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Mulher de cabelo curto

Posted in Comportamento, Curiosidades, Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , on janeiro 20, 2014 by Psiquê

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Eu adoro cabelos curtos em mulheres, além de superinteressantes e sensuais, eles representam uma postura mais segura e autoconfiante de quem os escolhe. Compartilho da opinião exposta no blog Papo de Homem, mas como sou mulher, procurei um depoimento que reforçasse minha visão do tema.

Antes de Nero incendiar Roma, ele teria ordenado:

Preservais nossos monumentos sagrados. Não ateais fogo nos templos de Júpiter, Apolo e Marte. Manteis intactas, para serem veneradas pela eternidade, todas as mulheres de cabelo curto”.

Não existe alguém totalmente louco. Nem Nero. Todo mundo que é louco não passa de “meio louco”. Explico: metade do tempo o indivíduo está louco e a outra metade está se aproveitando da sua condição de louco. Mesmo Nero, no ápice da sua sandice, sabia o que devia respeitar. Mulheres de cabelos curtos exigem sobriedade, inclusive dos loucos.

Uma mulher de cabelo curto é o seguinte: ela tem uma informação para te dar; e ela não pergunta se você quer ser informado. Mulher de cabelo curto, simplesmente, informa. O resto que se dane. Mulher de cabelo curto diz o seguinte: eu tenho minha autoestima no lugar e não preciso de nada que venha de você.

A mulher de cabelo comprido precisa de algum artefato histórico para se manter próxima da sua feminilidade. Algo como um tipo de identidade socialmente especial. Parece um advogado que conheci no século passado. Quando era parado por uma blitz de trânsito o cara apresentava a carteirinha da OAB, no lugar da CNH. Mulher de cabelo curto não precisa de atestado protocolado em cartório para ser mulher. Ela não precisa daquela sensação pré-civilizatória de ser puxada pelos cabelos por um hominídeo com tacape na mão.

Toda velha sensata se torna uma mulher de cabelo curto. Toda velha biruta mantém as crinas compridas, enormes, atrasando o processo darwinista de evolução da espécie.

Quanto mais velho melhor. A comparação entre a idade das pessoas e dos vinhos é parcialmente verídica. Como qualquer coisa parcialmente verdadeira também é parcialmente falsa, sugiro que possamos aprimorar a endoxa. Mulheres são como os vinhos. As boas, quanto mais velhas, melhores. As ruins, com o tempo, viram vinagre. Idênticas aos vinhos. Mulher de cabelo curto é bebida fina. É pinot noir 2008. É a diferença entre uísque e scotch! É preciso ter qualidade de puro malte para o processo de maturação se adiantar ao envelhecimento pelo calendário gregoriano. Já viu mulher de cabelo curto preocupada com o calendário gregoriano? Convenções e engendramentos sociais? Bem capaz! A mulher de cabelo curto é um scotch 12 anos com maturação de 18.

Vinhos, scotchs e mulheres de cabelos curtos. Eis aquilo que separa os homens das codornas. A loira gelada, e geralmente cabeluda, é o melhor que um menino pode querer. Um dia, todo mundo se acostuma com o que pode vir a ter na vida. Meninos acham mulheres cabeludas o máximo. São codornas. Não foram apresentadas aos scoths e a uma mulher de cabelo curto. Mulher de cabelo curto não serve para publicitário fazer roteiro de propaganda de cerveja.

A mulher de cabelo curto entra em qualquer lugar como se ela fosse dona. Mulher de cabelo comprido precisa virar o pescoço para olhar com atenção. Mulher de cabelo curto só precisa mover os olhos. Mulher de cabelo comprido precisa ter atenção. Mulher de cabelo curto chama atenção por onde passa.

Não há nada para atrapalhar uma mulher de cabelo curto. Nem loiras geladas. Nem codornas mimadas.

A personalidade da mulher de cabelo curto é como um tipo especial de olho azul: ou nasce com, ou vive uma vida toda admirando no rosto dos outros. Mulher de cabelo curto não escolhe cortar o cabelo. Seria como colocar lentes de contato e pagar o preço do papel ridículo. A nós, homens, resta o esforço de procurar mulheres com personalidade.

E a sorte para encontrar uma mulher de cabelo curto.

Autoria: Everton Maciel é gaúcho e não suporta bairrismo. Só tolera bares que não permitem camisas polo. Nasceu jornalista, mas fez mestrado em Filosofia e mantém um blog próprio.

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Outro site que publicou um texto  sobre o tema de autoria de Frederico Elboni,  foi o Entenda os Homens, o qual não posso negar que também me chamou a atenção. Eis um fragmento:

“Primeiramente assumo esse ser um dos meus maiores fetiches.

As pessoas buscam uma identidade no mundo, algo que as marque como únicas, especiais… Nesse mundo de pessoas uniformizadas pelos padrões midiáticos a simplicidadeautenticidade e principalmente a naturalidade estão cada vez mais valorizadas.

Mulheres de cabelo curto transmitem a maior segurança que conheço nesse universo feminino. Ela não liga para sua opinião, ela é segura de si. É como se fosse um teaser da sua personalidade, mesmo que ela não seja exatamente dessa maneira, é isso que ela vende. E assim remete serem desprendidas de todo arredor de amarras que o mundo nos impõe, essa padronização, essa necessidade de ser gostosa…

É como se a mulher de cabelo curto tivesse um alvará para ser a mulher que ela quiser, quando ela quiser.”

Cultivando o equilíbrio

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , on abril 5, 2013 by Psiquê

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Na série de buscas pelo meu autoconhecimento, acabei descobrindo o blog da Jeanni Pilli – http://equilibrando.me/. Claro que esta busca envolve diversos caminhos, buscas, tentativas, mas o blog citado trata do aspecto da saúde mental e da meditação, como um destes caminhos. Aparentemente o blog é novo, mas parece ter vindo envolto numa gama de tão boas e interessantes intenções de troca, que merece ser visto, degustado, admirado, experimentado.

Sua descrição parece resumir bem esta sensação:

“O equilíbrio pode nos devolver o tempo que pensamos não ter. Pode nos permitir dar a quem está ao nosso lado o que temos de mais precioso: a nossa presença. Não tem como comprar, ninguém pode nos dar de presente, mas podemos cultivá-lo. Esta é a nossa grande aventura!”

A busca pelo entendimento e pelo bom funcionamento da mente, seja através do seu esvaziamento, seu aperfeiçamento, seu entendimento, ou o que for, é uma constante em minha vida.

Um dos tantos artigos que me chamou a atenção foi o Meditação, entender ou aprender, talvez por eu ainda não entender o funcionamento da meditação, mas sentir uma vontade de conhecer…

Marcos Rojo, autor do artigo em questão destaca algumas “definições” de meditação:

“Algumas definições de meditação me dão a entender que são baseadas em análises enquanto outras me parecem retratar experiências. Por exemplo:

“Meditação é o voltar para casa”. Esta definição nos remete à sensação que temos quando voltamos para casa depois de um dia difícil, numa noite fria. Para o autor desta definição, a sensação de aconchego, segurança e acolhimento, são comparáveis às sensações obtidas na prática de meditação.

“Meditação é estar aonde a mente está”. Em outras palavras, é estar por inteiro, estar disponível, não deslocar a mente para o passado ou para as fantasias do futuro, é prestar atenção naquilo que se está fazendo. Ou seja, faça o que tem que ser feito com todo seu empenho, envolvendo-se por inteiro, ainda que a tarefa seja simples. Isto também é uma forma de meditação.

“Meditação é um relaxamento de pensamentos e sentimentos”. É como se estivéssemos num lugar onde não precisássemos disfarçar sentimentos. Estamos tão à vontade e tão seguros que não precisamos fingir, podemos ser autênticos, especialmente com a gente mesmo.

“Meditação é um silêncio momentâneo que ás vezes aparece”. Esta é para mim uma das definições mais honestas. Ficamos muito tempo sentados, para sentir, de vez em quando, algo por pouco tempo, mas que já é o suficiente para nos motivar a continuar com a prática. O texto de Patanjali, não fala de quantidade de meditação, mas da qualidade. Podemos ter experiências muito curtas e muito marcantes. Podemos ver uma imagem ou uma cena rápida que nos impressiona para o resto da vida.”

E a conclusão do mesmo é o aspecto mais interessante de todos. Para Rojo, estas definições nos ajudam a entender o que será que devemos sentir quando meditamos, mas só aprenderemos com as nossas sensações individuais.

Curiosamente, todos os dias passamos pelo estado de mente sem pensamentos (samadhi), só que dormindo. Neste momento de sono profundo a mente está quieta, mas, nós não estamos conscientes, então não experimentamos. Se não houve experiência, não houve mudança de comportamento e acordamos iguais, descansados, mas, iguais. Por outro lado, se pudermos sentir o prazer de um estado onde não sentimos falta de nada, não temos medo de nada, não precisamos provar nada para ninguém e onde tudo está correto, ainda que seja por alguns segundos, acredito que seremos outros depois desta experiência.

Mercúrio na casa 8

Posted in Astrologia, Comportamento, esoterismo, você with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 14, 2013 by Psiquê

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O Personare trouxe uma matéria analisando a relação entre a astrologia e a maneira como você usa a sua mente, eu tenho que confessar que adoro estas coisas e resolvi partilhar com vocês.

O meu resultado é, Mercúrio na casa 8, mas quem quiser consultar a reportagem do site, fique à vontade.

Utilização Positiva

Pessoas com Mercúrio na 8ª casa do Mapa têm a mente profunda, penetrante e habilitada a lidar com temas mais densos e complexos. Os variados assuntos ligados à vida espiritual também são de seu agrado. Vivem querendo descobrir a chave do “baú do inconsciente”. Falam com segurança e assertividade sobre assuntos considerados tabus. Escolhem a dedo o que é proibido ou velado como: sexo, morte, questionamentos psicológicos, temas subjetivos e preconceitos. São estrategistas inatos, de mente analítica, observadora e super atenta. Planejam tudo com grande cuidado para que possam atingir o alvo desejado, sem nenhuma possibilidade de erro. Em alguns casos, podem organizar e montar negócios associativos e propiciar grandes lucros a todos os sócios.

Utilização negativa

Com Mercúrio mal utilizado nesta posição, a pessoa pode ser dona de uma língua ferina, sarcástica e aquela que não hesita em magoar profundamente o outro quando quer se vingar. Há uma tendência obsessiva de manipular a maneira de ser e pensar das pessoas, tentando dominá-las, para que elas sigam e concordem com suas ideias e ações. Resistem às mudanças e às ideias dos outros, e têm um mórbido prazer de controlar, inibir e influenciar por meio de seus pensamentos. Correm o risco de passar por sérios e traumáticos desentendimentos com associados ou parentes, por causa de questões legais, contratuais, heranças ou testamentos. Fascinados pelos assuntos ligados à sexualidade, leem, escrevem e vivem à procura de relatos que contenham algum tipo de informação para abastecer a sua curiosidade insaciável e recorrente sobre estes temas.

O lugar de cada um

Posted in Comportamento with tags , , , , , , on março 30, 2012 by Psiquê

Esta semana me deparei com uma frase bastante interessante: “Care about what other people think and you will always be their prisioner. ” Lao Tzu. Evidentemente que todos nós em algum momento, nos preocupamos com o que os outros pensam de nós, em sermos bem aceitos, em parecer belos e bem apresentáveis, etc.  Mas ser escravo da opinião dos outros é uma prisão que não trará felicidade a ninguém. Afinal, é impossível agradar a todos.

A autoconfiança é algo que se constrói com o tempo e com a maturidade, exercitá-la e buscá-la é sempre fundamental, mas é um exercício contínuo. Acredito que todos podem ser e estar o melhor possível, desde que respeitem seu estilo, seu corpo, seus limites, sua realidade.

Vejo muitas pessoas se comportarem como se fossem obrigadas a seguir estilos que aparecem nas revistas, na TV, nas ruas, sem se preocupar em adequar aquele estilo ao seu tipo de corpo, aos seus gostos, etc.  Isso é fundamental não apenas para se sentir bem e segura, como para viver da melhor maneira sem ferimentos e tentativas de se enquadrar em padrões que não nos pertencem.

Pensem nisso, acreditem em si mesmos!

Maturidade e expectativas

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 22, 2012 by Psiquê

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Estou eu aqui, num sábado à noite, curtindo o musical Burlesque, e tentando concretizar em palavras as expectativas que carregamos…esta atmosfera sensual, musical, batalhadora, me atrai bastante. Dança, corpos, músicas, luta por ser alguém ou chegar a um lugar, segurança, esperança, são palavras que me atraem bastante.

Às vezes me pego pensando no quanto eu queria na minha pré-adolescência, chegar à maioridade, à maturidade, mudar minha aparência física, minhas escolhas, meu lugar. Hoje, penso que devemos sempre aconselhar nossos adolescentes a se aceitarem, se amarem e não deixarem ninguém os diminuir, pois a vida é uma só, os momentos passam e cada experiência é fundamental para nos transformarmos no que seremos na vida adulta.

Algumas experiências atuais me fazem refletir sobre o quanto adultos ainda se comportam como adolescentes, envoltos em inseguranças bobas, desespero por uma auto-imagem  mais bonita, ou por resultados imediatos, adotando comportamentos anti-éticos, desesperados, inconsequentes e exagerados pura e simplesmente movidos pela ansiedade de ser alguém ou ser notado por alguém.

Essa realidade sempre me incomodou porque eu realmente penso que as pessoas devem lutar por construir seu lugar ao sol e com isso ser reconhecido por seus valores, conquistas e realizações. Aqueles que insistem em brilhar com o brilho alheio, andando na sombra do trabalho ou do sucesso alheio, que fazem de tudo para se dar bem, mesmo que prejudicando  o outro, me fazem mal. Quero distância de pessoas assim, mas nem sempre é possível. Eu definitivamente acredito que tenha lugar para todos aqueles que trabalham duro para vencer na vida com dedicação e honestidade, mas às vezes me deparo com situações patéticas e injustas.

Será que a minha visão é errada? Ainda acho e tenho esperança que não!

Os problemas se resolvem…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 14, 2010 by Psiquê

 

Via Amante das Imagens

Ontem foi um dia especial! Dia 13 de maio, dia do aniversário de meu irmão e dia em que se homenageia Nossa Senhora de Fátima, meu calendário trazia a seguinte mensagem:

Os problemas se resolvem infalivelmente…

Os problemas sempre colocam o homem em situação ou ambiente diferente, e, de maneira diversa de até então, fortalecem a alma.  Os problemas existem para ser solucionados, e não há nenhum problema que não tenha solução. Não temos de temê-los. A vida é dinâmica e nos faz descortinar sempre uma nova faceta.

Do livro Preceitos da Luz – Masaharu Taniguchi

Essa mensagem me chamou a atenção, pois muitas vezes nos deixamos abater pelo problemas, dando a eles mais poder do que deveriam. Ao ter consciência de que eles não são maiores do que nós, acabamos agindo com mais convicção e segurança diante deles, resolvendo-os com mais destreza e tranquilidade.

Aceitar-se e ser feliz!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , on novembro 16, 2007 by Psiquê

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A difícil arte de aceitar-se como é, valorizar suas qualidades físicas e comportamentais e colher os frutos de estar segura, com auto-estima em alta e satisfeita com seu potencial é um dilema que aflige todas as mulheres em algum momento de sua vida.

Às vezes, há oscilação entre momentos de segurança e insegurança. Comparar-se ao outro pode ser um perigo! Muitas vezes inspirar-se nos padrões de beleza e nos exemplos admiráveis de outras mulheres pode servir de incentivo à melhoria, mas tornar-se escravas de padrões pode ser uma verdadeira prisão.

Reconhecer os pontos fortes e valorizá-los é o segredo para estar segura e arrasar. Não adianta querer ser o que não se é. Claro que hoje com os recursos estéticos disponíveis e se esses estiverem ao nosso alcance, não há mal nenhum em usá-los, desde que isso não agrida nossa natureza. Quantas meninas lindas preferem curtir a infelicidade de não se aceitar e buscam sempre copiar padrões de beleza que estão além de suas possibilidades físicas.

Aceitar-se e trabalhar a auto-estima é o primeiro passo para ser feliz e não adianta tratar do corpo, sem pensar em considerar o cuidado com o psicológico. Recentemente, minha terapeuta organizou dois workshops um sobre Crescimento Emocional, outro sobre Sensualidade. Na ocasião, um grupo de mulheres se reuniu para ouvir e partilhar suas experiências. O grupo foi um sucesso e promete passar a ter uma edição semanal!

Leia mais sobre esse tema em: Bolsa de Mulher

Outras Matérias que envolvem auto-estima. Entre e fique à vontade!!!