Arquivo para fevereiro, 2012

Maquiagem e boas ideias

Posted in Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 27, 2012 by Psiquê

Na semana passada tive uma tarde deliciosa, com direito a compra de vários itens do meu kit de maquiagem: pincéis, sombras, brilos, pó, prime, blush, demaquilante de marcas deliciosas como Sephora, Bourjois, MAC…além de um bate papo superdez, com trocas de ideias e planos para 2012. Em breve teremos um bazar ‘supertransado’ com direito a maquiagem, roupas, sapatos, bolsas, acessórios, etc. Tudo de primeira e segunda mão, mas com muito bom gosto e criatividade. Fiquem atentas que  anunciaremos aqui no Espartilho. A data já está prevista: 01 de abril.

Eu que sou apaixonada por uma maquiagem bem feita, busquei alguns tutoriais, ensinando a maquiar. Minha preferência é por olhos bem maquiados, que espero um dia saber fazer direitinho.

Vejam algumas ideias:

Makeupatelier Tutoriais

Makeup Geek Tutorials

O truque dos cílios volumosos – Juliana Góes

Outros tutoriais com Juliana Góes

Makeup Tutorial – The Classic Pin-up Girl

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Louis Vuitton

Posted in Curiosidades, Moda with tags , , , , , , , , , , , on fevereiro 15, 2012 by Psiquê

Apesar de não dar valor às coisas em função de sua marca, mas em função da sua qualidade e adequação ao gosto de cada um, acho que vale a pena entender um pouco do surgimento de cada ícone destes. Seu papel na história e a evolução dessa ideia de marca de qualidade. Navegando pelo blog Mundo das Marcas encontrei um post bem legal, contando a história da Louis Vuitton.

Segue um pouco de história:

“Tudo começou em 1851, quando para cada viagem do imperador francês Napoleão III, era trazido ao Palais des Tuilleries um jovem aprendiz de maleiro para embalar a bagagem da imperatriz Eugênia. O rapaz chamava-se Louis Vuitton, um suíço criado em Paris e filho de um marceneiro, que em 1854 fundou a MAISON LOUIS VUITTON MALLETIER na Rua Neuve-des-Capucines, no centro da capital francesa, próximo à famosa Place Vendôme. E mesmo depois de aberta a loja, ele ainda produzia sob encomenda produtos exclusivos e únicos, como um baú que virava cama, sob solicitação de um explorador europeu; outro baú que virava charrete, para um viajante muito especial; e ainda, um baú flutuante para os praticantes de balonismo que volta e meia caíam no mar. No ano seguinte, a Maison transferiu a oficina e a residência familiar para a pequena cidade de Asnières-sur-Seine, localizada cerca de 30 quilômetros de Paris. Desta forma, a produção estaria mais próxima dos fornecedores da madeira que servia de estrutura para as malas. Além disso, a empresa aproveitaria do transporte fluvial para o escoamento de sua produção.

Pouco tempo depois, em 1858, ele criou as primeiras malles plates, um novo formato de baú (com tampa reta, diferentemente do utilizado na época, com tampa abaulada para permitir o escoamento da água da chuva, leve e à prova d’água), que facilitava a arrumação nos porões dos navios e o empilhamento nos trens, e o revestiu com sua assinatura em cinza. Tudo para atender às madames da época que viajavam de navio e precisavam de uma mala que pudesse ao mesmo tempo transportar de tudo e com muita classe. O material utilizado era sempre o mesmo: madeira, zinco, cobre e lonas impermeáveis. A ferramenta: seu apuro artesanal que cativou muitos ricos e nobres da época. Com o crescimento da empresa e a divulgação da marca ao redor do mundo, Georges Vuitton, filho de Louis, uniu-se ao pai a partir de 1870 para a abertura de novas lojas fora de seu país de origem, que aconteceria somente quinze anos depois…” Para saber um pouco mais, visite o blog: Mundo das Marcas.

Adorei a história. Em breve falaremos de outras marcas legais, como Chanel, entre outras.

Quer ser feliz, desencane de buscar a felicidade

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , on fevereiro 14, 2012 by Psiquê

Lendo a edição especial da Superinteressante: “53 conselhos que as pessoas dão“, clichês e receitas mágicas que todo mundo repete – mas a ciência mostra que não funcionam, resolvi destacar algumas ideias bastante interessantes.

O primeiro clichê tratado na matéria é: busque a felicidade acima de tudo, o qual resume muito bem uma realidade. ” Todo mundo quer jogar a responsabilidade nos seus ombros, pregando que ser feliz é ma conquista que só depende de você. Alguns até tentam ensinar um passo a passo infalível. Mas, (…) é mais fácil alcançar a tal felicidade desencanando de buscá-la.”

A felicidade é também o centro de um paradoxo, ao que tudo indica é mais feliz quem não se preocupa tanto em persegui-la.

Então vamos tentar encontrar um meio termo para não exagerar na busca e se angustiar, mas também não deixar de buscá-la.

E aproveitando a deixa da felicidade, compartilho com aqui uma alegria: hoje nosso Espartilho alcançou mais de 1245 acessos. Até 0h  vamos conseguir um número de acessos ainda maior!

Obrigada a todos.

Carnaval

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , on fevereiro 8, 2012 by Psiquê

Confesso que não sou muito fã de Carnaval, não. Prefiro fugir das muvucas, das cidades e bairros lotados, falta de água, falta de infraestrutura necessária ao excesso de turistas…cheiro de xixi, cerveja, calor. Mas o período de descanso com amigos é bem vindo. O glamour das fantasias também. A Aline Ciafrino – responsável pela roupa desta foto e o Paulo Heredia – que registrou muito bem o look, souberam retratar esse glamour que tanto me atrai.

No mais, o que desejo para o carnaval é que seja um tempo de descanso, alegria e curtição. Espero ter disponibilidade de colocar minha vida e meus planos 2012 em ordem, para continuar vivendo este ano com todas as energias positivas.

A vida é o que você faz dela

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 5, 2012 by Psiquê

Conforme falei há alguns posts, depois de ler o artigo do Peter Buffet em uma revista, comprei o livro A vida é o que você faz dela, de sua autoria. O livro é bem legal, incita a várias reflexões, mas acaba obviamente entregando a nós mesmos o poder de decidir, o que é o sucesso, a felicidade, uma vida bem sucedida para cada um de nós.

No final do livro, Buffet cita uma fala atribuída a Goethe, porém sem provas de sua autoria, que me pareceu resumir bem sua ideia.

“Até que uma pessoa se comprometa, há indecisão, o risco de retroceder. Com relação a todos os atos de iniciativa e criação, há uma verdade elementar, a ignorância que mata inúmeras ideias e planos excelentes: esse é o momento em que uma pessoa definitivamente se compromete, então a Providência age também. Alguns eventos inesperados ocorrem para ajudar a pessoa. Uma série completa de acontecimentos brotam da decisão, construindo a favor dessa pessoa todas as formas de acontecimentos imprevistos, encontros e assistência material, as quais nenhum homem poderia ter sonhado que atravessaria seu caminho. Seja o que for que você possa fazer, ou sonhar que pode fazer comece. A coragem tem genialidade, poder e magia. Comece agora”.

Arrependimentos antes de morrer

Posted in Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , , , on fevereiro 3, 2012 by Psiquê

Bronnie Ware, enfermeira australiana, lançou um livro com a lista dos maiores arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer. Ela, que é especialista em cuidados paliativos e doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro “confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte“, confissões que, segundo ela, ajudaram a mudar sua vida.

“Encontrei uma lista grande de arrependimentos, mas no livro me concentrei nos cinco mais comuns”, disse a autora à BBC. “E o principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queria e não o que outros esperavam que fizesse”, acrescenta.

“Outro arrependimento comum é de não ter trabalhado um pouco menos, pois isso, segundo estas pessoas, fez com que perdessem o equilíbrio e, como resultado, perderam muitas coisas em suas vidas”, disse Ware.

O livro de Ware, chamado The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing (“Os Cinco Maiores Arrependimentos dos Moribundos”, em tradução livre) conta as memórias da autora e suas experiências durante anos de trabalho em cuidados de doentes terminais.

Os pacientes de Ware geralmente eram pessoas que já não tinham chances de recuperação e podiam morrer a qualquer momento. A enfermeira afirma que isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes “momentos incrivelmente especiais. Porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas”.

Texto viral

Ware conta que a ideia para o livro surgiu depois que um artigo publicado no blog da enfermeira, chamado “Arrependimentos dos Moribundos”, se transformou em um texto viral, se espalhando pela web. Ela então decidiu escrever algo mais completo a respeito destas confissões e a forma como a vida dela foi transformada.

“As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade”, afirmou. “Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação.

” A enfermeira garante que cada um dos pacientes que tratou “encontrou sua paz antes de partir”. Ware disse à BBC que, durante os anos que trabalhou com estes pacientes percebeu também que muitos se arrependiam de não terem tido “coragem para expressar seus sentimentos”.

“E isso se aplica tanto aos sentimentos positivos como aos negativos.” “Muitos diziam: ”queria ter tido coragem de falar que não gostava de uma coisa”, ou então que queriam ter tido coragem de falar às pessoas o que realmente sentiam por elas”, afirmou.

Amigos

Bronnie Ware também destaca outro arrependimento que notou entre seus pacientes: o de ter perdido o contato com os amigos. A enfermeira afirma que os amigos são importantes no final da vida, pois os familiares que estão junto a um doente terminal também estão passando por muita dor. Uma pessoa no leito de morte, segundo Ware, sente falta dos amigos, mas, muitas vezes, quando ela perdeu o contato, já é tarde demais para um reencontro. A enfermeira também chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram. Na maioria dos casos observados por ela, as pessoas não pareciam se arrepender de algo que tinham feito.

A autora afirma que espera que seu livro “ajude as pessoas a agir hoje e não deixar as coisas para amanhã, para se arrepender depois”. “Minha mensagem principal é que todos vamos morrer e que se, neste momento, nos arrependermos de algo, vamos então solucionar o problema agora”, acrescentou.

Fonte: BBC Brasil

Cansaço…

Posted in Comportamento with tags , , , , , on fevereiro 1, 2012 by Psiquê

A meu ver todos os seres humanos deveriam poder tirar dias de férias a cada 6 meses. É produtivo, saudável e até vital. Em alguns cargos temos rotinas praticamente escravizantes. Apesar de ter passado por um curto período de férias no final do ano passado, confesso que precisaria viver mais um pouquinho. Queria mesmo era viver um período sabático para viajar por aí e repensar a minha vida, minha profissão, minhas escolhas…

Quero férias de novo!!!