Arquivo para Música

A química do desejo

Posted in Poesia Erótica, Relacionamento, Sexo, Sexualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , on junho 5, 2016 by Psiquê

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A química do desejo não tem uma fórmula certa. Muitas vezes o desejo é despertado dentro de nós a partir dos estímulos mais inusitados: um beijo, um toque, uma cena de sexo, um romance, um cheiro, uma taça de vinho, uma música, um ritmo, um gosto, um olhar, um pensamento, uma proibição

Não há como prever o que e quando nosso desejo pode ser despertado e as experiências são individuais. Algumas pessoas são mais sensíveis e suscetíveis à eferverscência do desejo, outras menos, mas ele sempre existe em algum lugar dento de cada um de nós.

O importante é deixá-lo se manifestar com cuidado e desfrute, sem se censurar demais, mas ao mesmo tempo sabendo vivê-lo da melhor forma. O desejo nos nutre e sabendo fazer um bom proveito dele, a vida ganha um colorido gostoso e importante.

Aproveite, observe-se e vivencie.

Boa semana!

 

Vintage Sound – Imperdível! Postmodern Jukebox

Posted in Cultura e Arte, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , on novembro 3, 2015 by Psiquê

Neste ano tive a oportunidade de conhecer o trabalho bem legal da banda Postmodern Jukebox. Não sei quando ou se farão um show no Brasil, mas espero que o façam em breve. Para quem gosta de uma pegada mais Vintage, com um ar de Rockabilly e ou das Big Bands de Jazz dos anos 50, a mistura deles é apaixonante. Há versões mais legais do que seus originais.

Recomendo fortemente uma visita à página deles no You Tube ou nas outras redes sociais (Facebook).

Enjoy.

Estilo

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 29, 2014 by Psiquê
Amelie

Via Estilistas Independentes

Hoje, por acaso, descobri o site Estilistas Independentes e, além de amar a ideia do site, acabei sabendo que no próximo final de semana o Rio de Janeiro será palco de um Mercado de Estilistas Independentes onde vários expositores estarão presentes. Um deles, o La Película, segundo o site Estilistas, apresenta várias peças com estamparias de filmes, música e arte, o que me deixou muito atraída para tentar conhecer.

Olha essa blusa da minha querida Amélie Poulain, há várias outras estampas legais.

Quem estiver pelo Rio de Janeiro e quiser dar um pulinho nO Mercado, as informações são:

O Mercado

Dias 02 e 03 de agosto, de 14 às 21h
Entrada Gratuita – Local: Fluminense Football Club
Moda + Arte + Decor + Gastronomia + Música
Compre direto de quem faz com atendimento personalizado e preço justo!
Presença de + de 100 marcas

Exposição especial “Nerd Pop” comandada pelos sites Conselho Jedi Rio de Janeiro, Abacaxi Voador e Nível Épico
Arena Jedi, produtos temáticos, painel para fotos, artistas e colecionadores
*Concurso Cosplay – vá vestido como seu personagem preferido do cinema, quadrinhos ou série e concorra a um kit com presentes de várias marcas!

Mais informações: www.estilistasindependentes.com

A sutileza do encanto…

Posted in Erotismo, Poesia Erótica, Relacionamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 26, 2014 by Psiquê

Desire

Estava refletindo sobre a questão do encantamento, dos sentimentos, dos desejos, das sensações e o quão tênue pode ser a linha entre o encanto e a desilusão. Não há como racionalizar certas coisas…

…muitas das nossas sensações são inexplicáveis e incompreensíveis à luz da racionalidade. Observar uma foto como esta, ouvir uma música gostosa, sentir um gosto exótico, um perfume atraente, desfrutar de um toque inesperado…as válvulas que despertam o desejo podem ser das mais variadas naturezas e origens, mas a capacidade de despertar em cada um a seu modo o desejo ou o desprezo são por vezes impossíveis de explicar.

Essa é uma das razões pelas quais nós, seres humanos, somos encantadores e apaixonantes. Este meu blog é uma joia, pois permite dividir com vocês um pouco do meu encantamento com a natureza humana e nossa capacidade de encantar, desejar, apaixonar, amar…

Tenham uma noite encantada, bebam uma taça de vinho, assistam ao filme que desejarem, degustem uma comida gostosa, comam um chocolate, apreciem cada segundo que a vida pode lhes proporcionar.

Uma ótima noite de sábado a todos.

 

Eu não pertenço…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 12, 2014 by Psiquê

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Não sei se você também se depara, de vez em quando, com um forte sentimento de não pertencimento e inadequação…

…sinto-me muitas vezes não pertencente aos grupos que me cercam, aos valores que meus conhecidos defendem, às prioridades que eles têm, aos desejos que perseguem, aos gostos que propagam, aos interesses que nutrem…

Os diversos grupos que frequento, têm interesses bastante distintos, são mundos completamente diferentes e todos nós somos, de um de algum modo obrigados a transitar por esses diversos mundos. Se for aprofundar minha análise, diria que somos vários em um, às vezes nós mesmos somos ou nos sentimos pertencentes em alguma fase da vida a mundos variados, mas existem outros aos quais definitivamente não pertencemos e por mais que tentemos forçar a convivência, eles nos ferem, nos agridem, nos incomodam…

Eu tenho me sentido muito assim, não pertencente…ao mundo de alguns que me cercam, que são presos a ideias toscas, a sentimentos fúteis, que elegem como prioridade o consumo vazio de coisas e não ideias ou experiências…

Existem mil maneiras de se lidar com isso:

1. atuando como se fizesse parte daquele mundo, no momento da interação (essa atuação é a forma mais “eficiente” de lidar com a situação, porém não é fácil e confesso ter sérias dificuldades de atuar desta forma);

2.mostrando aos outros como é o seu mundo e tentando fazê-los gostar dele, agregando também um pouco do que eles têm a oferecer (essa talvez seja uma ótima maneira de agregar valor em ambos os lados, dependendo da capacidade dos dois lados de apreender o novo se assim o quiserem);

3. separando o “joio do trigo”, limitando-se a lidar com esse mundo não acolhedor como se fosse algo externo e transitório ao qual não precisamos nos entregar  (uma espécie de agente externo que não nos atinge, penetra, altera ou afeta). É difícil ter esse distanciamento sem que se cause algum tipo de mal-estar ou incômodo na convivência. Aqui deixamos claro que não fazemos parte daquele mundo e nem queremos fazer, abrindo guerra ou se isolando, sem abrir nada do seu próprio mundo ou receber do outro (essa posição seria um tanto quanto belicosa, dificultando bastante a convivência e interação).

Confesso que a situação é incômoda, mas faz parte do crescimento de qualquer pessoa. Nem sempre convivemos com grupos que nos evocam sentimentos de crescimento, pertencimento, satisfação, troca. Há momentos em que sentimos que nossa energia está sendo minada, nossas trocas estão sendo fracas e a interação parece ser maléfica…

Tenho me sentido assim e isso me incomoda. Quando isso acontece, não tendo como romper a relação ou o contato, o que podemos fazer é nos refugiar, buscando caminhos alternativos que nos nutrem, seja através da música, de leituras, filmes, pinturas, uma reportagem, viagem, passeios, danças, corridas, exercícios, ou outras formas de arte…e, tenha certeza, esses refúgios são muito eficazes (pelo menos para mim).

E você, como se sente e o que busca quando isso acontece?

Bibi Ferreira, que deslumbre!

Posted in Curiosidades, Geral with tags , , , , , , , , , , on junho 4, 2012 by Psiquê

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Neste ano, tive a indescritivel oportunidade de assistir pela primeira vez um show da Bibi Ferreira que voltou a fazer shows, na reabertura do antigo Teatro Tereza Rachel, hoje Teatro NET Rio, reinaugurado, após 10 anos. Confesso que o convite, que chegou no mesmo dia, não me animou mutio, mas depois de assisti-la, eu me perguntei, como pude pensar em não vir.

No show em celebração aos seus quase 90 anos – que serão completados em 10 de junho próximo – esta mulher que acabara de se recuperar de uma gripe, canta com tamanha elegância, perfeição, encantamento e lucidez, que nenhum outro cantor, mais jovem que ela pode ousar justificar um show mal feito ou apoiado em recursos eletrônicos. Bibi foi perfeita, cantou encantadoramente e conduziu o show com elegância e suavidade, nos fazendo querer mais e mais. Ela encantou o público que a aplaudiu de pé e gritou bis, podendo gentilmente contar com o retorno dela após o show.

Diante deste deslumbramento me pergunto, como pude demorar tanto tempo para ir a um show de alguém tão perfeito. Eu nunca imaginei que os elogios que os artistas e diretores fazem a esta figura fossem tão verdadeiros, sinceros e pequenos, diante da grandiosidade de Bibi Ferreira.

Imperdível!

Seja feliz…

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 20, 2011 by Psiquê

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Nesta semana eu me deparei com uma frase bem interessante:  “A felicidade é uma vocação, um jeito de encarar a vida e as situações cotidianas…”. Ela não é de minha autoria, mas me trouxe uma certa identificação.

Apesar de viver um dia a dia corrido, tenso e repleto de novos desafios constantes…

…de querer cada vez mais da vida…de sentir um certo arrepio pelo tempo que passa…alguma dose de nostalgia pelo tempo que deixei passar sem agradecer pelas minhas conquistas diárias…

…considero-me abençoada e privilegiada, por tudo o que Deus (ou quem quer que tenha poder sobre nós, dependendo de cada crença) me dá todos os dias. O mais importante é saber que cada dia é uma nova oportunidade de engrandecer ainda mais essas bençãos. E hoje devo admitir, vivo a melhor fase de minha vida, seja pela maturidade, pelo físico, pelas pessoas que me cercam, pelas experiências que vivo. Por isso, não permito mais viver momentos que me fazem sofrer, pura e simplesmente por deixar de buscar a felicidade. Eu definitivamente não entendo porque há pessoas que lamentam a vida o tempo todo e deixam os dias passarem sem enxergar a maravilha de viver cada momento, de curtir cada minuto, de gostar de si e do que se é.

Eu não sei que sensação é esta, nem de onde ela vem, não entendo nada, mas é muito boa…

Como disse Clarice Lispector:  “Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.”

Meus amores, permitam-se gostar de si mesmos, de suas vidas, daqueles que fazem parte de suas vidas, pois isso se multiplica. Afastem-se daquilo que os machuca, busquem a felicidade nas pequenas coisas. Apenas isso! Ouçam uma música, leiam um livro, andem ao ar livre, dêem um beijo, dêem um sorriso, um abraço…se dêem a chance de ser feliz.

Tudo Diferente

Posted in Curiosidades, Relacionamento, Romance with tags , , , , , on abril 17, 2011 by Psiquê

Via Aliciante

A voz dela é linda e as músicas que ela canta, seja de sua autoria ou escrita por outros, ganha um timbre especial que encanta os ouvidos. Hoje eu resolvi partilhar com vocês  a música Tudo Diferente, da Gadu…

Para os apaixonados e românticos de plantão, bem como, as mulheres, eternas românticas, segue a letra.

Tudo Diferente

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade

A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade

A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade

(2x)
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta

Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade

A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta

Experiência

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 29, 2010 by Psiquê

Recebi a mensagem abaixo por email, não sei se é verídica, mas achei o texnto muito interessante e resolvi partilhar com vocês.

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: ‘Você tem experiência?’ A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro.Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um ’para sempre’ pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: ’Qual sua experiência?’.

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser ’plantador de sorrisos’ é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?

Sapateado

Posted in Comportamento, Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 12, 2009 by Psiquê
André Brito
André Brito

Pasmem, desde os 12 anos sonhava em dançar flamenco ou sapateado, mas nunca tive coragem de entrar no curso.

Eis que esta semana eu dei de presente o livro Pílulas de Neurociência para uma vida melhor para meu marido (um presente que eu já dei dizendo que ia tirar uma casquinha!) – de Suzana Herculano-Houzel.

O livro é ótimo e trata de uma maneira descontraída de vários assuntos que nos envolvem no dia-a-dia. Ele é divido em 10 seções: Sozinho, A dois, Em família, Em sociedade, Exercício & outros remédios, Lazer, Música, Decisões, Corpo & cérebro, Mente & espírito, com vários artigos cada uma.

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Ao começar a ler o livro me deparei com a seção Sozinho e o artigo Prazer em aprender, no qual a autora fala sobre um desejo da filha em trocar as aulas de balé por sapateado e que ela resolveu seguir. Eis o relato  de sua experiência:

” Logo nas primeiras aulas já aprendemos a transformar o clop-clop desorganizado das chapinhas metálicas sob os sapatos nos sons ritmados dos passos mais básicos. (…) E então surgiu um problema inusitado: a vontade de passar o dia todo batendo ritmadamente os pés no chão. Até que eu me controlo, mas me vi com uma versão humana do pinguinzinho Happy Feet dentro de casa que não consegue manter os pés quietos sob a mesa de jantar e que , em vez de andar, sapateia – e de chinelos, daqueles bem barulhentos.”

“(…) O aprendizado depende ao menos de três fatores: repetição, base das mudanças sinápticas que implementam a nova maneira de agir, pensar ou sentir; retorno negativo, que informa quando se erra e é preciso tentar quando se fez a coisa certa que deve ser repetida no futuro”.

Desde então comecei a voltar a sonhar com os sapatinhos com chapinha e no andar ritmado de uma percursonista com os pés. Cheguei a visitar o blog: Divulgando o sapateado por aí e começarei minha semana  ligando para as academias mais próximas. Ai, ai, tomara que dessa vez eu aprenda uma modalidade sonhada que me dê prazer, paz, felicidade e boa forma.