Arquivo para Paris

Retrolife

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 12, 2015 by Psiquê

 

A revista Glamour, fez uma reportagem na edição nº12 (março 2013), sobre o estilo de vida décor ou retrô. Como eu tenho uma quedinha bem forte por esse tipo de lifestyle, resolvi compartilhar com vocês um pouquinho do que é dito na reportagem.

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Eu e minhas amigas mais próximas amamos o estilo vintage e sempre que podemos também reproduzimos festas, roupas e ambientes com padrões de épocas passadas. Não nos sentimos deslocadas, porque hoje tudo é possível. Séries como Mad Man ambientadas nos anos 60/70 me fascinam.

Eis um pouco da matéria da revista:

Perdidas no tempo: Elas se vestem, moram e até casam como se estivessem nos anos 20, 30, 40…

Quem vive de passado é museu? Não para essas moças, praticantes do retrolife, tendência que nasceu nos EUA e agora se espalha pela Europa.

“Tem gente que me olha de um jeito estranho, como se eu fosse do circo, mas a maioria reage bem ao meu estilo retrô. Faço sucesso especialmente com as crianças”, diz a parisiense Marine Pierrot, obcecada pelos anos 20 (Foto: Gabriela Gauziski)

Com cabelos chanel, sobrancelhas milimetricamente desenhadas e um armário lotado de vestidos de cintura baixa e sapatos salomé, a parisiense Marine Pierrot, de 25 anos, é uma moça muito descolada, sim senhora. Ok, seu visual pode não parecer muito moderno à primeira vista, mas Marine é mega-antenada numa tendência quente que surgiu nos Estados Unidos e começa a se espalhar pela Europa: o retrolife, um estilo de vida que prega a volta ao passado e que vem conquistando cada vez mais adeptos. Não, eles não são lunáticos, milionários excêntricos ou coisa que os valha. São gente como a gente, de 20, 30 anos, que trabalha, estuda, tem vida social, mas que adoraria ter nascido em outra época.

No caso de Marine, a paixão pelos anos 20 começou em 2007, quando ela foi trabalhar na rádio de jazz France Musique, e vai muito além do visual antiguinho. “Me encanta como as pessoas se arrumavam até para ir à esquina. Também foi uma década muito alegre e efervescente, tanto que ficou conhecida como anos loucos”, explica ela.“Tenho dezenas de amigos que vivem como eu, e fazemos tudo para manter essa atmosfera no dia a dia” – sim, isso significa não ter tv em casa. “O rádio é meu veículo favorito”, diz a mocinha que, ahá, não larga o Iphone. “É só por causa do trabalho”, defende-se.

Louca pelos anos 30 e 40, a escocesa Tara Munro, dona da loja Ooh La La! Vintage, em Paris, organiza passeios em charmosos carros antigos e jantares em restaurantes retrô (Foto: Gabriela Gauziski)

Já a escocesa Tara Munro, de 34 anos, mergulhou nas décadas de 30 e 40 desde que chegou a Paris, em 2004. Dona da loja retrô Ooh La La! Vintage, ela não sai de casa sem make e penteado impecáveis e, como faz questão de enfatizar, “atitude de diva”. “O glamour e a austeridade dos anos 30 e 40 são mágicos para mim. Fora que as restrições de tecidos provocadas pela 2ª guerra obrigaram as pessoas a ser criativas. Tenho um vestido da época feito com tecido de mesa de sinuca!”. E Tara não está sozinha nessa viagem no tempo. Sua loja – frequentada por top estilistas como Sonia Rykiel e Isabel Marant – fez tanto sucesso em tão pouco tempo que ela passou a organizar passeios retrô em charmosos carros dos anos 40 e 50, chás da tarde e jantares bacanudos em restôs vintage.

Há dois meses em Paris, a vintage hair stylist inglesa Louise Kelly Phillips está com tudo e não está prosa com seu salão especializado em penteados antiguinhos (Foto: Gabriela Gauziski)

Especialista em penteados de época, a pintora inglesa Louise Kelly Phillips, de 30 anos, também capitalizou sua paixão pelo passado. Há dois meses na capital francesa, Louise – louca por tailleurs de tweed, chapéus-coco e bolsinhas boxy dos anos 40 – acaba de inaugurar o mimoso The Pompadours, salão que funciona apenas com reserva (thepompadours@gmail.com) e que tem feito a alegria das parisienses de fino trato. Haja garbo e elegância, não é mon amour?

O casal Mauro e Ombretta vive o retrolife com pouquíssimas concessões. “Até a festa do nosso casamento entrou no clima dos anos 40” (Foto: Gabriela Gauziski)

Para o casal italiano Ombretta e Mauro, o tempo parece ter parado há 70 anos. Os dois se conheceram em uma festa vintage, em Londres, e não demorou para que Ombretta se apaixonasse por aquele “homem com um quê de anos 30”. Juntos, começaram uma verdadeira viagem pelos anos 30 e 40 – até a festa de casamento deles entrou na dança. Ombretta estava linda e loira com vestido e penteado de diva da old Hollywood. Mauro usava chapéu-coco e bigodinho típico. O brinde, claro, foi feito em taças de champanhe abertinhas, no melhor estilo vintage, diante de um bolo enorme todo confeitado como nos tempos da vovó. “Até os convidados embarcaram na brincadeira e foram à cerimônia trajados de anos 40”, relembra Ombretta.

“Nossa filosofia é: roupas e objetos devem ter uma história. Se não, são apenas pedaços de pano, coisas sem alma”, diz Ombretta. “Até as coisinhas da nossa bebê são achados de brechó” (Foto: Gabriela Gauziski)

Hoje, o casal vive com a filhinha de 1 ano, rodeado de antiguidades, numa rotina riquíssima em detalhes de outros tempos. Da decoração ao guarda-roupa, dos livros e filmes na estante aos objetos da bebê, tudo foi garimpado em brechós e mercados de pulga pelo mundo. “Compramos muito nos Estados Unidos e na Alemanha, onde o retrolife é mais difundido. Nossa filosofia é: roupas e objetos devem ter uma história. Se não, são apenas pedaços de pano, coisas sem alma”, diz. “Meu marido não pisa em lojas moderninhas. Já eu abro algumas raras exceções”, sussurra Ombretta, como quem conta um segredo, ao mostrar que, atrás da biblioteca, eles escondem a tv e o computador. “Mas a gente só usa a internet para pesquisar endereços e programas interessantes”.

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Maquiagens Ladurée

Posted in Curiosidades, Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 8, 2013 by Psiquê

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A patisserie francesa Ladurée, conhecida por seus deliciosos macarons e quitutes, embalados em verdadeiros ‘sonhos de consumo’, também lançou uma linha de maquiagens. Não bastasse o glamour da marca para a ‘linha engordativa’, agora o visual estilo Belle Époque pode ser apreciado para o embelezamento feminino. As embalagens são lindas, tal qual o restante da identidade visual da marca. Não tenho dúvidas que os produtos vão cair no gosto de muitas que vão querer até colecionar.

Em 2012, a linha de maquiagens foi lançada no Japão e no outono daquele mesmo ano aterrisou na Europa, mas ainda não sei quando chegará a outros países. A coleção Les Merveilleuses de Ladurée inclui itens como batom, blush, base e corretivo, dentre outros, que tem como inspiração os famosos macarons da marca. Os produtos aterrissam na Europa no mês de abril. Minha vontade de correr numa loja para ver de perto é imensa.

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Um pouco da história: A história dos salões de chá parisienses está intimamente ligada à história da família Ladurée.

Tudo começou em 1862, quando Louis Ernest Ladurée, criou a padaria no endereço 16 rue Royale em Paris.

No mesmo ano, a pedra fundamental da Ópera Garnier foi colocada e os arredores da Madeleine rapidamente se transformou em uma das áreas de negócio mais importantes e elegantes da capital. Os nomes com mais prestígio no ramo de bens de luxo já tinham se instalado na vizinhança.

Em 1871, quando o Barão Haussmann estava dando uma “nova cara” a Paris, um incêndio possibilitou a transformação da padaria em uma pâtisserie.

A decoração da pâtisserie foi confiada a Jules Cheret,  que buscou inspiração nas técnicas de pintura do teto da Capela Sistina e da Ópera Garnier.

Paris Manhanttan

Posted in Cultura e Arte, Geral, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 7, 2013 by Psiquê

Ontem passei uma tarde em Paris, sem sequer ter ido até aquela deliciosa cidade…

Consegui finalmente visitar a Exposição Impressionismo: Paris e a Modernidade, no CCBB do Rio de Janeiro, até o próximo dia 13/01.  Em seguida, assisti ao belíssimo filme de Sophie Lellouche – Com: Alice Taglioni, Patrick Bruel, Woody Allen, intitulado, Paris-Manhanttan.

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Vou partilhar com vocês a resenha feita por Rafael Oliveira, porque eu concordo com a análise dele: O cinema francês está entre os mais fascinantes e irresistíveis que há. Prova disso, é de lá que vieram cineastas cultuados como Jean-Jacques Annaud, Claude Chabrol, Alan Resnais, Jean Renoir e diversos que fizeram e marcaram a fama deste cinema que é conhecido pela leveza e também por sua importância dentro do desenvolvimento da sétima arte ao longo dos anos. E é de lá que a diretora estreante Sophie Lellouche lança seu filme-tributo para o diretor, ator e roteirista Woody Allen, autor de obras-primas como Manhattan, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e Hannah e Suas Irmãs.E antes Lellouche ficasse só nisso. Suas referências e citações a algumas obras de Allen são simples, porém dignas de um apaixonado pela carreira do diretor: em certo momento, a protagonista Alice (um claro alter-ego da diretora e que é interpretada pela atriz Alice Taglioni) sai de dentro de um cinema onde está estampado na frente o cartaz de Match Point – Ponto Final, e logo em seguida descobrimos que tratava-se de uma maratona dos filmes do diretor que estava sendo exibida no tal cinema. Alice ainda possui um pôster enorme de Allen na parede do seu quarto, com o qual dialoga pedindo conselhos. Paris-Manhattan poderia ter aliviado o leve gosto de decepção que deixou ao final se focasse apenas na devoção de Alice pelas realizações do cineasta (ela até fica com raiva quando alguém diz que não gostou de Manhattan), porém Lellouche decide incrementar no meio disto tudo uma história de romance batida e clichê, subtramas desnecessárias e momentos que visam “endeusar” a figura de Allen de forma desnecessária.Numa rápida comparação entre a diretora com o próprio Allen, esta parece se acometer do mesmo problema que tem tomando algumas produções recentes do diretor, como Scoop – O Grande Furo e Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos. Paris-Manhattan é repleto de boas intenções, possui uma embalagem agradável e aquele clima de leveza que somente as produções francesas conseguem ter, mas falta engodo, falta história pra contar. De tanta inflação, os curtos 70 minutos de projeção parecem ser mais longos do que realmente são, vejam só.

Tudo é muito previsível e quadradinho. Alice é aquela típica adulta rebelde que vai contra o desejo da família em conhecer alguém, casar e ter filhos. Em algum momento, ela conhece Victor (Patrick Bruel), um sujeito charmoso com o qual pouco simpatiza no inicio, mas aos poucos descobre que nutre sentimentos mais fortes por ele. Pronto, este é o banquete. O desenrolar de toda essa trama segue a mesma cartilha de qualquer romance hollywoodiano que vemos aos montes anualmente, sendo que além da protagonista insossa, a química entre o casal pouco funciona, o que impede o público de construir algum vinculo com esta sequência da trama. E curiosamente, Bruel serve como contraponto a pouca expressividade de Taglioni, já que ele faz bem o sujeito cavalheiro e engraçado por natureza.

E Lellouche, no fundo, quer ser Allen, uma vez que está tudo lá, os diálogos filosóficos e espirituosos, os personagens deslocados e até mesmo as piadinhas que visam ser inteligentes. Em alguns momentos estes artifícios funcionam, em outros não. Há também momentos que visam enaltecer a figura e a obra de Allen desnecessariamente, afinal, ele é Woody Allen, e não precisa disto. O resultado é o vergonhoso momento do assalto à farmácia de Alice, que culmina num desfecho inverossímil e completamente fora do contexto da obra.

Assim sendo, o melhor de tudo são as referências e citações que fluem naturalmente, e que comprovam a paixão de Lellouche e da protagonista Alice naturalmente, sem querer mostrar tal devoção de forma gritante. E para tanto, o filme reserva uma pequena aparição ao final que, apesar de todos os problemas da obra, acaba fazendo valer a pena.

Confesso que não sou fã de Wood Allen, pelo contrário, só gostei de suas obras mais recentes. Match Point e Meia Noite em Paris são meus prediletos, mas gostei do filme. Ele é leve, romântico, gostoso, flui docemente, uma graça! Vale a pena aproveitar e ver a despeito das ressalvas apresentadas anteriormente.
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Louis Vuitton

Posted in Curiosidades, Moda with tags , , , , , , , , , , , on fevereiro 15, 2012 by Psiquê

Apesar de não dar valor às coisas em função de sua marca, mas em função da sua qualidade e adequação ao gosto de cada um, acho que vale a pena entender um pouco do surgimento de cada ícone destes. Seu papel na história e a evolução dessa ideia de marca de qualidade. Navegando pelo blog Mundo das Marcas encontrei um post bem legal, contando a história da Louis Vuitton.

Segue um pouco de história:

“Tudo começou em 1851, quando para cada viagem do imperador francês Napoleão III, era trazido ao Palais des Tuilleries um jovem aprendiz de maleiro para embalar a bagagem da imperatriz Eugênia. O rapaz chamava-se Louis Vuitton, um suíço criado em Paris e filho de um marceneiro, que em 1854 fundou a MAISON LOUIS VUITTON MALLETIER na Rua Neuve-des-Capucines, no centro da capital francesa, próximo à famosa Place Vendôme. E mesmo depois de aberta a loja, ele ainda produzia sob encomenda produtos exclusivos e únicos, como um baú que virava cama, sob solicitação de um explorador europeu; outro baú que virava charrete, para um viajante muito especial; e ainda, um baú flutuante para os praticantes de balonismo que volta e meia caíam no mar. No ano seguinte, a Maison transferiu a oficina e a residência familiar para a pequena cidade de Asnières-sur-Seine, localizada cerca de 30 quilômetros de Paris. Desta forma, a produção estaria mais próxima dos fornecedores da madeira que servia de estrutura para as malas. Além disso, a empresa aproveitaria do transporte fluvial para o escoamento de sua produção.

Pouco tempo depois, em 1858, ele criou as primeiras malles plates, um novo formato de baú (com tampa reta, diferentemente do utilizado na época, com tampa abaulada para permitir o escoamento da água da chuva, leve e à prova d’água), que facilitava a arrumação nos porões dos navios e o empilhamento nos trens, e o revestiu com sua assinatura em cinza. Tudo para atender às madames da época que viajavam de navio e precisavam de uma mala que pudesse ao mesmo tempo transportar de tudo e com muita classe. O material utilizado era sempre o mesmo: madeira, zinco, cobre e lonas impermeáveis. A ferramenta: seu apuro artesanal que cativou muitos ricos e nobres da época. Com o crescimento da empresa e a divulgação da marca ao redor do mundo, Georges Vuitton, filho de Louis, uniu-se ao pai a partir de 1870 para a abertura de novas lojas fora de seu país de origem, que aconteceria somente quinze anos depois…” Para saber um pouco mais, visite o blog: Mundo das Marcas.

Adorei a história. Em breve falaremos de outras marcas legais, como Chanel, entre outras.

Mon retour…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , on novembro 30, 2011 by Psiquê

Via Comunidade Nemnuanemcrua

 

Depois de alguns dias de férias, conhecendo o tão sonhado “velho continente”, retorno ao Brasil e ao batente, carregando algumas novas experiências, imagens, ideias, novos planos, velhos projetos reformatados, esperanças, sonhos. Resolvi diante de todas essa gama de informação que inunda minha mente, voltar a escrever no meu amado Espartilho.

Na busca de por onde começar meu texto, deparei-me com a seguinte frase: “Sonhe, porque os sonhos nos trazem, o que a vida nos nega”.

Eu achei a frase bem interessante, embora acredite que muitos sonhos são, na verdade, o primeiro passo para nos movermos em direção a uma nova realidade. A questão é que essas novas experiências expandem nossos horizontes e nos fazem desejar ainda mais da vida. Pelo menos esse é o efeito que provoca em pessoas como eu, que ama a vida e quer muito dela. Que sabe que é abençoada, que agradece diariamente pelas oportunidades que a vida traz, mas ainda assim sabe que ela tem muito e muito mais a oferecer. O perigo dessa busca incessante pelo novo é que há momentos em que a vontade de viver esse mundão não cabe dentro do peito e como somos seres humanos finitos e limitados, precisamos dar um passo de cada vez.

Eu sei que a viagem foi ótima – conheci Paris, Praga e Berlin, três cidades apaixonantes -, o retorno também , o reencontro com as pessoas queridas indescritível, o Casamento de Dois Mundos estrelado pela diva Mariana Melo foi perfeito, a maquiagem linda, o retorno ao trabalho desafiador e que a esperança por tempos ainda melhores mais uma vez se fortalece.

Estou feliz por estar de volta aqui e poder partilhar minhas ideias e meus pensamentos com vocês. Obrigada por acompanharem o Espartilho, que também é seu.

Grande beijo!

Paris

Posted in Erotismo, Poesia Erótica with tags , , , , , , , , on setembro 20, 2011 by Psiquê

Paris

Caminhavas lento
o corpo solto
quase displicente
à volta do rosto
cabelos dourados
pelo sol poente.

Imaginei-te nu
qual estátua viva
apenas saída
do museu em frente.

E ali fiquei parada
no banco da praça
olhando esquecida
de encobrir o olhar.

E fui te despindo
sonhando acordada
sem me perguntar
de tua vontade…

Passaste sorrindo
atrasando o andar,
como se estiveras
num espelho a entrar.

Autora: Eugénia Tabosa

Meia noite em Paris

Posted in Comportamento, Curiosidades, Relacionamento with tags , , , , , , on junho 20, 2011 by Psiquê

Eu que não sou grande fã da obra de Woody Allen, confesso que me rendi aos encantos de Meia noite em Paris. Não sei se são os encantos daquela capital ou se foi ele que pura e simplesmente acertou na mão.

O filme é excelente!!!

Digno de ser visto outra vez!

E, para completar, ainda consegue colocar na mesma história a Paris de hoje, dos anos 20 e da Belle Èpoque…ai e que figurinos divinos!

“Woody Allen, finalmente, encontrou a sua Nova York europeia. Depois de passar por Barcelona e, demasiadamente, insistir com Londres, o cineasta aporta na Cidade Luz para contar a sua mais bela história em anos. Com “Meia Noite em Paris”, Allen demonstra-se ousado através de um projeto que já parecia idealizado antes mesmo de ser produzido. A impressão é de que Paris e Allen aguardavam a possibilidade desse encontro há tempos e dele nasce uma química natural, descontraída e, acima de tudo, fantástica.” Leia mais em Cinema com Rapadura

Nunca pensei que fosse recomendar tão fortemente um filme do Woody Allen, mas Meia noite em Paris é imperdível!