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O que deixar em 2013 e o que levar para 2014?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2013 by Psiquê

Compartilho mais um texto do site Somos todos um, sobre um tema que já falei aqui há poucos dias, mas que é sempre válido refletir, uma vez que o ano se finda e temos várias expectativas em relação ao novo que se aproxima.

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Refazendo as malas: o que deixar em 2013 e o que levar para 2014?, autoria de Rosana Braga

Impossível não pensar que o Ano Novo traz consigo, mesmo que simbolicamente, uma nova chance, um recomeço, uma oportunidade de fazer diferente e melhor! Claro, os mais céticos dirão que dia primeiro de janeiro nada mais é que o dia seguinte ao 31 de dezembro. Pode até ser! Porém, no final das contas, cada dia é o que você acredita que ele seja. Então, por que não aproveitar a data para, de fato, abrir um novo capítulo na sua história?

Há quem, sabiamente, faz um planejamento detalhado, com desejos descritos nas diversas áreas da vida, tais como amor, saúde, profissional, espiritual, alimentação, corpo, entre outras. Não tenho dúvidas de que debruçar-se sobre o exercício de escrever suas metas, colocando datas para alcançá-las, é altamente eficiente para organizar a mente e facilitar o processo de realização de seus sonhos.

Há os que preferem outros rituais. Existem muitos. Desde meditar sobre as perdas e os ganhos durante o ano atual e visualizar melhorias para o ano vindouro, até pular 7 ondas na virada, comer lentilhas, fazer oferendas, assistir à Missa do Galo, doar presentes, usar calcinha nova, entre muitas outras ideias populares ou personalizadas.

Minha sugestão para um Ano Novo que realmente valha a pena tem muito a ver com as lindas dicas de Carlos Drummond de Andrade, no texto Receita de Ano Novo: “(…)para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, (…) É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Ou seja, Ano Novo não tem a ver com perfeição ou virar tudo às avessas. Tem a ver com consciência, aprendizado. Refazer as malas para esta nova viagem da vida aproveitando o que ainda serve, o que é bonito e nos cabe muito bem, e abrindo mão do que já não serve mais, já não condiz com quem nos tornamos depois de tudo o que vivemos neste Ano que está ficando para trás.

Então, desapegue-se das crenças limitantes. Construa algumas novas, edificantes. Reescreva seu perfil. Mude de ideia, sim, se considerar que a nova é mais a sua nova cara. Não há nada de errado em se refazer de um jeito diferente. Como diz o sábio Zé Simão, “quem fica parado é poste”. E tem mais: síndrome de Gabriela (“(…) Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim (…)” – Gal Costa) nunca levou ninguém ao oásis de si mesmo.

E no que se refere ao amor que você deseja viver em 2014, saiba que primeiro precisa acreditar, de fato e de direito, que merece! Depois, reflita sobre o que pensou, até então, a respeito de si mesmo, de seu par (ou futuro par) e sobre relacionamento ou casamento. Em geral, quem não vive o amor que deseja é porque está se comportando com base em crenças equivocadas e que servem bem mais como armadilhas e obstáculos do que como trampolim ou atraentes desse amor! Encha-se e preencha-se de alegria e entusiasmo e viva um Ano Novo de luz, paz e amor, literalmente!

Conflitos da vida moderna …

Posted in Casamento, Comportamento, Estética e Beleza, Saúde, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 20, 2008 by Psiquê

Photo by Britta Meyerling

Às vezes me pergunto por que a vida moderna consegue ser tão atraente e tão cruel conosco. Não sei se ser mulher é mais difícil ou se a velocidade da vida na era tecnológica tem sido pesada e dura com todos os seres humanos. Continuo pensando que, com as mulheres, a coisa ainda é mais desafiadora, interessante, empolgante, mas também cruel e pesada.

Acho que estou numa fase de muito cansaço, muito trabalho e muitas pendências. Claro que isso acompanhado de muitas conquistas também, mas…quando bate a canseira.

Ser mulher é ótimo, mas é difícil aliar e conseguir levar todos os sonhos juntos:

  1. ser uma profissional de sucesso;
  2. uma mulher linda, sexy e atraente;
  3. ter saúde e beleza;
  4. manter a pele jovem e sedosa;
  5. cabelos brilhantes;
  6. manter as unhas bem feitas
  7. ser articulada e inteligente;
  8. construir um relacionamento gostoso, prazeroso e saudável;
  9. ser mãe dedicada;
  10. saber envelhecer;
  11. ter momentos de lazer;
  12. conseguir dar conta do trabalho e ainda escrever, publicar, se lançar no mercado;
  13. construir um casamento gostoso e feliz;
  14. conseguir dormir ao menos 8 horas por dia;
  15. acordar bem disposta e descansada;
  16. dar conta de alimentar meu blog;
  17. escrever artigos;
  18. estudar;
  19. fazer pós-graduação;
  20. entregar trabalhos no prazo;
  21. fazer cursos de atualização;
  22. manter-me tecnologicamente atualizada;
  23. comer bem;
  24. beber muita água;
  25. manter meu intestino funcionando;
  26. menstruar todo mês;
  27. entender que meu corpo tem limites;
  28. aceitar o cansaço mesmo quando preciso de mais força;
  29. superar as alergias e as conseqüências do estresse;
  30. conseguir ler todos os livros que quero;
  31. conseguir ler todas as revistas que quero;
  32. dar conta de ler os jornais;
  33. ter tempo para conversar com meus pais;
  34. ter tempo de andar no shopping;
  35. ter tempo de ir à praia e andar descalço na areia;
  36. ser feliz;
  37. ai, ai… e tudo o mais que envolve nosso mundo feminino!