Arquivo para viagens

Memória olfativa

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 10, 2014 by Psiquê

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Não sei se você também já parou para lembrar de uma situação passada ou de um sentimento adormecido, esquecido, vivido ou até sepultado quando sentiu um cheiro…seja de um perfume, de uma comida, de um incenso, de um tecido, ou qualquer que seja.

Isso acontece muito comigo com o desodorante e o perfume. No outro dia me  peguei comprando o mesmo desodorante que usei durante 10 dias em uma viagem e cada lembrança daquela viagem veio à tona na minha memória, uma delícia. Como em um livro estava revivendo aquela época. E interessante é que como já usei desodorantes diferentes em diversas viagens, eles estimulam a lembrança de momentos distintos.

O perfume também evoca este tipo de reação. Ao arrumar meu armário, encontrei um perfume que estava no fim e resolvi usá-lo novamente…desde a primeira borrifada, minha memória resgatou momentos vividos anos atrás quando costuma usar aquele perfume.

Fiquei encantada com o poder da memória olfativa..

Um pesquisa publicada pelo caderno Ciência do jornal Estadão falou sobre os poderes do olfato nas emoções: “…o córtex olfativo está envolvido com o sistema límbico do cérebro e com a amígdala, onde as emoções nascem e as memórias emotivas são registradas. É por isso que cheiros, sentimentos e memórias ficam tão próximos…”

O portal Neurociências em benefício da Educação, também traz um texto sobre memória olfativa bem interessante. A psicóloga e escritora Angelita Corrêa Scardua, escreve em seu blog Os Sentidos da Felicidade, um texto muito interessante sobre olfato e afeto, do qual compartilho o seguinte trecho:

“O interessante dessa relação entre cheiro, emoção e memória é que: como cada um de nós tem um cheiro próprio, e como cada interação com um outra pessoa nos provoca emoções, tendemos a associar à lembrança que temos de alguém a um odor específico. Assim, quando sentimos o cheiro que remete à emoção provocada por àquela pessoa, sentimos as mesmas emoções que tínhamos, ou temos, quando estamos com ela. Ou seja, é quase impossível dissociar cheiro de afeto!”

Às vezes pode parecer ruim e um tanto quanto saudosista retornar sentimentos e emoções do passado, mas o que venho compartilhar com vocês é a magia de perceber o quão complexos e interessantes, nós somos! Fiquei encantada em perceber essas reações na memória e no corpo, ao sentir o cheiro de um perfume.

Tenham um excelente domingo!

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Eu amo cinema!

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 11, 2014 by Psiquê

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Definitivamente eu amo cinema! Outro dia estava refletindo sobre isso e cheguei a esta conclusão, quando depois de passar algumas semanas sem conseguir ir a uma sala de cinema, em função de viagens e outros compromissos, resolvi matar a saudade e, ao entrar na sala de cinema senti algo estranho e inexplicável que eu batizei de: ‘crise de abstinência’…

… o filme nem era um destes prediletos  e o cinema não era um dos mais tradicionais, mas a sensação de sentar na poltrona do cinema, de olhar o teto, a tela, o carpete, sentir o som, o cheiro, a poltrona…era inexplicável. Quem não tem esse amor pelo cinema pode me achar louca, mas eu noto isso, quando vejo meus amigos dizendo, prefiro assistir filmes em casa. Para mim, ir ao cinema, tem um quê especial. E aparentemente difícil de compreender para quem não nutre esse amor por ele.

Tem uma atmosfera única, há finais de semana que, se deixar eu vejo 3 filmes ou sessões duplas…às vezes as salas de exibição não mudam na velocidade do meu vício rsrsrs.

O único problema gravíssimo do cinema, além de depender de estar ou viver em uma cidade que disponha de uma farta rede de salas de exibição, é o custo dos ingressos. Sinceramente não entendo, por que no Brasil os ingressos de cinema (e de todas as  outras modalidades de atividades culturais) são tão caros…

Não sei o que seria de mim se não pudesse ter acesso a essa farta gama de produções cinematográficas, seja por meio de festivais como o Festival Rio e a Mostra de Cinema de Tiradentes, que exibindo longas, médios e curtas, alimentam nossa alma com suas obras…seja através das salas de cinema no dia a dia de grandes e pequenos centros como: Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Berlim, Londres, Gramado, Tiradentes, etc…

Há outras “capitais do cinema” que ainda não tive o privilégio de conhecer…

O certo e que é “irremediável” (rsrs) é que sou amante da sétima arte. E ouso dizer que me arrependo de não ter continuado meus estudos em comunicação, para incluir esta formação. Nunca é tarde, eu sei e quem sabe um dia…

Outros festivais que ainda não tive a honra de conhecer:

Como viver

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 29, 2013 by Psiquê

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Acabei de ler em tempo record o livro Como Viver – ou uma biografia de Montaigne em uma pergunta e vinte tentativas de resposta, de Sarah Bakawell. O livro narra a história de Michel de Montaigne (1533-1592) , enquanto reflete sobre os próprios temas que ele aborda na sua principal obra: ‘Os Ensaios’. Montaigne popularizou o ensaio, como gênero literário e escreveu de uma maneira livre e sem preconceitos, quebrando um tabu em pleno século XVI, que era falar (ou escrever) sobre si mesmo em público.

O mais interessante é que o tema da biografia surgiu quase que ao acaso, como a própria autora revela no final da obra: “Não tenho ninguém em particular a quem agradecer pelo rumo então tomado pelas coisas, só ao acaso e à verdade montaigniana de que as melhores coisas da vida acontecem quando a gente não conhece aquilo que pensa que quer”.

A inglesa Sarah Bakewell não tinha nada para ler em sua viagem de trem de Praga para Londres. Num sebo, só havia um exemplar em inglês:  ‘Os Ensaios’, de Michel Eyquem de Montaigne (1533-1592), de quem ela, há cerca de 20 anos, nada sabia. O nome lhe remetia a algo entediante, mas Sarah comprou o livro, sentou-se com ele e ganhou um amigo francês que lhe contou sobre seu gato e seu cachorro, sobre sua vida sexual, seu gosto por rabanete e melão, suas crises renais e o medo da morte, num estilo de escrita que ela não esperava de um texto de mais de quatro séculos. ‘Os Ensaios’ permaneceram em sua mesa de cabeceira por anos antes que ela decidisse escrever sobre aquele homem. Afinal, como falar de alguém que já se revelara tanto, alguém que, ao iniciar sua obra, diz ao leitor: “sou eu mesmo a matéria do meu livro”?

Como ter um bom relacionamento com as pessoas, como lidar com a violência, como se adaptar à perda de um ente querido – essas questões fazem parte da vida da maioria das pessoas. E todas elas derivam de outra ainda maior: Como viver? A pergunta, que dá título ao livro de Sarah Bakewell, é o ponto de partida da escritora e pesquisadora de livros raros para a biografia pouco convencional de um dos mais importantes pensadores do Renascimento: Michel de Montaigne. O mesmo questionamento foi fonte de obsessão para pensadores do século XVI, principalmente para Montaigne, apontado como o primeiro indivíduo verdadeiramente moderno. Homem da nobreza, alto funcionário público e dono de um vinhedo, ele traduziu em palavras seu pensamento e sua experiência, e o resultado foi um marco de ruptura com o passado medieval e a instauração de um pensamento reflexivo, que marcou o protótipo do homem renascentista. Excêntrico, preguiçoso, inconsistente, esquecido, Montaigne é o filósofo que quebrou um tabu e falou de si mesmo em público. Mais de quatrocentos anos depois, a honestidade e o charme do ensaísta francês continuam atraindo admiradores. Leitores o procuram em busca de companhia, sabedoria, entretenimento – e em busca de si mesmos.

O livro relata a história de sua vida por meio das perguntas que ele mesmo se fez e das tentativas para responder as questões formuladas. Como viver é uma fonte de pequenos conselhos: ler muito, mas manter a mente aberta; ser sociável, mas reservar a si um “quartinho” próprio; observar o mundo a partir de ângulos diferentes, evitando assim rigidez nas crenças. Embora não tenha encontrado uma resposta definitiva, Montaigne nunca deixou de fazer a pergunta “Como viver?”, isto é: como balancear a necessidade de sentir-se seguro à necessidade de sentir-se livre?

O que mais me impressionou nas ideias do autor, foi seu amor a liberdade, a busca pelos prazeres, da leitura, das viagens, estando aberto a conhecer outras culturas e experiências, sem julgamento. Apenas agregando valores à nossa própria vida, nossa própria experiência cotidiana. Hoje, tudo isso parece comum, mas em pleno século XVI, foi uma verdadeira audácia!

Fiquei ansiosa para ler ‘Os Ensaios’ de Montaigne! Espero ler em breve.

Não sei como ela consegue

Posted in Casamento, Comportamento, Maternidade, Profissão, Relacionamento, Romance with tags , , , , , , , , , on dezembro 25, 2011 by Psiquê

O filme Não sei como ela consegue estrelado por Sarah Jessica Parker trata dos dilemas da mulher moderna que tentar conciliar beleza, forma física, casamento, trabalho e filhos. Confesso que esses são alguns dos dilemas que afligem não apenas a minha vida, mas a de várias amigas e olha que eu não tenho filhos e tenho dúvidas de como poderia lidar bem com a decisão de conciliar todas essas coisas.

No filme, Kate Reddy (Sarah Jessica Parker) é o modelo de mulher moderna. Divide habilmente seu tempo entre os afazeres domésticos como mãe de família e os profissionais, decorrentes de seu trabalho como analista financeira. Quando a grande oportunidade de ascender na carreira aparece, vê sua vida virar do avesso por causa das inúmeras viagens que têm de fazer ao lado de Jack Abelhammer (Pierce Brosnan), charmoso banqueiro com quem passa a desenvolver um projeto. Kate se vê, então, diante de um dilema: como conciliar amor, trabalho e família e não sucumbir aos encantos do colega de trabalho bonitão?

Meninas, vale a pena assistir!

O mundo é feito de boas idéias

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 15, 2009 by Psiquê

Hoje, navegando pelo Ladybugbrazil encontrei dicas muito interessantes de se Mudar o Mundo e conscientizar os amigos a fazer sua parte também.

Também hoje ao pegar minha conta de luz, tive outro incentivo…

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No último mês resolvi desligar todos os aparelhos não usados das tomadas (ao sair de casa e ao deitar), ao invés de deixá-los em stand by. O resultado foi bastante satisfatório no preço da minha conta de luz. Caiu bastante e isso é muito animador. Reduzir os gastos com energia alegram o bolso e o ambiente.

No que diz respeito ao ambiente, e a conscientização ambiental, o site Mude o Mundo lançou no Natal passado uma série de cartões virtuais que incentivam o consumo consciente, a economia de água, o consumo de alimentos orgânicos, a economia de luz, deixar o carro em casa, utilizar menos papel e sacolas plásticas, ser voluntário, salvar o mundo…

Não precisa nem dizer que EU APOIO ESSA IDEIA  e  que defendo a tese de que, em 2009, esses cartões poderiam ser relançados.

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Como disse, as pequenas novas atitudes podem ser adotadas em nossa rotina diária. Por exemplo, se no seu condomínio, casa ou edifício não há coleta seletiva que tal implementar?

Coleta Seletiva de lixo: separação e recolhimento dos resíduos descartados. Os materiais são separados do lixo orgânico (restos de carnes, frutas, verduras e demais alimentos), o qual é descartado em aterros sanitários para a fabricação de adubos orgânicos. Nesse sistema de coleta seletiva, os itens recicláveis são separados pelo material com que são produzidos: papéis,   plásticos, metais e vidros.

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Outros lixos não recicláveis também devem ser separados, pois ao serem depositados no meio ambiente provocam contaminação do solo: a) pilhas, baterias. Elas devem ser separadas e entregues em postos de coleta para que tenham um destino específico; b) lixos hospitalares também costumam estar infectados com vírus e bactérias e devem ser armazenados de forma segura e levados para incineração em locais apropriados.

 Além de ser uma fonte de renda, a coleta seletiva é uma ação que pode beneficiar as gerações futuras e reaproveitar de modo sustentável o nossos bens naturais.

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Outra iniciativa importante do Mude o Mundo, foram as 50 dicas contra o Aquecimento Global adaptadas e traduzidas do Global Warming Facts.

  1. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
    Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
  2. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
    Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.
  3. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
    Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).
  4. Não deixe seus aparelhos em standby
    Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
  5. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
    Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar! Mas isso ninguém mais faz hoje em dia… faz?
  6. Descongele geladeiras e freezers antigos… se é que você ainda tem um!
    Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.
  7. Feche suas panelas enquanto cozinha
    Simples, não? Ao fazer isso você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Já as panelas de pressão economizam cerca de 70% do gás utilizado!
  8. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
    Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.
  9. Tome banho de chuveiro
    E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.
  10. Use menos água quente
    Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
  11. Pendure ao invés de usar a secadora
    Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.
  12. Nunca é demais lembrar: recicle
  13. Faça compostagem
    Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.
  14. Reduza o uso de embalagens
    Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
  15. Compre papel reciclado
    Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.
  16. Utilize uma sacola para as compras
    Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
  17. Plante uma árvore
    Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.
  18. Compre alimentos produzidos na sua região
    Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.
  19. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
    Comida congelada consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.
  20. Compre orgânicos
  21. Coma menos carne
    O metano, emitido por bois e vacas é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Além disso, a produção de carne demanda uma quantidade enorme de água e terras.
  22. Ande menos de carro
    Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.
  23. Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro
    Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.
  24. Mantenha seu carro regulado
    Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.
  25. Dirija com atenção e não desperdice combustível
    Escolha as marchas corretas, utilize o freio de mão ao invés do pedal quando possível, desligue o carro quando ele ficar mais de 1 minuto parado. Dessa forma, você economiza dinheiro, combustível e o meio-ambiente.
  26. Lave o carro a seco
  27. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
  28. Use o telefone ou a Internet
    A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.
  29. Voe menos
    Deixar de pegar um avião apenas uma ou duas vezes por ano faz uma diferença significativa para a atmosfera. Se você não pode se dar esse luxo, que tal neutralizar suas emissões?
  30. Incentive sua escola, trabalho ou condomínio a reduzir suas emissões
  31. Economize CDs e DVDs
    CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)?
    Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.
  32. Proteja as florestas
    Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos”. Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.
  33. Considere o impacto de seus investimentos
    O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.
  34. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
  35. Desligue o computador
    Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.
  36. Considere trocar seu monitor
    O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.
  37. Não troque o seu iPod ou celular
  38. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente
    Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.
  39. Não permita que as crianças brinquem com água
  40. No hotel, economize toalhas
    Em alguns hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia.
  41. Participe de ações virtuais
    A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!
  42. Instale uma válvula na sua descarga
    Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!
  43. Economize água em suas viagens
    Ao viajar para regiões onde a água é escassa, economize mais ainda.
  44. Recicle árvores e cartões de Natal
  45. Não peça comida para viagem
    Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.
  46. Regue as plantas à noite
    Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.
  47. Frequente restaurantes naturais/orgânicos
  48. Vá de escada
    Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia. Se você vai de elevador, a boa-educação manda que você espere quem ainda está chegando, certo?
  49. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
    Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.
  50. Divulgue essa lista!

Vamos nessa, meus amores. Cada um de nós pode fazer a sua parte. BOM TRABALHO!

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Casais inteligentes enriquecem juntos

Posted in Casamento, Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 23, 2008 by Psiquê

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Photo by Nadya Kulagina

O best seller de Gustavi Cerbasi, Casais inteligentes enriquecem juntos, já vendeu mais de 500 mil cópias e se pauta na experiência dele e da esposa Adriana. Segundo reportagem da revista Nova, quando começaram a namorar em 1995, ela ganhava R$800 e ele a metade desse valor. Ao se casarem 7 anos mais tarde, tudo mudou e sem ganhar na loteria conseguiram pagar a cerimônia, festa e lua de mel dos sonhos.

Segundo a reportagem, juntos eles conquistaram o primeiro milhão. Para viabilizar os recursos necessários para a festa dos sonhos, eles tiveram que poupar 75% do salário de ambos por 2 anos, investindo de forma a lucrar ao menos 2% ao mês. Mesmo assim ficariam 6 meses endividados após a troca das alianças.

O casal criou algumas regras:

  1. nada de presentes durante dois anos (nem Natal, nem aniversário, nem dia dos Namorados, etc.);
  2. adeus a jantares fora toda semana (“íamos no máximo comer uma pizza na casa de amigos”);
  3. viagens também foram cortadas;
  4. roupas novas, nem pensar;
  5. conseguir aliados é preciso: a família dos dois entrou no jogo, jantávamos e almoçávamos alguns dias na casa de cada pai e mãe;
  6. usar a criatividade na hora de se divertir (“íamos a parques e aproveitávamos peças e shows gratuitos. O negócio era economizar num canto para gastar em outro.”);
  7. aproveitar todas as oportunidades para fazer dinheiro (“vendia meus vales-refeição e levava marmita para o trabalho”);
  8. atenção máxima aos prêmios (“acumulava milhas por viajar muito pelo trabalho e grande parte da lua de mel, saiu daí”)

Quem quiser saber mais leia o livro Casais Inteligentes enriquecem juntos e a reportagem Casamento de 1 milhão (Nova, Nov.2008), vale a pena. Um beijo!