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Novos tempos, novos ventos, novos afazeres…

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 14, 2014 by Psiquê

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Novos tempos, novos ventos, novos afazeres…

Sabe quando você acolhe uma mudança em sua vida e, por mais que os benefícios ainda sejam iminente, a sensação é de estar no caminho certo?

A certeza de que aquela mudança, correção de rumo, ou até aquele sacrifício faz parte de sua trajetória em busca de algo maior é compensador…

Hoje vi uma frase bem legal atribuída à personagem Carrie Bradshaw, “maybe you have to let go of who you where to become who you will be“. Uma tradução  livre diria que: “talvez você tenha de abrir mão de quem você era para se tornar quem você ser“…

É exatamente essa a minha sensação, quando me perguntam se as mudanças que aceitei para a minha vida neste mês valeram a pena, se sinto falta do que passou eu digo e reafirmo: tudo o que vivi foi fundamental para o que me tornei hoje, mas foi bom enquanto durou…

Sabedoria é reconhecer que cada uma das experiências pelas quais passamos é parte integrante do que nos tornamos ao vivenciá-las. Não devemos nos arrepender, nem lamentar, nem viver uma nostalgia constante, pensando que somente o passado era bom, confortável, etc.

Tudo o que vivemos faz parte da nossa formação, do nosso amadurecimento.

Estou muito animada com os dias que estão por vir, pelo que estou vivendo agora, mas sinto-me gratificada por tudo o que passei até aqui, mesmo os vários momentos em que sofri, chorei, me entristeci…

Obrigada por tudo!

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Azul é a cor mais quente

Posted in Cultura e Arte, Relacionamento, Romance, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 8, 2014 by Psiquê

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Eu não tenho como transmitir em palavras o que é o filme Azul é a cor mais quente…o filme tem enquadramentos que evocam sensações impressionantes: os closes no rosto, nos olhos, na boca, o cabelo ‘desgrenhado’, tudo tem um toque sensual no filme…

Trata-se de uma linda história de amor, não importa se é um amor homo ( neste caso específico lésbico) ou hétero, pois ele envolve a plateia acima de qualquer preconceito. A despeito de todas as críticas terem me alertado de que algumas pessoas abandonam a sala de cinema no meio do filme diante das cenas de sexo entre Adèle e Emma, em plena terça-feira, a sala de cinema ficou lotada até 0h53 (horário de término do filme, depois de 2h59 de exibição).

Essa análise no site Adorocinema resume bem a atmosfera de descobertas, sensações e sentimentos que o filme evoca ao contar a história de uma adolescente chamada Adèle que lida com descobertas e conflitos sobre si mesma e seus sentimentos. O título original da obra seria A vida de Adèle , mas a versão brasileira veio com influência do título da versão americana e na história em quadrinhos que a inspirou.

Uma jornada de descoberta  (autoria de Lucas Salgado)

“A passagem da adolescência para o dia a dia adulto é um momento difícil de viver e ainda mais difícil de explicar. Por isso, são poucos os filmes que realmente se arriscam em traçar este caminho. E este é o caso de Azul é a Cor Mais Quente. Esqueça tudo o que leu sobre o filme. Não se trata de uma obra sobre duas mulheres que “se pegam” o tempo todo. Trata-se, sim, de uma produção ímpar sobre descoberta da juventude. O amor e o sexo estão ali, é claro, mas como pano de fundo para algo bem mais complexo.

Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que divide sua rotina entre completar o ensino médio e dar aulas de francês para crianças. Determinado dia, ela conhece Emma (Léa Seydoux), uma artista plástica de cabelos azuis. As duas começam a se conhecer e dão início a um relacionamento intenso.

O filme tem em sua longa duração um dos seus pontos positivos. Suas quase três horas ajudam o espectador a conhecer detalhadamente sua protagonista. Quando Adèle conhece Emma, nós já temos uma boa ideia da fase de vida em que se encontra a primeira. Sem saber o que quer, ela faz aquilo que se espera de uma garota de 15 anos. Conversa com as amigas, flerta com garotos etc. Até o dia em que conhece o novo.

Ao mesmo tempo em que a protagonista vai se descobrindo, ela vai conhecendo o mundo. E ainda assim, no sentido geral, parece um pouco perdida. O fato do diretor Abdellatif Kechiche dar à sua personagem o nome de sua protagonista ainda colabora para dar ao longa um ar quase documental. Obviamente, Exarchopoulos não é a Adèle do filme, mas se entrega de forma tão impressionante que o resultado é fenomenal.

Conhecido pelos trabalhos em O Segredo do Grão e Vênus Negra, Kechiche realiza mais um trabalho incrível, adotando novamente a naturalidade como sua marca. Nenhuma das atrizes usou maquiagem para os papéis, o que reforça suas belezas e ainda dá ao longa um ar muito particular, fugindo da plasticidade do cinema hollywoodiano. Outra opção formidável do cineasta foi rodar o filme em 2.35:1. Usado classicamente em faroestes como Era uma Vez no Oeste ou épicos como Lawrence da Arábia, o formato se tornou cada vez mais comum nos últimos tempos com a propagação do widescreen. Ainda assim, é usado na maioria das vezes para reforçar cenários ou efeitos visuais. Em Azul é a Cor Mais Quente, não tem nada disso. O diretor usa uma razão de aspecto alta para contar uma história muito intimista. O resultado é perfeito e vemos Adèle, por mais que esteja sempre em destaque, também presente em um ambiente amplo, aberto a novas situações ou novos personagens. E isso também vale para Emma.

A diferença de classes, tema recorrente na cinematografia do diretor franco-tunisiano, está presente aqui, e também de forma bem natural. Enquanto Léa é um fruto de uma família de intelectuais e sonha em ser uma artista, Adèle possui pais mais simples, que não dispensam uma boa macarronada e são objetivos na hora de pensar no futuro. Kechiche levanta vários temas, mas não perde tempo transformando qualquer um deles em um impedimento para a relação.

A trama é inspirada livremente nos quadrinhos homônimos de Julie Maroh. O diretor faz questão de ressaltar a independência com relação à HQ, mas é inegável a influência, principalmente na fotografia de Sofian El Fani. O azul não está só no título brasileiro ou nos cabelos de Emma. A cor está presente durante toda a produção, seja nos figurinos (principalmente de Adèle), seja nos próprios ambientes, que parecem debaixo de um filtro azul.

La Vie d’Adèle (no original) é construído através das atuações de Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. Elas brilham tanto que foram consideradas coautoras pelo júri de Cannes e acabaram levando a Palma de Ouro ao lado do diretor, o que não foi nenhum exagero. Elas se entregam de corpo e alma ao longa e protagonizam no mínimo três cenas memoráveis: a tão falada cena de sexo; a cena em que brigam; e a sequência num café.

A comunhão entre as duas atrizes é tão impressionante que em alguns momentos o espectador as verá sim como um ser único. Por causa disso, não há a possibilidade de alguém não se envolver com a relação ou sofrer com os momentos em que discutem.

Não se trata de um filme militante sobre um relacionamento homoafetivo. E por causa disso acaba marcando ainda mais o espectador. O relacionamento de Adèle e Emma é construído de forma muito delicada e inteligente. Um filme que mostra a força do amor, seja para construir, seja para destruir. Que mostra as maravilhas, as incertezas e as dificuldades de uma juventude que não sabe o que quer, mas que ao mesmo tempo quer tudo.

O título original destaca que este é o capítulo 1 e 2 da saga de Adèle. É torcer para que diretor e atriz queiram continuar com a história. Pois ao final dos 177 minutos de Azul é a Cor Mais Quente, a sensação que fica é a de quero mais”

Imperdível!!!! Recomendo muito!

Estou até agora encantada com o que Kechiche conseguiu com esta obra.

Obs: A quadrinhista Julie Maroh, autora do HQ que teria inspirado a obra, fez sérias críticas a Kechiche em relação às falhas na interpretação das cenas de sexo, veja aqui. Lésbica assumida, Maroh reclama da falta de uma consultoria lésbica, mas ela própria admite ter se recusado a se envolver na adaptação cinematográfica da sua obra, dando assim mais liberdade para Kechiche imprimir sua visão. Mesmo assim, lamenta a idealização do sexo homossexual por um prisma masculino.

Yoga

Posted in Comportamento, Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 24, 2013 by Psiquê

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Iniciei há quase 1 mês a prática de Yoga e posso dizer que, apesar de ainda iniciante e não conhecedora dos detalhes que a prática envolve, estou amaaannndo!

Logo a seguir, comecei a procurar informações sobre a prática e descobri que existem várias modalidades. Não entrarei em detalhes neste post, mas a que estou frequentando chama-se Yoga Integral. Em uma dessas leituras me deparei com um texto sobre ansiedade que caiu como uma luva em muitas das minhas reflexões.

O texto de autoria de Pedro Kupfer, foi publicado no site Yoga.pro.br

“Um tempo atrás vi alguém usando uma camiseta com esta inscricão: whatever the answer, the question is the same: do Yoga (“seja qual for a pergunta, a resposta é a mesma: faça Yoga”). Às vezes, tenho a sensação de que essa afirmação determina minhas ações mais além do que admito para meus amigos não-praticantes de Yoga, por aquele receio (que deve ser familiar para muitos leitores), de ser taxado de radical ou obcecado com a prática.

Quando soube que um dos temas da presente edição seria como lidar com a ansiedade, pensei que esta era uma boa oportunidade para colocar no papel alguns truques que sempre foram usados no Yoga para manter sob controle essa velha e, para muitos, incómoda presença. Assim, depois de ter escolhido o assunto desta coluna, lembrei que a ansiedade é mais uma manifestação daquele problema básico, que é ver a si mesmo como alguém incompleto. Ou seja, volto à questão da frase daquela camiseta: “seja qual for a pergunta, a resposta é a mesma: faça Yoga”.

É um fato que, conforme transcorre essa jornada que é a vida, percebemos que alguns companheiros de viagem persistentes, com os quais precisamos conviver e negociar soluções. Um desses companheiros de jornada é justamente a ansiedade. Há outros, como a raiva, a tristeza, o medo ou o remorso. Digo que estes sentimentos são nossos companheiros de jornada, pois eles, intermitentemente, se manifestam, contra a nossa vontade de mantê-los longe. Às vezes, fico ansioso porque suponho que a prática de Yoga deveria curar a minha ansiedade, mas ela não passa. Embora seja aliviada, às vezes fica como que à espreita, latente, e me surpreende quando menos o espero.

Em relação ao Yoga, posso ficar ansioso porque tenho uma expectativa sobre algo que quero que aconteça, associada ainda com a tendência a antecipar o resultado da prática. Esse tipo de expectativas, sejam associadas com resultados como a melhoria do estado geral de saúde e bem-estar, o combate ao estresse ou até mesmo a busca dos estados de iluminação, podem se tornar importantes fontes de frustração.

Agitação, bloqueio e equilíbro: rajas, tamas e sattva.

Ansiedade é sofrer por antecipação ou preocupar-se desnecessariamente com coisas que ainda não aconteceram [abro colchetes: essa é uma frase que minha professora de Yoga usa, já na hora de induzir o relaxamento]. Nesse sentido, poderíamos dizer que a ansiedade é o oposto da depressão. Desde a visão védica, uma emoção ou um pensamento que nos leve à agitação ou à ansiedade são considerados rajásicos, enquanto que pensamentos paralisantes como aqueles que conduzem ao estado de depressão são considerados tamásicos. Respectivamente, as palavras rajas e tamas significam em sânscrito ação e imobilidade.

Se a ansiedade é a dificuldade para lidar com o excesso de aprêmios no cotidiano, a depressão é a falta mais absoluta de horizontes, estímulos ou inspiração para agir. Se você for ansioso, fique feliz, pois a presença da ansiedade indica que você está longe da depressão, já que estas duas situações, ansiedade e depressão, estão em extremos opostos dentro da ordem psíquica.

Assim, se quisermos ficar distantes desses dois extremos, devemos encontrar o caminho do meio entre um e o outro. Isso é chamado sattva. Esse termo quer dizer harmonia, equilíbrio e paz. Assim, devemos considerar que existe esse caminho do meio, o equilíbrio entre deixar-se arrastar pelos estímulos, ou tornarse absolutamente indiferente a eles. Assim, a ansiedade parece estar vinculada com algumas situações pontuais, como as seguintes:

1) a vontade de que o tempo pare, ou ande mais depressa, 2) a vontade de que as pessoas ajam de forma diferente, 3) a vontade de que as coisas aconteçam de maneira distinta e, 4) a impotência sentida ao perceber que não se está no controle.

Três passos para dizer adeus à ansiedade.

O primeiro passo para se livrar da ansiedade é assumir-se como alguém que tem ansiedade. De nada adianta ficar de costas para esse sentimento. Ignorá-lo equivale a varrer o problema para baixo do tapete, ou fingir que ele não existe. O segundo passo é deixar de considerar a ansiedade um problema! O terceiro e último passo é começar a olhar para si mesmo como alguém cuja tranquilidade e felicidade não dependem do resultado das ações e que, portanto, de nada adianta se preocupar antecipadamente com elas, assim como de nada serve se lamuriar quando os frutos delas ficam aquém dos nossos desejos.

O deus Krishna diz para o príncipe Arjuna, naquele diálogo imortal que é a Bhagavad Gita, que os problemas que tanto sofrimento lhe produzem são, em verdade, insignificantes. Porém, a situação de Arjuna é grave, por onde olharmos para ela: ele se vê na contingência de guerrerar contra a própria família. A enigmática e contundente resposta de Krishna ao desespero do príncipe é: “Estás te lamentando por quem não deves lamentar-te, embora tuas palavras sejam sábias. O homem realmente sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos” (II:11). O grande professor Hermógenes já disse o mesmo, com outras palavras: “Não se preocupe com ninharias. Tudo é ninharia!”

Seja qual for o caso, cabe lembrarmos que há coisas que, inevitavelmente, estão fora da nossa alçada, que não poderemos mudar, transformar ou melhorar, por maior que seja o esforço que façamos. Como diz aquele ditado português, aquilo que não tem remédio, remediado está. Por outro lado, algumas ações que realizamos no intuito de transformar ou melhorar alguma situação, nem sempre produzem os resultados esperados. Como diz aquele outro ditado, não adianta chorar sobre o leite derramado. Se o resultado ficou aquém das expectativas, pois relaxamos, respiramos fundo, viramos a página e começamos de novo.

Veja a ansiedade como uma aliada, não como um obstáculo.

Então, se tivesse que colocar a maneira de lidar com a ansiedade na forma de uma receita de bolo diria que, canalizada positivamente, a ansiedade pode ser uma importante força de realização, colocada à serviço do seu próprio crescimento pessoal. Podemos fazer com que ela trabalhe em nosso próprio benefício. Lembre que você não é a ansiedade, nem os pensamentos que a produzem, nem as emoções que a seguem. Lembre que você é tranquilidade e paz, independentemente de estar vivendo situações de instabilidade ou incerteza.

Talvez, o principal antídoto contra a ansiedade, afora os três passos acima mencionados, seja ver a si mesmo como alguém pleno e realizado, cuja felicidade não depende da execução de quaisquer ações ou da presença de quaisquer situações ou pessoas para ser feliz. Você não pode se tornar feliz ou pleno, pois você já é plenitude e felicidade! Se Krishna disse diálogo citado acima que o “sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos”, foi para lembrar a seu amigo e aluno que existe uma ordem, e que todos nós somos parte dela.

Não somos “uma porção” de plenitude, pois concluir isso é ilógico e incorreto. Somos a própria plenitude, àquela à qual nada pode ser acrescido, e da qual nada pode ser tirado. Quando olhamos dessa forma para nós mesmos, desaparece aquela pressão, aquela insegurança, aquela vontade de que o tempo voe ou pare, aquela vontade de controlar situações ou pessoas. Assim, aceitamos com gratidão o que recebemos e temos para viver a cada dia.

O autor destas linhas, por exemplo, sempre deixa a tarefa de escrever esta coluna para o último dia do prazo combinado com as editoras. Mas, ao invés de ficar me preocupando com o tema a ser abordado, ou com o fato de perceber que os dias vão passando e o texto não está pronto, simplesmente vou surfar e/ou faço meu trabalho, enquanto espero que a inspiração venha.

Às vezes, ela aparece num relâmpago e o texto fica pronto em meia hora. Outras vezes, fico até tarde na noite do último dia para terminar no prazo. Mas, em nenhum momento me estresso com isso. Hoje mesmo surfei por três horas antes de assumir que estava na hora de começar (e terminar!) este texto. E, agora, concluo calmamente, esperando que você, amigo leitor, o desfrute, da mesma forma que eu desfrutei ao escrevê-lo. Namaste!”

Cultivando o equilíbrio

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , on abril 5, 2013 by Psiquê

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Na série de buscas pelo meu autoconhecimento, acabei descobrindo o blog da Jeanni Pilli – http://equilibrando.me/. Claro que esta busca envolve diversos caminhos, buscas, tentativas, mas o blog citado trata do aspecto da saúde mental e da meditação, como um destes caminhos. Aparentemente o blog é novo, mas parece ter vindo envolto numa gama de tão boas e interessantes intenções de troca, que merece ser visto, degustado, admirado, experimentado.

Sua descrição parece resumir bem esta sensação:

“O equilíbrio pode nos devolver o tempo que pensamos não ter. Pode nos permitir dar a quem está ao nosso lado o que temos de mais precioso: a nossa presença. Não tem como comprar, ninguém pode nos dar de presente, mas podemos cultivá-lo. Esta é a nossa grande aventura!”

A busca pelo entendimento e pelo bom funcionamento da mente, seja através do seu esvaziamento, seu aperfeiçamento, seu entendimento, ou o que for, é uma constante em minha vida.

Um dos tantos artigos que me chamou a atenção foi o Meditação, entender ou aprender, talvez por eu ainda não entender o funcionamento da meditação, mas sentir uma vontade de conhecer…

Marcos Rojo, autor do artigo em questão destaca algumas “definições” de meditação:

“Algumas definições de meditação me dão a entender que são baseadas em análises enquanto outras me parecem retratar experiências. Por exemplo:

“Meditação é o voltar para casa”. Esta definição nos remete à sensação que temos quando voltamos para casa depois de um dia difícil, numa noite fria. Para o autor desta definição, a sensação de aconchego, segurança e acolhimento, são comparáveis às sensações obtidas na prática de meditação.

“Meditação é estar aonde a mente está”. Em outras palavras, é estar por inteiro, estar disponível, não deslocar a mente para o passado ou para as fantasias do futuro, é prestar atenção naquilo que se está fazendo. Ou seja, faça o que tem que ser feito com todo seu empenho, envolvendo-se por inteiro, ainda que a tarefa seja simples. Isto também é uma forma de meditação.

“Meditação é um relaxamento de pensamentos e sentimentos”. É como se estivéssemos num lugar onde não precisássemos disfarçar sentimentos. Estamos tão à vontade e tão seguros que não precisamos fingir, podemos ser autênticos, especialmente com a gente mesmo.

“Meditação é um silêncio momentâneo que ás vezes aparece”. Esta é para mim uma das definições mais honestas. Ficamos muito tempo sentados, para sentir, de vez em quando, algo por pouco tempo, mas que já é o suficiente para nos motivar a continuar com a prática. O texto de Patanjali, não fala de quantidade de meditação, mas da qualidade. Podemos ter experiências muito curtas e muito marcantes. Podemos ver uma imagem ou uma cena rápida que nos impressiona para o resto da vida.”

E a conclusão do mesmo é o aspecto mais interessante de todos. Para Rojo, estas definições nos ajudam a entender o que será que devemos sentir quando meditamos, mas só aprenderemos com as nossas sensações individuais.

Curiosamente, todos os dias passamos pelo estado de mente sem pensamentos (samadhi), só que dormindo. Neste momento de sono profundo a mente está quieta, mas, nós não estamos conscientes, então não experimentamos. Se não houve experiência, não houve mudança de comportamento e acordamos iguais, descansados, mas, iguais. Por outro lado, se pudermos sentir o prazer de um estado onde não sentimos falta de nada, não temos medo de nada, não precisamos provar nada para ninguém e onde tudo está correto, ainda que seja por alguns segundos, acredito que seremos outros depois desta experiência.

Sérum para as mãos

Posted in Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , on janeiro 28, 2013 by Psiquê

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Há algum tempo fui apresentada ao Sérum transformador para mãos da linha Chic, de Chá Branco, da Panvel. Só de experimentar um pouquinho eu fiquei encantada! Hoje, para minha boa surpresa, ganhei um frasco e adorei! Que vontade de passar toda hora! Imediatamente entrei no site da Panvel e encomendei mais 3 frascos. A fragrância é deliciosa e a textura excepcional. Ainda não sei se os efeitos hidratantes são realmente eficazes, mas sei que a sensação que dá depois de passarmos nas mãos é de uma maciez indescritível.

Segundo a descrição  da embalagem o Serum hidratante Panvel Chic Chá Branco traz uma extraordinária combinação de poderosos silicones que revestem a pele com um filme protetor, proporcionando uma textura sedosa e aveludada à pele. Pode ser usado nas mãos, ou em todo o corpo.

Quem também já experimentou o produto foi a Sheila Lovato, do The Beauty Factory, , se quiser conferir a opinião dela clique aqui.

Quem mais já falou sobre o produto:

Duda Prestes

Viagem e Beleza

Eterna Beleza

Espaço Vaidade

DBeauty

Testei e Aprovei

Blog da Teca Maria

Dicas de Comadre

Não vivo sem cosméticos

O produto é um verdadeiro luxo para tornar todos os seus momentos únicos e muito especiais. Vale muito a pena experimentar!!!

Confiar, eis a questão!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , on maio 5, 2010 by Psiquê

Via Amante das Imagens

“A vida é um milagre, e ele se manifesta cada vez mais quando nos autorizamos a confiar. Nesta semana autorizem-se a confiar, a praticar a fé. Confiar que, quando damos o nosso melhor, o melhor infalivelmente nos acontece. E esse melhor nem sempre é o que queremos, mas o que precisamos para encontrar nossa plena realização. Muitas vezes temos a sensação de que nossa vida está longe de ser um conto de fadas, mas acredito que fazendo o nosso melhor e praticando a fé podemos realizar sempre finais felizes. ”

Tenham todos uma boa semana!

Do livro: Cinderela de Saia Justa, de Chris Linnares – Editora Gente.

Soneto à luz de velas

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , , , , , on agosto 4, 2009 by Psiquê
Rodrigo Nunez - Via Fresh Nudes
Rodrigo Nunez – Via Fresh Nudes

Soneto à luz de velas

Velas iluminavam o ambiente
E nossos olhos brilhavam
Diante nossos corpos nus e incandescentes
Impressão que as chamas davam

Começamos um jogo de exploração
Mãos percorrendo dorso
Causando inebriante sensação
Trazendo à mente um novo universo

Olhos ardendo em desejo
Bocas entre-abertas…
Meu corpo em seus braços despejo

Rolamos pelas cobertas
Pelo mundo temos desprezo,
Pois nossas almas somente para o nosso amor estão abertas…

Autora: Simone Barbariz