Archive for the Geral Category

Precisamos falar do assédio

Posted in Comportamento, Conscientização with tags , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 8, 2016 by Psiquê

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Recentemente assisti ao documentário ‘Precisamos falar do assédio‘, da Paula Saccheta, que foi inspirado nas campanhas que inundaram as redes sociais com o uso das hashtags #meuamigosecreto, #meuprimeiroassedio e #agoraéquesãoelas. Para ampliar a discussão sobre o assédio, a ideia dos criadores foi a de que o tema deveria sair da internet e ocupar os espaços da cidade. Por isso todo o caráter urbano da ação: os depoimentos foram coletados em um estúdio-móvel, uma van que ficava estacionada em lugares de grande circulação de pessoas, do centro à periferia das duas cidades.

É fundamental que todos nós assistamos o documentário. As vozes das 140 mulheres entrevistadas precisam ecoar, pois trata-se de uma realidade que todas nós vivemos em diferentes níveis. Não podemos fazer vista grossa…

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Quando o assunto é assédio, toda mulher tem uma história para contar.

Sinopse: Na semana da mulher, de 7 a 14 de março de 2016, uma van-estúdio parou em cinco locais diferentes da cidade de São Paulo e outros quatro no Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. As mulheres que apareciam para contar suas histórias ficavam sozinhas dentro da van durante a gravação, sem qualquer tipo de interlocução ou entrevistador, para que o momento fosse íntimo e de desabafo. Para as que não quiseram se identificar, quatro máscaras estavam disponíveis. Elas representavam os motivos pelos quais as mulheres não queriam mostrar o rosto durante o depoimento: medo, raiva, vergonha e tristeza. Algumas ainda tiveram suas vozes distorcidas.

Saiba mais em:

Precisamos falar do assédio

Facebook – Precisamos falar do assédio

Mira Filmes – Precisamos falar do assédio

 

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Luto pelo fim da cultura do estupro

Posted in Comportamento, Conscientização with tags , , , , , , , , , , , , , on maio 27, 2016 by Psiquê

Os últimos acontecimentos no país: o episódio de um estupro coletivo em 27 de maio de 2015, no estado do Piauí e o mais recente fato ocorrido em maio de 2016, quando uma menina de 16 anos foi desumanamente violentada por 30 monstros, chamam atenção para a urgência de combatermos a frequente tolerância para com o estupro e a violência contra a mulher em nossa sociedade.

Se você é mulher, certamente já parou para pensar na roupa que ia usar ou no trajeto que precisaria fazer e nas prevenções que precisaria tomar para evitar algum assédio ou investida na rua. Já temeu que algum homem no transporte coletivo encostasse em você, que em uma rua mais deserta, alguém te seguisse, que o comprimento de sua saia, o modelo do seu vestido ou o corte da sua blusa provocasse reações indesejadas no meio da rua. No Brasil, ser assediada na rua é muito frequente. Embora muitas dessas situações, sejam constantes e quase “inevitáveis” nas ruas do país, o medo é uma coisa que nos acompanha cotidianamente.

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É inacreditável que em pleno século XXI, as mulheres ainda precisem temer tanto por sua segurança. É inadmissível que muitas mulheres e homens em nossa sociedade continuem a culpar a vítima pelo ato de violência sofrido: seja pela vestimenta, pelas escolhas, pelas companhias, pelas atitudes. O respeito deve ser IMPERATIVO, ainda que uma mulher queira colocar uma roupa curta, sair para dançar, usar um batom vermelho, o que for, ela é livre e não pode ser atacada por ninguém. Se ela não quiser ter relações sexuais com quem quer que seja, não é lícito forçá-la, seja qual for a sua ideia em relação a ela.

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O estupro é sempre culpa e responsabilidade do estuprador. A violência é sempre culpa e responsabilidade daquele que violenta. Homens e mulheres são iguais em deveres e direitos perante a lei, e nada justifica qualquer ato de violência sobre uma mulher que queira andar com pouca roupa ou quiçá nua. Os discursos legitimadores de atos violentos na boca de mulheres é mais assustador ainda.

Se você tem acompanhado as discussões dos últimos dias, reflita e se una a todas nós no combate a essa cultura do estupro tão comum em nossa sociedade.

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Aproveito para compartilhar a contribuição de Marina Ferreira em sua página no Facebook que reflete e refuta muito bem o discurso de alguns sobre o comportamento ideal das mulheres “não estupráveis”.

“Se ela estivesse estudando isso não aconteceria!”
Menina estuprada em escola de São Paulo reconhece agressores: http://glo.bo/1TZ6Ej0

“Se ela estivesse na igreja isso não aconteceria!”
Jovem é estuprada dentro de secretaria de igreja em Brasília: http://bit.ly/1NQpoVc

“Se ela estivesse em casa isso não aconteceria!”
Morre jovem encontrada com sinais de estupro dentro de casa na Zona Norte: http://bit.ly/1qMl4Lu

“Se ela estivesse trabalhando isso não aconteceria!”
Jovem é atacada e estuprada a caminho do trabalho: http://bit.ly/1P19Wpq

“Se ela tivesse um namorado fixo isso não aconteceria!”
‘Meu namorado me estuprou por um ano enquanto eu dormia’: http://bbc.in/27UhJvG

“Se ela fosse mais família isso não aconteceria!”
Adolescente com deficiência física é estuprada pelo tio em RR: http://glo.bo/1THnB47

“Se ela fosse menos ‘puta’ isso não aconteceria!”
Menina (de 1 ano e meio) morta em igreja foi violentada: http://bit.ly/1Z3LEM4

“Se ela tivesse mais cuidado isso não aconteceria!”
Jovem é estuprada em estação do Metrô de São Paulo: http://bit.ly/1WnjCgw

#nãoéculpadela #nãoéculpadavítima #pelofimdaculturadoestupro #espartilho #feminismosim #queroumdiasemestupro

Cultura machista

Posted in Comportamento, Conscientização on fevereiro 3, 2016 by Psiquê

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Neste final de ano duas situações me chamaram a atenção sobre o quão enraizado o machismo está em nosso cotidiano e ambas foram perpetradas por mulheres com suas filhas.

A primeira foi próximo ao Natal, quando uma criança (menina) mostrou seu presente de “Papai Noel”: um jogo de lavar louça junto com um conjunto de louças e panelas para ela lavar. Curiosamente o irmão dessa criança (menino) ganhou um jogo de massinha de modelar e um outro brinquedo que não me lembro se era um carrinho ou uma bola. Aquilo me chocou, primeiro por defender que devemos sempre investir em presentes que estimulem a criatividade e curiosidade das crianças (massinhas, jogos de pintura e desenho, jogos de montar e desmontar, jogos de construção, paletas para colorir e descolorir, cortar e colar, livros, etc…). Ao indagar à mãe quem tinha dado aquele presente, achando que era alguém menos atento a esses detalhes educativos, recebi como resposta: foi o Papai Noel. Os próprios pais tinham comprado presentes tão distintos para o menino e a menina…

A segunda situação ocorreu em um evento em que 4 crianças brincavam: duas de seis anos e duas de dois anos, sendo 3 meninos e 1 meninas. As crianças interagiam muito bem. Todos brincavam com uma barraca de lona em formato de casinha, balões de gás e carrinhos. A brincadeira era brincar de balões e a menina estava muito feliz e enturmada entre os meninos, quando a mãe interrompe a brincadeira induzindo-a a parar de “atrapalhar os meninos” e deixá-los brincando sozinhos para ir brincar com a mamãe de brincadeira de menina (os brinquedos que ela passou a brincar com a mãe eram bonecas que mudavam de roupa). Aquilo me chocou, porque as quatro crianças estavam muito bem juntas e não havia necessidade de intervenção, principalmente, deste tipo: machista e sexista.

Será que nossas mulheres têm consciência que atitudes como estas reforçam padrões extremamente preconceituosos em relação ao que as crianças podem e devem fazer para se divertir? Isso incute nas crianças a ideia de que existem papeis a se cumprir e que não somos livres, nem iguais nas possibilidades de diversão, imaginação e formação. Mães, libertem suas crianças e não as aprisionem em modelos construídos e engessados que só as limitam de serem livres e felizes.

Que venha 2015!

Posted in Comportamento, Conscientização with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2014 by Psiquê

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Eis que faltam alguns dias para 2014 chegar ao fim. Um ano de muitas mudanças, transformações, evoluções, rupturas, amadurecimentos. Agradeço por todas esta fases…por todas as etapas vividas e deposito em 2015  esperanças pela consolidação das boas escolhas e de alteração das más.

Estava lendo um pouco sobre as previsões do meu signo no livro: Seu horóscopo pessoal para 2015, de Joseph Polansky e gostaria de compartilhar com vocês as tendências gerais que o autor apresenta para o meu signo: Virgem. Achei interessante, pois esta visão geral coincide com um ciclo que estou vivendo desde 2013 e que se aprofundou bastante em 2014 de uma busca espiritual intensa.

“Desde que Júpiter entrou em sua Décima Segunda Casa em julho do ano passado, você vive um período espiritual intenso. Você está evoluindo espiritualmente – isto é, internamente. Suas capacidades estão sendo ampliadas. Muitos de seus objetivos, que antes pareciam inalcançáveis, agora parecem viáveis. Seu entendimento acerca da vida e de si mesmo está cada vez maior. Entretanto, isso não é visível no exterior, permanecendo ainda como um segredo. (…) Você entrará em um ciclo anual de prosperidade.

(…) Quando uma espécie de sinal espiritual acontece (você viveu muitos no ano passado, e viverá ainda mas este ano), a experiência é muito feliz. A alma sente-se livre. Toda a visão é modificada. Certos pensamentos opressivos são deixados para trás e jamais retornam para atordoá-lo.”

Gostei muito, e alimento ainda mais a esperança de que dias ainda melhores virão. Porque viver é bom demais e saber viver bem e agradecer pelas oportunidades diárias, melhor ainda.

Tenham um excelente final de dezembro e que venha 2015!

Namastê!

Compartilhar

Posted in Comportamento, Conscientização, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 27, 2014 by Psiquê

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Quando escolho uma prática que me faz bem, sinto um ímpeto por compartilhar com aqueles que gosto. Muitas vezes eu só o faço se houver algum estímulo ou interesse daqueles que me cercam, no intuito de não parecer inconveniente ou pedante…

Estava pensando em um tema para uma apresentação que preciso fazer para um curso e fui orientada a escolher um tema que goste bastante. Pensei em escrever sobre o yoga, mas como no meu dia a dia, em uma conversa ou outra acabo compartilhando os benefícios que esta prática trouxe para minha vida, fiquei com receio de ser repetitiva ou invasiva…

Compartilhar ideias, práticas e interesses que nos fazem bem, pode trazer ajudar a quem ouve, mas pode também parecer inapropriado se a pessoa não quer ou não acredita naquela prática. Por isso, que dentro de certos limites, podemos e devemos compartilhar sempre, respeitando o interesse do outro em ouvir – ou seja, sem imposições – e também o seu próprio tempo. Pode ser que plantemos a semente e o outro, naquele momento, não acredite ou não queira adotar aquela prática.

Mas o simples compartilhar já pode representar uma sementinha…

Eu quero compartilhar minha gratidão, por conseguir hoje, fazer escolhas mais saudáveis, mais tranquilas, mais energizantes. Eu quero agradecer pela oportunidade de me alimentar bem, de respeitar meu corpo, meus limites, meus gostos. Quero fugir de discursos que me aprisionem na ideia de que tenho que seguir padrões de comportamento e de beleza que não condizem com o meu bem-estar. Quero, ainda, refutar qualquer possibilidade de adotar hábitos que me firam e que possam ir contra aquilo que acredito ser o melhor para mim. Quero manter a fé na vida e a gratidão por tudo o que tenho e vivo, desejar sempre mais da vida, saber que meu corpo é meu templo e que tenho que amá-lo e respeitar meus limites, alimentar-me saudavelmente, ingerindo alimentos que me fazem bem, exercitar-me todos os dias – ou sempre que possível -, praticar yoga pelo menos 3 vezes por semana, beber muita água, hidratar o meu corpo, meditar, dormir bem, sorrir, amar…

Estas são algumas das minhas resoluções para este ano que finda e para os próximos…

Compartilho aqui com vocês a gratidão por estas práticas e descobertas.

2014 foi um excelente ano de mudanças.

Namastê!

Literatura feminina

Posted in Comportamento, Cultura e Arte, Geral, Literatura with tags , , , , , , , , , , , , , , on novembro 10, 2014 by Psiquê

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Ainda não tive a oportunidade de ler, mas me interessei pela história das obras de Simone Campos, uma carioca que aos 31 anos, é mestre em literatura e tem três romances entre os cinco livros publicados. O primeiro foi aos 17 anos, idade em que, após uma década, deixou de frequentar a Igreja Evangélica. Moradora de Botafogo, divide seu tempo entre a escrita, traduções, games e academia (diz ser “uma combinação estranha de nerd atlética”). Na sexta-feira, comemorava em Porto Alegre a aprovação para o doutorado em literatura comparada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). A escritora vai estudar a relação entre seus principais interesses, games e literatura. Isso ao mesmo tempo em que escreve o sexto romance. A parte difícil é viabilizar financeiramente todos os projetos. Sua dúvida era se a aprovação em terceiro lugar para o doutorado garantiria uma bolsa de estudos. “Doutorado com escrever ficção é ok. Se ainda tiver que traduzir para sobreviver, complica.”

Simone Campos é uma escritora de personagens femininas incomuns. Seu quinto livro, A vez de morrer, lançado este ano pela Companhia das Letras, apresenta uma coleção delas. A principal é Izabel, uma jovem carioca bissexual, usuária de recursos modernos como aplicativos de encontros, em processo de mudança para um sítio na região serrana do Rio.

A autora conversou sobre sua mais recente protagonista e outras personagens femininas durante os Encontros Literários promovidos pelo El País na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre, que aconteceu nesta semana. Sua percepção é de que ainda faltam, nos livros, mulheres reais e fortes com as quais as leitoras contemporâneas se identifiquem. “Algumas mulheres parecem estar nos livros apenas para ocupar lugar, para fazer tudo por um filho, um marido ou um pretendente”, explicou a integrante da nova geração de escritores brasileiros. “Acredito que existem as mais variadas motivações possíveis para uma personagem feminina, e pretendo explorá-las ao máximo. Há uma carência disso na literatura atual”.

Seus personagens são figuras envolvidas nos dilemas e anseios de seu tempo, dispostas a se relacionar, mas que podem preferir o sexo casual a um relacionamento estável, e não sentem obrigação de ter filhos. Em A vez de morrer , a protagonista é a evangélica Sirlene. Cantora e baixista de uma banda de metal gospel na interiorana Araras, ela acalenta um sonho, mas tem até plano B para o caso de não ver seu desejo principal concretizado. Marta, a mãe de Izabel, é um contraponto à personalidade excêntrica da filha, que se depara com as agruras de ser mulher no ano de 2015, que é quando transcorre a história. “Ser normal, às vezes, pode dar mais pano pra manga, em termos de personagem, do que se você colocar todo mundo muito estrambótico”, pondera a escritora.

As mulheres descritas no livro por Simone se deparam com problemas contemporâneos como estupro e ‘revenge porn’(divulgação virtual de vídeos com cenas de sexo, geralmente feita por homens para se vingar da ex-namorada). Ela reconhece que “andar por aí neste corpo” facilita a tarefa de retratar as experiências femininas no mundo de hoje, mas rechaça a ideia de fazê-lo a partir de um olhar feminista. Tampouco acredita que suas obras devam, obrigatoriamente, abrir espaço para problematizar o machismo. “Pessoalmente, sou feminista, mas não fico dando liçãozinha de moral”, diferencia. “A boa literatura não pode ser moralista. Gosto da liberdade da literatura, de poder falar sobre o que você quiser sem necessariamente ideologizar.”

Fonte: El País –  Mulheres fora da fôrma da normalidade

The Scar Project – Câncer de Mama

Posted in Comportamento, Conscientização with tags , , , , , , , , , , , , on setembro 29, 2014 by Psiquê

Outubro, como já falamos em outros anos é o mês dedicado ao câncer de mama, um dos tipos de câncer que mais mata entre as mulheres. Neste ano de 2014, ao invés de aderir à tão conhecida campanha Outubro Rosa, um projeto muito interessante chega ao Brasil e me chamou a atenção, merecendo destaque aqui no blog: o projeto The Scar Project do fotógrafo David Jay.

O Scar Project nasceu a partir de uma experiência pessoal de David Jay, que trabalha com moda há mais de 15 anos. Uma amiga do fotógrafo, na época com 28 anos, aceitou posar para ele mostrando o resultado da cirurgia de retirada de um dos seios. Daí em diante, outras centenas de mulheres foram clicadas e as fotos correram o mundo. O projeto busca alertar para o diagnóstico precoce do câncer de mama e angariar fundos para programas de pesquisa sobre a doença, além de ajudar mulheres que passaram por este tratamento a encarar suas cicatrizes e seus corpos.

Para fotógrafo, o projeto pode estimular o debate sobre o câncer: “As mulheres que participam da exposição mostram enorme coragem e compromisso com o projeto. Espero que este trabalho seja instigante para o público no Brasil e que eles possam se envolver um nível que ultrapasse a doença” afirma Jay.

A associada da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) no Rio de Janeiro, Fundação Laço Rosa, em parceria com a Niterói Mais Humana e a Prefeitura de Niterói, traz ao Brasil o fotógrafo David Jay, responsável pelo Scar Project. Neste projeto, mulheres entre 18 e 35 anos posam para a lente do fotógrafo, exibindo as cicatrizes da mastectomia (retirada total ou parcial dos seios), que realizaram como parte do tratamento ao câncer de mama. Aproximadamente cem mulheres em diversos países já foram fotografadas, porém esta é a primeira vez que brasileiras participam da ação.

As sessões de foto com David Jay aconteceram entre os dias 2 e 6 de agosto, na cidade de Niterói e o resultado poderá ser conferido no MAC (Museu de Arte Contemporânea de Niterói) à partir do dia 10 de outubro como parte das ações que integram o movimento Outubro Rosa.

A campanha que tem como lema: Câncer de Mama não é uma fita rosa, retrata mulheres que passaram pela mastectomia e procura mostrar um pouco da luta destas belas e guerreiras mulheres. Eu achei o projeto incrível e merece todo o apoio e conscientização. Precisamos incentivar o autoexame, a investigação e diagnóstico precoce da doença.

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David Jay, consegue retratar de maneira muito mais realista a luta contra o câncer de mama, e os desafios que ele traz às mulheres.

Parabéns pelo projeto, niteroienses e cariocas, aproveitem a oportunidade de apoiar essa iniciativa!O Espartilho não poderia deixar de apoiar este projeto e levantar uma bandeira tão importante!

Quando? 10 de outubro a 02 de novembro de 2014

Onde? Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC)

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº. Niterói, RJ  • Tel: (21) 2620-2400 • Fax (21) 2620-2481