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O que deixar em 2013 e o que levar para 2014?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2013 by Psiquê

Compartilho mais um texto do site Somos todos um, sobre um tema que já falei aqui há poucos dias, mas que é sempre válido refletir, uma vez que o ano se finda e temos várias expectativas em relação ao novo que se aproxima.

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Refazendo as malas: o que deixar em 2013 e o que levar para 2014?, autoria de Rosana Braga

Impossível não pensar que o Ano Novo traz consigo, mesmo que simbolicamente, uma nova chance, um recomeço, uma oportunidade de fazer diferente e melhor! Claro, os mais céticos dirão que dia primeiro de janeiro nada mais é que o dia seguinte ao 31 de dezembro. Pode até ser! Porém, no final das contas, cada dia é o que você acredita que ele seja. Então, por que não aproveitar a data para, de fato, abrir um novo capítulo na sua história?

Há quem, sabiamente, faz um planejamento detalhado, com desejos descritos nas diversas áreas da vida, tais como amor, saúde, profissional, espiritual, alimentação, corpo, entre outras. Não tenho dúvidas de que debruçar-se sobre o exercício de escrever suas metas, colocando datas para alcançá-las, é altamente eficiente para organizar a mente e facilitar o processo de realização de seus sonhos.

Há os que preferem outros rituais. Existem muitos. Desde meditar sobre as perdas e os ganhos durante o ano atual e visualizar melhorias para o ano vindouro, até pular 7 ondas na virada, comer lentilhas, fazer oferendas, assistir à Missa do Galo, doar presentes, usar calcinha nova, entre muitas outras ideias populares ou personalizadas.

Minha sugestão para um Ano Novo que realmente valha a pena tem muito a ver com as lindas dicas de Carlos Drummond de Andrade, no texto Receita de Ano Novo: “(…)para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, (…) É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Ou seja, Ano Novo não tem a ver com perfeição ou virar tudo às avessas. Tem a ver com consciência, aprendizado. Refazer as malas para esta nova viagem da vida aproveitando o que ainda serve, o que é bonito e nos cabe muito bem, e abrindo mão do que já não serve mais, já não condiz com quem nos tornamos depois de tudo o que vivemos neste Ano que está ficando para trás.

Então, desapegue-se das crenças limitantes. Construa algumas novas, edificantes. Reescreva seu perfil. Mude de ideia, sim, se considerar que a nova é mais a sua nova cara. Não há nada de errado em se refazer de um jeito diferente. Como diz o sábio Zé Simão, “quem fica parado é poste”. E tem mais: síndrome de Gabriela (“(…) Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim (…)” – Gal Costa) nunca levou ninguém ao oásis de si mesmo.

E no que se refere ao amor que você deseja viver em 2014, saiba que primeiro precisa acreditar, de fato e de direito, que merece! Depois, reflita sobre o que pensou, até então, a respeito de si mesmo, de seu par (ou futuro par) e sobre relacionamento ou casamento. Em geral, quem não vive o amor que deseja é porque está se comportando com base em crenças equivocadas e que servem bem mais como armadilhas e obstáculos do que como trampolim ou atraentes desse amor! Encha-se e preencha-se de alegria e entusiasmo e viva um Ano Novo de luz, paz e amor, literalmente!

Planejar e mudar

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 9, 2012 by Psiquê

Comprei a revista Gloss deste mês e li uma matéria que adorei!!! Não precisa nem falar que é uma daquelas matérias que nos orienta a planejar e pensar nas metas para nossa vida.

Antes de mais nada, a dica número 1: Vizualize a vitória! Apesar de parecer cliché, esta dica funciona muito e teve origem no treinamento de atletas olímpicos. “Pensar no bem-estar que sentirá ao alcançar uma meta aumenta a disposição para, de fato, consegui-la”. Imagine!!!!

Mas é importante ter em mente que, não adianta fazer anotações, listas e cronogramas se não estiver agindo de acordo com seus propósitos de vida. (…) É preciso estar preparada para dar um salto de mudança antes de seguir qualquer passo a passo.

Lá vamos às dicas da matéria:

2.Pare de reclamar – admita que na maioria das vezes, as coisas acontecem em função das escolhas que fizemos. Só quem se sente responsável pela própria vida é capaz de mudá-la…

3. Brainstorming – fale e anote tudo o que vier à cabeça. Você não está decidindo nada, ainda…

4. Julgue suas anotações – analise todas as suas anotações feitas, livremente no item anterior.

5. Fique no controle – mesmo que não compreenda bem como vai alcançar determinado objetivo, provavelmente já sabe qual é o primeiro passo. Faça! Assim se sentirá conduzindo seu projeto para a realização. O resultado de cada ação certamente vai lhe indicar as alternativas que tem para seguir adiante.

6. Localize-se! Não fique apenas sonhando sobre onde quer chegar. Analise minunciosamente o ponto em que está no momento. Por último, pense se está em um caminho entre o lugar em que está e aquele que pretende alcançar, ou se entrou em um desvio.

7. Tome nota – escreva todo pensamento que estiver ocupando sua cabeça – pode ser em um caderno, em folhas soltas, guardanapos, no celular, no computador. Não precisa pensar em soluções imediatamente, simplesmente anote. Quando não anota, esse pensamento fica distraindo você de forma sutil.

8. Aumente o foco – você só vai conseguir realizar seus projetos se conseguir se concentrar neles. Para isso será preciso eliminar o excesso de distrações. Evite fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.

9. Evite a procrastinação – dê flagrante em si mesmo se estiver procrastinando. Pare de se autoenganar e resolva o que está evitando.

10. Faça escolhas – e descubra escolhas a serem feitas. Em raros momentos enfrentamos situações em que as escolhas são realmente explícitas, por exemplo, aceitar ou não uma proposta de emprego. Descubra as opções que tem e que não são tão evidentes.

11. Organize seu espaço – todo mundo pensa melhor em um ambiente minimamente organizado.

12. Fale sobre seus projetos – informe as pessoas próximas sobre suas decisões – para que elas a incentivem a continuar, ou mesmo decidam colaborar de alguma forma. Mas não dê crédito a todo tipo de sugestão que aparecer. Escute e reflita. Aprensa a filtar os palpites irresponsáveis que ouvir.

13. Defina prioridades – é preciso fazer o que é mais urgente primeiro, mas também se dedicar ao que é muito importante para você. Coloque seu sonho como prioridade, mesmo que tenha muitas urgências. Quem vive de apagar incêndios acaba não fazendo nada de novo acontecer.

14. Não perca tempo – evite ser exageradamente detalhista. Capriche bastante só no que seu esforço realmente vai fazer diferença no resultado final. Ex. ter atenção à correção ortográfica dos e-mails que mandar não é exagero, fazer e refazer mil vezes sua assinatura profissional, sim.

15. Pense GRANDE – tenha objetivos maiores para alcançar em prazos mais longos – três meses ou até um ano. Divida-os em metas menores e defina tempo para cada uma. Mais uma vez, anote o que precisa fazer a cada dia, não só compromissos mas avaliações sobre o resultado de cada ação tomada.

Liberdade

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 31, 2012 by Psiquê
Photo by Konstantin Militinskiy

Liberdade é algo que não tem preço. Neste final de semana, durante uma conversa sobre as vantagens e o valor do anonimato e da possibilidade de ser livre para fazer o que se quer, ir aonde quiser, estar com quem bem entende, sem ser julgado, perseguido, vigiado, imitado ou acompanhado o tempo todo.

Há quem goste de viver sendo o centro das atenções, mas creio que todas as pessoas queiram, nem que seja por alguns segundos, a liberdade do anonimato. Esse é um valor que não tem preço.

Outra fator potencializador da liberdade é a independência financeira, acadêmica, profissional. Nem sempre temos independência total, mas viver dentro de suas possibilidades, honestamente, podendo fazer suas escolhas, poder ir ao cinema, ao teatro, aos shows que bem entender, comprar as coisas que quiser, não fazer nada se não quiser, dormir até a hora que quiser, passar os finais de semana à toa ou cheio de coisas para fazer, ao lados dos que ama, sozinho…
Seja a maneira que se sente mais feliz e mais livre, desfrutar dessa liberdade é poder ter o direito de escolha e se sentir à vontade com a possibilidade de decidir. Isso é liberdade e este é o maior dos valores que essa vida pode nos proporcionar.
Beijos a todos.

2012

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 9, 2011 by Psiquê

Eis que chegou ao fim mais uma semana. Essa semana foi pesada, desafios para o exercício da paciência e da reclusão. Desânimo, provas, TCC, trabalhos, aborrecimentos, obrigações profissionais e acadêmicas, crises de ansiedade, cansaço, exercícios, preguiça, etc. Mas também foi uma semana de comemorações e alegrias…

A conjuntura me fez lembrar que falta menos de 1 mês para o ano novo começar e que já é tempo de começar a traçar as metas para o próximo ano. Aparentemente, este é o primeiro, de uma série de 4 ou mais anos, que eu não começo o Ano Novo com ciclos de mudanças claros e evidentes. Nos últimos anos, recomecei os ciclos de 12 meses com novidades bem marcantes: mudança no estado civil, mudança de emprego, novos cursos, novos salários, etc. Confesso que adoro a mudança e os novos desafios que ela traz.

Apesar de não ter claramente grandes mudanças para esse começo de ano, no fundo eu sinto que novos ares, novos desafios, nossas responsabilidades e até novas recompensas estão por vir. Mesmo assim, cabe a mim sentar por alguns minutos que sejam para traçar os meus planos e metas para 2012. Afinal, ainda que não tenhamos controle exato sobre os próximos acontecimentos, planejar e sempre o primeiro e melhor caminho.

Que venha 2012!!! 

Realização

Posted in Comportamento, Geral with tags , , , , , , , , , , , , on agosto 31, 2011 by Psiquê

Muitas vezes me pego planejando, pensando nos meus próximos passos e buscando aperfeiçoamento constante. Essa é uma tendência que não devo abrir mão nunca, mas é muito válido reconhecer as pequenas conquistas diárias e elas têm sido muitas, graças a Deus!!!

Quilos a menos, provas realizadas, carteira tirada, relacionamento no trabalho bem melhor, criatividade aflorando, roupas novas (momento fútil, rsrsr), cabelos transformados, preguiça e cansaço vencidos, de certa maneira, algum reconhecimento profissional, saúde em dia e blog bombando. Ontem o Espartilho registrou 1027 acessos e isso é o máximo. Faltam apenas 2 meses para completar mais um ano e chegar ao seu 4º ano de vida!!! Estou muito feliz.

Para completar o Festas e Afins foi criado, e embora com pouco tempo livre, com muita energia e vontade de que ele também cresça e apareça rsrsrs.

Bem, a caminhada continua, mas é muito importante reconhecermos nossas pequenas vitórias cotidianas e tenho fé de que elas serão ainda em maior número!

Dilemas femininos…

Posted in Comportamento, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 31, 2011 by Psiquê

Via Aliciante

Nossa, eu estava buscando palavras adequadas que pudessem refletir aqui, uma certa inquietude que tem rondado meus pensamentos, quando encontrei no site da Consultoria Adigo, uma palestra sobe os dilemas da Mulher Executiva, da qual retiro um trecho para partilhar com vocês:

“Hoje o que mais caracteriza a mulher executiva são seus dilemas com relação ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Apesar de discursarmos a altos brados sobre a maior importância da qualidade do que da quantidade de tempo dedicado à família, no fundo nós mesmas, inconfessadamente, não nos convencemos disso e somos torturadas pelo maior dos males femininos – o sentimento de culpa. Criamos ao longo do histórico de conquistas femininas uma expertise em criar canais de alimentação da culpa.

A primeira fonte é o perfeccionismo, traço bastante comum às mulheres executivas. Com todos os testes implícitos e explícitos que enfrentamos na arena profissional, estabelecemos que precisamos ser nada mais do que perfeitas – como profissional, chefe, mãe, esposa, dona de casa, estudante, filha, nora, etc. Não nos contentamos com menos do que o melhor.

Desenvolvemos uma capacidade crítica apuradíssima, mas que se torna cruel quando se trata de nós mesmas. É dedicado muito menos tempo às pequenas e grandes vitórias do que à tortura do que percebemos como erro ou ponto de melhoria.

Ao perfeccionismo, atrelado à enorme capacidade de doação da mulher, leva a priorização do externo, dos outros, em detrimento a si mesma. O outro, a necessidade do outro é sempre prioridade e nos deixamos para trás.

Isso tudo, sem falar na priorização dos deveres em relação aos direitos, ou pior, do prazer. Primeiro atacar o que deve ser feito e depois, se sobrar tempo, o prazer. Até o tempo que, oficialmente, dedicamos a nós – fazer unhas, ginástica, terapia – muitas vezes carregam em si mais obrigações (com imagem, por exemplo) que prazeres…”

Energia e vibração no trabalho

Posted in Comportamento, Profissão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 2, 2009 by Psiquê

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Photo Klaus Kraiger

Navegando pelo Portal Personare, esbarrei com a seguinte matéria que veio muito a calhar:  Aumente a disposição para o trabalho!

Nela, destacava-se o fato de que nós passamos grande parte de nosso tempo no ambiente de trabalho e,  muitas vezes, chegamos ao final do dia com um sentimento de peso e cansaço.  O trabalho intelectual, às vezes cansa tanto quanto um trabalho braçal ou mais.

Se isso acontece com você, a matéria diz:  Saiba que, ainda que se trabalhe bastante, é possível terminar o expediente com mais vitalidade e leveza. Através do cuidado com a qualidade das nossas energias no local em que costumamos trabalhar.

“Sentimentos como vitalidade, paz, disposição e segurança denotam energias equilibradas e saudáveis. Sentimentos negativos como medo, ansiedade, angústia e mesmo a euforia e empolgação exageradas denotam desequilíbrios em seu padrão vibracional.

Na atribulada rotina profissional, nem nos damos conta do quanto estamos permanentemente interagindo energeticamente com o ambiente físico e sutil do nosso local de trabalho. Aparelhos eletrônicos, luz artificial, ambientes fechados com ar condicionado, mesa cheia de papéis, gavetas abarrotadas, móveis dispostos de maneira confusa. Não é difícil encontrar tudo isso em um escritório típico”.

No trabalho moderno, muitas vezes, não conseguimos escapar  do uso de computadores, celulares ou outros aparelhos. O que não significa que não  possamos fazer um uso mais consciente destes:

  • Desligar o monitor quando sairmos para uma reunião ou ficarmos um tempinho sem utilizar o computador.
  • Celulares não precisam ficar grudados no seu corpo, e carregadores podem ser retirados da tomada quando não estiverem em uso.
  • Utilizar luz e ar natural quando possível pode diminuir a necessidade de lâmpadas e ar-condicionado.

Organização e fluidez contribuem para manter a energia do ambiente saudável. Portanto, mantenha sua mesa e suas gavetas organizadas, além de móveis dispostos de maneira funcional. Olhe para a sua sala. Como você se sente?

  • Perceba se o ambiente lhe passa sensação de leveza.
  • Existe excesso de objetos e materiais? Não é hora de jogar fora o que não serve mais?
  • Se a cor das paredes não é agradável pode pintá-las de outra cor ou enfeitá-las com quadros.
  • Se você vive esbarrando nos móveis ou desviando deles, pode dispô-los de outra maneira ou escolher móveis mais apropriados ao espaço.

O tema me chamou tanto atenção em função do ambiente de trabalho em que estou vivendo – e até dos que já vivi anteriormente, que não para por aqui e deu origem a outro artigo que resumirei aqui.

Para os que ainda não admitiram, as  emoções também podem afetar as vibrações no ambiente de trabalho.

As pequenas atitudes do dia-a-dia, um inocente conversa no “cafezinho” ,  uma ligação telefônica, um e-mail, um olhar podem interferir na vibração que carrega para aquele dia. Como estamos  interagindo com outras pessoas  todo o tempo, nosso perfil vibracional é dinâmico. Uma pessoa que reclama e se lamenta ao seu lado gera uma vibração não harmônica.

É a maneira como você recebe essas energias que determina como ela vai ou não lhe atingir. São seus próprios pensamentos e sentimentos, também constituídos de vibrações, que afetam nosso perfil energético.

Segundo Jill Bolte Taylor, neurocientista autora de “A cientista que curou seu próprio cérebro“, entre um pensamento e seus efeitos fisiológicos decorrem 90 segundos. Durante este minuto e meio você tem a opção de escolher interromper o estímulo do pensamento, antes dele manisfestar-se no seu corpo físico e tornar-se aquele sentimento que toma conta de você. Portanto, a “contaminação” por pensamentos e sentimentos, próprios e alheios pode ser evitada com a sua atenção e consciência. Se ainda assim estiver sentindo muito cansaço no fim do expediente, experimente fazer respirações conscientes acompanhadas de uma visualização no início e ao final do dia. Acompanhe o passo-a-passo:

  • Coloque-se em um ambiente mais tranquilo que puder. Se quiser, pode colocar algo que lhe ajuda a relaxar como uma música calma, um incenso, uma essência aromática.
  • De olhos fechados, inspire visualizando o ar como uma luz líquida que entra em seu corpo iluminando, purificando e enchendo seu corpo de vitalidade, e expire visualizando uma fumaça escura, eliminando todo o cansaço, angústia e negatividade. Veja todos os espaços agora limpos sendo preenchidos pela luz líquida.
  • Quando se sentir plenamente revigorado, abra os seus olhos lentamente, trazendo sua atenção e o sentimento de relaxamento para o momento presente. Afirme para você mesmo que é nesse sentimento que você escolhe viver o seu dia-a-dia.

Nós precisamos nos fortalecer diariamente de vibrações desarmônicas que as pessoas insistem em carregar e, consciente ou inconscientemente, nos contaminar. O equilíbrio e os bons pensamentos são a chave para a proteção contra essas energias negativas. Vibrem positivamente.

Que rumo seguir?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , on março 15, 2009 by Psiquê

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Photo Klaus Kraiger

Estava relendo a frase: “Não há vento favorável para quem não sabe para onde ir” – Sêneca. Ela resume uma inquietude, não sei se constante no ser humano, mas presente em muitos momentos de minha vida.

Definir que rumo tomar é algo que implica uma série de considerações…

Hoje o lado profissional é o que me demanda muita reflexão. Muitas vezes, questionamo-nos  se nossas decisões são as mais corretas… Essa inquietude, de certa forma, é edificante, mas devemos ter uma certa dose de equilíbrio como em tudo na vida. E esse equilíbrio é o mais difícil de alcançar.

No momento procuro tentar descobrir o caminho do meu futuro profissional e isso requer muita reflexão e algumas escolhas. Espero ter sabedoria para descobrir os melhores caminhos. No fundo, no fundo, minha natureza virginiana (rsrsrs) quer ter certeza de que as escolhas são as certas, o que na vida ‘real’ é muito difícil, senão, impossível.

Enquanto a certeza não vem (rsrsr) o ideal é continuar sempre investindo em formação, aperfeiçoamento, qualificação e boas escolhas que não sacrifiquem outras áreas importantes de nossa vida (pessoal, relacionamentos, saúde, lazer, etc)

Como acho que essas questões atingem muitos de vocês também resolvi partilhar aqui um pouquinho.

Grande beijo!

Administrando o tempo

Posted in Comportamento, Geral with tags , , , , , , , , on julho 14, 2008 by Psiquê

Via Amante das Imagens

Depois de uma semana hard core, com noites de apenas 4/5h de sono, corre-corre e ansiedade, muita ansiedade: quase tudo resolvido. Ainda falta muito chão pela frente, mas ao final de cada trajeto o alívio sempre surge. Essa semana que passou foi crucial, pois diante de pouco tempo, greve dos correios, orientadora viajando, finalmente minha dissertação foi entregue à banca. Mas tamanha adrenalina me levou a refletir sobre o tema: administrando o tempo.

Em matéria publicada na Você S.A., por Mauro Silveira, refletiu-se sobre a falta de tempo e a necessidade de planejamento.

“Eis o primeiro e decisivo passo para começar a mudar essa realidade: “Administrar o tempo é fazer com que as pessoas busquem o que mais importa na vida delas“, afirma o consultor Paulo Kretly, diretor-geral da consultoria Franklin Covey no Brasil. Em outras palavras: é preciso definir o que é realmente importante para você, e jamais perder esse foco. “Divirta-se com o que você faz e aproveite a vida”, diz a professora Karen Haley Allen, da Dominican University of California, nos Estados Unidos. “Você dá um grande passo nesse sentido quando consegue uma boa combinação entre o que deseja para sua vida, a contribuição que pretende dar à sociedade e a sua atividade profissional. Essa é a essência da administração do tempo eficiente, pois você estará sempre dando o melhor de si mesmo na execução das atividades.”Digamos que você tenha como prioridade o desenvolvimento profissional, mas as funções que vem desempenhando na empresa não contribuam para esse fim. Conclusão: você está empregando mal o seu tempo. Se você valoriza os papéis de marido e pai e só desempenha o de executivo, também vem perdendo a corrida contra o relógio.

Mas quem disse que administrar bem o tempo é uma tarefa simples?

Exige que você conheça muito bem a si mesmo. Conheça-se. Pergunte-se:

  • Quais projetos gostaria de ter realizado ao longo de todos esses anos?
  • Que pessoas desejaria ver a seu lado?
  • De quais feitos se orgulharia de contar aos filhos e netos?
  • Agora reflita e responda com sinceridade: as atividades atuais que tomam seu tempo estão contribuindo para que você atinja esses objetivos e sonhos? Se a resposta for negativa, significa que está empregando seu tempo para fazer tarefas que não são prioritárias.

Em resumo: você está mais para escravo do que para senhor do tempo. Defina, portanto, suas prioridades.

Grande número de atividades

Agenda, palm, computador e caderno passam a ser bastante úteis a partir de agora. Utilize a ferramenta que achar mais adequada para fazer sua lista de atividades. Defina quais as prioridades do dia e concentre-se nelas. Procure manter o foco. Não perca tempo com coisas que não são importantes e cuidado para não se deixar levar pela ansiedade. Vá riscando tudo aquilo que for executando. Isso é fundamental, pois o deixará estimulado e dará a sensação de que está realmente solucionando os problemas. Se precisar trabalhar mais horas que o normal num determinado período do mês, prefira chegar mais cedo ao escritório a sair mais tarde.

E-mail

Abra-os, no máximo, duas vezes ao dia. “Quem fica o tempo todo olhando seu correio eletrônico geralmente tem o perfil de uma pessoa ansiosa”, diz Sandro Vieira, da Escola de Líderes. Contenha-se. Quando abri-los, no entanto, responda-os no mesmo instante. Coloque os que necessitam de maior atenção e demandam mais tempo na sua lista de prioridades.

Excesso de informações

Mesmo que você tenha uma capacidade acima da média para absorver informações, jamais conseguirá assimilar tudo o que deseja. Você precisa desenvolver um senso crítico em relação ao que deve ou não ler, e saber se uma determinada informação será útil para o seu trabalho. As pessoas perdem muito tempo lendo informações que são interessantes mas não importantes. Para desenvolver uma disciplina, estabeleça um número de páginas para ler diariamente. Ou então determine um tempo fixo: 30 minutos, 45 minutos, uma hora. Evite também deixar papéis com anotações soltos em sua mesa. O ideal é colocar todas elas num único lugar (caderno, agenda, palm etc.). De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Franklin Covey, perdemos em média 28 minutos por dia tentando encontrar em nossa mesa as informações de que tanto necessitamos.

Telefone

É instantâneo: o telefone toca e você o atende, desviando sua atenção. Além de perder a concentração no que estava fazendo, você corre o risco de empregar seu tempo em algo sem muita importância (um amigo querendo bater papo, outro desejando consultá-lo sobre um problema dele e não seu etc.). Para filtrar as ligações, você pode orientar melhor sua secretária, usar uma caixa postal para receber e gravar as mensagens ou mesmo determinar um horário para atender às ligações. Nesse último caso, avise as pessoas sobre a hora em que estará disponível para os telefonemas e peça que procurem respeitá-la. Evite abrir exceções. Seja sempre claro e objetivo ao falar ao telefone no trabalho.

Reuniões

Alguns executivos, na tentativa de reduzir o tempo de duração das reuniões, adotam a estratégia de fazê-las em pé. Isso só funciona se o tema não exigir muita análise, reflexão e debate. Para tornar as reuniões produtivas, adote as seguintes medidas: agende a reunião com antecedência, defina a pauta alguns dias antes e comunique a todos, não convoque ninguém que não seja realmente necessário, controle as conversas paralelas e os que monopolizam o diálogo, e procure não sair da pauta. Reuniões com mais de uma hora de duração geralmente são menos produtivas e mais cansativas. Outra maneira eficiente de impedir que esses encontros se alonguem demais é agendá-los estrategicamente às 11h30 (próximo ao horário de almoço) ou às 4 horas de uma sexta-feira (quando todos já estarão pensando no fim de semana).

Acúmulo de tarefas

Geralmente é reflexo de centralização excessiva. Delegue as tarefas. Para fazê-lo de maneira eficiente, no entanto, você precisa conhecer bem sua equipe e distribuir as tarefas de acordo com o perfil e a capacidade de cada um. Se você delegou, é porque confia nas pessoas. Não fique, portanto, interferindo no trabalho dos subordinados como se fosse o único capaz de resolver o problema com eficiência e dentro do prazo programado.

Interrupções

Se você é daquelas pessoas que estão sempre disponíveis, então sabe o quanto as interrupções atrapalham o desenvolvimento do trabalho. Para evitar abusos, porém, você precisa aprender a dizer não e a ser firme. Não confunda boa educação com complacência. Diga à pessoa que o interrompeu que está ocupado. Se estiver escrevendo e alguém entrar em sua sala, não solte a caneta, caso contrário ele achará que você tem tempo de sobra para ouvi-lo. Peça para a secretária “filtrar” os que desejem falar com você. Outra armadilha na qual caímos com freqüência é a de colocar cadeiras estrategicamente em frente às nossas mesas para receber os visitantes. Isso, na verdade, acaba sendo uma espécie de convite para que as pessoas se sentem ali e fiquem longos minutos falando sobre assuntos que nem sempre estão relacionados ao trabalho. A saída é deixar as cadeiras num canto qualquer de sua sala. Se a pessoa, no entanto, merecer maior atenção, aí, sim, você deve se levantar e posicionar a cadeira diante da mesa.

Burocracia

É um mal crônico em muitas organizações. Que fazer? Simplifique o que for possível. Há um grande número de atividades que somos obrigados a cumprir e que não agregam nenhum tipo de valor à empresa, ao produto e ao trabalho. Então, por que continuar? Tente questionar as tarefas que contribuem para a manutenção da burocracia e eliminar as que estiverem dentro de sua alçada.

Celular

O recurso “olho mágico”, que identifica quem está chamando, é um grande aliado. Só atenda quando for alguém com quem você não pode deixar de falar. Retorne as outras ligações num horário que não prejudique o seu trabalho. Ter um segundo celular apenas para chamadas urgentes é uma alternativa. Isso só funcionará, claro, se você for bastante seletivo na hora de divulgar esse outro número.

Imprevistos

Não há como evitá-los. Mas uma maneira eficiente de impedir que os acontecimentos inesperados provoquem um caos no seu dia de trabalho é manter um espaço de tempo livre na agenda para cuidar desse tipo de problema. Dessa forma, o imprevisto estará relativamente previsto dentro de sua programação.

Enfim, há um velho ditado popular que diz que tempo é dinheiro. É um grande erro. Tempo é vida. Cuide bem dele.

A hora certa para ser mãe…

Posted in Comportamento, Maternidade with tags , , , , , , , on junho 12, 2008 by Psiquê

Photo by Nadya Kulagina

Atualmente é cada vez mais freqüente o adiamento da maternidade entre as mulheres que ocupam o mercado de trabalho. A decisão de ter filhos é cada vez mais, adiada, quando não, anulada.

Estar preparada ou não para que uma gravidez aconteça nos próximos meses ou anos envolve muitos fatores, como objetivos de vida, situação financeira, planos de carreira, “tempo” e disponibilidade. E quando a mulher opta por desenvolver uma vida profissional, começa a pesar também a idade, o tal “relógio biológico”.

O Portal Feminino da Pifzer apresentou uma série de matérias sobre maternidade e uma delas trata do dilema de ser mãe e profissional. O impasse se dá porque as mulheres no mercado de trabalho, com 30, 40 anos, são pessoas que cresceram ouvindo falar sobre profissão, o que não existia antes. É uma mudança de expectativa social.

As vantagens dos dias de hoje é que há uma disponibilidade muito maior de informação em relação à gestação. Porém, “a informação é legal, mas pode ser um fator problemático quando o casal não tem como segui-la fielmente. É preciso aplicar um filtro pessoal, criar distanciamentos de algumas situações ou pessoas. Não é necessário acatar nem atacar”, diz a psicóloga do Instituto Mãe Pessoa, Sheila Skitnevsky-Finger.

Para algumas mulheres, a maternidade costuma servir de desculpa para abandonar uma carreira que, provavelmente, já não era satisfatória. “Ter um filho pode até influenciar na mudança de atividades, de profissão, criando novas oportunidades para a mãe que também é profissional”, revela Sheila. “Mulheres que se propõem a trabalhar em casa, por exemplo, se comprometem a fazer e terminar o trabalho”, completa.

As empresas deveriam reconhecer em muitas dessas mães-profissionais uma grande habilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Algumas optam por fazer home office e dão conta muito bem disso.

Muitas mães que trabalham – se não todas – se sentem culpadas por não ter tempo para ficar ao lado dos filhos. Eu tive essa experiência com minha mãe-profissional. Mas atenção: “A culpa das mulheres, de não poderem estar mais tempo com os filhos, só adiciona elementos negativos à vida deles. Se uma mãe fica 24 horas cuidando da criança, não desenvolve o lado pessoal, interesses, desejos, contato com amigas, marido e trabalho.”

Photo by Nadya Kulagina

Outro ponto fundamental salientado na matéria diz respeito à saúde do casamento antes, durante e após a maternidade. É preciso muito diálogo e compreensão dos dois.

“Após a maternidade, o casal precisa reinventar a relação, pois o que é prioritário hoje, pode deixar de ser após os filhos. Então, são necessárias outras invenções, viajar apenas os dois e deixar a criança sob os cuidados de outras pessoas, assistir a um vídeo quando o filho estiver dormindo, tomar um vinho, usar a criatividade”, aconselha Sheila. É importante que, após a maternidade, a mulher se lembre de resgatar a dimensão “pessoa” da mãe. É legal ser supermãe, sem esquecer de que também é mulher, que precisa se cuidar e fazer o que gosta.

Outras matérias interessantes no portal:

Boa Forma após o parto

Nada de comer por dois

Após o parto: alimentação e cuidados

Casal versus Filhos

Planejamento Familiar