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A mulher no amor depois dos 40

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 26, 2016 by Psiquê

Este belo texto, publicado originalmente no A Mente é Maravilhosa, apesar de ainda não ter chegado aos 40, essa é uma reflexão importante para todas nós.

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A mulher no amor depois dos 40

“Quando uma mulher toma a decisão de abandonar o sofrimento, a mentira e a submissão. Quando uma mulher diz do fundo de seu coração: ‘Basta, cheguei até aqui ’. Nem mil exércitos de ego e nem todas as armadilhas da ilusão poderão detê-la na busca de sua própria verdade.

Aí se abrem as portas de sua própria alma e começa o processo de cura. O processo que a devolverá pouco a pouco a si mesma, a sua verdadeira vida. E ninguém disse que esse caminho seria fácil, mas é ‘o Caminho’. Essa decisão em si abre uma linha direta com sua natureza selvagem, e é aí onde começa o verdadeiro milagre”.

– Mulheres que Correm com os Lobos. Clarissa Pinkola-Estés. –

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A mente e a alma têm seus próprios ciclos e estações que percorrem diferentes estados de atividade e de solidão, de procurar e encontrar, de descansar, de pertencer e, inclusive, de desaparecer.

Quando uma mulher amadurece, as relações com ela são diferentes. Inclusive a relação que ela tem consigo mesma vai um passo mais à frente.

Digamos que é perto dos 40 que a mulher sente uma necessidade que não pode deixar de atender: a de retornar a si mesma. Este é o ponto emocional no qual aprendemos a saudar nossas lembranças no momento oportuno, a dançar e a nos acalmar com elas.

É o momento no qual se ama a alma além de nossos erros e do terreno. A partir dessa idade, amando os nossos semelhantes, descobrimos um coração sereno com sangue ardente que nos ajuda a compreender que tipo de pessoa somos, com nossas forças e nossas fraquezas. Porque todos temos ambas e isso não é ruim, mas é precisamente o contrário.

A volta à casa da alma significa nos fazermos conscientes de tudo o que aconteceu em nossa vida anterior, e resolver aqueles conflitos criados nos ciclos prévios à maturidade.

O amor maduro

O amor maduro significa a união à condição de preservar a própria integridade, a própria individualidade.– Erich Fromm –

Não é fácil amadurecer no amor, mas quando conseguimos, nasce um grande amor por nós mesmos que se apoia na dignidade e no respeito. Esses valores, a partir de certa idade e certas vivências, costumam articular o restante dos afetos com os quais nutrimos nosso coração.

Uma mulher madura está mais à frente na sua capacidade de amor quando compreende que a verdadeira transcendência do sentir alheio se resume em como contempla a si mesma e as suas mudanças.

Com o passar do tempo, o mundo feminino irradia uma pureza que se vê ameaçada por uma sociedade corrupta que faz com que as mulheres corram para procurar um refúgio em si mesmas, não para fugir quando algo fica difícil, mas sim para enfrentar a dificuldade.

Então, elas percebem que sua verdadeira casa não está em nenhum lugar afastado do mundo, mas sim dentro delas mesmas. De alguma forma, o amor maduro é consequência de um processo de individualização que pode ser muito doloroso.

Pode ser que ele chegue antes ou depois, mas para todas nós é precedido de alguns anos de distração e falta de foco na nossa identidade emocional. Ou seja, esse “não saber onde estamos e qual é o nosso lugar no mundo” que todas conhecemos.

Seja por ingenuidade, por não prestar atenção ou por ignorância, o processo de maturidade nos faz perder uma pele que nos cobria, à qual nos aferrávamos com força.

Esse sofrimento pela perda de sua pele fez a mulher conviver durante um tempo com uma parte incompleta dela mesma, o que a ajuda a fortalecer a sua verdadeira cobertura emocional.

Quer dizer, este roubo se eleva em cada caso como a oportunidade de recuperar alguns tesouros tão únicos e próprios como são os dois pilares da liberação emocional: a determinação e o amor próprio.

Como resultado, a mulher alcança uma grande sabedoria que lhe faz viver e amar de maneira diferente, única e transcendente. De alguma forma, é capaz de se hidratar e de reconstruir a si mesma, se sentindo inteiramente completa no seu interior.

Como dizem, toda mulher respira uma vida secreta e uma força poderosa cheia de bons instintos, criatividade e sabedoria que encerra o grande poder de um território ainda sem explorar: o fantástico mundo da psicologia feminina.

 

Cleópatra

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 13, 2011 by Psiquê

Não dá para negar o fascínio que Cleópatra evoca não apenas em mim, mas também nas mulheres em geral. Confesso estar superansiosa para a estréia da regravação do filme, em que a rainha do Egito será interpretada pela Angelina Jolie. Não vejo a hora de estrear…

Na última edição da Bienal do Livro no Rio de Janeiro, em 2011, comprei o livro Cleópatra, uma Biografia, da americana Stacy Schiff, lançado no Brasil pela editora Zahar e que deve ser adaptado para a tela grande com Angelina Jolie no papel da última rainha do Egito. Confesso que a narrativa da história desta personagem aguça a curiosidade, pois trata-se de alguém que aparentemente conseguiu conciliar o lado forte e sedutor de uma mulher.

Quem também teve a oportunidade de escrever sobre o livro foi Beatriz Alessi.

Parece não ter havido nenhuma outra mulher na história que tenha deixado mais marcas no imaginário feminino que Cleópatra! Poderosa, rica, sedutora e mais influente que qualquer mulher antes ou depois dela, Cleópatra ainda tem muito a nos ensinar, mais de dois mil anos depois da sua morte.

Culta, obstinada, fluente em nove idiomas e uma estrategista nata, no auge do seu poderio Cleópatra controlava toda a costa oriental do Mediterrâneo, também por ter caído nas graças de dois senhores do mundo romano: César e, depois, o protegido dele, Marco Antônio.

Mais do que a “rainha rameira” ou a fêmea interesseira e insaciável, Cleópatra era uma estadista sofisticada que amealhou um império que nada deixava a desejar à glória que o Egito havia conhecido sob seus ancestrais ptolomaicos.

Como bem lembrou Beatriz, somos todas herdeiras de Cleópatra. Numa era de tanto protagonismo feminino, um tempo de mulher, não fará mal nenhum ao nosso ego nos espelharmos naquela que deu tanta visibilidade e poder à condição feminina que fez nascer uma idade de ouro para as mulheres em Roma.

Se Cleópatra hoje parece ser lembrada mais como a rainha que seduziu dois senhores romanos é porque foi mais confortável para a história atribuir o sucesso de uma mulher à sua beleza do que à sua inteligência. Ainda que ao contrário do que suas representações no cinema querem mostrar – mulheres lindas e sedutoras – Cleópatra parece não ter sido tão linda assim, mas foi uma estrategista de primeira e sedutora sim, ao usar usa esperteza, inteligência e intuição feminina para conquistar povos, reinos, homens e bens.

Caminhar é o melhor remédio

Posted in Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on setembro 21, 2010 by Psiquê

Chrissie White

Depois de alguns meses abandonando a malhação por falta de tempo e excesso de trânsito, resolvi voltar a adotar há umas 3 semanas as minhas caminhadas matinais como exercício físico. Infelizmente não posso ir todos os dias, mas tenho caminhado por 1 hora 3 vezes na semana.

A sensação não poderia ser melhor. É muito bom colocar o corpo em movimento, mas confesso que ainda não senti os resultados. Quero secar, mas por enquanto, só consigo andar 3 vezes por semana e eu queria mais.

Li algumas reportagens sobre treinos de caminhada e estou pensando em tentar um programa que combina caminhada moderada/intensa com trotes. Será que funciona? A verdade é que passada a semana de comemorações do meu aniversário, do meu pai e do meu primo (são muitos setembrinos juntos!), é preciso voltar a andar nos trilhos para poder emagrecer.

Vamos ao benefícios da caminhada:  trata-se de uma atividade física perfeita, fácil e leve de desempenhar, capaz de proporcionar saúde, beleza, boa forma e muito mais: a caminhada. “É indiscutivelmente um dos exercícios mais eficientes, que pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou do condicionamento físico”, garante o fisiologista e personal trainer Fábio Bernardo (SP) à revista Corpo a Corpo. Se realizado com freqüência – no mínimo três vezes por semana, durante 30 minutos -, torna- se eficaz para abandonar o sedentarismo, expulsar doenças e melhorar a qualidade de vida.

Democrático, o exercício pode ser realizado nas ruas da cidade, na esteira da academia ou até mesmo na areia da praia, em parques, etc.

Veja o treinamento proposto na Corpo a Corpo.

Veja o treino preparado sugerido na Boa Forma.

Segundo a matéria da revista Veja, mais importante do que o tempo de caminhada é a quantidade de passos que se dá nesse tempo, a qual deve ser medida através de um pedômetro.

Eu já estou correndo atrás de um pedômetro, mas enquanto não adquiro um, continuo caminhando durante uma hora pelo menos 3 vezes por semana.

Escolha a atividade que mais te dá prazer e siga quantas vezes por dia conseguir. Um beijo!

Gripe H1N1 – Influenza A (vulgo gripe suína)

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 24, 2009 by Psiquê

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A pandemia de Influenza A está se espalhando em uma velocidade sem precedentes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto como aconteceu com o novo vírus A (H1N1) em menos de seis semanas”, afirmou, em um comunicado, a organização com sede em Genebra.

O número de mortes no Brasil cresceu de 4 para 34 em oito dias. Somente há uma semana o Ministério da Saúde confirmou que o vírus já está circulando no país. Até então, os casos de contágio eram de pessoas que tinham tido algum tidpo de contato com contaminados em outros países (pessoas que haviam estado no exterior).

O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou um site para informar à população: Rio contra a Gripe A

CASO SUSPEITO DE DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE

Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre elevada, acompanhada de tosse OU dor de garganta, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, E dispnéia ou outro sinal de gravidade, por exemplo, ausculta compatível com pneumonia ou quadro clínico, laboratorial ou radiológico compatível com pneumonia.

A presença de pelo menos UM dos sinais abaixo deve alertar o médico para o encaminhamento do paciente ao hospital de referência definido pela SES

Avaliação em adultos

– Confusão mental
– Freqüência Respiratória > 30 mrm
– PA diastólica < 60 mmHg ou PA sistólica < 90 mmHg
– Idade > 65 anos de idade

Avaliação em crianças

– Toxemia
– Tiragem intercostal
– Desidratação/Vômitos/Inapetência
– Estado geral comprometido
– Dificuldades familiares em medicar e observar cuidadosamente
– Presença de co-morbidades/Imunodepressão

Fatores de risco para complicações por influenza

Idade: inferior a dois ou superior a 60 anos de idade;
Imunodepressão: por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para aids ou em uso regular de medicação imunossupressora;
Condições crônicas: por exemplo, hemoglobinopatias, diabetes mellitus; cardiopatias, pneumopatias e doenças renais crônicas
Gestação

Todos os indivíduos que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem – obrigatoriamente – avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico.

Se o quadro clínico inspirar cuidados ou for grave, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos hospitais de referência.

Para informações detalhadas, confira o PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA, atualizado pelo Ministério da Saúde em 15/07/2009

Veja o vídeo que o Ministro da Saúde apresenta, esclarecendo dúvidas sobre a influenza A aqui.

O Rio de Janeiro Disque Gripe Suína 0800-28-10-10.