Arquivo para corpo

10 mulheres vintage tatuadas que marcaram a história

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 30, 2016 by Psiquê

O Universo Retrô, fez uma matéria no início deste ano sobre mulheres tatuadas em uma época em que a tatuagem era estigmatizada. E, como achamos o maior barato, compartilhamos aqui:

Atualmente tem sido normal encontrar uma garota com tatuagens ou piercings; pode-se até dizer que, por muito tempo, aquilo que era “diferente” hoje pode ser visto como “natural”, e diferente mesmo é aquele que não tem tatuagens, pois, cada dia que passa, nascem novos admiradores, simpatizantes e adeptos a essa arte.

Mas apesar de “desenhar o corpo” ser algo que existe desde os tempos remotos, nem sempre foi assim. As antigas tribos se tatuavam para mostrar hierarquia ou a qual grupo pertenciam. Já nos tempos de guerra, soldados e marinheiros também marcavam seus corpos com símbolos próprios e mensagens.

Tattooed Girl

Depois, as tatuagens começaram a ser consideradas uma arte marginal, um símbolo de delinquência, atrelado principalmente àqueles que eram considerados jovens infratores e que iam contra à cultura das famílias tradicionais, fazendo com que o mundo das tatuagens fosse algo underground e clandestino.

Nesse grupo, entre o final do século 19 e início do século 20, podemos destacar algumas mulheres transgressoras, que enfrentaram sociedades machistas para fazer aquilo que queriam: tatuar o corpo, o que possibilitava a elas ganhar o mundo apenas como “freaks”, viajando com circos e, muitas vezes, sendo anunciadas como atrações estranhas e diferentes por terem o corpo coberto de tatuagens.

Conheça 10 dessas mulheres vintage tatuadas que ganharam o mundo e que por marcarem a pele, ficaram marcadas na história por sua coragem em busca dessa quebra de padrões:

Nora Hildebrandt – Uma das mais antiga mulheres tatuadas, há poucas informações e relatos sobre ela. Dizem que Nora nasceu por volta de 1850 em Londres, é considerada a primeira mulher a chocar os Estados Unidos com as suas tatuagens, que, inclusive, eram feitas pelo seu próprio pai de origem alemã, Martin Hildebrandt. Suas tatuagens permitiram que ela se apresentasse em feiras freaks e viajasse com o circo Barnum e Bailey. Mas, parece que sua trajetória artística não durou muito, pois uma outra “freak” parecia estar fazendo mais sucesso que ela, era Irene Woodward.

Nora

Irene Woodward – Também conhecida como La Belle Irene, Irene foi uma das ladies tatuadas que performou durante os anos de 1890. Ela estreou em Nova York, logo depois de Nora e fez tanto sucesso que chegou até a ganhar destaques nos jornais. Há relatos que ela passou 15 anos trabalhando no circo.

La Belle Irene

Emma deBurgh – Emma deBurg, também conhecida apenas deBurgh, foi uma das famosas senhoritas tatuadas. É considerada uma das primeiras obras-primas de tatuador Samuel O’Reilly, que tinha um trabalho inspirado, principalmente, em motivos religiosos e patrióticos, um dos motivos pelo qual Emma tinha a santa ceia tatuada nas costas. Emma viajou a América com seu marido Frank DeBurg (nascido James Burke), que também foi tatuado por Samuel O’Reilly. Em maio de 1887, ela partiu para a Europa e viajou sem ele.

Emma deBurgh

Maud Wagner – Maud nasceu em 1897 no Kansas, Estados Unidos. Além de ser considerada uma freak por conta de suas tatuagens, Maud era trapezista e contorcionista. Em 1904, em uma dessas viagens para apresentação como trapezista, ela conheceu o tatuador Gus Wagner. Com o tempo eles se casaram e tiveram uma filha, que também virou tatuadora, mas, diferente de sua mãe, não possui nenhuma tatuagem. Sua mãe não deixou que o pai tatuasse a filha, e quando ele morreu, ela afirmou que se seu pai não a tatuou, nenhuma outra pessoa tatuaria.

Maud Wagner

Lady Viola – Nascida em 1898 como Ethel Martin, Lady Viola começou a se tatuar na década de 20 por Frank Graf e foi considerada a mulher tatuada mais bonita do mundo naquela época. Ela trabalhou em museus e circos. Faleceu aos 73 anos de idade.

Lady Viola

Mildred Hull – Mildred Hull, nasceu em 1897 e era também tatuadora. Começou sua carreira no circo como uma dançarina exótica e, logo depois, começou a se tatuar. Seu tatuador era Charles Wagner. Em 1939, ela possuía sua própria loja de tatuagem chamada Tattoo Emporium, onde dividia espaço com um barbeiro. Ela era uma das únicas artistas da tatuagem do sexo feminino que trabalhavam no Bowery, em Nova Iorque. Em janeiro de 1943, Hull tentou suicídio, pulando de seu apartamento no segundo andar e acabou parando no hospital e resistiu. Porém, em 1947, ela conseguiu cometer suicídio bebendo veneno.

Mildred Hull

Artoria Gibbons – Artornia nasceu de uma família pobre e  trabalhou como empregada doméstica. Com o tempo, conheceu o tatuador Charles Gibbons “Red” com quem ela se casou em 1912. Eles tiveram uma filha juntos.
Charles tatuou o corpo de Artoria com tatuagens religiosas, porque ela era uma mulher muito religiosa e membro da igreja episcopal. Ela começou a excursionar como uma lady tatuada na década de 1920. Artoria se aposentou em 1981 e morreu 18 de março de 1985.

Artoria

Betty Broadbent – Conhecida como Lady Tattoo, Betty também foi considerada uma das freaks mais belas. Iniciando as mudanças no seu corpo em 1927, a jovem chegou a ter mais de 350 rabiscos na pele. Como os desenhos chamavam muita atenção, ela resolveu entrar para o mundo do show business, sendo uma das principais atrações do Barnum & Bailey Circus. Betty se dedicou ao mundo do espetáculo por 40 anos e também tornou-se tatuadora e aposentou-se em 1967. Ela foi uma das primeiras mulheres a serem tatuadas com a nova “máquina elétrica”, a primeira pessoa a ser inserida no Hall da Fama do Mundo das Tatuagens e faleceu dois anos depois, enquanto dormia.

Betty Broadbent, a Lady Tattoo

Pam Nash – Pam foi provavelmente uma das garotas tatuadas mais fotografadas pelo Bristol Tattoo Club. Ela ganhou destaque por ter um jardim japonês tatuado em suas costas, que era composto por um grande vulcão.

Pam Nash

Cindy Ray – O mundo da tatuagem começou para a australiana Cindy em 1959, quando o fotógrafo Harry Bartram fez um anúncio em um jornal dizendo que precisava de modelos, mas só pagaria se a moça aceitasse se tatuar. Cindy era mãe solteira, trabalhava em uma fábrica e precisa de dinheiro, então encarou o desafio, já que não teria custo nenhum para fechar o corpo e ainda ganharia por isso. A partir daí, Cindy começou a estampar várias revistas e fazer muitas fotos. O gosto pela arte foi tanto que ela decidiu que também iria tatuar e começou a assumir a maquininha, sendo uma das primeiras mulheres a tatuar.

Cindy Ray

Muitas outras garotas do início do século 20 também ganharam destaque por terem tatuagens em uma época bem preconceituosa. Hoje, graças a essas mulheres e a milhares de outras pessoas que acreditaram na tatuagem como arte e estilo de vida, aos poucos, vamos quebrando as barreiras do preconceito e podendo ser cada dia mais livres com essa arte, principalmente, no mercado de trabalho que ainda é bem restrito para esse universo.

Autoria da matéria original: Daise Alves

Memória e cansaço

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , on maio 31, 2016 by Psiquê

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Cada dia que passa tenho mais certeza do quão importante é desacelerarmos das pressões e corre-corre do dia a dia para ouvir um pouquinho mais o nosso corpo. Se não o fizermos por bem, muitas vezes, acabamos por ser forçados a fazê-lo por mal.

O cansaço,  muitas vezes, atrapalha o próprio sono  e isso gera um efeito dominó, pois a falta de descanso na hora que certa, faz o corpo ficar cansado ao longo do dia e acaba comprometendo uma série de atividades, incluindo as capacidades da memória.

Temos que aprender a desacelerar essa correria e ouvir as demandas de descanso dos nossos corpos, principalmente quando já não somos mais tão novinhos.

Estou passando por isso agora e, embora tenha revisto meus conceitos em relação a muito do que faço com o meu tempo, alguns aprendizados ainda requerem uma prática de longo prazo. E você? O que faz para contornar isso?

Vamos aprender e praticar juntos e diariamente.

Um beijo e boa noite.

A falsa ideia romântica que está arruinando nossa vida sexual

Posted in Comportamento, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 2, 2015 by Psiquê

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Sabemos que, ao marcar um encontro com nosso parceiro, é difícil que os dois cheguem exatamente na mesma hora no local combinado; e que, por uma questão de lógica, um dos dois terá de esperar pelo outro. No entanto, no que se refere ao sexo, continuamos obcecados pela ideia de “chegar juntos”. Mais do que uma fantasia, parece dessas coisas a serem ticadas na lista de tarefas, ou, mais ainda, uma prova pela qual a nossa vida sexual teria de passar.

Não se trata de algo novo, pois já nos anos 60 os pais da sexologia moderna, Masters e Johnson, explicavam que a ideia do orgasmo simultâneo como símbolo de superioridade sexual do casal é totalmente equivocado, e que “o esforço para coordenar reações fundamentalmente involuntárias leva o homem e a mulher a começarem a se observar mentalmente em vez de se entregarem às sensações do ato sexual”. Conforme destacaram em seu livro Human Sexual Inadequacy, quando os membros do casal assumem um “papel de espectador”, é fácil ocorrer a perda da ereção no caso do homem e a impossibilidade de atingir o orgasmo no caso da mulher.

Por mais que essa ideia tenha sido então desmistificada, o curioso, no entanto, é que, anos depois, ainda pareça tão difícil destroná-la. Referindo-se a um ambiente aberto e intelectualizado como a universidade, o estudo Sexualidade dos estudantes universitários, realizado na Faculdade de Medicina do Chile, revela que 57,6% dos entrevistados ainda vê o orgasmo simultâneo como um dos principais objetivos da relação sexual.

A verdadeira sincronia

Antes de tratar da ideia do orgasmo simultâneo, convém fazer uma reflexão sobre o orgasmo nos casos dos dois sexos. De acordo com um recente estudo da Universidade de Indiana sobre a variação do orgasmo conforme a orientação sexual, tantos os homens quanto as mulheres costumam atingir mais frequentemente o orgasmo em relações mais estáveis do que quando solteiros. A pesquisa inclui alguns dados que apontam nessa direção: cerca de 85% dos homens atingem o orgasmo com parceiras estáveis, com pouca diferença no que tange à orientação sexual, enquanto nas mulheres essa taxa é globalmente de 62,9%, destacando-se que chega a 74,7% em casais homossexuais. Esses dados mostram, portanto, que, se já é difícil que tanto o homem quanto a mulher atinjam o orgasmo no mesmo ato, como não poderia ser ainda mais difícil atingi-lo exatamente ao mesmo tempo?

Os sexólogos Manuel Fernández e Berta Fórnes apresentam em seu livro 100 perguntas sobre sexo o conceito de “sincronia sexual”, explicando que “com cada parceiro com que nos relacionamos temos de poder nos sincronizar para que a relação funcione”, ou seja, que “a sincronia sexual será a confluência de duas pessoas que, com suas inúmeras diferenças, conseguem se unir em uma vida sexual prazerosa para ambos”. Nada que tenha a ver com os orgasmos. Dessa forma, os especialistas tratam de questões como sincronizar a tomada de iniciativas, ou seja, o equilíbrio entre quem dá início à relação sexual; o nível de desejo e de frequência, já que nem sempre as duas pessoas estão com o mesmo desejo nem se sentem satisfeitas com a mesma frequência; os rituais, ou seja, se temos os mesmos gostos no que se refere às práticas sexuais; e, por último, a expressividade, ou seja, se expressamos o afeto e o desejo pelo parceiro da mesma forma.

O orgasmo delas dura mais

Embora se possa conseguir fazer com que o casal tenha uma sexualidade compartilhada e satisfatória para ambos, isso não se traduz necessariamente em chegar ao clímax ao mesmo tempo, pois não se deve esquecer que os dois membros do casal nem sempre dão a mesma resposta sexual. Apesar de os já citados Masters e Johnson, em seus estudos pioneiros sobre a sexualidade humana, terem indicado que na resposta sexual dos dois sexos há mais semelhanças do que se pensava inicialmente, como, por exemplo, que o ciclo de reação sexual (excitação, planalto, clímax e resolução) era igual nos dois sexos, eles registraram também que ocorrem diferenças no desenvolvimento dessas etapas quando o parceiro é do outro sexo.

Entre elas, como destaca a sexóloga Ana Belén Rodríguez, do Centro SEES, está o fato de que “em regra geral, a duração do orgasmo masculino é menor do que a do orgasmo feminino”. Na verdade, analisando os conhecidos gráficos que representam a resposta sexual masculina e feminina, podemos observar que na mulher é mais comum que ocorram diferentes tipos de resposta, e que todas costumam concordar com um tempo de planalto mais longo do que no caso masculino, e por isso costuma ser difícil que o momento do clímax coincida no tempo.

Não se pode esquecer também que não há homem e mulher iguais, e que as respostas sexuais de cada um nem sempre se ajustam aos modelos estabelecidos. “Cada pessoa tem seus ritmos e suas próprias respostas de excitação e formas de alcançar o clímax sexual; tentar fazer com que duas pessoas diferentes cheguem ao mesmo tempo ao orgasmo é bastante complicado”, insiste Ana Belén Rodríguez, que esclarece que “o mais provável é que não se consiga devido a estas diferenças individuais, mas de alguma maneira socialmente aprendemos que o lógico e o mais prazeroso é chegar ao mesmo tempo”, uma ideia que só nos leva a limitar nossa sexualidade a alguns padrões pré-estabelecidos, apesar da riqueza que pode ser conseguida em si.

Do prazer à obsessão

Dando um passo além, a realidade é que essa obsessão por conseguir alcançar o orgasmo ao mesmo tempo leva os casais a muitas frustrações. O primeiro ponto a se levar em conta é que a ideia do orgasmo simultâneo continua perpetuando a ideia de que o orgasmo é a única finalidade do ato sexual. A este respeito, a sexóloga insiste que “se pensamos desta forma, podemos nos frustrar e cercar de uma ansiedade desnecessária e má companheira na viagem do prazer sexual. Não é necessário esclarecer que ansiedade e prazer são conceitos que não combinam”.

De outro lado, a especialista também destaca que focar o encontro sexual em conseguir este objetivo representa “um excessivo controle das sensações, que às vezes pode produzir os efeitos contrários, como dificuldades de ereção no homem e baixa excitação na mulher”. Mesmo assim, destaca a ideia de que, como tudo na sexualidade, concentramos somente em uma parte de sua prática é negativo, porque nos limita. “Obter um nível extra de excitação ao chegar ao orgasmo ao mesmo tempo em que seu parceiro é maravilhoso e pode ser um tempero interessante no jogo sexual, mas se a pessoa só se sente satisfeita desta forma, talvez quando não aconteça e, o que é o mais provável, comecem os problemas. Por que não abrir as opções?”, acrescenta.

Pratique consigo mesmo

Se você tem tudo isso claro e quer, simplesmente, buscar esse orgasmo simultâneo como mais uma brincadeira, entre outras, de casal, sem pressões, e com o objetivo mais de experimentar e explorar a sexualidade do que de chegar ao clímax, a especialista acrescenta algumas ideias. Para começar, a importância de se conhecer primeiro e de, por que não, experimentar sozinho com nosso autoerotismo: “Se conheço perfeitamente meus gostos e minhas reações físicas, minha resposta sexual e seus componentes psicológicos, fica mais fácil controlar minha excitação e meu orgasmo”, diz. Sem dúvida, convém praticar a comunicação entre o casal, pois se queremos buscar a mesma meta será difícil conseguir isso sem conhecer em que parte do caminho está o outro. Assim, é interessante indicar ao parceiro quão excitado você está e ir explicando do que gosta ou não. “Modular a excitação fará parte do jogo”, conta a sexóloga.

Por fim, a diretora do Centro SEES afirma que também podemos trabalhar o controle sobre nosso orgasmo, por exemplo, através dos exercícios de Kegel, ainda que, mais do que ficarmos obcecados por trabalhar os músculos envolvidos no ato, pode ser mais lúbrico para o casal procurar as posturas que mais excitam ou favorecem o clímax. “E, sobretudo, levar em conta o componente psicológico do orgasmo. Não se pode esquecer que às vezes, mais do que uma resposta de nosso corpo, trata-se de uma reação de nosso cérebro. Por exemplo, em certas ocasiões o orgasmo do outro nos excita tanto que nos faz chegar ao nosso próprio, sem que exista uma premeditação ou uma técnica consistente para isso”, acrescenta.

Com todas essas ideias, vamos tentar o orgasmo simultâneo; e, se não conseguirmos, teremos aproveitado enquanto isso, como o casal merece, mesmo que não apareça em nenhum livro.

Fonte: El País

Indicações para estudar sobre gênero e sexualidade

Posted in Comportamento, Gênero, Sexualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 10, 2015 by Psiquê

Meus amores, desculpem a ausência. Tanta coisa acontecendo e meu tempo para me dedicar ao querido e sempre presente Espartilho, acabou diminuindo.

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Compartilho com vocês um texto com dicas interessantes para o estudo de gêneros e sexualidade em um texto da Julieta Jacob no site Erosdita. Interessantíssimo, não deixem de ler…

*TEXTO: Angie C. Bautista Silva, Caio Castro, Cássio Oliveira, Cícera Amorim, Katarina Vieira, Maria Eduarda Barbosa, Suênia Azevedo

Seja você pesquisador(a) ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, vale a pena dar uma olhada nas sugestões a seguir. Todos os textos já estão com link para download. E se você tiver outras dicas para indicar, é só deixar nos comentários. A gente agradece!

1- Problemas de Gênero – Feminismo e Subversão da Identidade. Autoria: Judith Butler

Judith Butler propõe observar, de maneira geral, o modo como as fábulas de gênero estabelecem e fazem circular sua denominação errônea de fatos naturais. Os textos estão reunidos de modo a facilitar uma convergência política das perspectivas feministas, gays e lésbicas sobre o gênero com a da teoria pós-estruturalista.

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>>> CLIQUE AQUI PARA LER Problemas de Gênero

2- História da Sexualidade – A Vontade de Saber – Vol. 1. Autoria: Michel Foucault

Ao longo dos anos 1970, Michel Foucault dedicou seu trabalho no Collège de France à análise do lugar da sexualidade na sociedade ocidental. Sua reflexão encontrou no sexo e na sexualidade a causa de todos os acontecimentos da vida social. O filósofo empreendeu uma pesquisa histórica, estabelecendo uma antropologia e uma análise dos discursos acerca desse tema tão fundamental para a condição humana. É reconhecidamente um dos grandes trabalhos do pensador e fonte de pesquisa e consulta para milhares de estudiosos.

>>> CLIQUE AQUI PARA LER A História da Sexualidade

3- A Reinvenção do Corpo: Sexualidade e Gênero na Experiência Transexual. Autoria: Berenice Bento

Este livro se ancora em histórias de vida de pessoas que mudaram o corpo, cirurgicamente ou não, para se tornarem reais, para não serem “aberrações” (expressão comum entre os/as transexuais), e sugerirá que as explicações para a emergência da experiência transexual devem ser buscadas nas articulações históricas e sociais que produzem os corpos-sexuados e que têm na heterossexualidade a matriz que confere inteligibilidade aos gêneros. Ao mesmo tempo porporá que o suposto “transexual verdadeiro”, construído pelo saber médico, que tem como objetivo final para implementação da masculinidade/feminilidade a realização das cirurgias de transgenitalização, esbarra em uma pluralidade de respostas para os conflitos entre corpo, sexualidade e identidade de gênero internas à experiência transexual.

>>> CLIQUE PARA LER A Reinvenção do corpo

Berenice-Bento

4- Manifesto Contrasexual — práticas subversivas de identidade sexual. Autoria: Beatriz Preciado

Aqui, o aclamado filósofo espanhol (no masculino mesmo) Beatriz Preciado dinamita, com seu humor corrosivo e rigor teórico, tudo aquilo que se entende por sexualidade. Os estereótipos homem/mulher, homo/hétero, natural/artificial vão progressivamente sendo despedaçados através das análises que o autor faz sobre o dildo, a história do orgasmo e a atribuição de sexo. Se de início é curiosamente divertido, a cada capítulo aprofunda-se nas contradições relacionadas às noções contemporâneas de gênero e desejo. É inspirado pelo pensamento de Michel Foucault, Gilles Deleuze, Judith Butler e Jacques Derrida que o autor inaugura a contrassexualidade: uma teoria do corpo que é, também, estratégia de resistência ao poder.

>>> CLIQUE AQUI PARA LER Manifesto Contrassexual

5- Gênero, Sexualidade e Educação – Uma Perspectiva Pós-estruturalista. Autoria: Guacira Lopes Louro

Este livro tem o caráter de introdução aos estudos de gênero. Apresenta conceitos e teorias recentes no campo dos estudos feministas e suas relações com a educação. Estuda as relações do gênero com a sexualidade, as redes do poder, raça, classe, a busca de diferenciação e identificação pessoal e suas implicações com as práticas educativas atuais. Tanto serve de material para estudantes como para professoras/es, como incentivo amplo à iniciativa feminista e de outros grupos.

>>> CLIQUE PARA LER Gênero, Sexualidade e Educação

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6- Pensando o Sexo: Notas para uma Teoria Radical das Políticas da Sexualidade. Autoria: Gayle Rubin. 

Rubin afirma a necessidade da separação analítica entre gênero e sexualidade, pensando o sexo como um vetor de opressão que atravessa outros modos de desigualdade social, tais como classe, raça, etnicidade ou gênero. A autora questiona a fusão cultural de gênero com sexualidade, feita por feministas radicais anti-pornografia, para as quais a sexualidade organiza a sociedade em dois sexos (um dos quais oprime o outro).

>>> CLIQUE PARA LER Pensando o Sexo

7-  Gênero: uma categoria útil para análise histórica. Autoria: Joan Scott 

O próprio título do artigo anuncia o gênero como um executor teórico-metodológico para análise histórica. Por isso, Joan Scott inicia o artigo desconstruindo a intenção de se implementar certas ideias às coisas, evidenciando que assim como as palavras, as ideias também têm seu dinamismo e contexto social.

>>>CLIQUE PARA LER Gênero: uma categoria útil para a análise histórica 

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8- Gênero e sexualidade nas pedagogias culturais: implicações para a educação infantil. Autoria: Jane Felipe de Souza

O artigo visa problematizar as relações existentes entre pedagogia, gênero e sexualidade na educação infantil, a partir da perspectiva dos Estudos Culturais e dos Estudos Feministas. A autora considera que a pedagogia e o currículo devem ser compreendidos a partir de sua intrínseca relação com as questões históricas, políticas e culturais, todas elas envolvidas nas tramas do poder, no sentido que lhe confere Foucault (1992).

>>> CLIQUE PARA LER Gênero e sexualidade nas pedagogias culturais

9- Sexualidade, cultura e política: a trajetória da identidade homossexual masculina na antropologia brasileira. Autoria: Sérgio Carrara e Júlio Assis Simões

O texto tenta explorar a forma como, supostamente, o brasileiro organiza as categorias ou identidades sexuais, transformando-se às vezes num eixo para a construção de uma identidade nacional caracterizada como exótica, retardatária e “não-ocidental”. Também traça paralelos entre dois momentos da reflexão sobre as relações entre sexualidade, cultura e política.

>>> CLIQUE PARA LER Sexualidade, cultura e política 

10- Gênero e sexualidade: pedagogias contemporâneas. Autoria: Guacira Lopes Louro

A autora visa mostrar que gênero e sexualidade são construídos através de inúmeras aprendizagens e práticas, empreendidas por um conjunto inesgotável de instâncias sociais e culturais, de modo explícito ou dissimulado, num processo sempre inacabado e diz que na contemporaneidade, essas instâncias multiplicaram-se e seus ditames são, muitas vezes, distintos.

>>> CLIQUE PARA LER Gênero e Sexualidade: pedagogias contemporâneas 

11- Quando o “estranho” resolve se aproximar: a presença da professora transexual e as representações de gênero e sexualidade no ambiente escolar. Autoria: Tiago Zeferino dos Santos

A pesquisa tem como objetivo geral analisar as representações de gênero e sexualidade (re)produzidas no espaço escolar por estudantes e profissionais de educação a partir da inserção de uma professora autodefinida transexual em uma escola de Ensino Fundamental da cidade de Tubarão/SC.

>>> CLIQUE PARA LER o texto de Tiago Zeferino

12- Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde. Autoria: Karen Giffin

O presente artigo discute os resultados de uma recente análise de dados internacionais sobre a violência contra a mulher, bem como as consequências para a saúde dessas formas de violência, nas quais o perpetuador é normalmente o parceiro da vítima. A segunda parte do artigo desenvolve questões relacionadas às raízes da violência, incluindo a construção social de identidade de gênero, relações de gênero e sexualidade, dentro de uma tradição dualista que separa mente e corpo, enfatizando elementos biológicos da sexualidade e definindo homens e mulheres como radicalmente diferentes. Para concluir, argumenta que as atuais críticas à visão dualista tem construído novas e mais integradas visões a cerca das sexualidades e seres humanos.

>>> CLIQUE PARA LER o texto de Karen Giffin

13- Sexualidade e gênero: ensaios educacionais contemporâneos. Autoria: Maria Rita de Assis César

Este texto analisa alguns dos caminhos que os discursos e as práticas sobre a sexualidade e o gênero percorreram na instituição escolar brasileira, em especial nas últimas décadas. A partir de uma perspectiva ancorada nos conceitos de Michel Foucault, especialmente nas noções de dispositivo da sexualidade e biopolítica, analisou-se a produção discursiva e institucional acerca da sexualidade na escola. A partir de questionamentos oriundos da teoria queer realiza-se uma reflexão contemporânea sobre a sexualidade na escola a partir de autoras feministas como Judith Butler e Deborah Britzman, que demonstram as (im)possibilidades de uma abordagem sobre a sexualidade que se dê de forma a interrogar os dispositivos de controle e manutenção da ordem discursivo-social.

>>> CLIQUE PARA LER o texto de Maria Rita

14- Educação e docência: diversidade, gênero e sexualidade. Autoria: Guacira Lopes Louro

Minha proposta é compartilhar e discutir com vocês algumas reflexões. Entendo que esse trabalho não é apenas teórico, mas é também político. As questões em torno dos gêneros e das sexualidades não envolvem apenas conhecimento ou informação, mas envolvem valores e um posicionamento político diante da multiplicidade de formas de viver e de ser. Como a escola tem lidado com tudo isso? Como nós, professoras e professores, nos vemos diante dessas questões? Quais são nossos pontos de apoio e onde se encontram nossas fragilidades e receios?

>>> CLIQUE PARA LER o texto Educação e docência

15- Gênero, sexualidade e a produção de pesquisas no campo da educação: possibilidades, limites e a formulação de políticas públicas. Autoria: Jane Felipe

O presente texto tem por objetivo discutir a produtividade do conceito de gênero como ferramenta teórica e política, abalando certezas tão firmemente alicerçadas em torno das diferenças biológicas, que serviram durante muito tempo para justificar as desigualdades entre homens e mulheres. A consolidação dos Estudos de Gênero, dos Estudos Gays e Lésbicos e da Teoria Queer no campo acadêmico traz a possibilidade de pensar que existem muitas formas de viver as masculinidades e as feminilidades e que estas são construções sociais e culturais, elaboradas minuciosamente por inúmeros discursos, áreas de conhecimento e instituições.

>>> CLIQUE PARA LER o texto de Jane Felipe

16- Ser professora, ser mulher: um estudo sobre concepções de gênero e sexualidade para um grupo de alunas de pedagogia. Autoria: Ana Paula Costa e Paulo Rennes Marçal Ribeiro

Este trabalho tem por objetivo investigar as concepções de relações de gênero de um grupo de alunas do curso de Pedagogia que já atuam na educação escolar como professoras. Para a realização desta pesquisa qualitativa, de tipologia analítico-descritiva, foi utilizada uma entrevista semiestruturada com as universitárias escolhidas. A construção e a análise do objeto têm como fundamentação teórica os estudos de Michel Foucault, Joan Scott e Guacira Lopes Louro. Constatamos que, em um processo de “acomodação” e “resistência”, as categorias “mulher” e “professora” se fundem, o que obscurece, em certa medida, a atuação da professora como profissional da educação.

>>> CLIQUE PARA LER Ser professora, ser mulher

17- Diversidade sexual e de gênero na escola. Autoria: Alexandre Bortolini

A coexistência de diferentes sujeitos e construções culturais no interior da escola nos faz pensar sobre os processos de interação que se dão nesse contexto de relações sociais. Diferentes correntes vêm produzindo teorias e categorizações que nos ajudam a pensar essas relações que envolvem igualdade, desigualdade e diferença. A idéia aqui é tentar pensar sobre a diversidade sexual e de gênero na escola numa perspectiva relacional, problematizando essencializações identitárias, entendendo essa questão como indissociável dos debates que hoje povoam esse campo mais amplo e trazendo não só os(as) autores(as) que trabalham com gênero e sexualidade, mas também as contribuições das discussões sobre cultura e interculturalidade.

>>> CLIQUE PARA LER o texto de Alexandre Bortolini

18- O gênero nas políticas públicas de educação no Brasil: 1988-2002. Autoria: Cláudia Pereira Vianna e Sandra Unbehaum

Orientado pela teoria das relações de gênero, este artigo examina as principais leis, planos e programas federais que especificam as diretrizes nacionais das políticas públicas de educação no Brasil. Entre os documentos privilegiados para análise destacam-se a Constituição Federal (CF/1988), a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB/1996), o Plano Nacional de Educação (PNE/ 2001) e os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (PCN/1997). Mostramos que adotar a ótica de gênero para a análise dessas políticas permite avaliar como elas podem facilitar ou dificultar a aquisição de padrões democráticos, uma vez que a política educacional não tem um papel neutro, dissociado de preconceitos, entre os quais destacamos o de gênero.

>>> CLIQUE PARA LER O Gênero nas políticas públicas

 

Equilíbrio

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , on maio 24, 2015 by Psiquê

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O equilíbrio é uma necessidade na vida de muitas pessoas, se não de todas. Nós mulheres somos muito cobradas em vários aspectos e quando alimentamos o sonho de ser bem sucedidas em todos os aspectos, a busca do equilíbrio diário parece, para mim, o melhor meio de encontrar a felicidade.

Quando me refiro a equilíbrio, quero dizer, dedicar tempo para todas as questões que envolve sua vida: o trabalho, o cuidado com o corpo e a saúde, o amor, a família…mas não é tão fácil assim…

Várias mudanças vêm acontecendo e isso acabou me tirando um pouco daqui, o que para mim, parece um erro…

Por outro lado, a busca do equilíbrio, é diário e a forma que entendo ser a melhor a não sucumbir às pressões desnecessárias que o dia a dia nos impõe.

Ainda não consegui adotar a prática diária da meditação, mas forço-me a pensar o máximo possível que o que importa é o momento presente, apesar de fazer muitos planos. Ao pensarmos no agora, reduzimos a ansiedade de querer cuidar do futuro, nos angustiando com aquilo que ainda não aconteceu…

Trata-se de um exercício constante…

Individualidade e coerência

Posted in Comportamento, Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 29, 2014 by Psiquê

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Eu malho para comer…

Foi com essa frase que Thalita Rebouças me motivou a escrever este post. O depoimento foi dado no programa Superbonita do GNT desta semana (no do episódio 23/2014), em que se tratou do tema: envelhecendo bem. Eu gostei muito das ideias de Thalita Rebouças e de Luiza Brunet (cuja postura já destaquei aqui em outro post) sobre como envelhecer bem. Saber envelhecer é uma arte e cuidar de sua autoestima, respeitando seus limites, seu corpo e seu biotipo é fundamental para estar bem e fazer o que mais tem a ver com você.

Thalita disse que está superfeliz com a proximidade dos 40 anos e que ao virar balzaca (fazer 30 anos) ela se sentiu superfeliz, mas hoje se sente ainda mais feliz com 39 anos e acha que esta década entre os 30 e 40 anos foi a mais feliz de sua vida…ela se diz mais madura, mas segura, mais realizada. Ela confessa que não liga muito para doce, mas adora uma empada, por isso malha para poder comer…

Por que não buscamos o que nos faz bem, procurando ter mais saúde, cuidar do bem-estar, sem exceder os limites e sendo feliz? Para que viver aprisionada em busca de padrões corporais determinados pela sociedade, malhando feito louca, se privando de alimentos, para tentar alcançar um biotipo que não é o seu? Olha que eu não me prendo a desejos gastronômicos tão específicos como o da Thalita, mas o equilíbrio é fundamental em tudo…

Já Luiza Brunet, além de lindíssima e supercoerente em relação às mudanças que a idade nos exige para que saibamos nos vestir e nos cuidar com sabedoria e sem modismos, dá dicas fundamentais para estar sempre bela. Para que um look exagerado em relação à procedimentos que exageram e estragam a sua fisionomia? Para que usar uma roupa que não condiz com seu biotipo e sua idade. Usar mini-saia, por exemplo, na concepção dela é para mulheres com pernas bonitas, magras e altas…com o passar do tempo, uma saia lápis, mais compridinha com uma blusa fica mais elegante e adequado para o seu biotipo aos 52 anos e por que não se adequar a isso e ficar ainda mais bela?

Todas essas ideias, mereceram o meu destaque aqui, pois vivemos sendo pressionadas em relação à adequação a biotipos que, muitas vezes, não são os nossos…

Na minha opinião, e isso já disse outras vezes, quando respeitamos o nosso próprio biotipo, escolhendo a roupa mais adequada a ele, as cores que mais combinam com o nosso tom de pele, o tipo de vestimenta que valoriza o nosso corpo, a atividade física, os cuidados com saúde e os tipos de alimentação que se nos fazem bem, tudo se torna muito mais prazeroso e simples.

Procure viver bem, adotando atividades físicas que te satisfazem, alimentando-se com consciência de que bons alimentos nos fazem funcionar mais harmonicamente e procurando se afastar de situações angustiantes, estressantes e desequilibrantes.

Namastê!

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Posted in Comportamento, Conscientização, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 27, 2014 by Psiquê

belly

Quando escolho uma prática que me faz bem, sinto um ímpeto por compartilhar com aqueles que gosto. Muitas vezes eu só o faço se houver algum estímulo ou interesse daqueles que me cercam, no intuito de não parecer inconveniente ou pedante…

Estava pensando em um tema para uma apresentação que preciso fazer para um curso e fui orientada a escolher um tema que goste bastante. Pensei em escrever sobre o yoga, mas como no meu dia a dia, em uma conversa ou outra acabo compartilhando os benefícios que esta prática trouxe para minha vida, fiquei com receio de ser repetitiva ou invasiva…

Compartilhar ideias, práticas e interesses que nos fazem bem, pode trazer ajudar a quem ouve, mas pode também parecer inapropriado se a pessoa não quer ou não acredita naquela prática. Por isso, que dentro de certos limites, podemos e devemos compartilhar sempre, respeitando o interesse do outro em ouvir – ou seja, sem imposições – e também o seu próprio tempo. Pode ser que plantemos a semente e o outro, naquele momento, não acredite ou não queira adotar aquela prática.

Mas o simples compartilhar já pode representar uma sementinha…

Eu quero compartilhar minha gratidão, por conseguir hoje, fazer escolhas mais saudáveis, mais tranquilas, mais energizantes. Eu quero agradecer pela oportunidade de me alimentar bem, de respeitar meu corpo, meus limites, meus gostos. Quero fugir de discursos que me aprisionem na ideia de que tenho que seguir padrões de comportamento e de beleza que não condizem com o meu bem-estar. Quero, ainda, refutar qualquer possibilidade de adotar hábitos que me firam e que possam ir contra aquilo que acredito ser o melhor para mim. Quero manter a fé na vida e a gratidão por tudo o que tenho e vivo, desejar sempre mais da vida, saber que meu corpo é meu templo e que tenho que amá-lo e respeitar meus limites, alimentar-me saudavelmente, ingerindo alimentos que me fazem bem, exercitar-me todos os dias – ou sempre que possível -, praticar yoga pelo menos 3 vezes por semana, beber muita água, hidratar o meu corpo, meditar, dormir bem, sorrir, amar…

Estas são algumas das minhas resoluções para este ano que finda e para os próximos…

Compartilho aqui com vocês a gratidão por estas práticas e descobertas.

2014 foi um excelente ano de mudanças.

Namastê!