Arquivo para controle

A falsa ideia romântica que está arruinando nossa vida sexual

Posted in Comportamento, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 2, 2015 by Psiquê

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Sabemos que, ao marcar um encontro com nosso parceiro, é difícil que os dois cheguem exatamente na mesma hora no local combinado; e que, por uma questão de lógica, um dos dois terá de esperar pelo outro. No entanto, no que se refere ao sexo, continuamos obcecados pela ideia de “chegar juntos”. Mais do que uma fantasia, parece dessas coisas a serem ticadas na lista de tarefas, ou, mais ainda, uma prova pela qual a nossa vida sexual teria de passar.

Não se trata de algo novo, pois já nos anos 60 os pais da sexologia moderna, Masters e Johnson, explicavam que a ideia do orgasmo simultâneo como símbolo de superioridade sexual do casal é totalmente equivocado, e que “o esforço para coordenar reações fundamentalmente involuntárias leva o homem e a mulher a começarem a se observar mentalmente em vez de se entregarem às sensações do ato sexual”. Conforme destacaram em seu livro Human Sexual Inadequacy, quando os membros do casal assumem um “papel de espectador”, é fácil ocorrer a perda da ereção no caso do homem e a impossibilidade de atingir o orgasmo no caso da mulher.

Por mais que essa ideia tenha sido então desmistificada, o curioso, no entanto, é que, anos depois, ainda pareça tão difícil destroná-la. Referindo-se a um ambiente aberto e intelectualizado como a universidade, o estudo Sexualidade dos estudantes universitários, realizado na Faculdade de Medicina do Chile, revela que 57,6% dos entrevistados ainda vê o orgasmo simultâneo como um dos principais objetivos da relação sexual.

A verdadeira sincronia

Antes de tratar da ideia do orgasmo simultâneo, convém fazer uma reflexão sobre o orgasmo nos casos dos dois sexos. De acordo com um recente estudo da Universidade de Indiana sobre a variação do orgasmo conforme a orientação sexual, tantos os homens quanto as mulheres costumam atingir mais frequentemente o orgasmo em relações mais estáveis do que quando solteiros. A pesquisa inclui alguns dados que apontam nessa direção: cerca de 85% dos homens atingem o orgasmo com parceiras estáveis, com pouca diferença no que tange à orientação sexual, enquanto nas mulheres essa taxa é globalmente de 62,9%, destacando-se que chega a 74,7% em casais homossexuais. Esses dados mostram, portanto, que, se já é difícil que tanto o homem quanto a mulher atinjam o orgasmo no mesmo ato, como não poderia ser ainda mais difícil atingi-lo exatamente ao mesmo tempo?

Os sexólogos Manuel Fernández e Berta Fórnes apresentam em seu livro 100 perguntas sobre sexo o conceito de “sincronia sexual”, explicando que “com cada parceiro com que nos relacionamos temos de poder nos sincronizar para que a relação funcione”, ou seja, que “a sincronia sexual será a confluência de duas pessoas que, com suas inúmeras diferenças, conseguem se unir em uma vida sexual prazerosa para ambos”. Nada que tenha a ver com os orgasmos. Dessa forma, os especialistas tratam de questões como sincronizar a tomada de iniciativas, ou seja, o equilíbrio entre quem dá início à relação sexual; o nível de desejo e de frequência, já que nem sempre as duas pessoas estão com o mesmo desejo nem se sentem satisfeitas com a mesma frequência; os rituais, ou seja, se temos os mesmos gostos no que se refere às práticas sexuais; e, por último, a expressividade, ou seja, se expressamos o afeto e o desejo pelo parceiro da mesma forma.

O orgasmo delas dura mais

Embora se possa conseguir fazer com que o casal tenha uma sexualidade compartilhada e satisfatória para ambos, isso não se traduz necessariamente em chegar ao clímax ao mesmo tempo, pois não se deve esquecer que os dois membros do casal nem sempre dão a mesma resposta sexual. Apesar de os já citados Masters e Johnson, em seus estudos pioneiros sobre a sexualidade humana, terem indicado que na resposta sexual dos dois sexos há mais semelhanças do que se pensava inicialmente, como, por exemplo, que o ciclo de reação sexual (excitação, planalto, clímax e resolução) era igual nos dois sexos, eles registraram também que ocorrem diferenças no desenvolvimento dessas etapas quando o parceiro é do outro sexo.

Entre elas, como destaca a sexóloga Ana Belén Rodríguez, do Centro SEES, está o fato de que “em regra geral, a duração do orgasmo masculino é menor do que a do orgasmo feminino”. Na verdade, analisando os conhecidos gráficos que representam a resposta sexual masculina e feminina, podemos observar que na mulher é mais comum que ocorram diferentes tipos de resposta, e que todas costumam concordar com um tempo de planalto mais longo do que no caso masculino, e por isso costuma ser difícil que o momento do clímax coincida no tempo.

Não se pode esquecer também que não há homem e mulher iguais, e que as respostas sexuais de cada um nem sempre se ajustam aos modelos estabelecidos. “Cada pessoa tem seus ritmos e suas próprias respostas de excitação e formas de alcançar o clímax sexual; tentar fazer com que duas pessoas diferentes cheguem ao mesmo tempo ao orgasmo é bastante complicado”, insiste Ana Belén Rodríguez, que esclarece que “o mais provável é que não se consiga devido a estas diferenças individuais, mas de alguma maneira socialmente aprendemos que o lógico e o mais prazeroso é chegar ao mesmo tempo”, uma ideia que só nos leva a limitar nossa sexualidade a alguns padrões pré-estabelecidos, apesar da riqueza que pode ser conseguida em si.

Do prazer à obsessão

Dando um passo além, a realidade é que essa obsessão por conseguir alcançar o orgasmo ao mesmo tempo leva os casais a muitas frustrações. O primeiro ponto a se levar em conta é que a ideia do orgasmo simultâneo continua perpetuando a ideia de que o orgasmo é a única finalidade do ato sexual. A este respeito, a sexóloga insiste que “se pensamos desta forma, podemos nos frustrar e cercar de uma ansiedade desnecessária e má companheira na viagem do prazer sexual. Não é necessário esclarecer que ansiedade e prazer são conceitos que não combinam”.

De outro lado, a especialista também destaca que focar o encontro sexual em conseguir este objetivo representa “um excessivo controle das sensações, que às vezes pode produzir os efeitos contrários, como dificuldades de ereção no homem e baixa excitação na mulher”. Mesmo assim, destaca a ideia de que, como tudo na sexualidade, concentramos somente em uma parte de sua prática é negativo, porque nos limita. “Obter um nível extra de excitação ao chegar ao orgasmo ao mesmo tempo em que seu parceiro é maravilhoso e pode ser um tempero interessante no jogo sexual, mas se a pessoa só se sente satisfeita desta forma, talvez quando não aconteça e, o que é o mais provável, comecem os problemas. Por que não abrir as opções?”, acrescenta.

Pratique consigo mesmo

Se você tem tudo isso claro e quer, simplesmente, buscar esse orgasmo simultâneo como mais uma brincadeira, entre outras, de casal, sem pressões, e com o objetivo mais de experimentar e explorar a sexualidade do que de chegar ao clímax, a especialista acrescenta algumas ideias. Para começar, a importância de se conhecer primeiro e de, por que não, experimentar sozinho com nosso autoerotismo: “Se conheço perfeitamente meus gostos e minhas reações físicas, minha resposta sexual e seus componentes psicológicos, fica mais fácil controlar minha excitação e meu orgasmo”, diz. Sem dúvida, convém praticar a comunicação entre o casal, pois se queremos buscar a mesma meta será difícil conseguir isso sem conhecer em que parte do caminho está o outro. Assim, é interessante indicar ao parceiro quão excitado você está e ir explicando do que gosta ou não. “Modular a excitação fará parte do jogo”, conta a sexóloga.

Por fim, a diretora do Centro SEES afirma que também podemos trabalhar o controle sobre nosso orgasmo, por exemplo, através dos exercícios de Kegel, ainda que, mais do que ficarmos obcecados por trabalhar os músculos envolvidos no ato, pode ser mais lúbrico para o casal procurar as posturas que mais excitam ou favorecem o clímax. “E, sobretudo, levar em conta o componente psicológico do orgasmo. Não se pode esquecer que às vezes, mais do que uma resposta de nosso corpo, trata-se de uma reação de nosso cérebro. Por exemplo, em certas ocasiões o orgasmo do outro nos excita tanto que nos faz chegar ao nosso próprio, sem que exista uma premeditação ou uma técnica consistente para isso”, acrescenta.

Com todas essas ideias, vamos tentar o orgasmo simultâneo; e, se não conseguirmos, teremos aproveitado enquanto isso, como o casal merece, mesmo que não apareça em nenhum livro.

Fonte: El País

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Planos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 2, 2015 by Psiquê

“Before you cross the street
Take my hand
Life is what happens to you
While you’re busy making other plans” (John Lennon)

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Sei que faz parte da vida planejar para tentar fazer as coisas da melhor maneira, mas no final das contas, não temos controle sobre nada e, tudo pode acontecer de uma hora para outra, alterando o curso de tudo o que planejamos. Por isso, planejar é preciso, mas ser escravo dos planos não…

É importante estar aberto às mudanças no trajeto, ao nascimento de um filho, uma doença, a perda ou mudança de emprego, acidente, morte e inúmeras outras possibilidades de alterações nos nossos planos iniciais. A lição de tudo isso é a riqueza do momento presente. A única coisa que realmente temos é o agora. Por isso, precisamos agradecer e reconhecer nossas vitórias diárias, diminuir nossas cobranças e aprender a ser feliz com o que temos, somos e escolhemos.

Namastê. Que venha 2015, com muitas alegrias e vitórias diárias…

Yoga e Pilates

Posted in Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 1, 2014 by Psiquê

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Recentemente tive contato com a prática de Pilates, ainda não posso falar com propriedade, é preciso tempo e prática para saber o impacto desta da modalidade em minha vida, mas sinto que será excepcional. Claro que minha ideia é tê-lo como parte integrante da minha busca por um conhecimento mais profundo do meu corpo, meus limites e capacidades. A busca pelo Pilates veio de uma necessidade física, mas a minha percepção é de que ele, associado ao Yoga – que introduzi em minha vida há mais de 1 ano – e os treinos diários me tornarão uma pessoa mais completa, aprofundarão meu auto-conhecimento e me ajudarão a viver uma vida melhor e mais equilibrada.

Essa frase me chamou a atenção e me incentivou a decidir pelo início da prática, depois de experimentar a primeira aula: “Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros irão perceber a diferença e com 30 sessões você terá um novo corpo.” Joseph Pilates

Eu não vejo uma prática como melhor que a outra, os objetivos são diferentes e a meu ver complementares.

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Veja abaixo uma matéria interessante publicada na Revista Pilates

“Hoje em dia, ao ligar a televisão ou abrir uma revista é comum se deparar com matérias contendo artigos sobre Pilates ou Yoga. De onde vem toda essa excitação? O que há de tão especial sobre estas técnicas? Quais são suas semelhanças e diferenças?

Yoga, como todos sabem, é destinado a unir a mente, o corpo e o espírito. Seus praticantes têm a opinião de que a mente e o corpo são um só. Ela é considerada uma técnica terapêutica, ajuda você a se tornar mais consciente da postura do seu corpo, do alinhamento e dos padrões de movimento. Isso torna o corpo mais flexível e ajuda a relaxar. Mesmo no meio de um ambiente estressante.

Esta é uma das principais razões por que as pessoas querem começar a praticar Yoga – para se sentir mais apto, enérgico e mais feliz. Os movimentos são realizados, principalmente, através de posturas com um auxílio de um instrutor de Yoga. O próprio peso do corpo é usado para a resistência e um grande foco é atribuído ao fluxo de energia entre uma postura para outra. Há muitos estilos diferentes de Yoga e elas diferem em sua ênfase. Nenhum estilo é melhor que o outro.

O Pilates procura alcançar os mesmos objetivos, também através de uma série de movimentos controlados. A principal diferença consiste na técnica do Pilates que não trabalha apenas no solo, mas incorpora o trabalho em aparelhos. E a ênfase dos exercícios é fortalecer os músculos abdominais, melhorar a postura, estabilizar e alongar a coluna, melhorar o equilíbrio e a força global.

Ao contrário de outros programas de treinamento, o Pilates trabalha o corpo todo o tempo todo, destacando o controle, precisão e concentração, tanto o corpo como a mente. Os movimentos não são executados rapidamente nem repetidamente. Ao invés disso, o foco está na qualidade e não na quantidade. Os músculos abdominais, região lombar e dos quadris (“Casa da Força”) servem como o centro de todo movimento, para que o restante do corpo se movimente livremente.

Esse foco na estabilização torna a contração muscular mais forte de dentro pra fora, e é primordial para o progresso do praticante.

A natureza de baixo impacto do Pilates é ideal para prevenção de lesões e reabilitação. Seus princípios – concentração, equilíbrio, controle, respiração, fluidez e precisão – treinam o corpo para se mover de forma eficiente com o mínimo de impacto sobre o corpo. O equilíbrio entre força e flexibilidade cria um exercício saudável, vigoroso e simétrico para todos os grupos musculares. Resulta em um corpo mais forte, equilibrado e linear.

Se depois de ler sobre as técnicas ainda lhe restar dúvidas sobre qual delas é melhor para você: experimente as duas! A natureza das duas técnicas se complementa. Conquiste o alinhamento na Yoga e mantenha com Pilates. Fortaleça seus abdominais no Reformer para melhorar suas posturas na Yoga. Junte as técnicas da respiração do Pilates e o aspecto meditativo da Yoga em sua vida diária e veja o estresse diário se dissipar. Ambos as técnicas são reconhecidas e comprovadas, e com a ajuda de um professor capacitado, você certamente atingirá as metas que estabelecer para si mesmo.

Fonte: http://healing.about.com/od/pilates/a/yogavspilates.htm – Tradução: Andrea Kao – Instrutora do “The Pilates Place Estúdio“

Quando menos se espera…

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 14, 2014 by Psiquê

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Muitas vezes somos tão ansiosos em esperar resultados, que as coisas mudem, que as respostas cheguem, mas não nos damos conta que os resultados não vêm apenas quando queremos, mas quando estamos preparados…

Derramamos lágrimas, roemos unhas, brigamos, desistimos e de repente, algo inesperado acontece, uma resposta surge e as coisas parecem se encaixar tão perfeitamente que nos parece impossível não ter algo ou alguém no controle.

Muitas vezes queremos algo, mas ainda não estamos preparados para recebê-lo e se nos fosse dado antes da hora, provavelmente teríamos dificuldade de administrar com o nosso melhor aquela oportunidade.

Precisamos sempre correr atrás dos nossos objetivos e sonhos, sabendo viver as experiências, aprendendo com elas quando forem boas ou ruins, pois com certeza o resultado será sempre para melhor. Mesmo sofrendo, ficamos mais fortes para enfrentar situações posteriores similares.

Quantas vezes queremos muito algo e não conseguimos e logo em seguida, quase sem percebermos, uma outra porta se abre, talvez até melhor do que aquela. As oportunidades podem até levar um tempo, mas cabe a nós sabermos sempre aprender com aquilo que vivemos. Essa é a grande sabedoria. Difícil, talvez, mas sábio.

“Eu aprendi que tudo nessa vida tem um propósito. As vezes até pensamos que o mundo está desabando em nossa cabeça ou que Deus está contra nós, por isso que já vi tanta gente perdendo a fé. Mas acredite, vai passar, sempre passa… Eu sei, as vezes demora, para mim também já foi assim, mas isso não significa que o mundo está contra você. Ou você tem coisas a mais para aprender ou tem coisa muito melhor reservada pra ti. Ou uma ou outra. Pode crer, no final das contas você vai sair ganhando!” Adriana Mayer

Bom final de semana a todos!

10 Maneiras de ser mais feliz no trabalho

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 26, 2013 by Psiquê

O portal Nibo trouxe um post sobre as 10 Maneiras de Ser Mais Feliz no Trabalho. O blog 99jobs também compartilhou e eu também resolvi colocar aqui no nosso Espartilho. Leia na íntegra e fique à vontade em comentar:

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Felicidade é uma busca constante do ser humano. Ser feliz depende em grande parte de como você lida com outros e com as suas próprias emoções. A maior parte de nosso dia, passamos no trabalho, por isso é extremamente importante para nos sentirmos de “bem com a vida” que isso comece nos momentos mais simples, mas que exigem produtividade. Nessa lista de regras básicas juntamos 10 maneiras para ser feliz no trabalho.

1. Não se compare com os outros!!!

Todo mundo tem uma história de vida diferente, sendo diferente, não existe comparação. A trajetória da sua carreira é exclusivamente sua! Estipular comparações é uma perda de tempo enorme, além de desgastante para a cabeça.

2. Não dê importância demais a coisas fora do seu controle!!!

É claro que é importante que você esteja informado sobre a economia, seu mercado de atuação, etc. Mas não deixe que situações fora do seu controle te corroam por dentro. O seu foco deve se manter nas coisas que você tem domínio: seus pensamentos e suas atitudes.

3. Conheça seus limites!!!

Embora seu trabalho possa parecer a principal fonte de sobrevivência, não é a coisa mais importante do mundo. É necessário que mantenha sua integridade e privacidade. Nunca deixe que seu trabalho te jogue para baixo.

4. Não se comprometa com mais do que pode cumprir!!!

Compreenda e reconheça o que você pode fazer em um determinado prazo de tempo. Se algo parecer muito complexo, expresse isso a sua equipe com clareza e reorganize os prazos e tarefas de maneira adequada.

5. Comunique-se com clareza!!!

A maior parte do estresse em qualquer trabalho de equipe é resultado de má comunicação. E-mails mal interpretados, projetos mal explicados, expectativas mal alinhadas (entre outros) são causadores de mal estar. Tome medidas simples para ter certeza de uma boa comunicação.

6. Seja educado!!!

Parece simplista, mas não é. No dia a dia, agradeça as pessoas que fazem parte do seu cotidiano e torne a convivência mais agradável.

7. Pare de reclamar e ache soluções!!!

Ser a pessoa que está sempre reclamando é uma forma de propagar energia negativa. Isole o problema que você está observando e gere uma solução eficiente ou envolva sua equipe para encontrar uma solução em grupo.

8. Seja responsável pelo seu próprio bem!!!

Ninguém é mais interessado no seu bem-estar que você próprio. Faça algo ame todos os dias, seja tomar um café no meio da tarde ou criar um ambiente de trabalho confortável.

9. Procure por feedback!!!

Você é responsável pela sua carreira. Caso deseje ser cada vez mais um bom profissional, saiba suas qualidades, mas principalmente em que precisa melhorar mais. Peça feedback não apenas aos seus superiores, porém de colegas e clientes. Muitos profissionais procuram se aconselhar com mentores da mesma empresa, buscando inspiração naqueles que já percorreram um árduo caminho.

10. Seja flexível!!!

Com os outros e com você mesmo. Reajuste-se e readapte-se às novas funções, pessoas e projetos. Empresas passam por fases e reestruturações. Aprenda a tirar o máximo de cada situação, repensando no seu próprio desempenho conforme as mudanças ao seu redor.

Fonte: nibo.com.br

Pessoas felizes fazem diferente

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 20, 2013 by Psiquê

Hoje li um post bastante interessante no blog Agora Sim, falando de 22 coisas que pessoas felizes fazem diferente. Coisas simples, mas que cabem em nossa reflexão. Trata-se de uma tradução do texto de Chiara Fucarino, originalmente publicado em Successify.net.

São dicas simples, mas às quais devemos observar e valorizar diariamente.

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem da fama, da fortuna ou de bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode estar miseravelmente infeliz, enquanto um sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes o são porque se fazem felizes. Elas têm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. 

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A questão é: como elas fazem isso?

É muito simples. As pessoas felizes têm  hábitos que melhoram suas vidas e se comportam de maneira diferente. Pergunte a uma pessoa feliz e ela vai dizer:

1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

 

2. Trate a todos com bondade.

Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios. 

A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.

4. Expresse gratidão pelo que já tem.

Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem .

5. Sonhe grande.

As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.

6. Não se preocupe com as pequenas coisas.

As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.

7. Fale bem dos outros.

Ser bom é melhor que ser mau. Fofocar pode até ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.

8. Não procure culpados.

Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.

9. Viva o presente.

Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.

10. Acorde no mesmo horário todos os dias.

Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.

11. Não se compare aos outros.

Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.

12. Escolha seus amigos sabiamente. 

A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimistas que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros.

As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.

14. Aproveite seu tempo para ouvir.

Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais você ouve, mais conteúdo você absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais.

Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.

16. Medite.

Ficar no silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.

17. Coma bem.

Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.

18. Faça exercícios.

Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e autoestima e produz a sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante. 

As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.

20. Diga a verdade. 

Mentir corrói a sua autoestima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.

 21. Estabeleça o controle pessoal.

As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a autoestima.

22. Aceite o que não pode ser alterado. 

Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Portanto, concentre-se apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Assuma o controle da sua vida!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 8, 2013 by Psiquê

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“De maneira geral, qualquer indivíduo deve muito pouco ao que trouxe consigo ao nascer – o indivíduo é aquilo que faz de si mesmo” – Alexander Graham Bell

Eu recomendo fortemente a leitura do livro Metas, de Brian Tracy, o qual subestimei achando que poderia ser mais do mesmo…

Ontem recebi a recomendação de ler o 2º capítulo do livro, intitulado, Assuma o controle da sua vida. Eu realmente me surpreendi com o que li. O livro está esgotado em algumas livrarias, logo, procurei e comprei no Estante Virtual, e espero que o restante da obra me surpreenda da mesma forma.

O texto fala sobre a necessidade de assumirmos a responsabilidade sobre todas as coisas que acontecem e virão a acontecer conosco. Se quisermos que nossa vida mude, nós temos que mudar, pois só depende de nós mesmos.

Os nossos piores inimigos são nossas emoções negativas, as quais drenam nossa energia e nossa alegria de viver. E o autor recomenda, que uma das metas mais importantes para sermos verdadeiramente felizes e bem-sucedidos, é libertar-nos das emoções negativas. As emoções negativas do medo, da autocomiseração, da inveja, do ciúme, dos sentimentos de inferioridade e, em última análise da raiva são causadas basicamente por quatro fatores, lembra o autor.

1. Justificação – se você não justificar a sua negatividade, não poderá ficar com raiva;

2. Racionalização – a racionalização e a justificação exigem que você sempre identifique alguém ou alguma coisa como a fonte ou a causa do seu problema;

3. Hipersensibilidade em relação à maneira como os outros o tratam – mantenha-se acima da opinião dos outros.

4. Livre-se da propensão de culpar os outros por seus problemas.

O antídoto para todos os tipos de emoções negativas é aceitar a total responsabilidade por sua situação. (…) Assumindo total responsabilidade, é que pode começar a estabelecer e alcançar metas em todas as áreas da sua vida.Somente quando for livre, mental e emocionalmente, poderá começar a canalizar suas energias e seu entusiasmo em uma direção que aponte para a frente.”

Ninguém pode fazê-lo sentir-se inferior se você não permitir.” Eleanor Roosevelt

E o ponto mais importante: controle suas emoções!

“Para manter sua mente positiva, recuse-se a criticar, a fazer queixas e a condenar as outras pessoas por qualquer coisa. Toda vez que você critica alguém, se queixa de alguma coisa que não lhe agrada ou condena alguém por algo que tenha feito ou deixado de fazer, você desencadeia sentimentos de negatividade e raiva em si mesmo. E é você quem sofre. A sua negatividade não afeta, em absoluto, a outra pessoa.  Sentir raiva de alguém é permitir que esta pessoa controle suas emoções a distância e, não raro, a qualidade de sua vida em geral. O que é, simplesmente, uma burrice.”

Já as emoções positivas conferem poder, enquanto as negativas tiram poder.