Arquivo de julho, 2008

Dia Internacional do Orgasmo

Posted in Curiosidades with tags , , on julho 31, 2008 by Psiquê

Via Amante das Imagens

Pasmem, descobri recentemente que em 31 de julho comemora-se o Dia Internacional do Orgasmo. Não se tem mais o que inventar, não é não? Isso porque em 15 de julho, fui informada que se comemorava o Dia Internacional do Homem e ao procurar a informação na Internet deparei-me com a interessante informação acerca do dia 31 de julho.

Quem quiser aproveitar e comemorar o dia, aproveite. Vamos celebrar essa data todos os dias rsrsrs.

Grande beijo!

Maravilha

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , , , on julho 28, 2008 by Psiquê

Maravilha

Maravilha
Ilha de luz
Quero tua cor mulata
A tua verde mata
Os teus mares azuis
Maravilha
Também quero o teu bagaço
A força do teu braço
O afago dos teus calos
Quero teus regalos
Encharcados de suor
Antilha
Ilha de amor
Jura que a felicidade
É mais que uma vontade
É mais que uma quimera
Ai, eu quero uma lembrança
Eu quero uma esperança
A tua primavera
Ai, eu quero um teu pedaço
Entorna o teu melaço
Sobre a minha terra

(Chico Buarque e Francis Hime)

Finalmente, Mestre!

Posted in Geral with tags , , , , , , , on julho 26, 2008 by Psiquê

Photo by Lexarexa/ Via Roesje

Depois de dois anos, com um pouco de atraso, mais uma etapa cumprida – quer dizer enquanto não entregar a versão final, sei que ainda ficarei tensa -, mas finalmente ontemd efendi minha dissertação de mestrado. Nem acredito, Mestre!

Ainda faltam muitos passos pela frente, não apenas para cumprir os trâmites burocráticos dessa conquista, como para seguir até o final dessa jornada. Mas tenho certeza que, mais uma vez ,TUDO DARÁ CERTO! Estiveram ao meu lado e torcendo por mim todos aqueles que me são caros. Obrigada a todos vocês.

Um beijo a quem testemunhou a defesa e aos professores que julgaram meu trabalho também agradeço lisonjeada.

“Temos que saber aonde queremos chegar, mas não temos que nos preocupar tanto em “como” chegaremos. Basta que saibamos manter nossos pensamentos e emoções na sintonia de nossos objetivos e as oportunidades surgem, os encontros acontecem.”

Orgulho!

Posted in Casamento, Curiosidades with tags , , , , , on julho 24, 2008 by Psiquê

A beleza de um trabalho bem feito, feito com carinho, amor e competência são indescritíveis. Cada vez mais eu fico mais certa de que tomei a decisão certa ao escolher a Patrícia Figueira , minha fotógrafa. A foto abaixo resume a sensibilidade que essa linda e competentésima fotógrafa tem.

O casamento da foto foi de Valéria e Bruno, no dia 14/06/2008 e aconteceu na Capela Real Nossa Senhora das Graças, em Botafogo e no Paissandu Atlético Clube, no Leblon, RJ.

Tipos de libido

Posted in Comportamento, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , on julho 22, 2008 by Psiquê

O portal Viver Melhor/Mulher, do Globo Online publicou uma matéria sobre o livro “Os 10 tipos de libido” (ed. Matrix), da terapeuta sexual australiana Sandra Pertot. Pertot enumera na obra os tipos de libido mais comuns entre as pessoas. Tanto nas mulheres quanto nos homens, as libidos sensual e erótica costumam ser predominantes.

Conheça os tipos e descubra como se manifestam seus desejos sexuais:

1. Sensual: para este tipo, o sexo é parte importante do relacionamento. Ver que o parceiro está satisfeito na cama aumenta seu prazer, e o orgasmo não costuma ser o mais importante. O sexo é expressão do vínculo emocional e uma maneira de reforçar seus sentimentos pela pessoa amada.

2. Erótica: para eles, o sexo é quase um hobby. Este tipo gosta de leituras eróticas, brinquedinhos sexuais e adora novas experiências na cama. As transas intensas são importantes para a manutenção do relacionamento. Adoram se sentir desejados e costumam investir em práticas como o suingue e o sexo a três.

3. Dependente: este tipo não lida bem com a falta de sexo. Como as relações sexuais são uma forma de aliviar a ansiedade, podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro, principalmente se este não tem um nível de desejo compatível com o seu.

4. Reativa: quem se enquadra no tipo reativo não costuma pensar em sexo se não estiver em uma relação, e a vida sexual acaba sendo ditada pelo ritmo do outro. Valorizam mais o envolvimento emocional.

5. “Por direito“: consideram que sua visão do sexo é a ‘correta’ e não precisam de muita variedade para se sentirem satisfeitos. Podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro por terem idéias fantasiosas do que outros casais fazem na cama.

6. Viciosa: quem tem este tipo de libido precisa de novos parceiros para se sentir valorizado. Podem, inclusive, valorizar uma relação estável e ‘pular a cerca’ de vez em quando. Costumam perder o interesse pelo outro depois da relação sexual.

7. Estressada: esse oode estar passando por um momento de falta de confiança em suas habilidades sexuais. Tem medo de não conseguir satisfazer o parceiro e se cobra quando passa por fases de pouco desejo.

8. Desinteressada: caracteriza as pessoas que não sentem falta do sexo, mas têm dificuldades para assumir essa faceta. Costumam ter relações sexuais para agradar o parceiro. Geralmente, são pessoas que nascem com baixa libido.

9. Desconectada: neste tipo, o sexo deixa de ser prioridade. Em circunstâncias ideais, valorizam o sexo, mas basta aparecer cobranças excessivas para esquecer do prazer sexual.

10. Compulsiva: neste caso, o sexo não costuma estar ligado a sentimentos. As relações sexuais , em geral, são alimentadas por estados de ansiedade e tensão emocional. Costumam ter certos fetiches e sentem dificuldade de excitação se eles não forem satisfeitos.

Estamos perdendo a capacidade de amar?

Posted in Curiosidades, Relacionamento, Sexo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 20, 2008 by Psiquê

by Steffen Martin Moller

Neste sábado (19/07) o caderno Ela, d’ O Globo publicou uma entrevista com o filósofo espanhol José Antonio Marina em que ele trata da sexualidade, sexo e amor. O autor lançou recentemente o livro: “O Quebra-cabeça da sexualidade” ( Editora Guarda-Chuva). Ainda não o li, mas diante dos temas que discute na entrevista parece ser interessante.

O autor, que não troca as salas de aulas em colégios, pelas das universidades protesta “nossa sociedade hiper sexualizada é muito nociva às meninas”

Quando indagado sobre a proposição de uma segunda revolução sexual Marina responde: que a nova revolução sexual será tentar reintegrar o afeto dentro do campo da sexualidade . O sexo é um acontecimento fisiológico e biológico e a sexualidade é todo um mundo simbólico, metafórico, afetivo, moral, que vai sendo construído ao redor do sexo. Durante muitos séculos, em todo o âmbito da cultura ocidental, houve uma sobrecarga de moralidade na sexualidade. E a primeira revolução sexual tentou eliminar todos os significados repressivos e excessivamente moralizantes que tinham sido relacionados com o sexo. Mas, ao tentar purificar ou tornar as relações sexuais mais naturais, acabou excluindo a afetividade, que era uma parte muito positiva da sexualidade.”

Marina ainda destaca que estamos perdendo a capacidade de amar, uma vez que separamos o campo da satisfação sexual do campo da satisfação amorosa. Segundo o autor, os gregos já tinham passado por isso, ao tentarem distinguir eros – o impulso sexual- da filia – o amor -, digamos de amizade. “ A questão era unificar o amor-erótico ao amor-amigo. Este é o nosso problema atual”, explica. Na entrevista, Marina também é questionado se é essa desconexão que causa instabilidade entre os casais.

E ao responder, destaca que “tentamos inventar os sentimentos necessários para que as relações de casal se mantenham com certa estabilidade. Mais de 93% das mulheres e dos homens gostariam de ter companheiro (a) estável, mas o que acontece é que não acreditam que possam consegui-lo. Ou seja, há um sentimento de fracasso pré tentativa.

O autor também defende que a sentimentalização sexual, incluindo o erotismo é um invento feminino. “O sentimento amoroso é muito inovador porque, nele, a minha felicidade, que é egoísta, depende da felicidade de outra pessoa, e por isso, é generosa. E então perguntamos, é egoísta ou é generosa? Porque teoricamente não poderia ser ambas as coisas. Mas na relação amorosa a felicidade é egoísta e é generosa. A primeira manifestação deste tipo de sentimento se produz com a maternidade. Nenhuma mãe gosta de acordar de madrugada, mas se é para atender seu filho isso não significa uma infelicidade, embora não seja cômodo. Seu projeto de felicidade está vinculado a outra pessoa, pela qual sente ternura. A grande invenção feminina foi trasladar a ternura para a sexualidade. O homem, de fato, é mais elementar.

Visio

Posted in Poesia Erótica with tags , , , , , , , , , , on julho 16, 2008 by Psiquê

Visio

Eras pálida. E os cabelos,
Aéreos, soltos novelos,
Sobre as espáduas caíam…
Os olhos meio-cerrados
De volúpia e de ternura
Entre lágrimas luziam…
E os braços entrelaçados,
Como cingindo a ventura,
Ao teu seio me cingiram…Depois, naquele delírio,
Suave, doce martírio
De pouquíssimos instantes
Os teus lábios sequiosos,
Frios trêmulos, trocavam
Os beijos mais delirantes,
E no supremo dos gozos
Ante os anjos se casavam
Nossas almas palpitantes…
Depois… depois a verdade,
A fria realidade,
A solidão, a tristeza;
Daquele sonho desperto,
Olhei… silêncio de morte
Respirava a natureza —
Era a terra, era o deserto,
Fora-se o doce transporte,
Restava a fria certeza.

Desfizera-se a mentira:
Tudo aos meus olhos fugira;
Tu e o teu olhar ardente,
Lábios trêmulos e frios,
O abraço longo e apertado,
O beijo doce e veemente;
Restavam meus desvarios,
E o incessante cuidado,
E a fantasia doente.

E agora te vejo. E fria
Tão outra estás da que eu via
Naquele sonho encantado!
És outra, calma, discreta,
Com o olhar indiferente,
Tão outro do olhar sonhado,
Que a minha alma de poeta
Não vê se a imagem presente
Foi a imagem do passado.

Foi, sim, mas visão apenas;
Daquelas visões amenas
Que à mente dos infelizes
Descem vivas e animadas,
Cheias de luz e esperança
E de celestes matizes:
Mas, apenas dissipadas,
Fica uma leve lembrança,
Não ficam outras raízes.

Inda assim, embora sonho,
Mas sonho doce e risonho,
Desse-me Deus que fingida
Tivesse aquela ventura
Noite por noite, hora a hora,
No que me resta de vida,
Que, já livre da amargura,
Alma, que em dores me chora,
Chorara de agradecida!

Machado de Assis