Arquivo para mudanças

Nossos Tempos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on agosto 5, 2015 by Psiquê
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by Michael Burke

É impressionante a rapidez com que o tempo passa, as coisas mudam, as prioridades se alteram e os planos também. Eu acabo de me dar conta de que 2015 já passou da metade e parece que agora está começando. Tanta coisa mudou desde o seu início, mas como muitas destas mudanças independiam da minha vontade, somente agora, sinto-me mais apta a determinar os rumos que quero seguir: continuar meus planos e minha trajetória.

Eu gostaria inicialmente de agradecer por todos esses momentos de angústia e apreensão que passei nestes meses iniciais de 2015. Tem sido um ano de muitos balanços e de muitas transformações. Sinto-me realmente uma fênix, com mortes e transformações diárias, seguidas de renascimentos e reformulações. Dificilmente temos consciência, no momento em que vivemos tais angústias, que o momento seguinte será melhor, mais maduro, mais feliz…

Tenho certeza de que neste período em que não pude controlar as mudanças que se impuseram na minha vida, foi necessário fazer muitos balanços, os quais tenho mais condições de fazer agora. As escolhas acabaram se impondo, mas tenho, hoje, certeza, de que foram as melhores a se fazer.

Desejo um feliz 2015 – parte 2! Rsrs

Começo agora uma nova fase de redefinição de prioridades.

Equilíbrio

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , on maio 24, 2015 by Psiquê

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O equilíbrio é uma necessidade na vida de muitas pessoas, se não de todas. Nós mulheres somos muito cobradas em vários aspectos e quando alimentamos o sonho de ser bem sucedidas em todos os aspectos, a busca do equilíbrio diário parece, para mim, o melhor meio de encontrar a felicidade.

Quando me refiro a equilíbrio, quero dizer, dedicar tempo para todas as questões que envolve sua vida: o trabalho, o cuidado com o corpo e a saúde, o amor, a família…mas não é tão fácil assim…

Várias mudanças vêm acontecendo e isso acabou me tirando um pouco daqui, o que para mim, parece um erro…

Por outro lado, a busca do equilíbrio, é diário e a forma que entendo ser a melhor a não sucumbir às pressões desnecessárias que o dia a dia nos impõe.

Ainda não consegui adotar a prática diária da meditação, mas forço-me a pensar o máximo possível que o que importa é o momento presente, apesar de fazer muitos planos. Ao pensarmos no agora, reduzimos a ansiedade de querer cuidar do futuro, nos angustiando com aquilo que ainda não aconteceu…

Trata-se de um exercício constante…

Planos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 2, 2015 by Psiquê

“Before you cross the street
Take my hand
Life is what happens to you
While you’re busy making other plans” (John Lennon)

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Sei que faz parte da vida planejar para tentar fazer as coisas da melhor maneira, mas no final das contas, não temos controle sobre nada e, tudo pode acontecer de uma hora para outra, alterando o curso de tudo o que planejamos. Por isso, planejar é preciso, mas ser escravo dos planos não…

É importante estar aberto às mudanças no trajeto, ao nascimento de um filho, uma doença, a perda ou mudança de emprego, acidente, morte e inúmeras outras possibilidades de alterações nos nossos planos iniciais. A lição de tudo isso é a riqueza do momento presente. A única coisa que realmente temos é o agora. Por isso, precisamos agradecer e reconhecer nossas vitórias diárias, diminuir nossas cobranças e aprender a ser feliz com o que temos, somos e escolhemos.

Namastê. Que venha 2015, com muitas alegrias e vitórias diárias…

Compartilhar

Posted in Comportamento, Conscientização, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 27, 2014 by Psiquê

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Quando escolho uma prática que me faz bem, sinto um ímpeto por compartilhar com aqueles que gosto. Muitas vezes eu só o faço se houver algum estímulo ou interesse daqueles que me cercam, no intuito de não parecer inconveniente ou pedante…

Estava pensando em um tema para uma apresentação que preciso fazer para um curso e fui orientada a escolher um tema que goste bastante. Pensei em escrever sobre o yoga, mas como no meu dia a dia, em uma conversa ou outra acabo compartilhando os benefícios que esta prática trouxe para minha vida, fiquei com receio de ser repetitiva ou invasiva…

Compartilhar ideias, práticas e interesses que nos fazem bem, pode trazer ajudar a quem ouve, mas pode também parecer inapropriado se a pessoa não quer ou não acredita naquela prática. Por isso, que dentro de certos limites, podemos e devemos compartilhar sempre, respeitando o interesse do outro em ouvir – ou seja, sem imposições – e também o seu próprio tempo. Pode ser que plantemos a semente e o outro, naquele momento, não acredite ou não queira adotar aquela prática.

Mas o simples compartilhar já pode representar uma sementinha…

Eu quero compartilhar minha gratidão, por conseguir hoje, fazer escolhas mais saudáveis, mais tranquilas, mais energizantes. Eu quero agradecer pela oportunidade de me alimentar bem, de respeitar meu corpo, meus limites, meus gostos. Quero fugir de discursos que me aprisionem na ideia de que tenho que seguir padrões de comportamento e de beleza que não condizem com o meu bem-estar. Quero, ainda, refutar qualquer possibilidade de adotar hábitos que me firam e que possam ir contra aquilo que acredito ser o melhor para mim. Quero manter a fé na vida e a gratidão por tudo o que tenho e vivo, desejar sempre mais da vida, saber que meu corpo é meu templo e que tenho que amá-lo e respeitar meus limites, alimentar-me saudavelmente, ingerindo alimentos que me fazem bem, exercitar-me todos os dias – ou sempre que possível -, praticar yoga pelo menos 3 vezes por semana, beber muita água, hidratar o meu corpo, meditar, dormir bem, sorrir, amar…

Estas são algumas das minhas resoluções para este ano que finda e para os próximos…

Compartilho aqui com vocês a gratidão por estas práticas e descobertas.

2014 foi um excelente ano de mudanças.

Namastê!

Impermanência

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on julho 30, 2014 by Psiquê

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Na revista Yoga Journal deste bimestre, várias reportagens sobre as mudanças e a perenidade da vida me chamaram atenção. Mas a matéria sobre a impermanência se destacou, o núcleo duro defendido no texto é a necessidade de nos adaptarmos às mudanças para envelhecermos bem e felizes.

A contemporaneidade se acostumou a resistir às mudanças do tempo e a querer eternizar a juventude, levando todos nós a uma luta contra o tempo impossível de se vencer. O tempo está aí e a única coisa que podemos fazer é lidar com ele e viver o presente. Precisamos, portanto, viver bem o momento atual, buscando o melhor do agora, para conseguirmos um amanhã mais próximo do que escolhemos hoje.

“Nada é estático, tudo muda constantemente e podemos comparar nossas vidas com ciclos naturais da natureza. Aliás, o Ayurveda preconiza há longas datas que o ser humano só terá saúde quando se conscientizar dessa sabedoria e viver conectado com os ritmos da natureza”, defende Marcia De Luca, autora do texto.

Recomendo a leitura da revista inteira.

Beijo e um ótimo dia, Namastê!

A contemporaneidade e o amor

Posted in Comportamento, Relacionamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 27, 2014 by Psiquê

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No programa ‘No Divã do Gikovate‘ que foi ao ar no domingo passado, 20 de julho, um tema muito interessante sobre os relacionamentos nos dias de hoje. As relações afetivas são o tema predominante nos 7 anos de programa, e o psicanalista Flávio Gikovate fala sobre as mudanças nos relacionamentos nos dias de hoje e a desmistificação do sonho romântico de casamento eterno, dado o avanço do individualismo, que nasce e se sustenta a partir do grande progresso do avanço tecnológico e das facilidades de se viver sozinho nos dias de hoje.

A evolução das mulheres, a partir não apenas da pílula anticoncepcional, que as liberou do ponto de vista sexual, como também da emancipação (econômica, intelectual, cultural e sobretudo política),  um fator decisivo para abalar a ideia da fusão romântica tradicional, da condução por uma cabeça pensante já não existe mais, mas são duas pessoas completas que resolvem compartilhar suas vidas e não duas metades que se unem.

Outra característica da contemporaneidade é que o lazer passa a ocupar um espaço de muito mais destaque, em lugar das coisas operacionais. Diante deste novo panorama a busca por afinidades, predomina sobre a ideia dos complementos. Isso gera uma tendência para a fusão, apesar de as pessoas não quererem saber de fusão hoje em dia. A fusão da paixão, passa e depois dá espaço a mais uma vez o desenvolvimento da individualidade. A persistência das individualidades não significa que desapareceu o amor. Aproximação de dois inteiros e não a fusão de duas metades, isso é o que ele chama de romantismo do século XXI.

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O erótico acompanha o amor como secundário, saindo do papel principal, para um aspecto secundário, inclusive  por causa da diminuição da importância do sexo em decorrência da própria superexposição. O acesso a todo tipo de vivência erótica é tão intenso, que a superexposição diminui o fascínio. Assim ela vai se acoplando ao amor, a aumenta a importância da amizade e do companheirismo.

Como resgatar o papel do erótico e aprofundar a importância destes dois outros aspectos também tão essenciais? Como não perder o mistério e a atração desta faceta tão interessante e gostosa do relacionamento, que para se retroalimentar precisa desta aura de proibição que se perde com a superexposição atual?

O programa traz uma série de reflexões interessantes que devem ser pensadas por todos nós…

Fica a dica, quem quiser, compartilhe conosco. Um ótimo domingo e excelente semana, repleta de sonhos, carinho, erotismo e amor!

Novos tempos, novos ventos, novos afazeres…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 14, 2014 by Psiquê

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Novos tempos, novos ventos, novos afazeres…

Sabe quando você acolhe uma mudança em sua vida e, por mais que os benefícios ainda sejam iminente, a sensação é de estar no caminho certo?

A certeza de que aquela mudança, correção de rumo, ou até aquele sacrifício faz parte de sua trajetória em busca de algo maior é compensador…

Hoje vi uma frase bem legal atribuída à personagem Carrie Bradshaw, “maybe you have to let go of who you where to become who you will be“. Uma tradução  livre diria que: “talvez você tenha de abrir mão de quem você era para se tornar quem você ser“…

É exatamente essa a minha sensação, quando me perguntam se as mudanças que aceitei para a minha vida neste mês valeram a pena, se sinto falta do que passou eu digo e reafirmo: tudo o que vivi foi fundamental para o que me tornei hoje, mas foi bom enquanto durou…

Sabedoria é reconhecer que cada uma das experiências pelas quais passamos é parte integrante do que nos tornamos ao vivenciá-las. Não devemos nos arrepender, nem lamentar, nem viver uma nostalgia constante, pensando que somente o passado era bom, confortável, etc.

Tudo o que vivemos faz parte da nossa formação, do nosso amadurecimento.

Estou muito animada com os dias que estão por vir, pelo que estou vivendo agora, mas sinto-me gratificada por tudo o que passei até aqui, mesmo os vários momentos em que sofri, chorei, me entristeci…

Obrigada por tudo!