Arquivo para autoconhecimento

Amor e arte

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 9, 2015 by Psiquê

561fc9e41887dd02fe0839a3db1f5217

O sonho de quase todo mundo é viver daquilo que ama, daquilo que faz sem sentir nenhum sacrifício, daquilo que nutre. Eu não sou diferente disso, e também gostaria de ganhar a vida fazendo apenas aquilo que me nutre. Claro que isso não é simples, pois antes de definir o que gostamos de fazer ou o que nos nutre, é fundamental olhar para dentro, buscando o autoconhecimento.

Entendo que a arte consegue despertar em mim, um amor pela vida, um prazer pelos dias de trabalho para que eles fluam sem nenhum sacrifício, mas com muita alegria e satisfação. E isso é possível, quando olhamos para dentro de nós mesmos e entendemos o que nos dá prazer e o que nos faz feliz. Há várias coisas me trazem esta sensação: cinema, arte, pintura, leituras, boas conversas, dança, teatro, fotografia, moda e o Espartilho, claro. Espero estar por aqui mais vezes por semana. Em busca da liberdade e do equilíbrio para construir uma vida melhor e compartilhar o que há de melhor com vocês.

Estejam sempre presentes em minha vida.

Namastê!

Dança e autoconhecimento

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2013 by Psiquê

b829898f433d70f8b8305a35c84a5a2c

Eu não costumo ter o hábito de dançar, mas gostaria porque as sensações que este hábito promove são libertadoras…

Já tive orientação de buscar a dança como terapia, mas me falta oportunidade, porém como sei que a entrega à dança proporciona um bem estar fenomenal, resolvi compartilhar com vocês o texto que encontrei no portal Somos Todos Um.

Dançar é um alimento para a alma, um alento para o espírito, autoria de Sônia Imenes

Dançar traz alegria. A verdadeira alegria de poder reconhecer e expressar, de forma simples e direta, os anseios da alma.

Dançar nos restitui os laços perdidos com nossa própria essência. Isso realmente acontece quando nos entregamos ao seu movimento como uma onda que brota espontaneamente, de uma fonte que não é racional, nem esteticamente premeditada. Quando deixamos que o movimento expresse livremente algo que é único em cada um de nós. Nesse sentido, a dança espontânea se revela como sendo uma linguagem corporal subjetiva, rica de significados. Assim, a dança se abre como um caminho maravilhoso para o autoconhecimento.

Através de exercícios de sensibilização, expressão, interação e consciência corporal, entramos em contato com nossos próprios bloqueios, herdados de uma educação e cultura voltados para a praticidade de um mundo cada vez mais alienado de nossas necessidades anímicas. Assim, aprendemos a reconhecer nossas próprias limitações, a nos libertarmos dos condicionamentos e padrões indesejados, aqueles que negam a nossa verdadeira essência e o exercício do nosso potencial criativo.

Com a dança espontânea se propõe um caminho de retorno de cada um consigo mesmo. Uma redescoberta, numa viagem, que pode começar pela percepção e refinamento dos sentidos, adentrar nas paisagens coloridas das emoções, encontrar o seu ritmo na respiração e, da integridade dos gestos, nascer uma verdadeira fonte de inspiração e renovação.

Buscar o autoconhecimento…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 23, 2013 by Psiquê

Autoconhecimento

A matéria do portal Uol: Investir no autoconhecimento é abrir as portas para a evolução pessoal pareceu de grande valia para pensarmos um pouco sobre a busca do autoconhecimento que tanto me atrai e julgo necessária a todos os seres humanos. O texto é assinado por Rosana Faria de Freitas e traz dicas superlegais para pensarmos um pouco. Claro que cada um vai buscar seu próprio caminho, na meditação, na dança, na ioga, na natação, na terapia, uma leitura, uma viagem, um curso, mas existem ações combinadas que podem ajudar muito. Eu venho experimentando canais diversos, para buscar me conhecer melhor. Leia a matéria que compartilho abaixo e tente identificar o que mais funciona para você. No link acima, você também encontra um teste com 25 perguntas que vale a pena responder.

“Os tempos modernos trouxeram alguns termos para a ordem do dia, como qualidade de vida, sustentabilidade e autoconhecimento. Esta última palavrinha reflete a intenção do homem de buscar, no seu interior, respostas e entendimentos para várias questões de si mesmo e da vida – e, dessa forma, evoluir.

O processo é mais do que válido, na opinião de médicos e terapeutas. “Quem conhece a si mesmo tende a valorizar mais a própria vida e fortalecer sua autoestima. Consequentemente, fica mais confiante e estável emocionalmente”, acredita Juliana Bento, psicóloga da Clínica de Especialidades Integrada, em São Paulo. O crescimento pessoal permite, ainda, que se tenha mais consciência em relação às vivências e, nesse aspecto, a pessoa se frustra menos e se torna pouco vulnerável e sujeita a manipulações.

Mas, atenção: é preciso buscar conhecer não apenas nossas qualidades, para que possamos valorizá-las e desenvolvê-las, como também nossos defeitos. Assim, será possível avaliar o que incomoda e precisa ser alterado ou transformado.

“É essencial encarar limitações, medos, inseguranças. Saber a respeito de si mesmo ajuda a superar dificuldades. E, mais que isso, favorece a tomada de decisões, sejam afetivas, profissionais ou até de questões simples como planejar uma viagem, decidir o que fazer no fim de semana, que livro ler”, salienta Cynthia Boscovich, psicóloga clínica e psicanalista.

O mundo de hoje, ela explica, requer que façamos escolhas o tempo todo e muito rapidamente. A própria globalização e a forma como as mudanças ocorrem leva a isso. “Quem não está preparado, sofre com ansiedade, angústia e até depressão.”

Coragem bem-vinda

É fato: se você se conhece, tem maior controle sobre suas ações e emoções. O resultado disso é mais equilíbrio e tranquilidade no cotidiano, o que traz benefícios em todos os sentidos – na vida pessoal e profissional, no convívio em sociedade. Mas investir no autoconhecimento exige disponibilidade para enfrentar tal processo, o que nem sempre é fácil.

“Às vezes, é penoso descobrir suas fraquezas, superar seus medos, desvendar seus defeitos. Aceitar o que é mais íntimo e, propositalmente, está ali esquecido, escondido”, reflete Marcella de Carvalho Almeida, com especialização em psicologia clínica e hospitalar, que atende profissionais de saúde do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e do Hospital do Servidor Público, também em São Paulo.

Juliana Bento concorda. “O caminho para a busca interior tem seu início no estudo da experiência humana e na ânsia por conhecimento. Essa ‘pesquisa’, no entanto, deve ser feita sem preconceitos ou limitações. É preciso abrir os olhos para se enxergar, reconhecer o que gosta e não gosta, e o que pretende mudar ou desenvolver em si próprio.”

O QUE O AUTOCONHECIMENTO TRAZ

  • Controle sobre as emoções. A pessoa entende o que está sentindo, por que teve aquela reação, o que tal comportamento lhe trará de resultados
  • Segurança. “A partir do momento em que compreendo a mim mesmo, sinto-me mais seguro diante de qualquer situação”, diz Juliana Bento
  • Independência. O indivíduo que reconhece suas habilidades e fraquezas sabe se defender melhor. E, em algumas situações, fica imune à opinião alheia e não se deixa manipular. “Como consequência, frustra-se menos e não depende da aprovação do outro para tomar decisões”, reforça Bento. Insegurança, perfeccionismo e competitividade, na opinião da psicóloga, estão relacionados à distância de si mesmo. “Quem tem dificuldade para identificar suas qualidades, vacila antes de escolher que caminho trilhar, não se acha capaz de realizar tarefas complexas e prioriza a aprovação das pessoas em tudo o que faz”
  • Possibilidade de fazer boas escolhas. Quem se conhece profundamente e controla seus sentimentos e suas atitudes, tem competência para realizar grandes conquistas
  • Autoestima. Da mesma forma que admite seus pontos negativos, quem investe no autoconhecimento também se conscientiza do que carrega de positivo
  • Tolerância e consideração às diferenças. A autoanálise leva à compreensão da diversidade e pluralidade humana – e, dessa forma, o indivíduo se torna mais condescendente em relação a amigos, familiares, colegas de trabalho. “Certamente, a pessoa adquire uma visão mais abrangente e generosa do mundo”, diz Marcella de Carvalho Almeida
  • Respeito aos próprios limites. Fica mais fácil saber até onde ir, acreditando em sua capacidade sem ultrapassar o que lhe é inaceitável em um relacionamento, por exemplo. “O sujeito se sente menos frágil e mais forte para lidar com suas particularidades”, diz Almeida
  • Postura positiva e otimismo. Sem dúvida, a autoconfiança vem a reboque do autoconhecimento. E, se a pessoa está bem consigo mesma, demonstra isso para os outros e o mundo por meio de suas atitudes positivas, sua satisfação própria, seu bem-estar geral. “Há mais paz, serenidade e alegria”, diz Almeida
  • Predisposição para mudar e evoluir. Quem está disposto a se encarar com verdade tem mais chance de não desculpar os próprios erros, e sim aprender com eles. A partir daí, busca as razões do tropeço, tenta decifrar os sentimentos que estavam por trás dele, deixa que a dor ensine
  • Qualidade de vida. “Saber trabalhar defeitos e qualidades é uma vantagem, pois criamos uma barreira que nos afasta do que não nos faz bem. E, assim, conseguimos levar a vida com mais leveza e felicidade”, finaliza a psicóloga do Instituto do Coração

Veja, agora, dicas para chegar lá.

O QUE FAZER PARA SE CONHECER MELHOR

 

  • O autoconhecimento exige uma autoavaliação. Você precisa se voltar para si mesmo e perceber suas qualidades, seus defeitos, seus limites; o que o perturba, o que liga seu sinal de alerta, o que o deixa inseguro. Enfim, abrir as portas para fazer todas as perguntas possíveis e encarar todas as respostas
  • Caso sinta necessidade, vale recorrer a uma psicoterapia individual ou em grupo. “O processo analítico auxilia muito, pois permite perceber muito a respeito de si mesmo – o que talvez fosse mais demorado ou até impossível em uma tentativa solitária. A psicoterapia possibilita discutir as diversas situações da vida e relacioná-las à história pregressa de cada um, assim como planejar o futuro”, diz Cynthia Boscovich
  • Há diversos livros que facilitam abrir esse universo interno. Conversar com pessoas que, você acredita, estão no caminho certo, pode ser ótimo para obter dicas variadas, inclusive de que leituras priorizar
  • É possível fazer alguns exercícios para se ‘explorar’ melhor. “Pontuar suas características positivas, procurando desenvolvê-las, e também as negativas, para modificá-las, pode ser um bom começo”, sugere Juliana Bento
  • Integrar grupos de estudo focados no assunto também pode ser de grande valia. “Idem para iniciativas como meditação, ioga. Afinal, o autoconhecimento é fruto da introspecção”, considera Marcella de Carvalho Almeida
  • Qualquer experiência vivida pode ser enriquecedora e promover a autoanálise. Mas, para isso, é preciso estar com as antenas ligadas e receptivas. “Não importa o que a pessoa esteja fazendo: lendo um livro, praticando uma atividade física, encarando uma aventura radical: em toda situação, é possível crescer. Nas viagens, na paternidade e na maternidade, nos relacionamentos amorosos, frente a doenças, dores, angústias. Em resumo, em tudo que tiver relação com a vida”, atesta Cynthia Boscovich
  • Vale, ainda, se observar com verdade no dia a dia. Perceber sua atuação e seus sentimentos nas pequenas coisas, fuçando dentro de si mesmo e perscrutando cada detalhe de sua personalidade

Terapia

Posted in Comportamento with tags , , , on outubro 4, 2012 by Psiquê

Estreou esta semana o programa Sessão de Terapia, dirigido por Selton Mello, trazendo cada dia da semana um caso diferente. Confesso que me senti atraída pelo programa antes mesmo da estreia, mas depois de iniciada, elegi alguns personagens mais interessantes que outros.

A meu ver todas as pessoas deveriam procurar se conhecer melhor através da Terapia. A vida já é muito complicada e complexa para não buscarmos compreender a dinâmica que envolve nosso dia a dia.

Existem várias linhas de terapia e vários tipos de terapeutas, mas cada um vai se achar numa linha…tenha coragem e encontre a sua. Mas se na sua busca, não gostar do que encontrar, continue buscando. O importante é se encontrar…

Comemore seu aniversário

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 16, 2010 by Psiquê

Essa semana atentei para um detalhe importante da data em que celebramos aniversário. Quando comemoramos nosso primeiro ano de vida, por exemplo, chegamos ao final desse primeiro ciclo, trata-se do último dia do primeiro ano de vida. Com isso, ao celebrar 30 anos, estarei vivendo o último dia do 30º ano e iniciando o 31º. Na verdade, somos um ano mais velhos do que pensamos rs. Que coisa horrível.

Como eu adoro comemorar meu aniversário, estou desde de o começo do ano planejando como comemomarei este meu 30º aniversário, sem saber que já estava vivendo o meu trigésimo ano. Confesso que isso me deixou meio encucada rs! Mas como disse meu irmão, o que importa é sabermos viver bem os anos com saúde e buscando fazer o que gosta e ser feliz.

E o que quer dizer aniversário? “Aniversário é uma palavra latina que significa  “aquilo que volta todos os anos”.

Anniversarius vem de annus (ano) e vertere (voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos. 

A cada ano que vivemos, passamos por novas experiências e precisamos ter sabedoria para desenvolver nosso autoconhecimento. Triste de quem não sabe celebrar a vida a cada minuto, a cada dia e a cada ano que passa. Temos a cada dia um presente de Deus e com o passar dos anos nos conhecemos melhor e sabemos lidar melhor com nossos defeitos e qualidades. Celebre a vida, pois essa celebração é fundamental enquanto estamos aqui, independente da crença que tenha em relação à vida e à morte.

Desde o começo deste ano iniciei um ciclo de pensamentos e reflexões a respeito de como celebraria meus 30 anos. Já pensei na crise dos 30, nas reflexões a respeito do meu desenvolvimento profissional, minhas conquistas pessoais e econômicas, minha formação acadêmica, minha forma física, minha decisão em relação à maternidade, etc. São muitas as questões e muitas as dúvidas, mas me sinto uma pessoa feliz e realizada em muitos aspectos e também com outros a realizar. O mais importante e que carrego comigo desde sempre é que: o mais importante é AGRADECER e CELEBRAR a vida!!!

Celebre a sua todos os dias e mais ainda no dia do seu aniversário.

Sobre ser feliz…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on maio 28, 2008 by Psiquê

Photo by Rudi Mentaer

Hoje, lendo a Revista UMA deste mês, li a entrevista com a psicóloga Márcia Tiburi (do Saia Justa, GNT), aliás a melhor de todas as apresentadoras daquele programa (que particularmente acho chato!). Ela acaba de lançar o livro Filosofia em Comum – para ler junto (Editora Record). Obviamente, ainda não li o livro, mas é dela uma frase na entrevista que me inspirou a escrever esse post.

” A felicidade é uma palavra que se tornou quase um jargão publicitário. ‘A chave da felicidade’, ‘A felicidade ao seu alcance’. O problema com a publicidade é que uma palavra inventada na era Hitler, é que ela tem como princípio vender; e felicidade não pode ser comprada como artefato, nem como conceito. Ser feliz deveria ser descobrir a sua forma individual de viver em harmonia com seu tempo e seu espaço. E para isso não há fórmulas“. BINGO!!! Disse tudo não? Adorei a resposta de Tiburi. Como sempre, mandou bem!

Mais adiante UMA pergunta a ela sobre a insatisfação feminina e mais uma vez Tiburi ressalta que a lógica da insatisfação não é feminina, mas está implicitamente ligada à estrutura de mercado em que vivemos.Yes! Yes! Mandou bem de novo! A insatistação eterna, é algo que nos foi estabelecido pelo modelo de sociedade fugaz, consumista e temporária em que vivemos!

Nas palavras de Tiburi: “A insatisfação é parte da estrutura de mercado na qual estamos inseridos. Não podemos nos enganar quanto a isso. Ver o universo da vida se transformando em puro comércio, nos trouxe uma ansiedade sem par. O poder não se ganha, se toma e, depois, para ser melhorado, pode ser compartilhado. E a mulher de hoje já percebeu isso”.

Quando indagada sobre como a filosofia pode ajudar as pessoas a se auto-conhecerem, Tiburi, alerta que: “A fisolosia sustenta a busca pelo autoconhecimento como meta. A meta é a própria busca, e não a certeza. Essa última é a morte da filosofia. A única certeza sobre a vida é essa procura, o processo pelo qual se passa a viver. Isso não quer dizer que há uma certeza sobre si, mas um jeito de tentar saber de si. As pessoas que procuram conhecer a si mesmas acabam descobrindo mundos externos. A riqueza pessoal de cada um vem daquilo que ele buscou. Cada um se torna o que contempla, já dizia Confúcio.”

A apresentadora ainda faz uma diferenciação entre auto-ajuda e filosofia, alertando que a primeira busca dar respostas enquanto a segunda ensina a fazer perguntas, que promovendo um exercício de incerteza leve todos a pensar por conta própria. “Com isso cada um pode conseguir liberdade e, conseqüentemente, tornar-se responsável pelo que pensa e lúcido sobre o que faz”.

Fica, então a dica de leitura e a partilha de algumas idéias de Marcia Tiburi com as quais concordo.

Auto-estima: você é o mais importante!

Posted in Comportamento, Geral with tags , , , , , , , , , , , , , , , on março 10, 2008 by Psiquê
km-sirenaclose.jpg

O nível da nossa auto-estima é que determina o sucesso ou o fracasso de grande parte de nossas buscas. Desenvolvê-la é um trabalho diário, difícil e que também depende das nossas experiências da infância e de como lidamos com essa herança.

O que é auto-estima?

Trata-se da opinião que cada um tem de si. A consciência de seu valor pessoal, respeito e confiança em si mesmo. Muitas vezes nós temos uma visão negativa ou diminuta de nós mesmos. Ela está diretamente ligada ao amor próprio, à aceitação de si, ao carinho e respeito para com sua pessoa.

Muitas de nossas dificuldades, no campo amoroso, pessoal, profissional, sentimental, social está diretamente ligada à baixa auto-estima, insegurança, medo.

A psicóloga Rosemeire Zago em sua coluna no portal UOL apresenta algumas dicas sobre a questão. Segundo ela, a auto-estima se forma na infância a partir da maneira como as pessoas nos tratam. Como disse, nossas experiências do passado influenciam na auto-estima dos adultos. A perda ou comprometimento da auto-estima está associado a decepções, perdas, frustrações, falta de reconhecimento, etc.

Todos nós passamos em algum momento de nossa vida por situações como estas. Cabe a nós buscarmos ajuda para fortalecer nossa auto-estima de tal modo que os problemas não abalem esse amor por nós mesmos. Para isso, mais do que contarmos com o reconhecimento e o amor do outro, precisamos contar com o NOSSO AMOR PRÓPRIO e conhecimento de si. É aí que mora o xis da questão, esse é o grande segredo.

Vale a pena ler um pouco mais sobre os perigos da baixa auto-estima. A Dra. Rosemeire apresenta também algumas dicas de como manter sua auto-estima elevada e as vantagens que este estado oferece.

Veja alguns toques importantes:

Para elevar a auto-estima é preciso:

– autoconhecimento
– manter-se em forma física (gostar da imagem refletida no espelho)
– identificar as qualidades e não só os defeitos
– aprender com a experiência passada
– tratar-se com amor e carinho
– ouvir a intuição (o que aumenta a autoconfiança)
– manter diálogo interno
– acreditar que merece ser amado(a) e é especial
– fazer todo dia algo que o deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.

Resultados da auto-estima elevada

– mais à vontade em oferecer e receber elogios, expressões de afeto
– sentimentos de ansiedade e insegurança diminuem
– harmonia entre o que sente e o que diz
– necessidade de aprovação diminui
– maior flexibilidade aos fatos
– autoconfiança elevada
– amor-próprio aumenta
– satisfação pessoal
– maior desempenho profissional
– relações saudáveis
– paz interior

Digo e repito: amem-se, respeitem seus limites e sejam felizes.