Arquivo para outubro, 2011

Viagem

Posted in Comportamento with tags , , , , on outubro 29, 2011 by Psiquê

Jennifer Garner

Amanhã tem início minha aventura de férias e com isso espero acumular deliciosas experiências, tirar muitas fotos e viver momentos inesquecíveis. Ficarei um pouco ausente neste período, mas não esquecerei de vocês. Depois farei um relato de tudo.

Com muito carinho peço que aguardem meu retorno!

Quero um homem…

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , on outubro 24, 2011 by Psiquê

Via Amante das Imagens

Quero um homem…

Quero um homem
que toque minha alma,
que entre pelos meus olhos
e invada meus sonhos.
Quero que me possua inteira,
corpo e alma,
fazendo dos meus desejos
breves segundos de êxtase
o prazer do encontro total.
Quero sentir seus braços longos
envolvendo meu abraço,
seus lábios mudos
calando o meu silêncio
sem precisar nada dizer…
apenas me olhando
com olhos negros e úmidos
e me tomando devagar,
como o mar avança na praia,
como eu sei que tem que ser
e sei que um dia será.

Autoria: Cláudia Marczak

Sade

Posted in Curiosidades with tags , , , , , , , , , , on outubro 23, 2011 by Psiquê

Sade

O show da Sade no Brasil que assisti ontem foi excepcional. Muito bem produzido e a plateia respondeu à altura. Deixou saudades já na metade. Fora a sensualidade a todo vapor. Adorei! Para quem não conhece a história partilho com vocês um pouquinho:

Helen Folasade Adu nasceu em Ibadan, na Nigéria. O seu pai era um professor de Economia nigeriano; a sua mãe, Anne, uma enfermeira inglesa. O casal se conheceu em Londres quando ele estudava na London School of Economics e se mudou para a Nigéria logo depois de se casar. Quando nasceu a filha, ninguém no lugar conseguia chamá-la pelo nome inglês e uma versão de Folasade acabou vingando. Depois, quando ela tinha quatro anos, os pais se separaram e a mãe levou Sade e seu irmão mais velho, Banji, de volta à Inglaterra, onde de início eles viveram com os avós perto de Colchester, em Essex.

Ela ouvia música soul americana, especialmente a onda dos anos 70 liderada por artistas como Curtis Mayfield, Donny Hathaway e Bill Withers. Quando adolescente, Sade viu os Jackson 5 cantar no Rainbow Theatre, em Finsbury Park, onde trabalhava no bar nos finais de semana. “Fiquei mais fascinada pela plateia do que por qualquer outra coisa que estava acontecendo no palco. Eles atraíam crianças, mães com filhos, idosos, brancos, negros. Fiquei muito emocionada. Este é o público que eu sempre quis ter.”
A música não foi a sua primeira escolha de carreira. Sade estudou moda na St Martin’s School of Art e só começou a cantar depois que dois velhos amigos da escola que tinham uma banda pediram a sua ajuda nos vocais.

Para sua surpresa, Sade descobriu que mesmo ficando nervosa quando cantava, ela gostava de compor. Dois anos depois, tinha superado o medo de placo e cantava regularmente como backing vocal para uma banda funk latina no norte de Londres chamada Pride. “Eu subia no palco com Pride tremendo da cabeça aos pés. Ficava apavorada. Mas estava decidida a tentar fazer o melhor possível e resolvi que já que era para cantar, eu tinha que cantar do jeito que falava porque é importante ser autêntico.”
Sade teve um longo aprendizado nas turnês com Pride. Durante três anos, a partir de 1981, ela e os outros sete membros da banda viajaram pela Inglaterra, e muitas vezes era ela quem dirigia. Os shows da banda Pride tinham um momento quando Sade cantava diante de um quarteto que tocava músicas de jazz mais suaves. Uma das músicas, ´Smooth Operator´, que Sade tinha ajudado a compor, atraiu a atenção de olheiros das gravadoras. Logo, todo mundo queria contratá-la, mas não o resto da banda Pride. Como era extremamente fiel aos amigos da banda, Sade recusava-se a largá-los, mas 18 meses depois, ela cedeu e assinou um contrato com a Epic Records – com a condição de que pudesse levar os três colegas que ainda hoje constituem a entidade musical conhecida como Sade: o saxofonista Stuart Matthewman, o tecladista Andrew Hale e o baixista Paul Denman.

O primeiro single de Sade, ´Your Love Is King´, entrou na lista dos 10 mais na Inglaterra em fevereiro de 1984 e com ele a sua vida, e a vida da banda, mudou para sempre. A elegância suave e sutil da música junto com o visual da cantora – exótico sem denominações e sofisticado sem esforço – lançaram Sade como o rosto feminino mais estiloso da década. As revistas faziam filas para colocar a sua imagem na capa. “Não era marketing,” ela se lembra, cansada. “Era apenas eu. E eu não estava tentando vender uma imagem.”
Na época em que lançou o primeiro álbum, ´Diamond Life´, a sua vida pessoal era tudo menos brilhante. Sade vivia com o seu então namorado, o jornalista Robert Elms, em Finsbury Park, num antigo batalhão de bombeiros reformado. O prédio não tinha calefação, ou seja, ela tinha que se vestir na cama. O banheiro que congelava no inverno, ficava na escada de emergência. O banheiro ficava na cozinha. “Basicamente, a gente congelava.” Sade passou quase toda a década de 80 viajando em turnês enquanto os seus três primeiros álbuns venderam mais de um milhão de cópias no mundo todo. Para ela, trata-se de uma questão de princípio. “Se você só aparece na TV ou em vídeos, você se torna um instrumento nas mãos da indústria fonográfica. Está apenas vendendo um produto. Só quando eu subo no palco com a banda e nós tocamos é que eu sei que as pessoas amam a nossa música. Eu sinto. Às vezes, sinto falta das turnês. A saudade é muito grande.” O interesse doentio e a intromissão da imprensa em sua vida particular levou Sade a não querer participar do jogo promocional. Depois de ser traída pela imprensa em diversas ocasiões, Sade raramente da entrevistas. “É horrível essa mentalidade da imprensa marrom de que se algo parece simples e fácil é porque deve ter algo errado acontecendo.”
Durante boa parte dos últimos 20 anos, Sade deu prioridade à sua vida pessoal e deixou a vida profissional ao fundo.

Nesse período, lançou apenas três álbuns com material novo e gravados em estúdio. O casamento com o diretor de cinema espanhol Carlos Scola Pliego em 1989; o nascimento de sua filha em 1996 e a sua mudança no começo do século 21 do norte de Londres para a zona rural de Gloucestershire, onde ela vive hoje em dia com o seu novo parceiro, tomaram muito tempo e atenção. E é assim que tem que ser. “Você só pode crescer como artista se você se permitir crescer como pessoa,” Sade diz. “Todos somos pais, as nossas vidas mudaram. Não poderia fazer ´Soldier of Love´ antes e embora os fãs tenham esperado um bom tempo – e eu peço desculpas por isso – estou muito orgulhosa do álbum.”

 

Fetiche

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , on outubro 22, 2011 by Psiquê

João Marcelo Oliveira Machado Olhares 3

Fetiche

Fetiches?!
Doce de leite pastoso delicioso
Fácil de espalhar
Irresistível se lambuzar

Piercing Língua Umbigo
Barriga masculina
Quadris femininos

Três quilos de chocolate branco derretidos
Quentes escaldantes
Despejados sendo
Em maravilhosos corpos humanos
Voraz Insaciável Compulsiva
Com doces?
Só com doces!!…

Autoria: Liz Christine

Meditação

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , on outubro 22, 2011 by Psiquê

João Marcelo Oliveira Machado Olhares 8

Hoje, folheando o livro Osho – Meditação – a primeira e última liberdade -, me deparei com vários trechos que resumem ideias bastante interessantes e simples, porém grandiosas.

Uma delas é sobre a solidão: como natureza interior!

“A solidão é uma flor, um lótus florindo no seu coração.

A solidão é positiva, é saúde. É alegria de ser você mesmo. É a alegria de ter seu próprio espaço.” Muitas vezes eu não entendo, como a maioria das pessoas não consegue ficar em sua própria companhia, procurando sempre uma fuga de si mesmo, quando na verdade estar em sua própria companhia é fundamental para o processo de crescimento pessoal.

Outro ponto interessante do livro, é a “lição” de que meditação é muito mais simples do que se prega por aí: “Qualquer coisa pode ser meditação”

“Este é o segredo: desautomatize-se. Se podemos desautomatizar as nossas atividades, então tudo na vida se torna uma meditação. E aí qualquer coisa, por mais insignificante que seja, como tomar banho de chuveiro, fazer uma refeição ou conversar com um amigo, tudo se transforma em meditação. A meditação é um potencial, uma capacidade que temos e que pode ser projetada ou transferida para qualquer coisa. Não é uma ação específica. Há pessoas que pensam dessa forma, acreditando que a meditação seja um ato isolado em que você se senta de frente para o leste, repete determinados mantras, queima um pouco de incenso, faz isso e aquilo num determinado momento e de uma determinada maneira, acompanhados por determinados gestos. A meditação não tem nada a ver com isso. Todas essas são maneiras de automatizar a meditação e a meditação é contra a automatização. Portanto, enquanto estiver atento, qualquer atividade poderá ser uma meditação e você poderá aproveitar algum movimento imensamente.”

Não se controla a vida

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , on outubro 16, 2011 by Psiquê

João Marcelo Oliveira Machado - Olhares 28

Minha experiência de ontem, prova que nem sempre a espera em um salão de beleza remete a leituras fúteis…

Estava eu aguardando o atendimento, quando resolvi folhear a Revista Claudia, edição de aniversário, que trazia uma entrevista com  a escritora Siri Hustvedt. A entrevista me chamou bastante atenção e me despertou interesse por ler seus livros, o que ainda não tive a oportunidade de fazê-lo.

Dentre suas colocações, estavam: ” Gosto de causar um pouco de confusão e questionamento, porque muito do que vemos, lemos ou escutamos é clichê. ”

Hustvedt diz que livros de auto-ajuda são uma apelação ao narcisismo humano. E que “não temos controle total da vida. Somos vítimas dos acontecimentos (…) Buscamos soluções fáceis, queremos instruções de como é certo viver, mas essas respostas não existem. ”

Ao falar sobre seu último livro The summer without men, Hustvedt chama atenção para as mulheres: “A solução para sermos mulheres mais fortes e poderosas é a educação. Os pais precisam passar às filhas a lição de que elas são capazes de tudo o que desejarem e que o futuro não está predeterminado“.

Dentre as obras da autora estão:

  • The summer without men;
  • The Shaking Woman or a History of My Nerves (2010);
  • The Sorrows of an American (2008) – Elegia para um americano (mais);
  • What I Loved (2003) – Aquilo que eu Amava (mais);
  • The Blindfold (1992) – De Olhos Vendados (mais);
  • The Enchantment of Lily Dahl (1996) – Fantasias de uma Mulher (mais).

Veja esta entrevista de Siri Hustvedt durante a Semana de Escritores em Adelaide, Austrália.

Veja também a página oficial da autora.

Descobrir o novo

Posted in Comportamento, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 12, 2011 by Psiquê

Sabe, a vida é muito abençoada e curta para não darmos valor ao que já temos e às oportunidades que nos cercam. Tenho refletido muito sobre o que há de novo para descobrir?  Apesar de o conhecido, o status quo, sempre ser mais seguro e confortável, eu sempre entendi o novo, a mudança como positiva. Seja a mudança de emprego, de cidade, estado civil, casa, área de estudo, etc. Nunca encarei as mudanças como negativas, elas podem não ser, à primeira vista, confortáveis, mas são sempre passíveis de aprendizado, sempre podem ser positivas, ainda que isso doa em um primeiro momento.

Mais uma vez, caminho no sentido da mudança, novas experiências, quero sempre aprender mais e mais. Seja através de um novo curso, novos amigos, uma viagem. Busque você também aprender com as mudanças da vida e aproveite todas elas, pois, muitas vezes,  só temos uma oportunidade de desfrutá-la e fazer dela uma mudança positiva.

Outro ponto importante de reflexão e manter-se sempre fiel aos seus princípios e a quem você é ou vem tentando ser, pois, por mais que muitas vezes as coisas aconteçam no tempo de Deus (do destino, de Alá, ou quem quer que cria ser o Senhor de tudo) e não no nosso, elas acontecem. Muitas vezes me deparo com uma certa ansiedade de colher frutos da minha postura, das minhas atitudes, da minha essência… E todas as vezes em que penso não estar valendo a pena, tenho sinais de que as coisas acontecem, ao seu tempo. Ouse dar o primeiro passo que em seguida as respostas surgem, mesmo que lentamente!

Sucesso!!!