Arquivo para XIX

L’Apollonide

Posted in Comportamento, Erotismo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 9, 2012 by Psiquê

Eu estava há semanas na expectativa de ver L’Apollonide no cinema, mas uma série de desencontros quase me fez perder tal oportunidade… Ontem, quando já sem esperanças saía do Estação Sesc Rio, onde a sessão das 18h45 não existia mais, fui, apenas como por insistência, ao Estação Sesc Botafogo, e, eis que me deparo com ele lá, em cartaz às 19h40. Confesso que fiquei muito feliz e me dispus a esperar mais de 1 hora pela sessão.

Como amante da estética do final do século XIX e início dos anos XX, não podia deixar de assistir ao filme. As cenas são lindas, os espartilhos e roupas deslumbrantes, uma sensualidade a flor da pele. E aqui estou eu, admirada. Confesso que o filme me surpreendeu, não esperava que fosse uma análise social da prostituição e que além de encantar com suas imagens, faz uma crítica e uma abordagem fantástica. A começar pelo padrão com que as prostitutas se referem ao seu trabalho ao chamar os clientes: “Vamos fazer comércio?”.  Trata-se de uma relação econômica, com análise social sobre as perdas e ganhos de cada uma, bem como a visão delas sobre seus clientes e dos mesmos sobre elas. Recomendo!

Quem mais já falou sobre o filme:

Às Moscas

Festival Cannes

Trailer

Flor da Neve e o Leque Secreto

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , on agosto 6, 2011 by Psiquê

A leitura do livro Flor da Neve e o leque secreto, de Lisa See, foi uma escolha do Clube de Leitura Icaraí e me foi fortemente recomendada, por alguém que ao lê-lo, considerou que seria uma leitura que me atrairia. Ainda não comecei, pois estou envolta em meus compromissos com o MBA e com outro livro, que comecei a ler, há algumas semanas. Soube que também já foi filmado um filme, sem estreia no Brasil, ainda, cujo trailer, compartilho:

Trata-se de uma história apaixonante que se passa na China do séc. XIX, quando as mulheres tinham que se submeter à  antiga tradição de bandagem dos pés para reduzir-lhes o tamanho e torná-las melhores partidos. (…) Iletradas e isoladas do mundo, não era apropriado que pensassem, tivessem vontade própria ou demonstrassem emoções. No entanto, algumas mulheres falavam uma língua secreta entre si, conhecida como nu shu;  única escrita utilizada exclusivamente por mulheres que se tem notícia na história. Elas pintavam os caracteres nu shu em leques, bordavam-nos em lenços, e usavam a “escrita feminina” para compor canções e escrever histórias, saindo assim do isolamento para compartilharem seus sonhos e realizações.