Arquivo para grupos

Eu não pertenço…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 12, 2014 by Psiquê

37effca8018649bbc59170a1eb3206a6

Não sei se você também se depara, de vez em quando, com um forte sentimento de não pertencimento e inadequação…

…sinto-me muitas vezes não pertencente aos grupos que me cercam, aos valores que meus conhecidos defendem, às prioridades que eles têm, aos desejos que perseguem, aos gostos que propagam, aos interesses que nutrem…

Os diversos grupos que frequento, têm interesses bastante distintos, são mundos completamente diferentes e todos nós somos, de um de algum modo obrigados a transitar por esses diversos mundos. Se for aprofundar minha análise, diria que somos vários em um, às vezes nós mesmos somos ou nos sentimos pertencentes em alguma fase da vida a mundos variados, mas existem outros aos quais definitivamente não pertencemos e por mais que tentemos forçar a convivência, eles nos ferem, nos agridem, nos incomodam…

Eu tenho me sentido muito assim, não pertencente…ao mundo de alguns que me cercam, que são presos a ideias toscas, a sentimentos fúteis, que elegem como prioridade o consumo vazio de coisas e não ideias ou experiências…

Existem mil maneiras de se lidar com isso:

1. atuando como se fizesse parte daquele mundo, no momento da interação (essa atuação é a forma mais “eficiente” de lidar com a situação, porém não é fácil e confesso ter sérias dificuldades de atuar desta forma);

2.mostrando aos outros como é o seu mundo e tentando fazê-los gostar dele, agregando também um pouco do que eles têm a oferecer (essa talvez seja uma ótima maneira de agregar valor em ambos os lados, dependendo da capacidade dos dois lados de apreender o novo se assim o quiserem);

3. separando o “joio do trigo”, limitando-se a lidar com esse mundo não acolhedor como se fosse algo externo e transitório ao qual não precisamos nos entregar  (uma espécie de agente externo que não nos atinge, penetra, altera ou afeta). É difícil ter esse distanciamento sem que se cause algum tipo de mal-estar ou incômodo na convivência. Aqui deixamos claro que não fazemos parte daquele mundo e nem queremos fazer, abrindo guerra ou se isolando, sem abrir nada do seu próprio mundo ou receber do outro (essa posição seria um tanto quanto belicosa, dificultando bastante a convivência e interação).

Confesso que a situação é incômoda, mas faz parte do crescimento de qualquer pessoa. Nem sempre convivemos com grupos que nos evocam sentimentos de crescimento, pertencimento, satisfação, troca. Há momentos em que sentimos que nossa energia está sendo minada, nossas trocas estão sendo fracas e a interação parece ser maléfica…

Tenho me sentido assim e isso me incomoda. Quando isso acontece, não tendo como romper a relação ou o contato, o que podemos fazer é nos refugiar, buscando caminhos alternativos que nos nutrem, seja através da música, de leituras, filmes, pinturas, uma reportagem, viagem, passeios, danças, corridas, exercícios, ou outras formas de arte…e, tenha certeza, esses refúgios são muito eficazes (pelo menos para mim).

E você, como se sente e o que busca quando isso acontece?

Paciência na busca dos nossos reais objetivos…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 6, 2013 by Psiquê

ImagemA paciência é uma arte. Muitas vezes nos deparamos com situações que testam a nossa paciência o tempo todo. É sempre mais fácil desistir e desviar o trajeto para outro caminho, seja mais agradável, mais confortável, mais fácil…

Tenho sido testada diariamente na arte da paciência de esperar o tempo certo das coisas, mas confesso que ando bem cansada e desmotivada em alguns momentos. Será que os desvios não podem ser úteis para dar mais energia às nossas lutas? Será que muitas vezes não insistimos em coisas que não valem a pena? Como nos fortalecer? Como não deixar que pessoas medíocres nos desviem de nossos reais objetivos. Como ficar imune ao joguinho de ego tão comum entre os grupos humanos…

São questões que devem nos acompanhar e respostas que devemos perseguir…

Não é fácil administrar competição no ambiente profissional e quando esta está pautada em disputas medíocres, a motivação chega ao nível zero…

Neste caso, é sempre útil lembrar que somos muito maiores do que isso e que há coisas muito mais importantes do que tudo isso. Mas não posso dizer que é fácil.

Ontem recebi por email uma frase perfeita: “Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não ser como elas.”

Mulheres e cheiro

Posted in Curiosidades with tags , , , , , , , , , , on março 21, 2010 by Psiquê

jean-paul-nacivet

Via Aliciante

A revista Viva Saúde destacou um estudo da Universidade do Estado da Flórida sugere que as mulheres deveriam investir mais em seu aroma natural para atrair os homens, uma vez que as pesquisas revelam que isso provoca uma aumento no nível de testosterona dos homens que foram “submetidos” ao odor.

Voluntárias que usaram a mesma camiseta por três noites seguidas em variadas fases do seu ciclo menstrual. Depois, cientistas mediram o nível de testosterona na saliva dos homens participantes, que foram divididos em dois grupos. No primeiro, os homens receberam uma peça usada para cheirar, para o outro foram dadas peças não utilizadas. Os resultados revelaram que os que cheiraram camisetas usadas por mulheres durante o período de ovulação apresentaram um nível de testosterona maior em comparação ao grupo que cheirou peças usadas em outra fase do ciclo menstrual e obviamente maior ainda do que em relação aos que cheiraram peças não usadas.