Arquivo para casa

O machismo também é cruel com os homens

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 11, 2016 by Psiquê

Precisamos falar sobre machismo de uma maneira madura e responsável, porque ele faz muito mal à humanidade [tanto aos homens quanto às mulheres].

O texto que eu encontrei publicado no blog O Pedagogento, mas de autoria de Silvia Amélia de Araújo, reflete muito bem os males que o machismo pode causar aos meninos.

Quanto abuso e violência podemos evitar ao criar nossos filhos e filhas longe do machismo…

Em defesa da leveza, do respeito e da felicidade,  compartilhamos aqui essa belíssima reflexão.

Meninos by filme Meninos de Kichute

Pelos Direitos dos Meninos

“Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!).

Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!).

Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina.

Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina.

Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também.

Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa.

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas.

Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia.

Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos.

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria.

Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido.

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.

O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.

Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso.”

 

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Gravidez – Parto Domiciliar

Posted in Gravidez, Maternidade, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 23, 2015 by Psiquê

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O portal Mulher Uol publicou uma matéria interessante sobre parto domiciliar, seus prós e contras, além de quem pode optar por ele sem riscos. Há muita dificuldade de encontrar profissionais dispostos a dar informações e assumir o risco desta escolha. As mães que optam por seguir esta linha precisam de informação e muitas vezes se sentem desamparadas e inseguras. O Brasil é campeão em partos por cesária, pratica algo em torno de 80% dos partos por esta modalidade enquanto a OMS recomenda que este seja praticado apenas em caso de risco e se limite a cerca de 15% dos partos.

  • No parto em casa, a mulher escolhe a forma como quer dar à luz e tem o apoio do parceiro

Ana Cristina Duarte é uma parteira. Mas não daquelas do tempo de nossas avós. Ela é ativista de um movimento que defende a opção pelo parto domiciliar planejado. Nele, mulheres em gravidez de baixo risco dão à luz em casa, na companhia de quem escolher. Não é utilizado nenhum tipo de medicamento para diminuir a dor, a não ser métodos naturais de analgesia, como água quente, massagens e técnicas de relaxamento e de respiração. O parto também não é induzido com a administração do hormônio ocitocina –e, por isso, dura entre oito e 12 horas em mães de primeira viagem. Tudo fora do ambiente hospitalar.

É exatamente o fato de não acontecer em um hospital que colocou a classe médica contra a prática. Enfermeiros e obstetras são legalmente habilitados para assistir partos em casa, mas o Conselho Federal de Medicina considera mais seguro que ele seja feito no hospital. O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) chegou a vetar que médicos no Estado assistissem partos domiciliares e a pedir à entidade paulista –o Cremesp– a punição do médico obstetra Jorge Francisco Kuhn, que defendeu a opção pelo parto em casa em entrevista ao programa “Fantástico” (Globo), em junho. A instrução do Cremerj contra o parto domiciliar foi derrubada pela Justiça do Rio de Janeiro e levou ativistas a marchas em 16 pontos do país.

“Nossa visão é a de que o parto domiciliar não é aconselhável”, diz o obstetra Mário Macoto, do Hospital das Clínicas da USP. “Isso porque existem alguns imprevistos. Por exemplo, o prolapso do cordão (quando o cordão sai antes), um período expulsivo muito prolongado, a retenção de placenta, um sangramento importante. E quando a mulher chega a nós, chegam duas vidas que precisam ser cuidadas. A da mãe e a do bebê”, diz Macoto.

Kuhn não concorda que haja perigo aumentado nos casos de gravidez de baixo risco. “Assisti cerca de 100 partos domiciliares e nunca houve um caso de emergência como prolapso do cordão ou descolamento da placenta”, diz Kuhn, que se tornou um “vaginalista” convicto após um período de estudos e plantões na Universidade Livre de Berlim, entre 1990 e 1991.

“Em 15 desses casos, houve remoção para hospital. Mas isso aconteceu pelo desejo da mulher, seja porque o trabalho estava muito estafante, seja porque pediu para ser anestesiada. Em nenhum deles houve cesária”. Segundo Kuhn, casos de emergência são de apenas 1%.

Foi exatamente uma cesária desnecessária que levou Ana Cristina Duarte ao movimento pelo parto domiciliar planejado. “O médico era um figurão da USP, mas não tinha tempo para um parto normal”,  diz Duarte. Na segunda gravidez, ela procurou algum médico conhecido por fazer parto normal. Mas isso não é fácil no Brasil, o país com a maior porcentagem de cesárias no mundo, segundo a Unicef. Segundo dados do DataSUS, o número de cesáreas ultrapassou em 2009 o de partos normais –enquanto a OMS aconselhe que ocorra em apenas 15% dos casos.

Quando Ana Cristina teve um parto natural, ele aconteceu em um hospital –um ambiente em que disse ter-se sentido sozinha, desamparada. Foi por isso que em 1999 começou a estudar e militar pelo parto humanizado. Tornou-se doula (uma pessoa que dá apoio emocional e físico para a parturiente) –e em 2008 se formou no curso de obstetrícia da Escola de Artes e Ciências Humanas da USP. Então, passou a assistir partos domiciliares e a enfrentar a oposição de parte da classe médica.

Meio-termo

Parto normal, natural, humanizado e domiciliar planejado. Todos esses tipos de parto são vaginais, e, como não envolvem uma cirurgia, têm risco de infecção hospitalar menor e recuperação mais rápida da mulher em relação à cesariana. Qual então a diferença entre eles?

O parto normal significa basicamente que é vaginal. Isso, no entanto, não significa que não haja intervenções médicas. Se a mulher sentir dores intensas, é aplicada anestesia. Para acelerar o parto, são administrados hormônios. Também é feita a episiotomia, caso necessário. Por outro lado, no parto natural, o papel do médico se resume a acompanhar o parto, e não induzi-lo.

Já o parto humanizado não é em si uma técnica, mas o controle das decisões sobre o parto pela mulher, e não pela equipe médica. Isso inclui a presença de acompanhantes, a escolha da posição em que se sentir mais confortável, a presença do bebê logo após o parto. Para isso acontecer sem pressão de tempo nem desconforto pelo ambiente hospitalar, alguns hospitais privados têm suítes de parto, e o SUS, as casas de parto.

Para Mário Macoto, o problema não é o “parto humanizado”, mas o fato de o parto domiciliar não acontecer no hospital. “Nas condições em que vivemos, dificilmente a parturiente terá acesso da casa à sala do hospital em 10 ou 20 minutos.”

Mas entre a ideia de um parto hospitalar humanizado e a prática existe ainda um abismo. São poucas as suítes de parto em hospitais privados e as casas de parto cobertas pelo SUS –em São Paulo são três na capital e nenhuma no interior.

Enquanto isso, discussão contra e a favor o parto domiciliar só esquenta. “Quando o médico se opõe ao parto domiciliar, baseia-se apenas em sua opinião, não em evidências científicas. O fato é que o médico é apenas um dos atores envolvidos no nascimento. Um ator com formação voltada à doença, não para a normalidade”, diz Ana Cristina Duarte.

Mas, afinal, como é um parto domiciliar planejado, em quais casos equipes de saúde o realizam e quais os seus riscos? Especialistas ouvidos pelo UOL Gravidez e Filhos respondem essas e outras perguntas a seguir.

A escolha

Uma vez interessada em um parto domiciliar planejado, a gestante e seu parceiro têm de procurar profissionais que ofereçam esse tipo de serviço: um obstetra ou enfermeiro obstetra, todos com qualificação formal para atender partos de baixo risco. Essa será a mesma pessoa que acompanhará o casal, desde o pré-natal até o pós-parto. Embora seja raro, médicos obstetras também podem fazer o parto domiciliar.

Para que possa atender em casa, esse profissional de saúde precisa ter bastante experiência acumulada. “Quando se formam, enfermeiras e obstetras ainda não estão preparados para assistir um parto domiciliar. Precisam obter muita experiência, o que ocorre integrando uma equipe ou trabalhando em hospital”, diz Nádia Narchi, coordenadora e professora do curso de obstetrícia da EACH-USP.

Segundo a enfermeira obstetra Priscila Colacioppo, no primeiro encontro, que dura por volta de duas horas, é explicado o que é o parto domiciliar planejado e suas condições. “É comum o parceiro estar meio ressabiado, mas o fato é que o homem é o nosso maior aliado no parto, quem mais compartilha. É o casal que dá à luz.”

Chegou o momento de mudar!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 26, 2014 by Psiquê

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Chegou, finalmente o tão esperado momento de mudar.

Apesar de a mudança ser uma constante em minha vida e de normalmente eu ser favorável às transformações, por acreditar que elas nos impulsionem, nos transformem, nos incentivem…

Eu estou ao mesmo tempo muito feliz, esperançosa e ansiosa, mas também com medo e com algumas incertezas, nada que não seja perfeitamente esperado diante de qualquer mudança.

A Marcela Pimenta Pavan, escreveu um texto bem legal sobre o tema Mudar é preciso, o qual defendo, acredito e compartilho com vocês. Desejo e propago excelentes energias para que vivamos sempre dando o melhor de nós mesmos.

Compartilho o texto abaixo:

“As mudanças fazem parte da vida. Ir para uma nova cidade, decidir por uma carreira internacional, mudar de profissão, de estado civil, de emprego, de casa, de vida.

Existem as mudanças desejadas e também as imprevistas. Independente do jeito que for as novas situações nos levam a buscar diferentes formas de adaptação e nos dá a oportunidade de ampliar nossas experiências e amadurecer.

Às vezes a vontade de mudar existe, é legítima, mas o indivíduo se vê paralisado frente às transformações que deseja realizar.

Isso é muito comum ocorrer ao longo do processo terapêutico. À medida que o sujeito começa a se perceber e se conhecer melhor, ganha autonomia e tem vontade de reformular para melhor algumas áreas da vida.

No entanto, deixar um estado conhecido para atingir um novo traz consigo aspectos desafiadores.

Junto com a vontade da mudança surgem também as sensações de medo e insegurança. Será que vale a pena? Será que eu consigo? Essas indagações são naturais e é importante estar atento, para evitar possíveis boicotes e, assim, conseguir realizar as mudanças desejadas.

Vontade, coragem e estratégia

O anseio de mudar é importante, pois serve como motivador e encorajador para realizar as ações necessárias. Para isso, é fundamental ter um bom planejamento. Refletir, ponderar, criar estratégias e prazos é essencial para alcançar aquilo que se quer.

Alguns aspectos nesse processo merecem uma atenção especial. Abaixo estão alguns deles:

  • Toda mudança leva a algum tipo de perda. É preciso colocar isso em perspectiva. Para morar em uma nova cidade, por exemplo, é preciso perder o conforto do ambiente conhecido. As perdas são naturais e positivas em certa medida, fazem parte do movimento da vida e são necessárias para que novas situações possam de fato acontecer.
  • Por mais que haja planejamento e estratégias de ação, por mais que haja vontade, existe um elemento essencial para fazer a passagem da situação antiga para a nova: Coragem! Essa capacidade de enfrentamento dos desafios é essencial para abrir o caminho e chegar onde é preciso. A coragem junto à fé, de que a mudança é o melhor caminho a seguir, é o que sustenta a travessia. Quando abrimos mão da situação segura e estamos construindo uma nova, as dúvidas tendem a surgir intensamente: Será que fiz certo? Será que vou dar conta? Isso acontece porque a situação nova ainda está se formando, não é possível colher frutos ainda, é preciso investir tempo, energia e esperar com coragem e fé.
  • Mudar deve atender o anseio de levar o sujeito para uma realidade mais condizente com aquilo que traz sentido para a sua vida e consequentemente mais satisfação e alegria, mas isso não quer dizer que não haverão dificuldades. Problemas existirão sempre, o que muda é a condição emocional da pessoa. Quando se faz uma escolha em direção a uma nova situação e a mudança é concretizada, a sensação de realização traz contentamento e a pessoa tende a se tornar mais tolerante perante as adversidades e mais capaz de superar os próprios desafios.

A essência

Uma vez li uma frase que me chamou a atenção e cabe bem nesse momento: “É importante não perder de vista as coisas que te encantam, pois ali há um pouco da tua essência.”

Quanto mais nos distanciamos daquilo que nos encanta em função do que é puramente conveniente, mais a vida perde seu sentido. Ás vezes não percebemos esse distanciamento e quando nos damos conta estamos muito longe daquilo que nos traz alegria. Nesse momento a semente de uma transformação é plantada e é importante olhar para ela com coragem e avaliar se é a hora de iniciar uma transição com todos os desafios e satisfações que essa mudança irá trazer.”

Escrito por Marcela Pimenta Pavan todos os direitos reservados.

Cultivando o equilíbrio

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , on abril 5, 2013 by Psiquê

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Na série de buscas pelo meu autoconhecimento, acabei descobrindo o blog da Jeanni Pilli – http://equilibrando.me/. Claro que esta busca envolve diversos caminhos, buscas, tentativas, mas o blog citado trata do aspecto da saúde mental e da meditação, como um destes caminhos. Aparentemente o blog é novo, mas parece ter vindo envolto numa gama de tão boas e interessantes intenções de troca, que merece ser visto, degustado, admirado, experimentado.

Sua descrição parece resumir bem esta sensação:

“O equilíbrio pode nos devolver o tempo que pensamos não ter. Pode nos permitir dar a quem está ao nosso lado o que temos de mais precioso: a nossa presença. Não tem como comprar, ninguém pode nos dar de presente, mas podemos cultivá-lo. Esta é a nossa grande aventura!”

A busca pelo entendimento e pelo bom funcionamento da mente, seja através do seu esvaziamento, seu aperfeiçamento, seu entendimento, ou o que for, é uma constante em minha vida.

Um dos tantos artigos que me chamou a atenção foi o Meditação, entender ou aprender, talvez por eu ainda não entender o funcionamento da meditação, mas sentir uma vontade de conhecer…

Marcos Rojo, autor do artigo em questão destaca algumas “definições” de meditação:

“Algumas definições de meditação me dão a entender que são baseadas em análises enquanto outras me parecem retratar experiências. Por exemplo:

“Meditação é o voltar para casa”. Esta definição nos remete à sensação que temos quando voltamos para casa depois de um dia difícil, numa noite fria. Para o autor desta definição, a sensação de aconchego, segurança e acolhimento, são comparáveis às sensações obtidas na prática de meditação.

“Meditação é estar aonde a mente está”. Em outras palavras, é estar por inteiro, estar disponível, não deslocar a mente para o passado ou para as fantasias do futuro, é prestar atenção naquilo que se está fazendo. Ou seja, faça o que tem que ser feito com todo seu empenho, envolvendo-se por inteiro, ainda que a tarefa seja simples. Isto também é uma forma de meditação.

“Meditação é um relaxamento de pensamentos e sentimentos”. É como se estivéssemos num lugar onde não precisássemos disfarçar sentimentos. Estamos tão à vontade e tão seguros que não precisamos fingir, podemos ser autênticos, especialmente com a gente mesmo.

“Meditação é um silêncio momentâneo que ás vezes aparece”. Esta é para mim uma das definições mais honestas. Ficamos muito tempo sentados, para sentir, de vez em quando, algo por pouco tempo, mas que já é o suficiente para nos motivar a continuar com a prática. O texto de Patanjali, não fala de quantidade de meditação, mas da qualidade. Podemos ter experiências muito curtas e muito marcantes. Podemos ver uma imagem ou uma cena rápida que nos impressiona para o resto da vida.”

E a conclusão do mesmo é o aspecto mais interessante de todos. Para Rojo, estas definições nos ajudam a entender o que será que devemos sentir quando meditamos, mas só aprenderemos com as nossas sensações individuais.

Curiosamente, todos os dias passamos pelo estado de mente sem pensamentos (samadhi), só que dormindo. Neste momento de sono profundo a mente está quieta, mas, nós não estamos conscientes, então não experimentamos. Se não houve experiência, não houve mudança de comportamento e acordamos iguais, descansados, mas, iguais. Por outro lado, se pudermos sentir o prazer de um estado onde não sentimos falta de nada, não temos medo de nada, não precisamos provar nada para ninguém e onde tudo está correto, ainda que seja por alguns segundos, acredito que seremos outros depois desta experiência.

Dever de casa…

Posted in Geral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 19, 2012 by Psiquê

Jochen van Eden

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Eu li esta mensagem no perfil da Adriana Esteves e não sei se é de sua autoria, mas sei que achei essas palavras muito válidas para repensarmos a maneira como levamos a vida.
Bom final de semana a todos!

Descobrir o novo

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 12, 2011 by Psiquê

Sabe, a vida é muito abençoada e curta para não darmos valor ao que já temos e às oportunidades que nos cercam. Tenho refletido muito sobre o que há de novo para descobrir?  Apesar de o conhecido, o status quo, sempre ser mais seguro e confortável, eu sempre entendi o novo, a mudança como positiva. Seja a mudança de emprego, de cidade, estado civil, casa, área de estudo, etc. Nunca encarei as mudanças como negativas, elas podem não ser, à primeira vista, confortáveis, mas são sempre passíveis de aprendizado, sempre podem ser positivas, ainda que isso doa em um primeiro momento.

Mais uma vez, caminho no sentido da mudança, novas experiências, quero sempre aprender mais e mais. Seja através de um novo curso, novos amigos, uma viagem. Busque você também aprender com as mudanças da vida e aproveite todas elas, pois, muitas vezes,  só temos uma oportunidade de desfrutá-la e fazer dela uma mudança positiva.

Outro ponto importante de reflexão e manter-se sempre fiel aos seus princípios e a quem você é ou vem tentando ser, pois, por mais que muitas vezes as coisas aconteçam no tempo de Deus (do destino, de Alá, ou quem quer que cria ser o Senhor de tudo) e não no nosso, elas acontecem. Muitas vezes me deparo com uma certa ansiedade de colher frutos da minha postura, das minhas atitudes, da minha essência… E todas as vezes em que penso não estar valendo a pena, tenho sinais de que as coisas acontecem, ao seu tempo. Ouse dar o primeiro passo que em seguida as respostas surgem, mesmo que lentamente!

Sucesso!!!