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Universo…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on agosto 1, 2016 by Psiquê

Sempre me surpreendo quando algumas coisas nos acontecem, sem que façamos ideia de que elas estão pra acontecer. Muitas vezes desejamos algumas coisas ou precisamos que algo nos aconteça e quando menos esperamos, o universo conspira a nosso favor. 

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Cada um vai nomear esse fenômeno como melhor lhe convier, mas a verdade é que há coisas que fogem ao nosso controle e só podemos determinar qual será a nossa atitude perante aquilo que o universo nos apresenta.

Recentemente recebi uma recordação de um post que escrevi  em 2011, ‘As voltas que a vida dá’, pensei em repostá-lo, mas achei melhor fazer uma nova publicação e citá-lo. Algumas coisas que achamos estarem mortas, ou sermos incapazes de conquistar, ressurgem como opções de caminhos para nossa vida. Ou quando queremos muito que algo aconteça, ainda que não façamos planos, aparecem indícios que nem imaginávamos.

Sou defensora de que vivamos o presente sempre com o melhor que temos, porque o passado não existe mais e o futuro pode sequer existir. Viver assim, nos permite ter controle sobre nosso momento e diminuir os índices de depressão e ansiedade. Claro que isso não é simples, mas parte de um exercício de consciência diário.

Eu agradeço ao universo pelas oportunidades que ele me oferece e peço sabedoria para sempre saber a melhor atitude a tomar.

Namastê! Boa semana!

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Equilíbrio

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , on maio 24, 2015 by Psiquê

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O equilíbrio é uma necessidade na vida de muitas pessoas, se não de todas. Nós mulheres somos muito cobradas em vários aspectos e quando alimentamos o sonho de ser bem sucedidas em todos os aspectos, a busca do equilíbrio diário parece, para mim, o melhor meio de encontrar a felicidade.

Quando me refiro a equilíbrio, quero dizer, dedicar tempo para todas as questões que envolve sua vida: o trabalho, o cuidado com o corpo e a saúde, o amor, a família…mas não é tão fácil assim…

Várias mudanças vêm acontecendo e isso acabou me tirando um pouco daqui, o que para mim, parece um erro…

Por outro lado, a busca do equilíbrio, é diário e a forma que entendo ser a melhor a não sucumbir às pressões desnecessárias que o dia a dia nos impõe.

Ainda não consegui adotar a prática diária da meditação, mas forço-me a pensar o máximo possível que o que importa é o momento presente, apesar de fazer muitos planos. Ao pensarmos no agora, reduzimos a ansiedade de querer cuidar do futuro, nos angustiando com aquilo que ainda não aconteceu…

Trata-se de um exercício constante…

Paciência e meditação

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on abril 28, 2014 by Psiquê

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Confesso que paciência não é muito meu forte, mas é uma virtude que preciso buscar. Há algum tempo, estava praticando meditação, o que ajudava um pouco a aplacar minha ansiedade. Nos últimos meses, não pus muito em prática esse exercício e minha ansiedade tem, como consequência, provocado reações no organismo que não são muito agradáveis. Tensões musculares, dores, lesões, alergias.

O caminho é voltar a praticar essas e outras alternativas que  aumentam a paz e a tranquilidade. Recomeçarei pela meditação, pelo contato com a natureza, busca de momentos de reflexão e calma e é claro aprofundar minha prática de yoga.

Que venha um momento mais calmo e tranquilo.

Namastê!

O que deixar em 2013 e o que levar para 2014?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2013 by Psiquê

Compartilho mais um texto do site Somos todos um, sobre um tema que já falei aqui há poucos dias, mas que é sempre válido refletir, uma vez que o ano se finda e temos várias expectativas em relação ao novo que se aproxima.

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Refazendo as malas: o que deixar em 2013 e o que levar para 2014?, autoria de Rosana Braga

Impossível não pensar que o Ano Novo traz consigo, mesmo que simbolicamente, uma nova chance, um recomeço, uma oportunidade de fazer diferente e melhor! Claro, os mais céticos dirão que dia primeiro de janeiro nada mais é que o dia seguinte ao 31 de dezembro. Pode até ser! Porém, no final das contas, cada dia é o que você acredita que ele seja. Então, por que não aproveitar a data para, de fato, abrir um novo capítulo na sua história?

Há quem, sabiamente, faz um planejamento detalhado, com desejos descritos nas diversas áreas da vida, tais como amor, saúde, profissional, espiritual, alimentação, corpo, entre outras. Não tenho dúvidas de que debruçar-se sobre o exercício de escrever suas metas, colocando datas para alcançá-las, é altamente eficiente para organizar a mente e facilitar o processo de realização de seus sonhos.

Há os que preferem outros rituais. Existem muitos. Desde meditar sobre as perdas e os ganhos durante o ano atual e visualizar melhorias para o ano vindouro, até pular 7 ondas na virada, comer lentilhas, fazer oferendas, assistir à Missa do Galo, doar presentes, usar calcinha nova, entre muitas outras ideias populares ou personalizadas.

Minha sugestão para um Ano Novo que realmente valha a pena tem muito a ver com as lindas dicas de Carlos Drummond de Andrade, no texto Receita de Ano Novo: “(…)para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, (…) É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Ou seja, Ano Novo não tem a ver com perfeição ou virar tudo às avessas. Tem a ver com consciência, aprendizado. Refazer as malas para esta nova viagem da vida aproveitando o que ainda serve, o que é bonito e nos cabe muito bem, e abrindo mão do que já não serve mais, já não condiz com quem nos tornamos depois de tudo o que vivemos neste Ano que está ficando para trás.

Então, desapegue-se das crenças limitantes. Construa algumas novas, edificantes. Reescreva seu perfil. Mude de ideia, sim, se considerar que a nova é mais a sua nova cara. Não há nada de errado em se refazer de um jeito diferente. Como diz o sábio Zé Simão, “quem fica parado é poste”. E tem mais: síndrome de Gabriela (“(…) Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim (…)” – Gal Costa) nunca levou ninguém ao oásis de si mesmo.

E no que se refere ao amor que você deseja viver em 2014, saiba que primeiro precisa acreditar, de fato e de direito, que merece! Depois, reflita sobre o que pensou, até então, a respeito de si mesmo, de seu par (ou futuro par) e sobre relacionamento ou casamento. Em geral, quem não vive o amor que deseja é porque está se comportando com base em crenças equivocadas e que servem bem mais como armadilhas e obstáculos do que como trampolim ou atraentes desse amor! Encha-se e preencha-se de alegria e entusiasmo e viva um Ano Novo de luz, paz e amor, literalmente!