Arquivo para caminho

Chegou o momento de mudar!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 26, 2014 by Psiquê

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Chegou, finalmente o tão esperado momento de mudar.

Apesar de a mudança ser uma constante em minha vida e de normalmente eu ser favorável às transformações, por acreditar que elas nos impulsionem, nos transformem, nos incentivem…

Eu estou ao mesmo tempo muito feliz, esperançosa e ansiosa, mas também com medo e com algumas incertezas, nada que não seja perfeitamente esperado diante de qualquer mudança.

A Marcela Pimenta Pavan, escreveu um texto bem legal sobre o tema Mudar é preciso, o qual defendo, acredito e compartilho com vocês. Desejo e propago excelentes energias para que vivamos sempre dando o melhor de nós mesmos.

Compartilho o texto abaixo:

“As mudanças fazem parte da vida. Ir para uma nova cidade, decidir por uma carreira internacional, mudar de profissão, de estado civil, de emprego, de casa, de vida.

Existem as mudanças desejadas e também as imprevistas. Independente do jeito que for as novas situações nos levam a buscar diferentes formas de adaptação e nos dá a oportunidade de ampliar nossas experiências e amadurecer.

Às vezes a vontade de mudar existe, é legítima, mas o indivíduo se vê paralisado frente às transformações que deseja realizar.

Isso é muito comum ocorrer ao longo do processo terapêutico. À medida que o sujeito começa a se perceber e se conhecer melhor, ganha autonomia e tem vontade de reformular para melhor algumas áreas da vida.

No entanto, deixar um estado conhecido para atingir um novo traz consigo aspectos desafiadores.

Junto com a vontade da mudança surgem também as sensações de medo e insegurança. Será que vale a pena? Será que eu consigo? Essas indagações são naturais e é importante estar atento, para evitar possíveis boicotes e, assim, conseguir realizar as mudanças desejadas.

Vontade, coragem e estratégia

O anseio de mudar é importante, pois serve como motivador e encorajador para realizar as ações necessárias. Para isso, é fundamental ter um bom planejamento. Refletir, ponderar, criar estratégias e prazos é essencial para alcançar aquilo que se quer.

Alguns aspectos nesse processo merecem uma atenção especial. Abaixo estão alguns deles:

  • Toda mudança leva a algum tipo de perda. É preciso colocar isso em perspectiva. Para morar em uma nova cidade, por exemplo, é preciso perder o conforto do ambiente conhecido. As perdas são naturais e positivas em certa medida, fazem parte do movimento da vida e são necessárias para que novas situações possam de fato acontecer.
  • Por mais que haja planejamento e estratégias de ação, por mais que haja vontade, existe um elemento essencial para fazer a passagem da situação antiga para a nova: Coragem! Essa capacidade de enfrentamento dos desafios é essencial para abrir o caminho e chegar onde é preciso. A coragem junto à fé, de que a mudança é o melhor caminho a seguir, é o que sustenta a travessia. Quando abrimos mão da situação segura e estamos construindo uma nova, as dúvidas tendem a surgir intensamente: Será que fiz certo? Será que vou dar conta? Isso acontece porque a situação nova ainda está se formando, não é possível colher frutos ainda, é preciso investir tempo, energia e esperar com coragem e fé.
  • Mudar deve atender o anseio de levar o sujeito para uma realidade mais condizente com aquilo que traz sentido para a sua vida e consequentemente mais satisfação e alegria, mas isso não quer dizer que não haverão dificuldades. Problemas existirão sempre, o que muda é a condição emocional da pessoa. Quando se faz uma escolha em direção a uma nova situação e a mudança é concretizada, a sensação de realização traz contentamento e a pessoa tende a se tornar mais tolerante perante as adversidades e mais capaz de superar os próprios desafios.

A essência

Uma vez li uma frase que me chamou a atenção e cabe bem nesse momento: “É importante não perder de vista as coisas que te encantam, pois ali há um pouco da tua essência.”

Quanto mais nos distanciamos daquilo que nos encanta em função do que é puramente conveniente, mais a vida perde seu sentido. Ás vezes não percebemos esse distanciamento e quando nos damos conta estamos muito longe daquilo que nos traz alegria. Nesse momento a semente de uma transformação é plantada e é importante olhar para ela com coragem e avaliar se é a hora de iniciar uma transição com todos os desafios e satisfações que essa mudança irá trazer.”

Escrito por Marcela Pimenta Pavan todos os direitos reservados.
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Apenas uma noite

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 9, 2013 by Psiquê

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No último final de semana assisti ao filme, Apenas uma noite, o qual foi objeto da conversa no meu almoço de ontem. Eu gostei do filme e a despeito de algumas críticas negativas que encontrei, compartilho com vocês uma crítica que se aproxima bem mais da minha percepção. O que mais gostei no filme, foi o fato de apesar dos conflitos que os dois carregam, as reflexões morais não conduzem o filme para um lado ou para o outro…

“Apenas uma Noite é a estreia da iraniana Massy Tadjedin na direção, e com certeza merece um olhar todo especial. Tendo sido “A” sensação do Sundance Film Festival, o filme retrata o declínio de um casamento, tendo como base a suspeita de uma traição e um amor inesquecível. O casal protagonista formado por Keira Knightley e Sam Worthinton esbanja simpatia, e a história assinada pela própria diretora é muitíssimo bem contada.

Os filmes que trabalham conflitos amorosos do passado geralmente optam por problematizar eticamente a traição, a separação, e geralmente a ideologia da família nuclear se fixa como válida, dando o tom clichê da obra em questão. No caso de Apenas um Noite, para além das preocupações morais e impasses éticos, Joanna e Michael são tratados como seres humanos passíveis de sentimentos duvidosos em relação ao seu estado civil, embora ainda exista amor entre os dois. A chegada do ex-namorado de Joanna e a viagem de Michael com a secretária divide o foco das atenções, e a incrível montagem paralela de Susan E. Morse (editora dos filmes de Woody Allen de 1979 a 1998), não permite que o marasmo ou a perda do ritmo narrativo aconteça um único momento.

A fotografia urbana e escura do ótimo Peter Deming transmite às imagens a frieza que toma conta do relacionamento principal, que já abalado, aparece em conflito com novos objetos de desejo pelo meio do caminho. O mesmo vale para a trilha sonora precisa e pontual, marcada pela sensibilidade das cenas, optando por uma propícia variação musical ao piano. As atuações são um caso à parte. Keira Knightley está mediana, mas vale dizer que nesse filme, faz um trabalho muito interessante. Sua personagem ultrapassa poucos centímetros a linha de mudança, e a atriz consegue transmiti-la para o espectador com muita competência e carisma. Sam Worthinton não tem espaço para mostrar muita coisa, de modo que sua atuação aqui pode passar desapercebida. Quem realmente brilha é o francês Guillaume Canet e o novaiorquino Griffin Dunne, duas personagens muitíssimo bem construídas e com atuações deliciosas. Eva Mendes é a bela amante de Michael, mas não se destaca além da média.

Sem pretensões cult e com um final sugestivo, Apenas uma Noite é um desses filmes para uma sessão a dois, ou mesmo para uma sessão solitária, numa tarde chuvosa ou fria. Trata-se de um filme tecnicamente muito bem executado, e que concentra um nível mínimo de erros cênicos e narrativos. Não temos uma inovação nos dramas românticos ou uma proposta diferente no que se refere a um casal preso ao passado – ou a algo do presente que não pertença ao casamento; mas mesmo assim, a película se destaca com facilidade em meio à enxurrada de produções chochas e apagadas que insistem em trabalhar as questões matrimoniais.” Fonte: Plano Crítico

Apenas uma Noite (Last Night, EUA, França, 2010)
Direção: Massy Tadjedin
Roteiro: Massy Tadjedin
Elenco: Keira Knightley, Sam Worthinton, Anson Mount, Eva Mendes, Guillaume Canet, Griffin Dunne, Stephanie Romanov, Scott Adsit, Daniel Eric Gold
Duração: 90min.

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Eu mesma!

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , on outubro 17, 2012 by Psiquê

“O maior obstáculo para eu ir adiante: eu mesma.
Tenho sido a maior dificuldade no meu caminho.
É com enorme esforço que consigo me sobrepor a mim mesma.”

Clarice Lispector

A vida é o que você faz dela

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 5, 2012 by Psiquê

Conforme falei há alguns posts, depois de ler o artigo do Peter Buffet em uma revista, comprei o livro A vida é o que você faz dela, de sua autoria. O livro é bem legal, incita a várias reflexões, mas acaba obviamente entregando a nós mesmos o poder de decidir, o que é o sucesso, a felicidade, uma vida bem sucedida para cada um de nós.

No final do livro, Buffet cita uma fala atribuída a Goethe, porém sem provas de sua autoria, que me pareceu resumir bem sua ideia.

“Até que uma pessoa se comprometa, há indecisão, o risco de retroceder. Com relação a todos os atos de iniciativa e criação, há uma verdade elementar, a ignorância que mata inúmeras ideias e planos excelentes: esse é o momento em que uma pessoa definitivamente se compromete, então a Providência age também. Alguns eventos inesperados ocorrem para ajudar a pessoa. Uma série completa de acontecimentos brotam da decisão, construindo a favor dessa pessoa todas as formas de acontecimentos imprevistos, encontros e assistência material, as quais nenhum homem poderia ter sonhado que atravessaria seu caminho. Seja o que for que você possa fazer, ou sonhar que pode fazer comece. A coragem tem genialidade, poder e magia. Comece agora”.

Verdadeira Vocação

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 23, 2012 by Psiquê

A revista Você S/A de janeiro de 2012 trouxe um especial sobre como fazer tudo melhor, em que uma série de nomes consagrados partilhavam a sua ‘lição’ de vida. Vários me chamaram atenção, mas eu gostei especialmente do texto atribuído a Peter Buffet, autor do livro  A vida é o que você faz dela e filho do mega investidor Warren Buffet.

Como descobrir sua verdadeira vocação

“É difícil dar uma receita de como as pessoas podem descobrir a sua vocação. Mas, se eu fosse arriscar alguns conselhos, o primeiro deles seria que cada um tente descobrir a sua própria história. Quando um cantor está em um estúdio para gravar um disco, ele precisa isolar todos os barulhos que vêm de fora e ouvir somente sua voz. E é assim que precisamos fazer em nossas vidas: livrar-nos dos ruídos externos que nos impedem de ouvir a nós mesmos.

Vivemos em um mundo com tanta informação que, se pararmos para pensar, sempre temos alguém nos dizendo o que fazer. No momento em que nos livramos de toda essa pressão, ficamos mais sensíveis ao que nos é verdadeiro. É quando estamos mais conectados para ouvir a nossa vocação.

Outro ponto importante é descobrirmos o que o sucesso significa para nós. É ter uma casa grande, um carro do ano, um cargo altíssimo na empresa em que trabalhamos? Pois eu digo que dinheiro e questões exteriores não deveriam ser a medida do quanto nós somos felizes. Pelo contrário, o que conta são as experiências que tivemos, as relações que vivemos, como nos sentimos ao realizar nosso trabalho.

Todo dia que acordo de manhã, a minha definição de sucesso e bem-estar é o quanto tenho vontade de sair da cama e fazer o meu trabalho.  As pessoas costumam restringir demais a forma como planejam suas carreiras, esquecendo que, muitas vezes, é possível combinar o que amam com o caminho que vão seguir profissionalmente. Quais  são os seus sonhos de criança? O que você sempre desejou fazer e ficou pelo caminho?

Alguns sonham em ser dançarinos, mas nunca foram em frente por ser algo mais incerto, que poderia não dar segurança financeira. Então, decidem ser contadores, por exemplo, deixando o que os fazia feliz para trás. E por que não ser contador de uma escola de dança? As possibilidades são inúmeras, o que precisamos é ter em mente o que realmente nos faz feliz”. (Peter Buffet)

Esse texto é perfeito, pois trata de um dos meus pontos mais profundos de reflexão cotidiana.

Descobrir o novo

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 12, 2011 by Psiquê

Sabe, a vida é muito abençoada e curta para não darmos valor ao que já temos e às oportunidades que nos cercam. Tenho refletido muito sobre o que há de novo para descobrir?  Apesar de o conhecido, o status quo, sempre ser mais seguro e confortável, eu sempre entendi o novo, a mudança como positiva. Seja a mudança de emprego, de cidade, estado civil, casa, área de estudo, etc. Nunca encarei as mudanças como negativas, elas podem não ser, à primeira vista, confortáveis, mas são sempre passíveis de aprendizado, sempre podem ser positivas, ainda que isso doa em um primeiro momento.

Mais uma vez, caminho no sentido da mudança, novas experiências, quero sempre aprender mais e mais. Seja através de um novo curso, novos amigos, uma viagem. Busque você também aprender com as mudanças da vida e aproveite todas elas, pois, muitas vezes,  só temos uma oportunidade de desfrutá-la e fazer dela uma mudança positiva.

Outro ponto importante de reflexão e manter-se sempre fiel aos seus princípios e a quem você é ou vem tentando ser, pois, por mais que muitas vezes as coisas aconteçam no tempo de Deus (do destino, de Alá, ou quem quer que cria ser o Senhor de tudo) e não no nosso, elas acontecem. Muitas vezes me deparo com uma certa ansiedade de colher frutos da minha postura, das minhas atitudes, da minha essência… E todas as vezes em que penso não estar valendo a pena, tenho sinais de que as coisas acontecem, ao seu tempo. Ouse dar o primeiro passo que em seguida as respostas surgem, mesmo que lentamente!

Sucesso!!!

Escolhas…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 21, 2011 by Psiquê

By João Marcelo de Oliveira Machado

É impressionante como a cada dia que passa, tenho mais uma prova/ um sinal de que existe um Deus que nos protege e prepara nosso caminho. Quando enfrentamos situações extremamente duras, em que pensamos ser fracos a ponto de sucumbir, quando as lágrimas escorrem de nossos olhos, porque as palavras não podem mais ser ditas e achamos que estamos esquecidos, surge ‘do nada’ um sinal de esperança. Ao londo da minha vida, sempre foi assim e eu agradeço todos os dias por isso.

Foi depois de ler ma frase atribuída ao Dr. House: “Você se surpreende ao perceber o quanto pode suportar!!!”, que eu me inspirei para este post.

A vida nos apresenta os caminhos e temos o livre arbítrio de escolher qual deles seguir. Os  problemas surgirão em todos eles e surpreendentemente, os caminhos podem até se cruzar no futuro. O mundo gira o tempo todo e as nossas escolhas de hoje, podem ser um meio de se alcançar aquilo que, por vezes, somos obrigados a  abrir mão por ora. O importante é ponderar, pesar os prós e contras e apostar naquilo que o nosso coração sente como melhor opção.

O mais incrível disso tudo é que, normalmente, não temos muito tempo de escolher e ponderar essas escolhas. Na maioria das vezes, quando elas surgem, temos pouquíssimo tempo para escolher…Nesta hora, a sensibilidade de perceber o caminho a seguir é a ferramenta mais precisa que temos em mãos. É por essas e outras, que a minha fé de que dias melhores virão e de que o caminho que estou trilhando é o caminho certo, apesar dos obstáculos, é a única força constante em meus dias…

Sou grata pelo que vivi até hoje e por tudo o que ainda hei de viver.

Sou grata pelos amigos verdadeiros que tenho e por aqueles que ainda vou ter.

Sou grata pelos problemas que já enfrentei e por aqueles que saberei enfrentar no futuro.

Sou grata pelas pessoas que conheci ao longo desses anos, as que valeram e as que não valeram a pena, pois todas elas tiveram um papel importante e único em minha vida.

Sou grata pelos desafios que o futuro ainda me reserva.

Muito obrigada!