Arquivo para crianças

Imaginação

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 14, 2014 by Psiquê

3282540Uma das mais incríveis capacidades humanas é a de imaginar…

Quando vejo a fertilidade da mente das crianças, quantas histórias diferentes elas vivem e contam em fração de segundos, fico encantada…

No outro dia em uma conversa em família, meu irmão me disse: você tinha um amigo imaginário com quem conversava no caminho para a escola e eu acabava fazendo coisas imaginárias também…

…achei aquele relato engraçado, pois eu mesma não lembrava daquilo, mas sempre fui sonhadora, amante dos diários e dos caderninhos de história. A partir de então comecei a pensar no quão mágico seria se nós adultos preservássemos esta capacidade criativa da infância. Claro que existem grandes nomes, pessoas “abençoadas” que conseguem eternizar em obras de artes, textos, canções, histórias que imaginam ou que mantém em seus mundinhos internos.

Uma pena que depois de adultos, tenhamos tantos estímulos racionais e pragmáticos, que dependendo do espaço que deixemos para a criação, que nos levamos a sublimar e abandonar esta verve criativa.

“Imaginar é mais importante que saber, pois o conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abarca o universo.” Albert Einstein

Eu desejo que a imaginação tenha sempre espaço em todas as vidas, para que possamos criar, sonhar, amar, viajar nas ideias.

Tenham uma ótima semana!

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8 de março: conquistas na luta e no luto…

Posted in Comportamento, Curiosidades, Desrespeito with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 8, 2014 by Psiquê

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Todas as vezes que sou parabenizada pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março, sinto um misto de gratidão com lamento. Fico pensando se temos consciência do real significado deste dia e das injustiças que ocorreram no passado e ainda ocorrem no presente que justificam a necessidade de se marcar a necessidade de defesa dos direitos das mulheres…

O texto a seguir foi retirado do portal da revista História Viva e nos chama atenção para alguns pontos bastante importantes.

Conquistas na luta e no luto

Ao contrário do que ressalta o imaginário feminista, o 8 de março não surgiu a partir de um incêndio nos Estados Unidos, mas foi fruto do acúmulo de mobilizações no começo do século passado

por Maíra Kubík Mano

Se as operárias russas do início do século XX recebessem bombons e flores em comemoração ao Dia da Mulher, talvez se sentissem ofendidas. Afinal, quando os protestos do dia 8 de março foram deflagrados, o que elas queriam mesmo eram melhores condições de trabalho. Não agüentavam mais as jornadas de 14 horas e os salários até três vezes menores que os dos homens.

Na época, as fábricas dos países desenvolvidos, que fazia pouco mais de um século haviam passado pela Revolução Industrial, estavam atulhadas de homens, mulheres e crianças. O movimento operário reagia à exploração desenfreada organizando protestos, muitos com cunho socialista. Entre as reivindicações, o fim do emprego infantil e remuneração adequada. A igualdade de gênero, porém, nunca era pautada. Por mais que as trabalhadoras argumentassem, sua renda era vista como complementar à do marido ou pai, e um pedido de salários iguais parecia afetar as “exigências gerais”. É nesse contexto de eclosão popular, sindical e feminista que surge o Dia Internacional da Mulher.

Os Estados Unidos foram, sem dúvida, um dos palcos dessa luta. Desde meados do século XIX, os operários organizavam greves para pressionar os proprietários das indústrias, principalmente as têxteis. Em terras americanas foi registrado o primeiro Dia da Mulher, em 3 de maio de 1908. Segundo o jornal The Socialist Woman, “1.500 mulheres aderiram às reivindicações por igualdade econômica e política no dia consagrado à causa das trabalhadoras”. No ano seguinte, a data foi oficializada pelo partido socialista e comemorada em 28 de fevereiro. Em Nova York, reuniu cerca de 3 mil pessoas em pleno centro da cidade, na ilha de Manhattan.

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O incêndio da fábrica Triangle Shirtwaist Company, em 25 de março de 1911, popularmente tido como o marco que deu origem ao Dia da Mulher (Biblioteca do Congresso, Washington)

A celebração foi mais um dos elementos no caldo político que irrompeu na greve geral dos trabalhadores do vestuário, em sua maioria mulheres jovens, em novembro de 1909. A paralisação durou 13 semanas e provocou o fechamento de mais de 500 fábricas de pequeno e médio portes. As condições de trabalho, no entanto, não melhoraram muito. Os proprietários das indústrias continuavam forçando o cumprimento de jornadas massacrantes. Para evitar que seus empregados saíssem mais cedo, boa parte deles trancava as portas durante o expediente e cobria os relógios de parede.

Em 1911, ocorreu um episódio marcante, que ficou conhecido no imaginário feminista como a consagração do Dia da Mulher: em 25 de março, um incêndio teve início na Triangle Shirtwaist Company, em Nova York. Localizada nos três últimos andares de um prédio, a fábrica tinha chão e divisórias de madeira e muitos retalhos espalhados, formando um ambiente propício para que as chamas se espalhassem. A maioria dos cerca de 600 trabalhadores conseguiu escapar, descendo pelas escadas ou pelo elevador. Outros 146, porém, morreram. Entre eles, 125 mulheres, que foram queimadas vivas ou se jogaram das janelas. Mais de 100 mil pessoas participaram do funeral coletivo.

Até hoje, muitas organizações e movimentos afirmam que essa tragédia aconteceu em 1857 e por isso reivindicam o mês de março como a data para comemorar a luta pelos direitos das mulheres. Como não há provas nem registros de que um evento similar tenha ocorrido, essa versão não é considerada verdadeira. Para os estudiosos, esse foi apenas mais um acontecimento que fortaleceu a organização feminina.

De fato, o Dia Internacional da Mulher já havia sido proposto em 1910, um ano antes do incêndio, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca. Clara Zetkin, militante e intelectual alemã, apresentou uma resolução para que se criasse uma “jornada especial, uma comemoração anual de mulheres”. A inspiração nas trabalhadoras do outro lado do Atlântico é explícita: para Clara, elas deveriam “seguir o exemplo das companheiras americanas”.

ORIGEM REVOLUCIONÁRIA Sem data definida, mobilizações anuais pelos direitos das mulheres prosseguiram em meses distintos, em diversos países. Em 8 de março de 1917, uma ação política das operárias russas contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que desencadearam na revolução de fevereiro. O líder Leon Trotsky registrou assim esse evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

A situação econômica e política da Rússia era então insustentável. Mais de 90 mil pessoas marcharam, exigindo pão e paz. Os protestos e as greves subseqüentes culminaram na queda da monarquia. Alexandra Kollontai, uma das principais dirigentes feministas da revolução de outubro, afirmou que “o dia das operárias em 8 de março de 1917 foi uma data memorável na história”.

Em 1921, de acordo com a pesquisadora canadense Renée Coté, referência no estudo da história das mulheres, o 8 de março foi estabelecido como data oficial. Pesquisando arquivos da Conferência Internacional das Mulheres Comunistas, ela encontrou um documento que registrava que “uma camarada búlgara propôs o Dia Internacional da Mulher, lembrando a iniciativa das mulheres russas”.

Com as duas guerras mundiais que se seguiram, o Dia da Mulher ficou em segundo plano. Foi apenas na década de 60 que o movimento feminista retomou com força as comemorações, em meio a leituras de O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir, e à fogueira de sutiãs nos Estados Unidos. 

A LUTA NOS TRÓPICOS – No Brasil, nesse mesmo período, a direita e a esquerda tensionavam o cenário político. Manifestações como a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, com propostas absolutamente opostas às das feministas, que pregavam a legalização do aborto, precipitaram o golpe militar de 1964 e dificultaram a ascensão das organizações de mulheres. Movimentos contra a carestia, pela anistia e clubes de mães, cuja pauta central não era a libertação da mulher, ganharam as ruas.

Mesmo assim, havia uma história de luta reivindicada pelas brasileiras, similar à européia e à americana. No início do século XX, as mulheres e crianças constituíam quase 75% dos operários têxteis. Além de péssimas condições de higiene e longas jornadas de trabalho, elas sofriam com o assédio constante de seus patrões e também tentavam se organizar. Em 1906, o jornal anarquista A Terra Livre divulgou um texto de três costureiras que criticavam a não-adesão da categoria à greve operária: “Companheiras! É necessário que nos recusemos a trabalhar também de noite porque isso é vergonhoso e desumano. Como se pode ler um livro quando se vai para o trabalho às 7 da manhã e se volta para casa às 11 da noite?”, dizia. Essas passagens, ligadas principalmente às anarquistas, ainda são pouco conhecidas em nossa trajetória. A vertente que ganhou mais notoriedade no feminismo brasileiro foi a das sufragistas, que lutaram pelo direito a voto. Fundadoras do Partido Republicano Feminino, essas mulheres da elite nacional conseguiram sua reivindicação na Constituição de 1932, promulgada por Getúlio Vargas.

Resultado de todo esse processo, em 1975 comemorou-se o Ano Internacional da Mulher e, em 1977, a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu o 8 de março como Dia Internacional da Mulher. Fruto de décadas de batalhas e séculos de opressão, a data que lembra a necessária igualdade entre homens e mulheres foi mundialmente – e finalmente – assegurada.

Gripe H1N1 – Influenza A (vulgo gripe suína)

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 24, 2009 by Psiquê

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A pandemia de Influenza A está se espalhando em uma velocidade sem precedentes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto como aconteceu com o novo vírus A (H1N1) em menos de seis semanas”, afirmou, em um comunicado, a organização com sede em Genebra.

O número de mortes no Brasil cresceu de 4 para 34 em oito dias. Somente há uma semana o Ministério da Saúde confirmou que o vírus já está circulando no país. Até então, os casos de contágio eram de pessoas que tinham tido algum tidpo de contato com contaminados em outros países (pessoas que haviam estado no exterior).

O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou um site para informar à população: Rio contra a Gripe A

CASO SUSPEITO DE DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE

Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre elevada, acompanhada de tosse OU dor de garganta, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, E dispnéia ou outro sinal de gravidade, por exemplo, ausculta compatível com pneumonia ou quadro clínico, laboratorial ou radiológico compatível com pneumonia.

A presença de pelo menos UM dos sinais abaixo deve alertar o médico para o encaminhamento do paciente ao hospital de referência definido pela SES

Avaliação em adultos

– Confusão mental
– Freqüência Respiratória > 30 mrm
– PA diastólica < 60 mmHg ou PA sistólica < 90 mmHg
– Idade > 65 anos de idade

Avaliação em crianças

– Toxemia
– Tiragem intercostal
– Desidratação/Vômitos/Inapetência
– Estado geral comprometido
– Dificuldades familiares em medicar e observar cuidadosamente
– Presença de co-morbidades/Imunodepressão

Fatores de risco para complicações por influenza

Idade: inferior a dois ou superior a 60 anos de idade;
Imunodepressão: por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para aids ou em uso regular de medicação imunossupressora;
Condições crônicas: por exemplo, hemoglobinopatias, diabetes mellitus; cardiopatias, pneumopatias e doenças renais crônicas
Gestação

Todos os indivíduos que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem – obrigatoriamente – avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico.

Se o quadro clínico inspirar cuidados ou for grave, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos hospitais de referência.

Para informações detalhadas, confira o PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA, atualizado pelo Ministério da Saúde em 15/07/2009

Veja o vídeo que o Ministro da Saúde apresenta, esclarecendo dúvidas sobre a influenza A aqui.

O Rio de Janeiro Disque Gripe Suína 0800-28-10-10.

Unite for Hunger and Hope

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 13, 2009 by Psiquê

O Blogcatalog se uniu a Heifer International para chamar atenção dos blogueiros e da sociedade para uma campanha no dia 29 de abril de 2009: United for Hunger and Hope.

Objetivo: para ajudar na campanha una-se a milhares de blogueiros no dia 29 de abril e escreva um post sobre a fome no mundo. Neste dia escreva um post sobre o tema no seu blog.

  • Neste momento, mais de 500 milhões de pessoas vivem em pobreza absoluta e mais de 15 milhões de crianças morrem de fome todos os anos;
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 1/3 da população é subnutrida e outro 1/3 passa fome;
  • Mesmo nos Estados Unidos, 46% das crianças afro-americanas e 49% das crianças latinas são consideradas em cronicamente famintas.

 

Check List: 2º Executar

Posted in Casamento, Comportamento, Relacionamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 18, 2008 by Psiquê

Photo by Путев Александр

Como havia prometido, vou continuar aqui o check list casamento que tirei do especial Discovery Home & Health .Tinha parado no sexto mês e agora continuo do quinto em diante.

É claro que isso aqui é apenas uma sugestão, não é uma imposição da ordem a ser seguida. Já vi gente que resolveu tudo em pouquíssimo tempo ou em muito mais tempo do que o previsto nessa proposta do Discovery. Cada caso é um caso. Vocês é que têm que avaliar o que querem fazer, quanto querem gastar, quanto tempo é necessário para juntarem o valor que desejam, etc.

Continuemos então, dos cinco meses até a data do casório.

5 meses antes:

1) decida os tipos de flores, quantidade de arranjos necessários, flores para os buquês da noiva e damas;2) faça um orçamento com os floristas, pesquise; 3) se convidar crianças muito pequenas pense em reservar opção de parquinho ou creche (isso se a grana permitir) e 4) reserve o hotel da noite de núpcias.

4 meses antes:

1) monte suas listas de presentes nas lojas (algumas só permitem montar 60 dias antes); 2) finalize desenhos e cores do bolo e 3)comece a testar penteado e maquiagem.

3 meses antes:

1) envie os convites e deixe as listas de presentes preparadas para quem solicitar; 2) escolha os trajes para após a cerimônia; 3) a noiva deve tirar novo passaporte se for viajar ao exterior com o nome de casada (sugiro ver isso com mais antecedência); 4) providencie vistos se necessário (também sugiro pensar nisso antes, informe-se no consulado do país); 5) informe-se sobre vacinas necessárias para entrada no país da lua-de-mel e 5) marque a hora definitiva da prova de cabelo e maquiagem, levando grinaldas, garras, acessórios, véu, coroa, etc.

2 meses antes:

1) algum dos padrinhos prepara o chá de cozinha e bar (juntos ou separado); 2) se receber convidados de fora, verifique se têm onde se hospedar e reserve o hotel; 3) se for mudar de nome com o casamento, providencie cartões de crédito novos e avise aos bancos e empresas; 4) marque horário com o maquiador se tiver um ( em muitos casos isso já é marcado bem antes) e 5) sempre que um convidado confirmar presença envie um pacote de informações contendo:

  • mapas e acessos locais;
  • informações sobre hospedagem;
  • detalhes da lista de presentes e
  • outras informações relevantes.

1 mês antes:

1) faça última prova do vestido de noiva e trajes das madrinhas; 2) entre em contato com os convidados que ainda não responderam e finalize a lista de convidados; 3) planeje os lugares onde os convidados se sentarão na recepção e prepare os cartões de identificação. (Isso não é comum no Brasil, mas defina onde seus familiares sentarão); 4) informe o número definitivo de convidados ao bufê e local da recepção; 5) verifique se as roupas do casamento ficarão prontas a tempo (ao menos 30 dias antes); 6) finalize detalhes do transporte e verifique o tempo do trajeto até a igreja; 7) escolha e compre presentes para os padrinhos, madrinhas, pajens, damas e mães; 8 ) certifique-se de que já comprou todos os acessórios e sapatos e 9) mantenha registro cuidadoso de todos os presentes recebidos e prepare cartões de agradecimento aos poucos para não acumular.

1 a 2 semanas antes:

1) ensaio final no local da cerimônia (verifique se padrinhos e madrinhas receberam a ordem da cerimônia); 2) verifique se os acessórios do vestido de noiva e os trajes matinais já foram entregues (prove todos eles para saber se ainda servem!); 3) calce todos os sapatos novos; 4) certifique-se que ordens da cerimônia, cardápios, cartões que identificam os lugares e cartões de agradecimentos foram entregues; 5) verifique os preparativos para a lua-de-mel. Providencie moeda local e cheques de viagem (traveller checks); 6) divirtam-se com o chá de cozinha e o chá bar e 7) faça uma agenda de telefones para eventuais emergências no dia do casamento, incluindo empresas de táxi e todos os fornecedores que farão entregas no dia do casamento.

No dia D:

1) prepare-se com bastante antecedência para não sentir pressa; 2) tome um banho relaxante; 3) não se esqueça de tomar café da manhã; 4) sua bagagem da lua-de-mel precisa ser enviada ao hotel da
noite de núpcias; 5) se você for ao salão de cabeleireiros para fazer seu penteado, não se esqueça de levar junto véu, grinalda ou coroa e 6) acima de tudo, relaxe e divirta-se!

É muito importante manter a tranqüilidade e o relax no dia D, aproveite para planejar tudo antes e relaxar no dia. Um beijo grande.