Arquivo para fiel

Descobrir o novo

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 12, 2011 by Psiquê

Sabe, a vida é muito abençoada e curta para não darmos valor ao que já temos e às oportunidades que nos cercam. Tenho refletido muito sobre o que há de novo para descobrir?  Apesar de o conhecido, o status quo, sempre ser mais seguro e confortável, eu sempre entendi o novo, a mudança como positiva. Seja a mudança de emprego, de cidade, estado civil, casa, área de estudo, etc. Nunca encarei as mudanças como negativas, elas podem não ser, à primeira vista, confortáveis, mas são sempre passíveis de aprendizado, sempre podem ser positivas, ainda que isso doa em um primeiro momento.

Mais uma vez, caminho no sentido da mudança, novas experiências, quero sempre aprender mais e mais. Seja através de um novo curso, novos amigos, uma viagem. Busque você também aprender com as mudanças da vida e aproveite todas elas, pois, muitas vezes,  só temos uma oportunidade de desfrutá-la e fazer dela uma mudança positiva.

Outro ponto importante de reflexão e manter-se sempre fiel aos seus princípios e a quem você é ou vem tentando ser, pois, por mais que muitas vezes as coisas aconteçam no tempo de Deus (do destino, de Alá, ou quem quer que cria ser o Senhor de tudo) e não no nosso, elas acontecem. Muitas vezes me deparo com uma certa ansiedade de colher frutos da minha postura, das minhas atitudes, da minha essência… E todas as vezes em que penso não estar valendo a pena, tenho sinais de que as coisas acontecem, ao seu tempo. Ouse dar o primeiro passo que em seguida as respostas surgem, mesmo que lentamente!

Sucesso!!!

Partida

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , on março 20, 2009 by Psiquê

13393176Photo Klaus Kraiger

Partida

Em torno de ti tudo o que é ser
balança incansável a cauda…
Eu desaponto teu fiel séquito
com a desobediência civil
da minha atormentada alma.
Incontáveis lendas legendam
teu porte, tua alvíssima pele.
A mim, consideram partida…
Mas do teu pau, tantas asas,
quantos castelos construíram?
Eu desmonto teu exército
de bacantes, ovelhas rivais…
Exibo, impassível, a todas,
as feridas abertas, latejantes
da tua morada em meus canais.

Autora: Helga Holtz