, li uma reflexão do médico-psiquiatra e psicoterapeuta Flávio Gikovate, que achei bem coerente e interessante:

A cautela nas relações interpessoais implica estar sempre atento ao efeito das ações sobre os outros e não crer apenas nas boas intenções.

Alguns crêem que, por agirem com boa intenção, sempre farão o bem: preocupam-se mais com seus gestos do que com a repercussão sobre o outro.

A pessoa generosa que dá muito de si a outra mais egoísta pode achar que, agindo assim, estará sendo um bom exemplo e ajudando. Não é fato!

Alguns estão tão convencidos que a generosidade é uma virtude que se o egoísta fizer uso nefasto da ajuda que recebe isso será problema dele.

Se pensarmos apenas no aspecto pessoal, a generosidade será sempre virtude; mas em termos interpessoais, vai depender do que causar no outro.

Se a generosidade reforçar a pior parte da alma de um interlocutor mais egoísta, ela será nociva: pensando assim, ela nem sempre é virtude!

A reflexão é uma espécie de degustação de uma análise mais ampla que o autor faz na obra O MAL, O BEM E MAIS ALÉM – EGOÍSTAS, GENEROSOS E JUSTOS

Fiquem bem!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: