Arquivo para prazeres

Nas pequenas coisas…

Posted in Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on junho 28, 2014 by Psiquê

Hoje ao ler este texto do portal Obvious rememorei um belíssimo filme que fala sobre a beleza que pode constar na simplicidade das pequenas coisas: O fabuloso destino de Amélie Poulain. Recomendo fortemente para quem não assistiu e estou pensando seriamente em ver mais uma vez…

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FONTE: Imagem retirada da internet

Parabéns pelo texto, Prescila Rizzardi!

Um Guia para a felicidade

Talvez esse seja o mais clichê dos filmes considerados cult da atualidade nem tão atual assim, visto que ele foi produzido no ano de 2001 e lá se vão 13 anos já, mas ainda sim, é a obra-prima mais singela e inquietante que já vi. O roteiro de Guillaume Laurant e a direção de Jean-Pierre Jeunet agregados a expressividade do olhar da bela Audrey Tautou e a extasiante trilha sonora de Yann Tiersen, fizeram dessa obra a mais bela forma de demonstração de como a felicidade pode ser encontrada nas pequenas alegrias cotidianas da vida.

Quem de nós não tem alguma daquelas pequenas manias, que até então parecem ser insignificantes mas, que são capazes de proporcionar a nós portadores de uma insatisfação crônica, momentos de total plenitude, até por que eles são responsáveis por promover nossas alegrias diárias.

A doce e quase angelical Amélie cultiva alguns desses prazeres, e fico muito feliz por saber que compartilhamos alguns deles, como por exemplo, enfiar a mão bem fundo no saco de cereais, e sentir os grãos passarem por entre seus dedos.

amelie_068.jpg FONTE: Imagem retirada da internet

Ir ao cinema sozinha e observar os “estranhos” e olhar para traz, para ver suas reações ao filme, assim como usar sua capacidade ímpar para reparara nos pequenos detalhes do longa-metragem os quais somente ela era capaz de perceber.

006-O-Fabuloso-Destino-de-Amélie-Poulain-thumb-600x450-12649.jpg FONTE: Imagem retirada da internet

Quebrar a cobertura do “creme brúlee” com a colher, nessa por estarmos no Brasil fico de fora, mas raspar da panela o resto do brigadeiro com a colher, na minha humilde opinião pode ser equivalente a sensação sentida por Amélie.

creme-brulee-amelie-poulain (1)-thumb-600x463-12647.jpg FONTE: Imagem retirada da internet

Ou colecionar pedras que encontra em seu caminho para joga-las no canal Saint Martim, além de toda sua forma de ver o mundo de maneira única ao se fazer perguntas as quais, provavelmente ninguém mais irá fazer, como a clássica “quantos casais…? ” Sim se você ainda não viu o filme essa é uma forma de instigar você a vê-lo, mas posso lhe adiantar a resposta, 15.

amelie5.jpg FONTE: Imagem retirada da internet

Amélie com sua personalidade peculiar encanta a todos, mesmo quando tenta não chamar a atenção, pois boas ações não precisam ser anunciadas, e assim seu destino é traçado, pois ela é aquela que faz o bem sem se anunciar, o tipo mais raro de altruísmo já encontrado. Mas nem só de alegrias vive Amélie, pois até mesmo ela ou melhor principalmente ela, cresceu em uma bolha e por segurança manteve essa redoma na vida adulta, até que em um dia no café o qual trabalha lá está ele… bom o resto é a história, “pois o que importa é que sim, ainda há uma esperança para os sonhadores nos tempos de hoje”.

Amélie-Poulain2.jpg FONTE: Imagem retirada da internet

Espero que esse breve resumo do que é esse filme, seja suficiente para despertar sua curiosidade, garanto que não será tempo perdido, e sim tempo de vida ganho, pois nele você encontrará se não o caminho, ao menos boas dicas de como a felicidade é simples e fácil de ser encontrada, basta olharmos do jeito certo.

“Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida…”

publicado em cinema por 

 

 

Como viver

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 29, 2013 by Psiquê

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Acabei de ler em tempo record o livro Como Viver – ou uma biografia de Montaigne em uma pergunta e vinte tentativas de resposta, de Sarah Bakawell. O livro narra a história de Michel de Montaigne (1533-1592) , enquanto reflete sobre os próprios temas que ele aborda na sua principal obra: ‘Os Ensaios’. Montaigne popularizou o ensaio, como gênero literário e escreveu de uma maneira livre e sem preconceitos, quebrando um tabu em pleno século XVI, que era falar (ou escrever) sobre si mesmo em público.

O mais interessante é que o tema da biografia surgiu quase que ao acaso, como a própria autora revela no final da obra: “Não tenho ninguém em particular a quem agradecer pelo rumo então tomado pelas coisas, só ao acaso e à verdade montaigniana de que as melhores coisas da vida acontecem quando a gente não conhece aquilo que pensa que quer”.

A inglesa Sarah Bakewell não tinha nada para ler em sua viagem de trem de Praga para Londres. Num sebo, só havia um exemplar em inglês:  ‘Os Ensaios’, de Michel Eyquem de Montaigne (1533-1592), de quem ela, há cerca de 20 anos, nada sabia. O nome lhe remetia a algo entediante, mas Sarah comprou o livro, sentou-se com ele e ganhou um amigo francês que lhe contou sobre seu gato e seu cachorro, sobre sua vida sexual, seu gosto por rabanete e melão, suas crises renais e o medo da morte, num estilo de escrita que ela não esperava de um texto de mais de quatro séculos. ‘Os Ensaios’ permaneceram em sua mesa de cabeceira por anos antes que ela decidisse escrever sobre aquele homem. Afinal, como falar de alguém que já se revelara tanto, alguém que, ao iniciar sua obra, diz ao leitor: “sou eu mesmo a matéria do meu livro”?

Como ter um bom relacionamento com as pessoas, como lidar com a violência, como se adaptar à perda de um ente querido – essas questões fazem parte da vida da maioria das pessoas. E todas elas derivam de outra ainda maior: Como viver? A pergunta, que dá título ao livro de Sarah Bakewell, é o ponto de partida da escritora e pesquisadora de livros raros para a biografia pouco convencional de um dos mais importantes pensadores do Renascimento: Michel de Montaigne. O mesmo questionamento foi fonte de obsessão para pensadores do século XVI, principalmente para Montaigne, apontado como o primeiro indivíduo verdadeiramente moderno. Homem da nobreza, alto funcionário público e dono de um vinhedo, ele traduziu em palavras seu pensamento e sua experiência, e o resultado foi um marco de ruptura com o passado medieval e a instauração de um pensamento reflexivo, que marcou o protótipo do homem renascentista. Excêntrico, preguiçoso, inconsistente, esquecido, Montaigne é o filósofo que quebrou um tabu e falou de si mesmo em público. Mais de quatrocentos anos depois, a honestidade e o charme do ensaísta francês continuam atraindo admiradores. Leitores o procuram em busca de companhia, sabedoria, entretenimento – e em busca de si mesmos.

O livro relata a história de sua vida por meio das perguntas que ele mesmo se fez e das tentativas para responder as questões formuladas. Como viver é uma fonte de pequenos conselhos: ler muito, mas manter a mente aberta; ser sociável, mas reservar a si um “quartinho” próprio; observar o mundo a partir de ângulos diferentes, evitando assim rigidez nas crenças. Embora não tenha encontrado uma resposta definitiva, Montaigne nunca deixou de fazer a pergunta “Como viver?”, isto é: como balancear a necessidade de sentir-se seguro à necessidade de sentir-se livre?

O que mais me impressionou nas ideias do autor, foi seu amor a liberdade, a busca pelos prazeres, da leitura, das viagens, estando aberto a conhecer outras culturas e experiências, sem julgamento. Apenas agregando valores à nossa própria vida, nossa própria experiência cotidiana. Hoje, tudo isso parece comum, mas em pleno século XVI, foi uma verdadeira audácia!

Fiquei ansiosa para ler ‘Os Ensaios’ de Montaigne! Espero ler em breve.

Do teu cheiro

Posted in Erotismo, Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 6, 2013 by Psiquê

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Do teu cheiro

(Autoria de Ademir Antonio Bacca)

O gosto da tua pele sal impregnado em meus lábios que me mata de sede à beira da fonte dos teus prazeres.
O teu gosto na minha boca mel que sacia meus desejos na hora derradeira do medo de te perder em meio aos lençóis.
O teu cheiro impregnado no meu corpo perfume raro que nem a chuva leva de mim…

 

Momento de projetar a beleza

Posted in Curiosidades, esoterismo with tags , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 25, 2008 by Psiquê

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Via Amante das Imagens

O ano está acabando e para fechá-lo com chave de ouro, acabo de ler meu trânsito astrológico. E o meu trânsito astrológico de hoje está tão interessante que resolvi partilhar um pouquinho com vocês. Que quiser acompanhar o seu, basta se cadastrar no Horóscopo Personare.

Nestes próximos dias, que vão de 25/12 (Hoje) e 20/01, o planeta Vênus estará passando pelo seu signo ascendente e durante este tempo estará marcando fortemente o seu setor da identidade. Este é um período em que você provavelmente sentirá que está irradiando mais beleza e magnetismo pessoal. Você perceberá seu poder de sedução aumentado, e isso lhe beneficiará não apenas na vida afetiva e sexual, como também na vida social como um todo.

Uma necessidade espontânea de se relacionar com os outros é a marca registrada deste período, e você provavelmente perceberá uma maior boa vontade pessoal para lidar com as diferenças alheias. Sua qualidade sedutora é a grande arma do momento: o sorriso certo e a palavra gentil derrubam muros com um poder às vezes muito superior ao da agressividade! Preste atenção nisso, neste momento.

O único perigo para este momento pode envolver uma certa indolência e a auto-indulgência, com um excesso de fixação nos prazeres da vida. Viver os prazeres é maravilhoso, apenas cuidado com os excessos! Evite açúcar e doces, pois seu metabolismo pode estar baixo no momento, e tente equilibrar esta tendência com exercícios e ginástica. Observe o que você come.

Este é um período excelente para você cuidar de sua aparência. Que tal dar uma geral no guarda-roupa? Ou uma mudança no penteado? Todas as questões que envolvem aparência pessoal, o seu “cartão de visitas” que é seu corpo, estão favorecidas neste momento. Lembre-se: todos nós possuímos uma beleza particular, singular, e este é o melhor momento para você tomar consciência de qual é a sua beleza particular, explorando este potencial com toda a força que puder! Pense nisso: você tem a sua beleza pessoal, e pode otimizá-la mais e mais! Descubra o que te faz envolvente, e invista nestas qualidades!