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Opinião de um homem sobre o corpo feminino

Posted in Comportamento, Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 12, 2011 by Psiquê

Via Nu Photos

Hoje, visitando o blog O Adorador de Mulheres, deparei-me com um texto intitulado Opinião de um homem sobre o corpo feminino, que confesso me surpreendeu ser de autoria do Paulo Coelho. O texto revela alguns dos vários conflitos pelos quais nós, mulheres, passamos em diversos momentos da nossa vida em relação ao corpo e tenta apresentar a opinião dos homens sobre esses dilemas.

Embora acredite que devamos manter nossos cuidados em relação ao corpo, algumas dicas sobre relaxar e não levar a questão da beleza para uma via obsessiva são válidas. Reproduzo o texto abaixo para partilhar com vocês, embora não concorde com todas as afirmações dele, algumas carregadas de clichês quanto ao comportamento feminino ou, quem sabe, machistas. Porém, em geral, o texto traz uma visão bem bacana.

Opinião de um homem sobre o corpo feminino

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. 

Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas. 

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas

Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. 



Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. 

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. 



As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. 



É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.

Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.

O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. 



Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. 


Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.

É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. 


Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! 



A beleza é tudo isto. 
 
(Texto de autoria de Paulo Coelho)

Audrey Hepburn

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 6, 2010 by Psiquê

Audrey Hepburn foi considerada, a príncípio, uma garota “alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela”. Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés miúdos e olhos claros imperavam, soube usar os seus “defeitos” como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. Segundo o estilista Givenchy, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele. Além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma. Faleceu aos 63 anos, de câncer de cólon, mas será sempre a eterna “bonequinha de luxo”.

Eleita uma das mulheres mais belas de todos os tempos, Audrey Hepburn tem sua filmografia exibida na Mostra Audrey Básica a partir de hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

O evento é gratuito que acontece de 6 a 11 de julho. A mostra tem incío com a exibição de “A Princesa e o Plebeu”, de 1953, estreia oficial de Hepburn no cinema. Inicialmente, seria Elizabeth Taylor a atriz cotada para o papel da jovem princesa entediada com a vida dentro do palácio. Impressionado pelo teste de Audrey, o diretor William Wyler colocou-a no filme gravado em Roma, onde a “princesa” conhece o jornalista interpretado por Gregory Peck e por ele se apaixona. Nessa produção, a atriz usou pela primeira vez nas telas uma combinação fashion que a imortalizaria: sapatilhas com calças corsário.

OS FILMES

A Princesa e o Plebeu | (Roman Holiday, 1953) De William Wyler, 118 min
Sabrina | (Sabrina,  1954) De Sameul  Taylor, 114 min
Guerra e Paz | (War and Peace, 1956). De King Vidor, 208 min.
Cinderela em Paris | (Funny Face, 1957) De Stanley Donen, 103 min
Bonequinha de Luxo | (Breakfast at Tiffany’s, 1961) De Blake Edwards, 114 min
My Fair Lady | (My fair lady, 1963) de George Cukor, 173 min
Quando Paris Alucina | (Paris When It Sizzles, 1964) De Richard Quine, 110 min

Delicie-se com a extensa programação de cinema em que a figura da mulher mais bela do século XX é apresentada.
06.07 (terça)
19h30 – “A Princesa e o Plebeu” (Roman Holiday, 1953), de William Wyler

07.07 (quarta)
19h30 – “Sabrina” (Sabrina, 1954), de Sameul Taylor

08.07 (quinta)
19h30 – “Cinderela em Paris” (Funny Face, 1957), de Stanley Donen

09.07 (sexta)
19h30 – “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s, 1961), de Blake Edwards

10.07 (sábado)
15h – “My Fair Lady” (My Fair Lady, 1963), de George Cukor
18h – “Guerra e Paz” (War and Peace, 1956), de King Vidor

11.07 (domingo)
18h30 – “Quando Paris Alucina” (Paris When It Sizzles, 1964), de Richard Quine

Serviço:
CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – (21) 3808 2007
Sala de Cinema 1 – Lotação: 102 lugares

Veja também:

Audrey Hepburn – a bela do século

Mostra sobre Audrey Hepburn no Rio

Site oficial de Audrey Hepburn

Respeito é bom e eu gosto!

Posted in Comportamento, Estética e Beleza with tags , , , , , , , , on março 28, 2008 by Psiquê

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Photo by Evgeniy Shaman

Recentemente ouvi uma amiga relatar que foi abordada por outrem que disse na lata: por que você está tão gorda, faça uso das ferramentas disponíveis no mercado para emagrecer. Diante de tamanha falta de educação ela ainda se deu ao trabalho de explicar que tem um problema de saúde incurável e que houve um tempo em que era tão preocupada com o corpo que era praticamente seca.

Certo dia o médico chegou para ela e disse gostaria que você deixasse de ser escrava do corpo, se preocupasse menos com a estética, para conseguir andar normalmente a te ver daqui a alguns anos magra e sem poder andar.

Anos mais tarde, fazendo fisioterapia, priorizou não a estética a todo custo, mas seu bem-estar físico. Uma coisa vem antes da outra, do contrário não teria nenhuma das duas. O que mais me admira é a insensibilidade de várias pessoas que nos cercam que preferem vomitar palavras duras e grosseiras. Depois dessa, a mulher ficou tão sem graça que deve ter se arrependido de abrir a boca. Já presenciei tantas situações similares. Pessoas que além de insensíveis, são mal-educadas e se dão ao direito de agir com uma intimidade que não têm, beirando a indiscrição.

Na minha opinião isso é uma questão de falta de respeito e falta de carinho pelo outro. As pessoas vivem pesadas, infelizes, insatisfeitas e saem soltando pedras sem pensar que ao seu lado existe uma outra pessoa que não tem nada a ver com os seus problemas e que também tem os dela. Se tivéssemos o costume de nos colocarmos no lugar do outro antes de agir, seríamos muito mais flexíveis, sensíveis e amorosos.