Arquivo para melhor

Amor e arte

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 9, 2015 by Psiquê

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O sonho de quase todo mundo é viver daquilo que ama, daquilo que faz sem sentir nenhum sacrifício, daquilo que nutre. Eu não sou diferente disso, e também gostaria de ganhar a vida fazendo apenas aquilo que me nutre. Claro que isso não é simples, pois antes de definir o que gostamos de fazer ou o que nos nutre, é fundamental olhar para dentro, buscando o autoconhecimento.

Entendo que a arte consegue despertar em mim, um amor pela vida, um prazer pelos dias de trabalho para que eles fluam sem nenhum sacrifício, mas com muita alegria e satisfação. E isso é possível, quando olhamos para dentro de nós mesmos e entendemos o que nos dá prazer e o que nos faz feliz. Há várias coisas me trazem esta sensação: cinema, arte, pintura, leituras, boas conversas, dança, teatro, fotografia, moda e o Espartilho, claro. Espero estar por aqui mais vezes por semana. Em busca da liberdade e do equilíbrio para construir uma vida melhor e compartilhar o que há de melhor com vocês.

Estejam sempre presentes em minha vida.

Namastê!

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Planos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 2, 2015 by Psiquê

“Before you cross the street
Take my hand
Life is what happens to you
While you’re busy making other plans” (John Lennon)

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Sei que faz parte da vida planejar para tentar fazer as coisas da melhor maneira, mas no final das contas, não temos controle sobre nada e, tudo pode acontecer de uma hora para outra, alterando o curso de tudo o que planejamos. Por isso, planejar é preciso, mas ser escravo dos planos não…

É importante estar aberto às mudanças no trajeto, ao nascimento de um filho, uma doença, a perda ou mudança de emprego, acidente, morte e inúmeras outras possibilidades de alterações nos nossos planos iniciais. A lição de tudo isso é a riqueza do momento presente. A única coisa que realmente temos é o agora. Por isso, precisamos agradecer e reconhecer nossas vitórias diárias, diminuir nossas cobranças e aprender a ser feliz com o que temos, somos e escolhemos.

Namastê. Que venha 2015, com muitas alegrias e vitórias diárias…

Seja a melhor edição de si mesmo

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 15, 2015 by Psiquê

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Nós seres humanos volta e meia nos vemos envoltos em uma necessidade de buscar sentido em nossa vida através da ideia de unicidade…a vida parece ganhar “lógica” ou “conforto” à medida que nos vemos como seres únicos, individuais, especiais, inteiros, completos.

Do ponto de vista filosófico, isso gera uma série de discussões, mas aqui minha proposta é lançar essa ideia à reflexão, porém em um sentido mais simples e de senso comum.

Se formos parar para pensar, os bilhões de seres humanos que ocupam a Terra não têm nada de especial, mas isso provocaria uma crise existencial imensa. Eu acredito e gosto de acreditar na unicidade, na preciosidade e na riqueza que a vida de cada um de nós carrega. Sou feliz com o que sou, com as escolhas que faço diariamente, com o cuidado que tenho com o meu presente, minha vida, minha saúde, paz…

A despeito do que os céticos dizem, me nutre e me faz feliz crer que sou especial sim, que minha vida é preciosa e deve ser agradecida. Que preciso ter gratidão por tantas bençãos, alegrias e conquistas diárias. Somos únicos sim, seja porque esta ideia nos conforta a alma, seja porque é importante pensarmos assim para ser sempre a melhor edição de nós mesmos.

Que bom que somos assim.

Namastê e feliz 2015!

Impermanência

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on julho 30, 2014 by Psiquê

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Na revista Yoga Journal deste bimestre, várias reportagens sobre as mudanças e a perenidade da vida me chamaram atenção. Mas a matéria sobre a impermanência se destacou, o núcleo duro defendido no texto é a necessidade de nos adaptarmos às mudanças para envelhecermos bem e felizes.

A contemporaneidade se acostumou a resistir às mudanças do tempo e a querer eternizar a juventude, levando todos nós a uma luta contra o tempo impossível de se vencer. O tempo está aí e a única coisa que podemos fazer é lidar com ele e viver o presente. Precisamos, portanto, viver bem o momento atual, buscando o melhor do agora, para conseguirmos um amanhã mais próximo do que escolhemos hoje.

“Nada é estático, tudo muda constantemente e podemos comparar nossas vidas com ciclos naturais da natureza. Aliás, o Ayurveda preconiza há longas datas que o ser humano só terá saúde quando se conscientizar dessa sabedoria e viver conectado com os ritmos da natureza”, defende Marcia De Luca, autora do texto.

Recomendo a leitura da revista inteira.

Beijo e um ótimo dia, Namastê!

O que deixar em 2013 e o que levar para 2014?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2013 by Psiquê

Compartilho mais um texto do site Somos todos um, sobre um tema que já falei aqui há poucos dias, mas que é sempre válido refletir, uma vez que o ano se finda e temos várias expectativas em relação ao novo que se aproxima.

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Refazendo as malas: o que deixar em 2013 e o que levar para 2014?, autoria de Rosana Braga

Impossível não pensar que o Ano Novo traz consigo, mesmo que simbolicamente, uma nova chance, um recomeço, uma oportunidade de fazer diferente e melhor! Claro, os mais céticos dirão que dia primeiro de janeiro nada mais é que o dia seguinte ao 31 de dezembro. Pode até ser! Porém, no final das contas, cada dia é o que você acredita que ele seja. Então, por que não aproveitar a data para, de fato, abrir um novo capítulo na sua história?

Há quem, sabiamente, faz um planejamento detalhado, com desejos descritos nas diversas áreas da vida, tais como amor, saúde, profissional, espiritual, alimentação, corpo, entre outras. Não tenho dúvidas de que debruçar-se sobre o exercício de escrever suas metas, colocando datas para alcançá-las, é altamente eficiente para organizar a mente e facilitar o processo de realização de seus sonhos.

Há os que preferem outros rituais. Existem muitos. Desde meditar sobre as perdas e os ganhos durante o ano atual e visualizar melhorias para o ano vindouro, até pular 7 ondas na virada, comer lentilhas, fazer oferendas, assistir à Missa do Galo, doar presentes, usar calcinha nova, entre muitas outras ideias populares ou personalizadas.

Minha sugestão para um Ano Novo que realmente valha a pena tem muito a ver com as lindas dicas de Carlos Drummond de Andrade, no texto Receita de Ano Novo: “(…)para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, (…) É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Ou seja, Ano Novo não tem a ver com perfeição ou virar tudo às avessas. Tem a ver com consciência, aprendizado. Refazer as malas para esta nova viagem da vida aproveitando o que ainda serve, o que é bonito e nos cabe muito bem, e abrindo mão do que já não serve mais, já não condiz com quem nos tornamos depois de tudo o que vivemos neste Ano que está ficando para trás.

Então, desapegue-se das crenças limitantes. Construa algumas novas, edificantes. Reescreva seu perfil. Mude de ideia, sim, se considerar que a nova é mais a sua nova cara. Não há nada de errado em se refazer de um jeito diferente. Como diz o sábio Zé Simão, “quem fica parado é poste”. E tem mais: síndrome de Gabriela (“(…) Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim (…)” – Gal Costa) nunca levou ninguém ao oásis de si mesmo.

E no que se refere ao amor que você deseja viver em 2014, saiba que primeiro precisa acreditar, de fato e de direito, que merece! Depois, reflita sobre o que pensou, até então, a respeito de si mesmo, de seu par (ou futuro par) e sobre relacionamento ou casamento. Em geral, quem não vive o amor que deseja é porque está se comportando com base em crenças equivocadas e que servem bem mais como armadilhas e obstáculos do que como trampolim ou atraentes desse amor! Encha-se e preencha-se de alegria e entusiasmo e viva um Ano Novo de luz, paz e amor, literalmente!

Pessoas felizes fazem diferente

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 20, 2013 by Psiquê

Hoje li um post bastante interessante no blog Agora Sim, falando de 22 coisas que pessoas felizes fazem diferente. Coisas simples, mas que cabem em nossa reflexão. Trata-se de uma tradução do texto de Chiara Fucarino, originalmente publicado em Successify.net.

São dicas simples, mas às quais devemos observar e valorizar diariamente.

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem da fama, da fortuna ou de bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode estar miseravelmente infeliz, enquanto um sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes o são porque se fazem felizes. Elas têm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. 

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A questão é: como elas fazem isso?

É muito simples. As pessoas felizes têm  hábitos que melhoram suas vidas e se comportam de maneira diferente. Pergunte a uma pessoa feliz e ela vai dizer:

1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

 

2. Trate a todos com bondade.

Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios. 

A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.

4. Expresse gratidão pelo que já tem.

Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem .

5. Sonhe grande.

As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.

6. Não se preocupe com as pequenas coisas.

As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.

7. Fale bem dos outros.

Ser bom é melhor que ser mau. Fofocar pode até ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.

8. Não procure culpados.

Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.

9. Viva o presente.

Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.

10. Acorde no mesmo horário todos os dias.

Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.

11. Não se compare aos outros.

Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.

12. Escolha seus amigos sabiamente. 

A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimistas que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros.

As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.

14. Aproveite seu tempo para ouvir.

Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais você ouve, mais conteúdo você absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais.

Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.

16. Medite.

Ficar no silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.

17. Coma bem.

Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.

18. Faça exercícios.

Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e autoestima e produz a sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante. 

As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.

20. Diga a verdade. 

Mentir corrói a sua autoestima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.

 21. Estabeleça o controle pessoal.

As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a autoestima.

22. Aceite o que não pode ser alterado. 

Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Portanto, concentre-se apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Cautela, uma virtude?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 17, 2013 by Psiquê

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Hoje, li uma reflexão do médico-psiquiatra e psicoterapeuta Flávio Gikovate, que achei bem coerente e interessante:

A cautela nas relações interpessoais implica estar sempre atento ao efeito das ações sobre os outros e não crer apenas nas boas intenções.

Alguns crêem que, por agirem com boa intenção, sempre farão o bem: preocupam-se mais com seus gestos do que com a repercussão sobre o outro.

A pessoa generosa que dá muito de si a outra mais egoísta pode achar que, agindo assim, estará sendo um bom exemplo e ajudando. Não é fato!

Alguns estão tão convencidos que a generosidade é uma virtude que se o egoísta fizer uso nefasto da ajuda que recebe isso será problema dele.

Se pensarmos apenas no aspecto pessoal, a generosidade será sempre virtude; mas em termos interpessoais, vai depender do que causar no outro.

Se a generosidade reforçar a pior parte da alma de um interlocutor mais egoísta, ela será nociva: pensando assim, ela nem sempre é virtude!

A reflexão é uma espécie de degustação de uma análise mais ampla que o autor faz na obra O MAL, O BEM E MAIS ALÉM – EGOÍSTAS, GENEROSOS E JUSTOS

Fiquem bem!