Arquivo de julho, 2009

Gripe H1N1 – Influenza A (vulgo gripe suína)

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 24, 2009 by Psiquê

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A pandemia de Influenza A está se espalhando em uma velocidade sem precedentes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto como aconteceu com o novo vírus A (H1N1) em menos de seis semanas”, afirmou, em um comunicado, a organização com sede em Genebra.

O número de mortes no Brasil cresceu de 4 para 34 em oito dias. Somente há uma semana o Ministério da Saúde confirmou que o vírus já está circulando no país. Até então, os casos de contágio eram de pessoas que tinham tido algum tidpo de contato com contaminados em outros países (pessoas que haviam estado no exterior).

O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou um site para informar à população: Rio contra a Gripe A

CASO SUSPEITO DE DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE

Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre elevada, acompanhada de tosse OU dor de garganta, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, E dispnéia ou outro sinal de gravidade, por exemplo, ausculta compatível com pneumonia ou quadro clínico, laboratorial ou radiológico compatível com pneumonia.

A presença de pelo menos UM dos sinais abaixo deve alertar o médico para o encaminhamento do paciente ao hospital de referência definido pela SES

Avaliação em adultos

– Confusão mental
– Freqüência Respiratória > 30 mrm
– PA diastólica < 60 mmHg ou PA sistólica < 90 mmHg
– Idade > 65 anos de idade

Avaliação em crianças

– Toxemia
– Tiragem intercostal
– Desidratação/Vômitos/Inapetência
– Estado geral comprometido
– Dificuldades familiares em medicar e observar cuidadosamente
– Presença de co-morbidades/Imunodepressão

Fatores de risco para complicações por influenza

Idade: inferior a dois ou superior a 60 anos de idade;
Imunodepressão: por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para aids ou em uso regular de medicação imunossupressora;
Condições crônicas: por exemplo, hemoglobinopatias, diabetes mellitus; cardiopatias, pneumopatias e doenças renais crônicas
Gestação

Todos os indivíduos que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem – obrigatoriamente – avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico.

Se o quadro clínico inspirar cuidados ou for grave, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos hospitais de referência.

Para informações detalhadas, confira o PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA, atualizado pelo Ministério da Saúde em 15/07/2009

Veja o vídeo que o Ministro da Saúde apresenta, esclarecendo dúvidas sobre a influenza A aqui.

O Rio de Janeiro Disque Gripe Suína 0800-28-10-10.

Já espero

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 22, 2009 by Psiquê
Klaus Kraiger - Beatrice

Klaus Kraiger - Beatrice

Certo livro de Jaspers despenca da estante fria, acerta o ventre do meu corpo ao chão morno… Há chamas em minhas mucosas; nos seios, fogo. Incendeiam-me as inspirações transcendentais Salvem, atirem as concepções do mundo à pia! Traga-me, bombeiro, o além do mito/ideologia; Apague toda dor, agonia e mea culpa depois… Atire água na morte, o avesso atalho da fantasia. Faça-me prenha com uma genital Philosophie, transparentemente. À luz: Karlquer um, nós Dois.

Helga Holtz

Absorventes internos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 12, 2009 by Psiquê
Klaus Kraiger

Klaus Kraiger

A revista Galileu de julho (nº216) trouxe uma matéria bem interessante sobre os absorventes internos. Chamada o.b. Para a mulher sem amarras, a revista conta a história desse recurso que já existia na Grécia antiga, mas que vem carregado de preconceitos no imaginário feminino.

Os absorventes internos já existiam na Grécia antiga, mas a versão mais moderna, com aplicador completa 80 anos. No Brasil essa novidade surgiu em 1945. O absorvente interno mais conhecido (mas não o único, existem outras marcas como Intimus gel, Tampax, etc), o o.b. foi criado na Alemanha em 1950, sob as iniciais de ohne binden (que quer dizer sem amarras em alemão). Sua criação é creditada a Carl Hahn, médico alemão que se inspirou em um anúncio de jornal. No primeiro ano foram vendidas 10 milhões de unidades.

O o.b. chegou ao Brasil em 1974 e veio cercado de polêmicas, pois havia quem achasse que ao usar poderia perder a virgindade (até hoje há quem pense assim),  isso não é verdade. Sempre consulte seu ginecologista, ele pode orientar quanto à possibilidade de uso e qual a versão é mais adequada para você.

Todos os preconceitos e medos que envolvem o absorvente interno, tão útil e confortável se usado correntamente, podem justificar o pequeno mercado se comparado ao consumo de absorventes externos. Segundo a consultoria AC Nielsen, em 2005, os absorventes externos abocanhavam 78,3% do mercado, seguidos de 19% dos protetores diários de calcinha, contra apenas 2,7% dos absorventes internos.

Em 1980, por conta da Síndrome do Choque Tóxico (SCT) – doença causada por bactéria que tem maior incidência em mulheres que ficam com o tampão por mais de 8 horas – , o Rely (da Proctor & Gamble) foi retirado do mercado, pois o produto era capaz de reter o fluxo sem necessidade de ser trocado.

Entre 1997 e 2003, o produto passou a ser comercializado com aplicador, mas não fez muito sucesso no Brasil, dado que a mulher brasileira compra mais a versão manual. Com isso a versão com aplicador foi descontinuada pela Johnson.

Síndrome do Choque Tóxico (SCT)

O único problema  comprovadamente associado ao uso prolongado de absorventes internos é a síndrome do choque tóxico (SCT), uma doença rara, mas fatal, causada pela bactéria Staphylococcus aureus, que libera toxinas prejudiciais, principalmente a crianças e mulheres mais jovens que ainda não desenvolveram resistência a ela.

A síndrome foi descoberta nos EUA no início dos anos 80, mas até hoje a medicina não a compreende totalmente.

O que se sabe é que sua incidência é maior (quase metade dos casos) em mulheres que usam absorventes internos, pois eles fornecem um ambiente propício para o desenvolvimento da bactéria, principalmente quando são usados por tempo prolongado. Portanto, é aconselhável que você use os produtos de menor absorção, troque-os a cada oito horas (no Brasil, país tropical, o ideal é trocar de 4 em 4 horas) e, se você estiver fazendo algum tratamento – para um corrimento, por exemplo –, interrompa o uso, porque eles inibem a cura da infecção. (Trecho retirado da revista Consumidor S.A. do IDEC)

Para saber mais leia: na Galileu, na Saúde é Vital

Portais:

o.b.

Tampax

Só entre amigas

Intimus

Esmaltes hipoalergênicos

Posted in Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 8, 2009 by Psiquê
Thomas Doering

Thomas Doering

Dá para imaginar a tristeza de sofrer de alergia de contato a esmaltes, tendo a vida toda pintado a unha semanalmente sem problema algum. Desenvolvi a alergia a partir dos 21 anos e durante um bom tempo não encontrei nenhum hipoalergênico que resolvesse.

Usei por um tempo o esmalte Argento, mas depois de dois meses de uso, desenvolvi alergia ao mesmo, uma pena, pois a carteira de cores do Argento é linda.

IMPORTANTE: A intolerância e reações alérgicas aos esmaltes variam de pessoa para pessoa.

A única maneira de saber se terá reação e experimentando. Hoje tenho me adaptado bem Impala hipoalergênico e ao Risqué hipoalergênico.

O diagnóstico deve ser feito por um dermatologista, quem diagnosticou depois de vários sintomas horrorosos: olhos inchados, com secreção, descamação na face, cutículas quentes e coçando…foi minha amada tia dermatologista.

Segundo o blog Mão feita, que já escreveu sobre o tema:

“O termo médico correto para o que chamamos vulgarmente de alergia é dermatite de contato, que nada mais é do que uma inflamação resultante da interação de um agente externo e a pele. Pode ser do tipo irritativa, que acontece quando uma grande quantidade de alérgeno (substância que provoca a reação) entra em contato com a pele, e não há componente imunológico (ou seja, a alergia não é permanente, porque o sistema imunológico nem sempre reconhece a substância como um agressor – ocorrem apenas episódios isolados); e do tipo alérgica, qdo o sistema imunológico reconhece o alérgeno como agressor e pequenas quantidades dele são suficientes para gerar reações, muitas vezes severas – é exatamente esse o tipo de alergia que algumas meninas desenvolvem à esmaltes e outros produtos de manicure.”

Certa vez li no rótulo da Colorama que os esmaltes não contém tolueno ou formaldeído, mas nunca testei. Como cada pessoa deve testar sua reação aos mesmos, fiquem à vontade em comprar e experimentar. Como já disse os que já experimentei e estou me dando bem são: Risqué hipoalergênicos (frascos de 10,5 ml) e a Impala hipoalergênicos

Quem mais já falou sobre o tema:

Mão feita         

 Maketerapia                                  

Vende na Farmácia

The beauty blog

Perfect Nails

Esmalte no pé

Casamentos e Separações

Posted in Casamento with tags , , , , , , , , , on julho 2, 2009 by Psiquê
Via Digital Foto

Via Digital Foto

Segundo pesquisa realizada pelo Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj), o número de casamentos aumentou entre 1993 e 2006, cerca de 6%, mas o número de divórcios na cidade do Rio de Janeiro diminuiu, passando de 2588 para 2179.

Se essa pesquisa reflete a realidade nacional, mas demonstra que as uniões no Rio estão se desfazendo menos.  Segundo a reportagem, que foi publicada no jornalzinho Destak, a cidade é uma exceção, pois no Estado as uniões aumentaram 4% e as separações seguiram a mesma tendência e cresceram 50%.

MAPA DO AMOR:

 CASAMENTOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

1993           2006

26.006        27.544

CASAMENTOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

1993           2006

69.288        71.1993

DIVÓRCIOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

1993           2006

2.588       2.179

DIVÓRCIOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

1993           2006

7.592    11.410