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Puro preconceito

Posted in Comportamento, Curiosidades, Profissão, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 27, 2015 by Psiquê

678727_35Talvez minhas ideias neste post causem mal estar, mas há algo que preciso compartilhar aqui e considero nada mais do que puro preconceito, enraigado em uma sociedade extremamente machista, preconceituosa e (muitas vezes, hipócrita).

No Saia Justa Verão da semana passada, os meninos lançaram o tema prostituição, enquanto negócio, na pauta de discussão. Na ocasião, Léo Jaime relatou uma experiência pela qual passou em Amsterdam, em que passava pelo Red Light District, uma área onde a prostituição é comum (e legalizada): uma das profissionais saiu de uma casa de prostituição e seu marido/namorado/parceiro a esperava na porta, vindo do trabalho, com uniforme da companhia de luz. Ao vê-la, deu um selinho e seguiu de mãos dadas para casa. Na sequência, ele indaga aos demais apresentadores se eles lidariam bem com a possibilidade de sua esposa trabalhar como prostituta.

Certa vez, também conversando com uma psicóloga que gosto muito falei sobre este tema e ela destacou as dificuldades pelas quais passam as pessoas que trabalham se prostituindo e quando querem assumir um relacionamento estável ou ter filhos, sofrem preconceito de seus parceiros ou da sociedade.

Foi então que comecei a pensar que tudo isso só existe porque vivemos em uma sociedade absurdamente machista e preconceituosa, na qual os homens se gabam por pagar pelo sexo, mas consideram inferiores as mulheres (ou homens) que vendem o serviço.

Se a prostituição fosse realmente encarada como um profissão, na qual a pessoa vende um serviço e fora do trabalho vive como outra pessoa que exerça uma profissão qualquer, não haveria sentido algum em olhar torto, fazer piadinha, tratar mal  ou condenar aqueles que fazem desta uma profissão. Mas estamos muito distantes de uma sociedade que consiga deixar o preconceito de lado e respeitar o outro se a sua prática ou suas escolhas forem de encontro ao que se pensa ser certo ou moral.

Na minha opinião esta discussão demonstra o mais puro preconceito e machismo (no caso da experiência brasileira). Mas isso é só uma opinião…que não podia deixar de compartilhar com vocês.

Fiquem bem e respeitem o outro, sempre, independente das escolhas dele.

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Você deveria pedir demissão

Posted in Comportamento, Profissão on fevereiro 5, 2014 by Psiquê

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Estou compartilhando uma publicação do blog Papo de Homem, que achei bastante pertinente em algum momento da vida…

Foco e Disciplina

Vivemos reclamando da falta de tempo no nosso dia. Mas quanto tempo e energia perdemos procrastinando ou nos auto-sabotando?

Eu não tinha um emprego ruim. Era realmente bom. Um salário razoável, uma estabilidade de concurso público e larga flexibilidade nos horários.

“O que mais eu poderia pedir?”

Essa era a pergunta que me fazia todos os dias.

Um belo dia, logo após o almoço, abri meu Outlook e redigi um e-mail. Era oficial. Entrei no site da TAM e comprei uma passagem para o Chile. Eu estava demitido e tinha data para ir morar em outro país pelos próximos meses. Levantei elétrico, respirei fundo, caminhei até a janela e lembrei dos 8 anos que trabalhei ali.

Frio na barriga.

Ao contrário do que você pode pensar, não tenho um trabalho pela frente, nem mesmo um plano para me manter quando voltar do Chile e do programa de desenvolvimento de empreendedores que vou  participar.

O Bootcamp Exosphere é um programa intensivo desenvolvido para capacitar os participantes com habilidade, atitude e visão para iniciar uma vida no empreendedorismo. Aborda tópicos que vão desde a geração de recursos, desenvolvimento de produtos até programação e webdesign. O projeto vai reunir 30 pessoas de todo mundo e vai de 23 de setembro até 13 de dezembro, na cidade de Santiago no Chile. E agora eu estou indo pra lá.

A prisão do trabalho fixo

Nos ensinaram que dinheiro e segurança nos proporcionariam realização pessoal, então a gente tenta ganhar cada vez mais, mesmo que a satisfação nunca chegue.

Na clínica de dependentes químicos que um amigo trabalha, 90% dos pacientes são funcionários públicos do alto-escalão. Gente que ganha muito bem, mas se perdeu ao longo caminho que escolheu em busca da felicidade.

Minha relação com as pessoas está incrivelmente diferente, principalmente as que mantinha por causa do trabalho. Parece que me libertei de algo que todos tentam e não conseguem.

Todas as pessoas um pouco mais velhas com quem conversei disseram a mesma coisa:

“Queria ter essa coragem.”

Eles não conseguem ver, mas é nítida a expressão de frustração quando dizem isso. Se todas essas pessoas têm vontade de largar seus empregos e chutar o balde, por que não fazem?

O retorno dos meus amigos também me surpreendeu bastante. Vejo agora que a percepção externa da minha relação com meu trabalho era a pior possível. Ouvi coisas fortes de pessoas que comemoraram minha decisão como se eu tivesse ganhado na loteria.

Talvez eles estivessem enxergando algo que eu não conseguia ver, uma trava que o emprego estável trouxe e nunca percebi. Até pessoas que moram bem longe e sabem bem pouco sobre essa minha relação com o trabalho me disseram palavras fortes.

A questão é que, por algum motivo, eu achava que estava feliz no meu emprego. Acreditava que tinha tudo que precisava e que não havia necessidade de mudar.

Era uma armadilha pronta e eu estava caindo direitinho.

O lado bom da demissão

Antes eu acreditava que perder um emprego era o pior cenário possível, mas acabou sendo um portal de oportunidades fantásticas. Sair da empresa foi uma janela mágica para um mundo onde tudo parece ser possível com o devido esforço.

Enquanto você depositar todas suas fichas no salário que pinga no fim do mês, estará condicionado a não fugir dessa realidade.

Esse trecho de um texto do Eduardo Amuri esclarece a ilusão de segurança e o tipo de armadilha que se constrói:

“Nos reservamos o direito de trabalhar quietos, sem palpitar, sem ousar, sem tentar enfiar a bola na gaveta porque temos a crença (muitas vezes correta) de que, se errarmos o chute, ficaremos desempregados. Falidos. Perdemos a chance de propor algo inovador, evitamos bater de frente com o chefe, contemos o questionamento. Muitas vezes, inclusive, deixamos de assumir a postura que a situação pede.

Seria fantástico ir para o trabalho da mesma maneira que um jogador de futebol vai jogar bola com os amigos no final de semana: livre de tantas expectativas. Nosso capitalismo selvagem, porém, nos impõe um pré-requisito bastante crítico para seguir vivendo bem: dinheiro.”

É bem raro assumirmos responsabilidade  pela nossa felicidade.

Você queria ser médico e salvar pessoas, mas reclama que não teve dinheiro. Sua mãe não pagou o cursinho. Gostaria de morar na Califórnia, mas sua mãe não te colocou no inglês. Diz que está velho demais para arriscar, o mundo não te deu oportunidade antes.

Tudo isso é besteira.

Se você ainda não morreu, pode dormir 2 horas a menos e estudar para o vestibular. Um amigo que já é formado e trabalha na área de educação física acabou de passar pra medicina, vai seguir o sonho. Você pode aprender qualquer ferramenta para mudar de profissão gratuitamente pela internet, incluindo idiomas. Um amigo que é empresário e tem várias lojas em Brasília largou toda a garantia e foi para os Estados Unidos. Hoje pilota aviões.

Você pode até arriscar e não conseguir, isso é fato.

Mas posso garantir: cada oito horas sentado nessa cadeira culpando a vida pelos seus problemas é um dia de liberdade que perde.

Receber um salário fixo todo mês é confortável, temos a sensação de missão cumprida por ter todas as contas pagas. Enquanto isso, acreditamos que nossos sonhos podem esperar mais um pouco, já que a vida está ganha por mais trinta dias.

Se demitir é o tipo de experiência que desperta um senso de urgência. O impulso para buscar algo novo com todo potencial.

Ao pedir demissão minha cabeça começou a fervilhar de ideias. Tudo o que bato o olho se torna um possível negócio. Gasto um tempo pensando em torno da ideia e depois anoto direitinho dentro do meu Evernote. Agora eu tenho um banco diário de ideias e pretendo testar quase todas, até as mais bobas.

Quando estava empregado minha mente focava apenas em resolver problemas ligados a empresa. Agora parece que posso resolver todos os problemas do mundo, qualquer dificuldade se torna uma oportunidade para melhorar a vida de alguém.

Não me sentia feliz tendo que dirigir um carro até o trabalho, sonhando com a sexta feira. Para mim, ser feliz é pegar um ônibus lotado com a empolgação de quem vai mudar o mundo.

Você está feliz onde está?

Quando estava pensando no que fazer quando voltasse do Chile, pensei comigo mesmo: eu quero morar na praia. Acordar cedo, correr até a praia, dar um mergulho e pegar um sol. Nunca tinha pensado nisso, mas agora estava claro. “Posso morar em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora”. Posso recomeçar em qualquer lugar.

Me senti realmente livre.

Não quero dizer para você sair correndo e se demitir de forma inconsequente. Apenas tente pensar se está realmente feliz onde está, fazendo o que faz.

Comecei a fazer terapia em julho e na primeira consulta, sem ao menos falar sobre trabalho, a psicóloga disse:

“Agora você vai pra casa, quero que pense no que pode trabalhar para ser feliz de verdade.”

Pareceu estranho na hora, mas agora sei. Estava claro para todo mundo, menos pra mim.

Um exercício interessante é ler essa tirinha publicada pelo Luciano e pensar como se sente em relação ao personagem central. Acha ele bobo? Ingênuo? Admira sua coragem? Sente uma leve inveja? Isso já pode dizer bastante sobre o caminho a ser tomado. Quando vi essa tirinha, havia 10 dias que estava demitido. Senti um grande alívio por não fazer mais parte daquele ciclo.

Se está insatisfeito e pretende fazer algo, leia o texto do Amuri sobre o direito de chutar o balde. Algumas ações são necessárias, mas precisam ser feitas com planejamento. Talvez demore algum tempo.

Mesmo tendo dado o passo em direção ao que aspirava, sei que corro o risco de falhar nessa minha nova empreitada e, de verdade, estou preparado para isso. Um trabalho mental que fiz enquanto decidia pedir demissão foi aceitar o pior dos casos. Pensei na pior coisa que poderia acontecer comigo no futuro.

Se tudo der errado, vou procurar o emprego mais fácil de se conseguir, mesmo que seja o que pague pior. Pensei em algo como chapeiro do McDonald’s, morando de favores na casa de alguém.

A partir daí, tentar minha nova escalada, dessa vez com mais experiência e conhecimento. Assumi esse cenário e estou disposto a viver essa realidade. Daqui pra frente, qualquer outro cenário é lucro.

E aí, já pensou se as garantias e a certeza de ter o seu belo salário no final do mês na verdade não são apenas as prisões que estão te impedindo de fazer o que realmente tem de fazer?

Autor: Alberto Brandão

Não sei como ela consegue

Posted in Casamento, Comportamento, Maternidade, Profissão, Relacionamento, Romance with tags , , , , , , , , , on dezembro 25, 2011 by Psiquê

O filme Não sei como ela consegue estrelado por Sarah Jessica Parker trata dos dilemas da mulher moderna que tentar conciliar beleza, forma física, casamento, trabalho e filhos. Confesso que esses são alguns dos dilemas que afligem não apenas a minha vida, mas a de várias amigas e olha que eu não tenho filhos e tenho dúvidas de como poderia lidar bem com a decisão de conciliar todas essas coisas.

No filme, Kate Reddy (Sarah Jessica Parker) é o modelo de mulher moderna. Divide habilmente seu tempo entre os afazeres domésticos como mãe de família e os profissionais, decorrentes de seu trabalho como analista financeira. Quando a grande oportunidade de ascender na carreira aparece, vê sua vida virar do avesso por causa das inúmeras viagens que têm de fazer ao lado de Jack Abelhammer (Pierce Brosnan), charmoso banqueiro com quem passa a desenvolver um projeto. Kate se vê, então, diante de um dilema: como conciliar amor, trabalho e família e não sucumbir aos encantos do colega de trabalho bonitão?

Meninas, vale a pena assistir!

Dilemas femininos…

Posted in Comportamento, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 31, 2011 by Psiquê

Via Aliciante

Nossa, eu estava buscando palavras adequadas que pudessem refletir aqui, uma certa inquietude que tem rondado meus pensamentos, quando encontrei no site da Consultoria Adigo, uma palestra sobe os dilemas da Mulher Executiva, da qual retiro um trecho para partilhar com vocês:

“Hoje o que mais caracteriza a mulher executiva são seus dilemas com relação ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Apesar de discursarmos a altos brados sobre a maior importância da qualidade do que da quantidade de tempo dedicado à família, no fundo nós mesmas, inconfessadamente, não nos convencemos disso e somos torturadas pelo maior dos males femininos – o sentimento de culpa. Criamos ao longo do histórico de conquistas femininas uma expertise em criar canais de alimentação da culpa.

A primeira fonte é o perfeccionismo, traço bastante comum às mulheres executivas. Com todos os testes implícitos e explícitos que enfrentamos na arena profissional, estabelecemos que precisamos ser nada mais do que perfeitas – como profissional, chefe, mãe, esposa, dona de casa, estudante, filha, nora, etc. Não nos contentamos com menos do que o melhor.

Desenvolvemos uma capacidade crítica apuradíssima, mas que se torna cruel quando se trata de nós mesmas. É dedicado muito menos tempo às pequenas e grandes vitórias do que à tortura do que percebemos como erro ou ponto de melhoria.

Ao perfeccionismo, atrelado à enorme capacidade de doação da mulher, leva a priorização do externo, dos outros, em detrimento a si mesma. O outro, a necessidade do outro é sempre prioridade e nos deixamos para trás.

Isso tudo, sem falar na priorização dos deveres em relação aos direitos, ou pior, do prazer. Primeiro atacar o que deve ser feito e depois, se sobrar tempo, o prazer. Até o tempo que, oficialmente, dedicamos a nós – fazer unhas, ginástica, terapia – muitas vezes carregam em si mais obrigações (com imagem, por exemplo) que prazeres…”

Comer, rezar, amar

Posted in Casamento, Comportamento, Profissão, Relacionamento, Romance with tags , , , , , , , , , , , on outubro 12, 2010 by Psiquê

Lá estava eu às 00:20h de sexta para sábado, assistindo à tão esperada estreia da noite: Comer, rezar, amar.

Eu gostei bastante do filme e até meu marido que, mesmo tendo que trabalhar na manhã seguinte, aceitou ver comigo dizendo que estava indo, pois me ama muito, acabou gostando do filme. Claro que ele aceitou ver sob a exigência – que para mim nem era um sacrifício – de ver Tropa de Elite 2, na estreia da semana seguinte. Topei!

“Como protagonista, temos Liz Gilbert (Julia Roberts), uma escritora bem-sucedida de meia-idade, casada, moradora de Nova York, teoricamente dona de uma vida perfeita. Apenas teoricamente. Insatisfeita com boa parte da rotina que leva, ela decide modificar seus dias. Primeiro pede o divórcio do marido, depois resolve viajar o mundo, mais especificamente para três lugares.

A partir de então, Liz segue em uma jornada em busca de si, do autoconhecimento, de entender os motivos que a deixam triste. Primeiro, vai para a Itália, onde conjuga todos tempos do verbo “comer”, se deliciando com as massas locais, mas sem esquecer de fazer amizades. Depois vem a Índia, onde o seu grande objetivo é o equilíbrio religioso. Finalizando sua viagem de um ano, a escritora parte para Bali, apenas meses depois de visitar a ilha. Lá, por coincidência, acaba encontrando a felicidade amorosa e, conseqüentemente, a paz interior.” Veja mais críticas aqui.

O filme permite que nos identifiquemos com alguns dilemas cotidianos, mas peca por passar superficialmente pelas crises e ficar tempo demais debatendo algumas questões. Mesmo assim, vale a pena conferir!

Livros e mais livros

Posted in Curiosidades, Geral, Profissão, Relacionamento, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 21, 2010 by Psiquê

Tehanu's hands

Hoje entrei na livraria e peguei dois livros para ler. Foi uma escolha tão rápida que em 10 minutos estava no caixa comprando os dois. O primeiro tem um título engraçado: Os homens preferem mesmo as loiras? A ciência por trás do sexo, do amor e da atração.

Sinopse:  “Se você sempre quis saber por que fazer algo perigoso aumenta a atração, por que os homens ficam atrapalhados quando veem uma mulher bonita ou por que as pessoas parecem mais atraentes quando outras se interessam por elas, não pode deixar de ler Os homens preferem mesmo as loiras? Em cerca de 100 perguntas e respostas, Jenna Pincott explora a ciência por trás do sexo, do amor e da atração.

Para desvendar o que torna certas pessoas atraentes umas às outras, a autora percorreu campos tão diversos quanto a neurociência, a ciência cognitiva, a biologia e a psicologia evolutiva. Longe de tirar o mistério do amor e da atração, os estudos funcionam como uma pista e mostram que, embora cultura e experiência pessoal afetem as nossas decisões, forças ocultas do desejo nos influenciam de maneira incontrolável.”

O outro, que, por sinal peguei primeiro se intitula: O guia da mulher ousada para uma vida espetacular. O livro trata do seguinte dilema:

Sinopse: “Ao dar prioridade à rotina profissional e familiar, algumas mulheres acabam renunciando à realização pessoal e não criam projetos novos ou realizam antigos desejos. Em O guia da Mulher Ousada para uma vida espetacular, Natasha Kogan desafia as leitoras a se lançarem em uma vida mais divertida. Desde rir de si mesma de vez em quando até aprender a lidar com os próprios defeitos, as lições da autora mostram que atrevimento é a palavra-chave para quem quer ser uma verdadeira Mulher Ousada: alguém com força de vontade e sem medo de testar seus limites”.

Espero que essas leituras valham a pena, pois o último que comprei, Marketing de B.A.T.O.M, da Fádua Sleiman me decepcionou bastante.

De repende 30…

Posted in Comportamento, Maternidade, Profissão, Relacionamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 30, 2010 by Psiquê

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Em 2010 completarei 30 anos, ainda faltam alguns longos meses, mas acho que é um momento a ser refletir e celebrar. Estou aqui às voltas de um planejamento para refletir sobre o que devo fazer de meu futuro, que passos devo dar ainda em busca de minha satisfação profissional e pessoal. Ao mesmo tempo, preciso agradecer pelas conquistas já alcançadas até aqui, que foram muitas. E celebrar os anos vividos. Ainda não sei como vou comemorar, gostaria de uma comemoração marcante e divertida, mas preciso lançar mão de bastante criatividade para conseguir realizar uma comemoração legal, sem gastar muito.

Vocês sugerem algo? Estou ansiosa para ouvi-los.

De repente, elas percebemos que já somos balzaquianas, mas poucas balzacas leram A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos.

Olhe o que ele diz: ‘Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (…) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer’.

Os 30 anos chegam carregados de muitos questionamentos.

O que realizamos até aqui?

O que ainda vamos realizar?

Como alcançar a satisfação pessoal?Já alcançamos? Em que áreas?

Como conciliar carreira com vida pessoal, filhos, projetos, etc.

Ai, não sei onde vou chegar, mas é tempo de celebrar.