Arquivo para cumplicidade

Meu prazer em criar e manter o Espartilho

Posted in Comportamento, você with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 18, 2013 by Psiquê

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Ontem estava fazendo um balanço de 2013 e começando a alinhavar minhas expectativas para 2014, quando comecei a pensar sobre o quanto este espaço aqui tem sido e é importante para mim. Um espaço de compartilhamento de coisas e ideias que acho legais. Às vezes um tanto quanto confessional, às vezes reflexivo, às vezes apenas contemplativo. O importante é que ele me acompanha, com todas as mudanças, dificuldades, alegrias e sonhos que vivo ao longo dos anos…

Eu simplesmente tento concretizar em imagens, palavras e dicas,  tudo aquilo que pulsa em meu coração e que muitas vezes não posso dizer abertamente. Para vocês que por livre e espontânea vontade resolveram me seguir, me acompanhar…surge uma espécie de cumplicidade. Alguns levam meses sem falar nada e numa palavra se identificam por alguma situação que também estão vivendo. Muitas vezes são experiências pelas quais todos nós estamos suscetíveis a passar…

Obrigada a todos vocês que silenciosa ou abertamente me seguem, me lêem, me “ouvem”, me acompanham, me amam, me odeiam, me admiram, me respeitam…e entendem a importância que esse espaço tem para mim.

Este é um espaço que construí exatamente para isso, para expor ideias que pudessem ajudar alguém mesmo atemporalmente, compartilhar experiências que me impulsionaram e que podem impulsionar alguém, enfim…Se deparar com uma vida que pudesse ao ler o que escrevo, encontrar um afago, uma esperança, uma motivação.

Eu sou apaixonada pelo Espartilho e quero que vocês cresçam e se multipliquem (rsrs). E continuem me seguindo secreta ou abertamente, do jeito que preferirem.

Agradeço imensamente pelas experiências que vivi em 2013 e que 2014 seja um ano de muitas, muitas conquistas e transformações. Afinal é a mudança que nos move!

Sexo sem tabus…com cumplicidade

Posted in Sexo with tags , , , , , , on janeiro 24, 2008 by Psiquê

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Hoje,  li uma declaração que me surpreendeu, pois desmistifica os mitos de que relações longas não costumam ser sexualmente interessantes e gostosas. O resumo da ópera é o seguinte:

“É importante deixar claro que não existe rotina entre casais que tem cumplicidade e afinidade, porque há inúmeras formas de prazer a serem exploradas, o que acontece é falta de diálogo entre pessoas e por isso ocorre a limitação da exploração dessas formas de prazer e por falta de opção é que ocorre a rotina. É engano pensar que o tempo de relação baixa a libido do casal, até mesmo porque quanto mais se faz sexo, mais se quer fazer. E nem podemos pensar que uma relação que já está no auge da monotonia não possa retomar o “fogo” inicial do relacionamento. ” Vanessa de Oliveira para o portal iTodas.

“A relação sexual costuma perder qualidade quando o casal pára de agir como nos tempos do começo do namoro: se esquece do quanto é gostoso beijar na boca, ou jantar a dois, ou planejar uma noite de sexo… Enfim, se esquece do quanto é bom namorar – e terminar a noite numa envolvente e apaixonada relação sexual.”, Laura Müller para o portal Mulher.

Com cumplicidade e afinidade, o casal além de se curtir e querer encontrar sempre o prazer do outro e vice-versa, tem inúmeras formas de explorar e curtir esse prazer. O problema é que geralmente o sexo vem acompanhado de tabus, medos, preconceitos e egoísmo. As pessoas preferem deixar que o outro advinhe o caminho, ao invés de dialogar, dizer o que gostam ou não. Para isso não é preciso se machucar pelo outro, mas confiando e fazendo apenas aquilo que acha bom, com respeito por si mesmo, o resultado é muito melhor.

Claro que isso tudo é uma conquista diária: adquirir confiança, abrir-se com seu parceiro e respeitar seus limites. Sem deixar, é claro, de brincar, curtir, ousar e se cobrar menos.

O que não se deve deixar de lado é o namoro (curtir e admirar um ao outro), a criatividade e o desejo pelo outro, assim o tempo e a cumplicidade serão fatores que potencializarão a relação e não dificultarão. Não se acomode, invista na gostosa arte de amar e ser amado, o sexo é mais uma forma gostosa de demonstrar isso!

Beijo!

Amizade entre mulheres. Existe?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 19, 2007 by Psiquê

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Há quem diga que amizade entre mulheres não existe, que elas na verdade estão sempre tentando apunhalar a outra pelas costas. Outros defendem que a cumplicidade entre mulheres é inigualável. Radicalismos de lado, qualquer relação de amizade pode envolver uma série de sentimentos. E mulheres, como homens, podem sim oferecer fidelidade e amizade entre si, como o contrário, apenas ameaças, inveja e cobiça. Cabe avaliar cada caso em questão, mas estar aberto a uma visão mais crítica dos relacionamentos.

Hoje conseguir assistir, depois de alguns meses, ao filme Notas sobre um Escândalo, com Cate Blanchett e  Jude Dench (ambas excepcionais em suas interpretações). O filme impressionou por sua qualidade e roteiro fantásticos. A trama conta a história de duas mulheres que excercem a função de professoras. Seus destinos se cruzam quando a jovem Sheba Hart (Blanchett) começa a trabalhar na escola St. George, onde a rígida Barbara é uma professora temida e respeitada pelos alunos.

Apesar da trama girar em torno do envolvimento que a jovem Hart tem com um de seus alunos, o relacionamento entre as duas é o que conduz a história e responde pelos desfechos que a mesma vai levar o espectador. O filme chama atenção pelos vários extremos que um relacionamento entre duas mulheres pode levar. Evidentemente que apesar dos diversos sentimentos envolvidos alcançarem seus picos de intensidade, nem sempre reunidos em apenas uma relação de amizade, trata-se de uma oportunidade única de reflexão.

Bárbara consegue vivenciar ao longo do filme: inveja, desejo, admiração, ira, cobiça, paixão, etc. A experiência de Bárbara chama atenção para a variedade de sentimentos que envolvem as amizades femininas. Não são poucas as pessoas que relatam experiências incômodas no que diz respeito ao comportamento de “amigas mulheres” em relação a sua vida.

A autora do livro, Zoe Heller comenta que resolveu abordar a relação entre duas mulheres com o realismo dos sentimentos que envolvem as amizades masculinas, dado que normalmente não se considera essa vertente do relacionamento entre mulheres, o que implica em uma visão distorcida das emoções que envolvem a mesma. Agressividade, inveja, cobiça, amor, admiração, amizade, desejo, ira, entre outros são alguns dos elementos que compõem a trama e as amizades, claro que em doses diferentes. Vale a pena assistir e refletir. Quero agora ler o livro.