Arquivo para atenção

Sensibilidade e recolhimento

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on maio 31, 2015 by Psiquê

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Muitas vezes, por nosso excesso de empatia, acabamos exagerando no zelo pelo outro…e com isso, ao tentar ajudar, o repelimos.

Tenho pensado bastante sobre isso e precisado ficar um pouco quieta…

…quando nos habituamos a pensar no outro primeiro, acabamos deixando de lado nossos próprios “quereres”, nossas vontades, necessidades, gostos…

Sempre que agimos desta maneira, acabamos por transmitir um sentimento oposto àquele que gostaríamos de evocar e o outro pode interpretar nossa atitude como insegura, sufocante, exagerada…

É muito tênue a linha entre estar atenta e disponível ao outro e acabar por invadir a individualidade dele, portanto, o silêncio, a observação, o recolhimento podem ajudar a ler a situação com mais cuidado e atenção. E com isso, podemos tentar evitar a atitude invasiva ou exagerada.

Não é fácil! Trata-se de um exercício difícil e, por vezes, custoso, mas muito saudável para todas as relações.

Isso tudo é parte do nosso processo de amadurecimento…

Tenham uma excelente semana!

Namastê.

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Ócio criativo

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , , , , on março 16, 2013 by Psiquê

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O nome de um livro escrito por Domenico De Masi, Ócio Criativo, serviu de inspiração para este post, mas o assunto veio à tona depois da leitura da seção da Revista Lola, initulada Corpore Sano – Sexo|Saúde|Bem-estar|Nutrição, que fala sobre as delícias de se fazer o que se gosta…

Nas palavras da revista…

“Ter sempre mil coisas para fazer pode até ser tendência, mas não é bom para o corpo, muito menos para o cérebro…

Ele precisa de ócio para funcionar bem. ‘O lobo frontal é um gerenciador dos recursos cognitivo-emocionais e sua principal tarefa é a soluções de problemas’, explica a psicóloga Ana Paula Cuocolo Macchia. É nessa região que acontecem de alerta, atenção, inibição. Quando fica sobrecarregada  por tarefas em excesso, dá tilt. Os sintomas dessa overdose variam: fadiga, mau humor, baixa autoestima, falta de paciência. ‘O ócio é importantíssimo. Ele protege o sistema desse desgaste’, diz a psicóloga. Mas não pense que ócio é ficar sem fazer nada. É experimentar aquilo que faz a pessoa se sentir autêntica, sem pressão. Pode ser caminhar, pintar, preparar uma comida diferente, ver um filme e até rir com os amigos. (quem assina a coluna é  Ana Gonzaga).

Fica aqui a dica de leitura e de comportamento!