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O amante

Posted in Cultura e Arte, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , on abril 13, 2014 by Psiquê

 

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“…ele estava lá…,era ele no banco de trás, a silhueta quase invisível não se mexia, oprimida…

Ela estava debruçada na mudara, como da primeira vez…

Ela sabia que ele a observava…

Ela o observava também…”

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Despretensiosamente comecei a assistir ao filme O amante, filmado na década de 1990 e ambientado em Saigon, cidade do Vietnam com colonização francesa em 1929. Uma menina de 15 anos, conhece um homem rico chinês durante a travessia e este se apaixona por ela. Tem início uma relação amorosa entre os dois, ela perde a virgindade e vira sua amante. O relacionamento entre os dois, nunca foi considerado uma possibilidade, ora por ela ser branca e francesa e ele chinês, ora por ele, chinês, se sentir preso às tradições e à vontade do pai de casá-lo com uma noiva que lhe foi prometida.


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Apesar de apenas ele admitir ao longo do longa o seu amor incontrolável, mesmo que para ele impossível de assumir, ela afirma não amá-lo o tempo todo, mas, no fundo, parece haver um sentimento em seu coração, o que só percebemos depois da separação. As cenas entre eles são muito intensas e a relação, apesar de envolta em momentos de frieza, interesse e descaso, esconde uma paixão por vezes incontrolável e contagiante. Não perca a oportunidade de assistir…

Excelente filme, recomendo fortemente. Triste, mas muito bom.

 

As horas

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 15, 2014 by Psiquê

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Hoje assisti ao filme As horas, e consegui entender as inúmeras excelentes recomendações que recebi da obra. O filme é excepcional, envolvente, emocionante e mexe com algo com o que nem sempre sabemos lidar: as emoções, os relacionamentos e a morte.

O filme fala da depressão e da maneira como se convive e se trata da mesma em diferentes cortes temporais: anos 20, anos 40 e século XXI. Um boa análise sobre a obra pode ser encontrada no site Omelete, leia As horas: o impacto da cultura na depressão.

“As três mulheres de As horas mostram o histórico de um modelo que, cada vez mais, é respeitado, embora antigo, repetido e, durante grande parte das últimas décadas, desprezado. É uma proposta de entendimento do sofrimento psíquico, uma invenção da medicina para concebê-lo, entendê-lo e tratá-lo. Parece simples, não?”

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“Cabe ainda uma última observação: é através do homem deprimido que estas mulheres falam. O masculino é o que age de maneira inexorável, frágil e vulnerável em seu insuportável sofrimento e visão de mundo. Com ele, saltam pela janela toda a esperança masculina de redenção e, no ato histérico de desaparecer, no dia de sua homenagem, fere a única mulher que ainda o ama e é sua amiga.”

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As Horas, baseia-se no livro de Michael Cunningham, que, por sua vez, se inspirou no romance “Mrs. Dalloway” de Virginia Woolf. O enredo trata da história de três mulheres que carregam em suas vidas muitos sentimentos em comum, como a insatisfação e o fracasso.

São retratos de vidas em épocas diferentes, que se entrelaçam através de um livro, “Mrs. Dalloway”. É um filme de alma feminina, onde, nos artifícios da trama, outras mulheres se reconhecem no drama existencial de cada uma das personagens, humanizando assim o lado da ficção. Uma mulher que gostaria de ser uma personagem de um romance, uma que o escreve (a própria Virgínia Woolf), outra que o vive.

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Acompanhamos, dessa forma, um dia na vida dessas três mulheres. São três histórias em espaços temporais distintos, mas intercaladas na narrativa. Virginia Woolf é a escritora do livro, que afastada da vida agitada de Londres por seu marido, a conselho médico, percebe-se a cada dia, mais infeliz e amargurada. A mesma, é retratada na altura em que escreve o livro em questão, onde seus conflitos internos são repassados para a obra, inclusive o suicídio. A segunda mulher é Laura, dona de casa, esposa e mãe. Laura encontra-se desesperada dentro de um casamento onde os sentimentos são artificiais, pois embora viva num ambiente de tranquilidade e aparente felicidade, se sente vazia e cogita a morte para escapar da realidade da sua vida medíocre; ela está a ler o livro de Virgínia Woolf, o qual reforça sua ideia de evasão e suicídio. A terceira é Clarissa, uma bem sucedida editora, mulher cosmopolita do século XXI, vive um relacionamento lésbico de longa data e se identifica paradoxalmente com Mrs. Dalloway. Tudo o que Clarissa deseja no momento é que sua festa em comemoração a atribuição de um importante prêmio à obra poética de Richard, seu melhor amigo e ex-amante dê certo. Richard encontra-se debilitado pela AIDS e vive fechado em um apartamento frio e sujo. No meio dos preparativos, Clarissa pressente o vazio daquela arrumação fútil e o peso das horas.

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Uma das cenas iniciais do filme mostra as três mulheres se levantando ao amanhecer, concomitantemente, quando Virgínia escreve, Laura lê e Clarissa fala a mesma frase: “acho que eu mesma vou comprar as flores”, e uma outra cena onde vemos o suicídio de Virgínia, retratado de forma simbólica, mas muito forte. Com isso, percebemos que “cria-se logo no início da narrativa de Wollf, um paralelismo entre Celebração e desencanto, festa e morte” (AZEREDO, 2004).

O desespero das três mulheres vai crescendo com o passar das horas, horas sempre iguais, horas sem nenhuma esperança de mudança, sem nenhuma ansiedade, só a ansiedade provocada pelo nada. Solidão, infelicidade, doença, identidade e realização sexual (nas três tramas as personagens beijam outra mulher na boca), e principalmente a morte.

As lutas e sofrimentos vivenciados pelas três mulheres são universais. As horas… os momentos… as decisões que tomamos. Talvez nos encontremos nas situações extremas de cada uma das personagens; cada uma delas lutando para dar um sentido à suas existências e ser simplesmente feliz. Três mulheres presas no tempo e no espaço, nos seus próprios espaços, nas suas vidas. Ao ser levantado o tema da morte, das escolhas, da sexualidade, das decisões, vemos que as personagens descobrem que nem sempre a vida é aquela que esperamos, nem sempre as horas são diferentes. O que são essas horas até perceberem que as perderam para sempre?

A emoção limite, que nos leva a tomar decisões e fazer escolhas que modificam a nossa vida para sempre. Vale a pena assistir!

Marquesa de Santos

Posted in Cultura e Arte, Curiosidades, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 24, 2014 by Psiquê

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Ontem, assistindo a alguns vídeos históricos sobre mulheres que viveram no Brasil, deparei-me com a história de duas mulheres, a D. Leopoldina, Imperatriz do Brasil e da Marquesa de Santos, que foi amante de D. Pedro I e bastante influente durante o período. Ambas foram grandes mulheres, envolvidas ativamente no pensamento político do país, mas nesta postagem, resolvi compartilhar com vocês um pouco da história da Marquesa.

“Durante o século XIX, a condição da mulher era cercada por rígidos padrões morais que determinavam o seu lugar em uma sociedade dominada por homens. No entanto, as exigências de recato e subserviência nem sempre acabavam por selar o destino de todas as mulheres do Brasil Imperial. Escapando dos valores da época, é possível encontrar várias histórias em que mulheres extrapolaram seus limites estabelecidos para viver outra espécie de destino.

Entre esse singular tipo de mulher, podemos enquadrar a bela e jovem Domitila de Castro Canto e Melo. Nascida em São Paulo de Piratininga, em 27 de dezembro de 1797, a filha do coronel reforma João de Castro Cantão e Melo e de Escolástica Bonifácio de Toledo Ribas, marcou os primeiros e conturbados anos do Brasil Império. Um pouco antes disso, já congregando fervorosos admiradores na juventude, ela se casou com apenas quinze anos de idade.

Esse primeiro casamento acabou em rápida separação, o que levou a jovem retornar à fazenda dos pais. No decisivo ano de 1822, quando a independência seria consumada, foi que a bela jovem paulistana teria o seu primeiro encontro com Dom Pedro I. Deixando à parte os detalhes do primeiro encontro (sobre o qual existem diferentes versões) vemos que o enlace do casal, logo impeliu nosso jovem imperador a colocar a bela Domitila mais próxima de seus olhos.

No ano de 1823, ela se mudava para a cidade do Rio de Janeiro, onde residiu inicialmente na Quinta da Boa Vista. Casado com Leopoldina de Habsburgo, Dom Pedro I chocava a sociedade da época ao sustentar seu caso extraconjugal sem a mínima preocupação de encobrir a amante ou sustentar a imagem de uma autoridade respeitável. Ao tornar a amante primeira-dama da imperatriz e assumir a paternidade de Isabel Maria, primeira filha com Domitila, D. Pedro I inquietava a opinião pública.

Com a seguida morte da imperatriz, os ataques ao romance intensificavam-se ainda mais. Vários ministros renegavam o poder de influência e as aspirações de uma mulher que tanto chamava a atenção do imperador do Brasil. Em diferentes ocasiões, D. Pedro I demitiu esses ministros e outros funcionários que discordavam de sua aventura amorosa. À medida que a paixão se ampliava, o imperador concedeu os títulos de viscondessa e marquesa de Santos para sua amante.

Para muitos, a ação daquela mulher moldava o comportamento político do imperador e sua grande ambição seria ocupar a condição de Imperatriz do Brasil. Entretanto, contrariando às expectativas, Dom Pedro I acabou escolhendo Amélia Beauharnais, a Duquesa de Leuchtenberg, como mulher de posição mais adequada para estar ao seu lado no governo imperial. Mediante o novo e inesperado matrimônio real, o relacionamento entre o imperador e a marquesa de Santos chegava ao seu fim.

Voltando grávida de seu último filho com D. Pedro I à São Paulo, a marquesa de Santos resolveu domiciliar-se na chácara de Francisco Ignácio de Souza Queiroz. Nesse tempo, passou a constituir uma nova relação com o coronel Rafael Tobias de Aguiar, com quem se casou em 1842. Teve seis filhos com esse seu novo marido, passou a ajudar pobres, doentes e estudantes, e ficou viúva em 1857. Dez anos mais tarde, aos setenta nos de idade, ela veio a falecer deixando um vasto patrimônio.

Autoria de Rainer Sousa (Graduado em História), Equipe Brasil Escola

A paixão e a influência:

“Durante sete anos, de 1822 a 1829, viveria o maior e mais longo escândalo sexual do Brasil. Amante de d. Pedro I, este a fará Dama Camarista da Imperatriz, cargo que a colocava acima das demais damas do paço e na escala dos semanários, ou seja, ao menos uma vez por mês moraria junto com os imperadores.

D. Pedro, jovem e no auge do poder, pouco fez para esconder o caso, o que lhe dificultaria muito na Europa a busca de uma nova esposa após a morte de d. Leopoldina, em dezembro de 1826. Jornais na Europa chegariam até a culpar d. Pedro e Domitila da morte da imperatriz. O nome da Marquesa de Santos foi constante nos relatórios dos diplomatas estrangeiros no Rio de Janeiro. Sua proximidade com o imperador atraía para si desde comerciantes estrangeiros querendo a liberação de uma carga no porto até o enviado de Sua Majestade Britânica, Sir Charles Stuart, encarregado das negociações do reconhecimento da independência do Brasil com Portugal.

Após quase um ano de negociações, finalmente surgiu uma noiva, a princesa Amélia de Leuchtenberg, neta do rei da Baviera e da ex-imperatriz dos franceses, Josefina, esposa de Napoleão. Ela aceitou a proposta de d. Pedro, e assim Domitila foi substituída na cama e no coração do monarca por uma garota de 17 anos, que podia ser filha da Marquesa”.

Mais detalhes da história da Marquesa de Santos podem ser encontrados aqui.

A Casa da Marquesa em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, encontra-se em fase de restauro. Lá funciona o Museu da Moda Brasileira.

“Joia arquitetônica do Rio de Janeiro e do Brasil, a Casa da Marquesa de Santos foi presente do Imperador D. Pedro I para Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, em 1827. Raro exemplar arquitetônico do século XIX, é uma das primeiras edificações tombadas pelo IPHAN, em 1938. Projetada por Jean Pierre Pézerat, arquiteto do Imperador, é adornada com pinturas decorativas de Francisco Pedro do Amaral e trabalhos em estuque dos irmãos Ferrez. A Casa da Marquesa apresenta uma aura graciosa e romântica, mesclando temas do universo feminino com o universo neoclássico (…)O Museu da Moda Brasileira será o primeiro museu brasileiro dedicado ao universo dos costumes e da moda no Brasil. Em um conceito inclusivo e aberto, os acervos permanentes reunirão peças do cotidiano à alta costura, do passado ao futuro e da moda de todos nós. Além disso, o Museu promoverá exposições temporárias, itinerantes e receberá exposições internacionais.”

Livros que mencionam parte da história desta personagem:

A Carne e o Sangue, de Mary del Priore

A Marquesa de Santos – 1813 -1829, de Paulo Setúbal

Titília e Demonão, de Paulo Rezzutti

Domitila, A verdadeira história da Marquesa de Santos, de Paulo Rezzutti

Em 1984, a Rede Manchete veiculou a minissérie intitulada, Marquesa de Santos, baseada no livro de Setúbal e foi um verdadeiro sucesso.

Mais detalhes que Paulo Rezzutti releva, leia aqui.

Outro texto bem legal sobre o relacionamento entre a Marquesa e D. Pedro I, é o intitulado Paixão e sexo na corte brasileira: D. Pedro I e a marquesa de Santos, de Renato Drummond Tapioca Neto. Leia, vale a pena conferir.

 

Basílio, a decepção

Posted in Curiosidades, Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , on julho 7, 2008 by Psiquê

Ontem, assisti, depois de tanto esperar ao filme Primo Basílio, com Débora Falabela, Glória Pires, Reinaldo Gianechini e Fábio Assunção. Para quem não conhece a história, trata-se de uma adaptação do livro de Eça de Queiroz, publicado em 1878. Na adaptação da Globo Filmes a história se passa na São Paulo da década de 1950.

Foi uma decepção, talvez porque esperasse um filme excepcional. Achei bastante fraco, tecendo elogios apenas para a atuação de Glória Pires que está inacreditavelmente feia e envelhecida no papel. Débora Falabella é ótima atriz, atua muito bem como Luísa, mas nada que fuja ao que vemos em seus outros personagens. Fábio Assunção está bem melhor do que nas últimas novelas, uma surpresa. Gianechini, por sinal, está péssimo na atuação. Mas, valeu a intenção de conhecer a história.

Para quem ainda não conhece, um resumo abaixo, mas no filme a história muda um pouco.

 O Primo Basílio conta a história de Luísa, jovem sonhadora e ociosa da sociedade lisboeta, que acaba envolvida por Basílio, seu primo, com quem se reencontra, após anos de distância. Achando-a sozinha, já que Jorge, o marido, viajara a negócios, Basílio serve-se de toda a sedução e galanteios, até levá-la a se envolver profundamente consigo, tornando-se sua amante. Juliana, a criada, descobre a corres­pondência trocada por ambos e chantageia a patroa.

Após sofrer muitas humilhações e ter que se submeter aos caprichos da crudelíssima criada, Luísa consegue, ajudada por um amigo, reaver as cartas e, Juliana, pressionada a entregá-las, ante as ameaças, acaba morrendo do coração. Após tanto sofrimento, Luísa adoece. Basílio, de há muito, encontra-se longe de Lisboa. Jorge regressa ao lar. Certo dia, chega uma carta do primo para a esposa e o marido intercepta a correspondência e toma conhecimento de tudo que ocorrera.

Desesperado e sofrendo demasiadamente, ainda assim Jorge resolve perdoar Luísa. Ela, no entanto, piora muito ao saber que o marido descobrira tudo o que fizera de errado, e vem a falecer. A reação de Basílio, ao saber da morte dela, é de pesar, por ter perdido sua diversão em Lisboa.

Fiquei louca para ler o livro, deve ser muito mais interessante!

Horóscopos Diversos

Posted in Curiosidades, esoterismo, Geral with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 30, 2008 by Psiquê

Via Cu Cu

Há alguns post conheci o Três Luas Tarot e achei superlegal a descoberta de dois horóscopos novos, pelo menos para mim, o cigano e o egípcio. Agora partilho com vocês mais ALGUMAS DESCOBERTAS BEM LEGAIS.

1. O Horóscopo Celta:

O meu é CRUZ – 08/08 a 20/10

Extremamente organizada, você tem uma personalidade marcada pela disciplina e sempre coloca o trabalho em primeiro plano.

Profissionalmente, destaca-se por sua inteligência aguda e seu senso de organização. Tem a maior atração pelas atividades administrativas, científicas e tecnológicas. Também é boa conselheira para os amigos e colegas de trabalho, já que não lhe faltam bom senso e discernimento. Aprecia os esportes e a vida natural.

No amor, empenha-se em manter a harmonia no relacionamento. Curte uma vida sexual nada monótona, mas só partilha seu afeto com alguém que conquiste totalmente sua confiança. Conheça o seu em: Horóscopo Celta

2. Horóscopo das Árvores:

SALGUEIRO – 1º a 10 de março e 3 a 12 de setembro

Ligado à lua e ao feminino. A beleza dos nativos de salgueiro vem de uma mistura inesperada de melancolia e sensualidade. Eles amam a natureza, são sociáveis e extrovertidos. Gostam de viajar, de descobrir novas idéias e influências. No amor, se expressam com romantismo, mas preferem não assumir compromissos rígidos. Procure informações sobre o seu em: Horóscopo das Árvores

3. Horóscopo das Deusas Celtas:

VIRGEM – BRIGID (Deusa da Sabedoria e das Artes)

Brigid é a donzela eternamente jovem, que cura as enfermidades, purifica nosso lar, nos defende dos perigos e coloca palavras na boca dos poetas.

Brigid ajuda as nativas de virgem a realizarem suas loucuras mais secretas. Está mais do que na hora de você ter uma vida mais interessante, com as energias e a criatividade dessa Deusa. Ponha em prática todos seus sonhos.

Jóias: platina e ouro

Cor da roupa: azul, preta, prata ou rosa.

Óleos: cravo, poção do amor, alfazema.

Ervas: avenca, calicanto, ginseng, mandrádora, verbena.

Pedras: Ágata, citrino, amazonita, hematita, quartzo azul, quartzo fumê, aventurina, quartzo branco, ametista.

Ritual de Proteção: Acenda um incenso de verbena em uma quarta-feira.

Se quiser saber a sua deusa, acesse Horóscopo das Deusas Celtas

4. Horóscopo das Flores: veja o seu no blog Três Luas

Rosa (de 29/08 a 23/09)

De origem desconhecida , é a flor mais popular do mundo. E na Atlântida simboliza o desejo de viver intensamente, usufruindo a vida ao máximo. Aliás, seus nativos levam isso tão a sério que, às vezes, até esquecem de si mesmos. São amantes ternos e calorosos, que precisam de alguém capaz de amá-los desinteressadamente. Buscam a plenitude em tudo e muitas vezes colocam obstáculos no próprio caminho, apenas pelo prazer de vencê-los.
Rosa Prática. Otimista por natureza, extrai lições de cada dificuldade. Possui senso prático, o que faz progredir profissionalmente. Não constuma contar vantagens , mas gosta de ser elogiado. E espera que se generosidade seja retribuída na mesma moeda. Só deve tomar cuidado com sua tendência ao egoísmo.
Rosa Aventureira. Com classe e elegância inconfundíveis, esse tipo é difícil de se influenciado e só se dedica integralmente a uma atividade se estiver no comando. Severo e exigente até consigo mesmo, precisa controlar e possessividade no amor e aceitar as pessoas como elas realmente são.
Rosa Romântica. Eternamente em busca de um príncipe encantado, sonha com alguém que resolva todos os problemas de sua vida. Por isso, volta e meia está só. No trabalho, porém, não vacila. Mesmo agindo por intuição , é crítico e preciso. E demonstra uma espantosa versatilidade.
Rosa Idealista. Se aprende a ouvir os outros, alcança um grande desenvolvimento interior. Possui imaginação criadora e está sempre bem informado. Também não dispensa alguns prazeres, pois, como todo rosa, é sensual e esportivo.

5. Horóscopo Xamânico:

Urso-Marrom (de 23/08 a 22/09)

A Lua da Colheita. Personalidade: Você preza demais o trabalho. Alegra-se em executar corretamente suas tarefas e tem como finalidade “alcançar a perfeição”. Por isso, mesmo sabendo que todo mundo erra, você se tortura com a mera possibilidade de falhar. Até se estressa, de tanto que se preocupa em manter um excelente desempenho! Detalhista, observa tudo minuciosamente e capricha pra valer. Comporta-se com modéstia e não faz questão de colher os louros da vitória, preferindo pegar “sua parte” em dinheiro. Seus traços negativos são a mania de exigir demais dos outros e uma certa tendência à hipocrisia. Estado Emocional: A ternura é sua característica mais marcante Sexualidade: Desejo intenso, mas existe uma certa tendência a se retrair. Desafios: Relaxar um pouquinho e não ficar o tempo todo se comparando com os outros. Desejos inconscientes: Tornar-se “perfeito”; viver um romance no qual você seja absolutamente “tudo” para a outra pessoa. Elemento predominante: Terra e Água Vento: Norte. Simboliza a lucidez. Direção: Nordeste. Definir-se: este é o seu caminho Planta: Violeta. Mineral: Topázio Animal: Urso. Cor: Marrom e Violeta Parceiros mais compatíveis: Ganso e Castor.

Caso tenha curiosidade de conhecer o seu signo xamânico acesse: Horóscopo Xamânico

O amor nos tempos do cólera

Posted in Romance with tags , , , , , , on dezembro 27, 2007 by Psiquê

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Depois de contar os dias para o Natal e esperar pela estréia do filme O amor nos tempos do cólera, no Brasil – com legendas por sinal repletas de erros – não tenho nada do que me arrepender. O filme é muito bem produzido e a atuação dos atores fantásticas – especialmente nossa querida Fernanda Montenegro, que mais uma vez dá um show!

Não escolhi a apresentação do filme na versão brasileira, pois essa aqui parece mais adequada aos cenários e propostas do Espartilho, a rosa vermelha evoca o amor, a paixão e a sensualidade. O filme é uma adaptação do romance  mesmo título do colombiano Gabriel Gárcia Márquez, dirigido pelo inglês Mike Newell.

Saí do cinema doida para comprar o livro – que deveria ter lido antes, mas como o comércio estava fechado naquela noite de 25 de dezembro, esperei até o dia seguinte. Cá estou com a obra, para procurar na mesma, as entranhas que Gárcia Márquez diz ter usado para escrever o romance. O ator principal eu achei bastante morno, como  reforça a crítica do Omelete, também achei a bela e italianíssima Giovanna Mezzagiorno atuou bem em todas as idades. A cena do casal na cama aos 70 e poucos anos surpreendeu de tão bela, mas achei que o amor vivido por Javier Bardem pareceu um pouco apelativo e pouco convincente. Nada que o filme não tenha conseguido contornar. Valeu muito a pena assistir, mas depois de ler o livro volto a comentar a respeito.

Os críticos foram bastante rígidos com o que chamaram de falta de familiaridade com o ambiente latino-americano. Veja mais algumas:

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