Arquivo para feliz

Nossos Tempos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on agosto 5, 2015 by Psiquê
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by Michael Burke

É impressionante a rapidez com que o tempo passa, as coisas mudam, as prioridades se alteram e os planos também. Eu acabo de me dar conta de que 2015 já passou da metade e parece que agora está começando. Tanta coisa mudou desde o seu início, mas como muitas destas mudanças independiam da minha vontade, somente agora, sinto-me mais apta a determinar os rumos que quero seguir: continuar meus planos e minha trajetória.

Eu gostaria inicialmente de agradecer por todos esses momentos de angústia e apreensão que passei nestes meses iniciais de 2015. Tem sido um ano de muitos balanços e de muitas transformações. Sinto-me realmente uma fênix, com mortes e transformações diárias, seguidas de renascimentos e reformulações. Dificilmente temos consciência, no momento em que vivemos tais angústias, que o momento seguinte será melhor, mais maduro, mais feliz…

Tenho certeza de que neste período em que não pude controlar as mudanças que se impuseram na minha vida, foi necessário fazer muitos balanços, os quais tenho mais condições de fazer agora. As escolhas acabaram se impondo, mas tenho, hoje, certeza, de que foram as melhores a se fazer.

Desejo um feliz 2015 – parte 2! Rsrs

Começo agora uma nova fase de redefinição de prioridades.

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Apaixonada? Não, nasci assim!

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 10, 2015 by Psiquê

994e3d2dea0f4196c676364ac06cfc46 Este texto foi publicado originalmente no portal Obvious Mag por Vanessa Rossi e eu achei muito bem escrito. Aliás, o Obvious reúne textos muito legais…já compartilhei outras vezes e agora divido com vocês esta deliciosa escrita, que resume muito bem o que é estar apaixonada pela vida e por diversas sensações e experiências pelas quais ela nos permite passar…

Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda…a roubá-la! (Lou Salomé)

Toda vez que me perguntam se estou apaixonada, respondo que eu nasci assim. Uma maneira sútil de me esquivar de certos tipos de respostas. Mas a verdade é que eu nasci apaixonada mesmo. Dessas paixões incuráveis. Romance de Shakespeare. Não há quem cure. Tanta redundância e fixação em torno da paixão, motivo de discussões desde Platão até Nietzsche, digo que a minha paixão não recorre em torno de uma outra individualidade, mas sim da multiplicidade de pessoas, sensações, acontecimentos que a vida é capaz de promover. Sou apaixonada pela vida antes de tudo; e não entendo a paixão como um acontecimento que se dirige a alguém especifico; Estar apaixonado apenas por alguém é empobrecer o vocabulário. Paixão é algo mais amplo: Podemos ser apaixonados por uma pessoa, por mais de uma pessoa, pelos amigos, pelo trabalho, por viagens. E por tudo isso. É dessa paixão que sou acometida; dessa perceptibilidade acurada. O apaixonado é sensível; é perceptível a coisas que os apáticos não percebem. O apaixonado vê de maneira diferente uma paisagem. Vê diferente a pessoa que lhe agrada. Até os defeitos são minimizados; As mancadas perdoadas. O apaixonado é mais feliz. Lou-Salome-portrait Aproveito para me dirigir a uma personagem (Verdadeira paixão do filósofo Nietzsche) que foi o verdadeiro símbolo das relações e dos conflitos da mulher apaixonada na modernidade. Lou Salomé, intelectual russa* que enfatizou muito em seus escritos as questões do amor. Vale a pena pesquisar sobre sua vida e obra. A paixão pela vida e por tudo que ela pode oferecer, a transgressão, a coragem de pensar e questionar o aparentemente inquestionável; A coragem de permitir-se viver como se deseja e não como a sociedade e a moral estabelecem, são virtudes de um apaixonado. Até porque para criar a própria história é preciso acreditar nela. É preciso destruir os tabus. É preciso derrubar a opressão que a cultura patriarcal criou em torno da mulher. Lou é o modelo da luta da mulher que deseja a ligação romântica, sem no entanto perder sua própria individualidade ou ser dominada pelas impressões machistas do parceiro. É possível ser apaixonado e ser livre. A paixão não deve satisfações. É anárquica, independente. Paixão é todos os predicados possíveis, dentro de uma patologia que foge aos diagnósticos médicos. Paixão pode nos levar a atitudes incríveis. Pode também nos despersonalizar a ponto de não nos conhecermos. Termino esse texto com meu poema predileto da artista, que pra mim traduz todas as aspirações de quem transborda essa paixão, essa força dentro de nós que não se explica:

“Ouse, ouse…ouse tudo! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda…a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!”

* correção minha, pois a autora disse que ela era alemã, mas ela nasceu na Rússia.

*

Planos

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 2, 2015 by Psiquê

“Before you cross the street
Take my hand
Life is what happens to you
While you’re busy making other plans” (John Lennon)

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Sei que faz parte da vida planejar para tentar fazer as coisas da melhor maneira, mas no final das contas, não temos controle sobre nada e, tudo pode acontecer de uma hora para outra, alterando o curso de tudo o que planejamos. Por isso, planejar é preciso, mas ser escravo dos planos não…

É importante estar aberto às mudanças no trajeto, ao nascimento de um filho, uma doença, a perda ou mudança de emprego, acidente, morte e inúmeras outras possibilidades de alterações nos nossos planos iniciais. A lição de tudo isso é a riqueza do momento presente. A única coisa que realmente temos é o agora. Por isso, precisamos agradecer e reconhecer nossas vitórias diárias, diminuir nossas cobranças e aprender a ser feliz com o que temos, somos e escolhemos.

Namastê. Que venha 2015, com muitas alegrias e vitórias diárias…

Que venha 2015!

Posted in Comportamento, Conscientização with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 20, 2014 by Psiquê

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Eis que faltam alguns dias para 2014 chegar ao fim. Um ano de muitas mudanças, transformações, evoluções, rupturas, amadurecimentos. Agradeço por todas esta fases…por todas as etapas vividas e deposito em 2015  esperanças pela consolidação das boas escolhas e de alteração das más.

Estava lendo um pouco sobre as previsões do meu signo no livro: Seu horóscopo pessoal para 2015, de Joseph Polansky e gostaria de compartilhar com vocês as tendências gerais que o autor apresenta para o meu signo: Virgem. Achei interessante, pois esta visão geral coincide com um ciclo que estou vivendo desde 2013 e que se aprofundou bastante em 2014 de uma busca espiritual intensa.

“Desde que Júpiter entrou em sua Décima Segunda Casa em julho do ano passado, você vive um período espiritual intenso. Você está evoluindo espiritualmente – isto é, internamente. Suas capacidades estão sendo ampliadas. Muitos de seus objetivos, que antes pareciam inalcançáveis, agora parecem viáveis. Seu entendimento acerca da vida e de si mesmo está cada vez maior. Entretanto, isso não é visível no exterior, permanecendo ainda como um segredo. (…) Você entrará em um ciclo anual de prosperidade.

(…) Quando uma espécie de sinal espiritual acontece (você viveu muitos no ano passado, e viverá ainda mas este ano), a experiência é muito feliz. A alma sente-se livre. Toda a visão é modificada. Certos pensamentos opressivos são deixados para trás e jamais retornam para atordoá-lo.”

Gostei muito, e alimento ainda mais a esperança de que dias ainda melhores virão. Porque viver é bom demais e saber viver bem e agradecer pelas oportunidades diárias, melhor ainda.

Tenham um excelente final de dezembro e que venha 2015!

Namastê!

Individualidade e coerência

Posted in Comportamento, Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 29, 2014 by Psiquê

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Eu malho para comer…

Foi com essa frase que Thalita Rebouças me motivou a escrever este post. O depoimento foi dado no programa Superbonita do GNT desta semana (no do episódio 23/2014), em que se tratou do tema: envelhecendo bem. Eu gostei muito das ideias de Thalita Rebouças e de Luiza Brunet (cuja postura já destaquei aqui em outro post) sobre como envelhecer bem. Saber envelhecer é uma arte e cuidar de sua autoestima, respeitando seus limites, seu corpo e seu biotipo é fundamental para estar bem e fazer o que mais tem a ver com você.

Thalita disse que está superfeliz com a proximidade dos 40 anos e que ao virar balzaca (fazer 30 anos) ela se sentiu superfeliz, mas hoje se sente ainda mais feliz com 39 anos e acha que esta década entre os 30 e 40 anos foi a mais feliz de sua vida…ela se diz mais madura, mas segura, mais realizada. Ela confessa que não liga muito para doce, mas adora uma empada, por isso malha para poder comer…

Por que não buscamos o que nos faz bem, procurando ter mais saúde, cuidar do bem-estar, sem exceder os limites e sendo feliz? Para que viver aprisionada em busca de padrões corporais determinados pela sociedade, malhando feito louca, se privando de alimentos, para tentar alcançar um biotipo que não é o seu? Olha que eu não me prendo a desejos gastronômicos tão específicos como o da Thalita, mas o equilíbrio é fundamental em tudo…

Já Luiza Brunet, além de lindíssima e supercoerente em relação às mudanças que a idade nos exige para que saibamos nos vestir e nos cuidar com sabedoria e sem modismos, dá dicas fundamentais para estar sempre bela. Para que um look exagerado em relação à procedimentos que exageram e estragam a sua fisionomia? Para que usar uma roupa que não condiz com seu biotipo e sua idade. Usar mini-saia, por exemplo, na concepção dela é para mulheres com pernas bonitas, magras e altas…com o passar do tempo, uma saia lápis, mais compridinha com uma blusa fica mais elegante e adequado para o seu biotipo aos 52 anos e por que não se adequar a isso e ficar ainda mais bela?

Todas essas ideias, mereceram o meu destaque aqui, pois vivemos sendo pressionadas em relação à adequação a biotipos que, muitas vezes, não são os nossos…

Na minha opinião, e isso já disse outras vezes, quando respeitamos o nosso próprio biotipo, escolhendo a roupa mais adequada a ele, as cores que mais combinam com o nosso tom de pele, o tipo de vestimenta que valoriza o nosso corpo, a atividade física, os cuidados com saúde e os tipos de alimentação que se nos fazem bem, tudo se torna muito mais prazeroso e simples.

Procure viver bem, adotando atividades físicas que te satisfazem, alimentando-se com consciência de que bons alimentos nos fazem funcionar mais harmonicamente e procurando se afastar de situações angustiantes, estressantes e desequilibrantes.

Namastê!

7 anos de Espartilho

Posted in Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 14, 2014 by Psiquê

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Neste ano, o Espartilho comemora seu sétimo aniversário e eu não poderia estar mais feliz. Apesar de muita coisa ter mudado ao longo destes anos, ele esteve comigo em todas as fases e o público o acompanhou com as suas mais variadas peculiaridades.

Há seguidores que já não são tão assíduos na net, há novos e recentes leitores que descobriram alguma outra faceta do Espartilho que o atraiu. Os temas variaram, os humores e ideias também, mas o Espartilho segue como uma paixão!

Obrigada por mais um ano em minha vida! Esta é mais uma oportunidade de balanço, renovação e renascimento.

Parabéns a todas nós!

Simplesmente Feliz

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , on abril 4, 2014 by Psiquê

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Hoje estou simplesmente feliz, com uma certa ansiedade e um pouco de medo em relação ao novo, mas feliz…

Leve…

Com a certeza de ter feito o melhor…de dever cumprido…

Obrigada meu Deus! Por tudo…se não tivesse sido tudo como foi, poderia não ter a consciência para poder agradecer agora.

Feliz!