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Tranquilidade

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 3, 2013 by Psiquê

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No mês passado tirei 4 curtos, porém deliciosos, dias de férias, ocasião em que fiquei hospedada em um Hotel Fazenda, com direito a massagem relaxante, sauna e piscina. Aparentemente, ‘luxos’ bem modestos e simples, mas que fizeram uma enorme diferença em minha vida…

Venho de jornadas muito tensas e pesadas de trabalho e parar um pouquinho para não pensar em nada e relaxar, por mais que tenha sido por apenas alguns dias, levam à reflexão sobre a necessidade de simplesmente se dar um tempo.

Resolvi, desde então a cada 15 dias dar um upgrade nas minhas massagens estéticas, incluindo uma sessão de massagem relaxante, cuidando da coluna, dos pés, do relaxamento…

Chego agora a cogitar a possibilidade de também incluir minutinhos de relaxamento diários para tentar diminuir a tensão geral do dia a dia.

Esses pequenos momentos dedicados ao nosso próprio bem estar não têm preço e trazem uma mudança profunda nas prioridades do nosso cotidiano.

Se você conhece técnicas simples de relaxamento e descanso, partilhe conosco.

Um beijo e boa semana!

O segredo das francesas

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 31, 2010 by Psiquê

Via Chantal Thomass

Meu marido me mandou um link de uma matéria muito legal, que acabou inspirando este post. Na verdade, era uma entrevista com a escritora americana Debra Ollivier, autora do livro “O Que as Mulheres Francesas Sabem” (Editora Planeta) no qual explica o que é esse tal de “je ne sais quoi” que as francesas têm.

Dentre outras coisas a autora defende que a sensualidade e beleza da mulher francesa está na sua falta do puritanismo americano, na naturalidade de suas convicções e posturas, bem como na sua aceitação de si mesmas.

Segundo a autora, que viveu 10 anos na França e é casada com um francês, a autoestima francesa acaba por ser maior, pois elas se assumem e valorizam seus pontos fortes a despeito de seus pontos fracos.

A autora da referida matéria é Alline Cury, que também escreveu no seu blog sobre o tema. Muitas de nós brasileiras estamos ainda muito presas à ditadura da perfeição estética. E como já disse outras vezes aqui no Espartilho, o segredo está justamente em saber valorizar seus pontos fortes e fazer uso deles. Valorize-se, você tem charme, sensualidade e ebeleza de sobra. Só precisa enxergá-los e exibi-los com segurança e convicção.

Reproduzo abaixo, 10 coisas que as mulheres francesas sabem sobre amor, sexo e atração, que a matéria partilha conosco.

1. As mulheres francesas não acham que as coisas se encaixem perfeitamente, como em uma caixa. Possibilidades românticas não têm que ser corretas e seguras. O desejo pode ser mais importante do que útil. A experiência pode ser mais importante do que o desfecho.

2. As mulheres francesas preferem reciprocidade e complementaridade, mais que igualitarismo.

3. Na França, as mulheres não brincam com flores ponderando o amor em “bem-me-quer, mal-me-quer”. Elas pensam em graus de paixão, não no amor absoluto, e preferem avaliar: ele me ama pouco; muito; apaixonadamente; loucamente; nem um pouco…

4. A francesa não se importa em ser amada como todas as outras mulheres. Elas têm o desejo de “tudo para todos” e conhecem a arte de não dar a mínima para o que os outros pensam.

5. As mulheres francesas abraçam as contradições. Elas podem ser femininas e feministas, sensuais e tradicionais, clássicas e libertinas, submissas e fortes, compatíveis e desafiadoras.

6. São adultas e não acreditam na juventude eterna. Você nunca verá uma francesa vestindo uma camiseta que diz “A vida começa aos setenta anos”, simplesmente porque não começa.

7. Elas entendem que sexo seguro é possível, mas amor seguro, não!

8. As mulheres francesas não acreditam em experts, gurus do amor, livros e técnicas para encontrar o amor. Elas não gostam de regras.

9. Para as francesas, as expressões “alma gêmea” e “felizes para sempre” não existem.

10. Elas sabem cultivar seus jardins e acreditam nos atributos sedutores do “eu interior“. Para elas, ser inteligente é sexy.