Arquivo para beleza

Sobre quimioterapia e beleza

Posted in Comportamento, Curiosidades, Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on maio 25, 2015 by Psiquê
Fotos de Edu Chaves

Fotos de Edu Chaves

Na revista Marie Claire de abril, uma reportagem especial me chamou a atenção: 24 mulheres que fazem a diferença. Várias das histórias me encantaram, mas a da Flávia Flores eu quero compartilhar aqui com vocês.

“Flávia tinha 35 anos quando foi diagnosticada com um tipo agressivo de câncer de mama. Um mês depois da notícia, a catarinense submeteu-se a uma mastectomia dupla. Um dia antes de começar a quimioterapia, começou a buscar na internet dicas de como se manter bonita durante o tratamento. Frustrada com o resultado, decidiu criar uma página na internet chamada Quimioterapia e beleza, na qual passou a postar dicas para quem perdeu cabelos, cílios, sobrancelhas, por causa da doença. Mulheres de todo o Brasil e até de Portugal passaram a compartilhar o conteúdo e mandar mensagens de agradecimento. Dois anos depois e um sem quimio, Flávia dá palestras no país e no exterior e escreveu um livro que já está na terceira edição. ‘Quando o paciente está deprimido, todos no entorno ficam tristes. Com a autoestima elevada, as mulheres ganham mais apoio, confiança e a imunidade melhora’, diz Flávia. ‘Mesmo curada eu não vou desistir deste trabalho. Todos os dias mulheres recebem o diagnóstico de câncer e estarei com elas‘, complementa.

Achei emocionante e superimportante a iniciativa. Estamos juntas, Flávia. E por isso faço questão de compartilhar e divulgar sua iniciativa.

Compartilhar

Posted in Comportamento, Conscientização, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 27, 2014 by Psiquê

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Quando escolho uma prática que me faz bem, sinto um ímpeto por compartilhar com aqueles que gosto. Muitas vezes eu só o faço se houver algum estímulo ou interesse daqueles que me cercam, no intuito de não parecer inconveniente ou pedante…

Estava pensando em um tema para uma apresentação que preciso fazer para um curso e fui orientada a escolher um tema que goste bastante. Pensei em escrever sobre o yoga, mas como no meu dia a dia, em uma conversa ou outra acabo compartilhando os benefícios que esta prática trouxe para minha vida, fiquei com receio de ser repetitiva ou invasiva…

Compartilhar ideias, práticas e interesses que nos fazem bem, pode trazer ajudar a quem ouve, mas pode também parecer inapropriado se a pessoa não quer ou não acredita naquela prática. Por isso, que dentro de certos limites, podemos e devemos compartilhar sempre, respeitando o interesse do outro em ouvir – ou seja, sem imposições – e também o seu próprio tempo. Pode ser que plantemos a semente e o outro, naquele momento, não acredite ou não queira adotar aquela prática.

Mas o simples compartilhar já pode representar uma sementinha…

Eu quero compartilhar minha gratidão, por conseguir hoje, fazer escolhas mais saudáveis, mais tranquilas, mais energizantes. Eu quero agradecer pela oportunidade de me alimentar bem, de respeitar meu corpo, meus limites, meus gostos. Quero fugir de discursos que me aprisionem na ideia de que tenho que seguir padrões de comportamento e de beleza que não condizem com o meu bem-estar. Quero, ainda, refutar qualquer possibilidade de adotar hábitos que me firam e que possam ir contra aquilo que acredito ser o melhor para mim. Quero manter a fé na vida e a gratidão por tudo o que tenho e vivo, desejar sempre mais da vida, saber que meu corpo é meu templo e que tenho que amá-lo e respeitar meus limites, alimentar-me saudavelmente, ingerindo alimentos que me fazem bem, exercitar-me todos os dias – ou sempre que possível -, praticar yoga pelo menos 3 vezes por semana, beber muita água, hidratar o meu corpo, meditar, dormir bem, sorrir, amar…

Estas são algumas das minhas resoluções para este ano que finda e para os próximos…

Compartilho aqui com vocês a gratidão por estas práticas e descobertas.

2014 foi um excelente ano de mudanças.

Namastê!

#Lingerie

Posted in Comportamento, Moda with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on novembro 5, 2014 by Psiquê

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Hoje um livrinho me foi apresentado e na hora pensei no Espartilho. Trata-se de um livro sobre Lingerie, com foco no Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo, hoje transformado no Arranjo Produtivo Local (APL) da região serrada do estado do Rio de Janeiro – Nova Friburgo, responsável por grande parte da produção de lingerie do Brasil e do Estado.

O livro intitulado #lingerie, pode ser lido aqui.

O documento, publicado pelo SENAI Moda Design é bem estruturadinho, com ilustrações fofas e traça um panorama da evolução da lingerie ao longo dos anos 1900 e 2000.

Os anos 1900, início do século XX, o uso de Espartilhos, comuns naquele momento, acabam por sofrer resistência…

1900 – “O mundo moderno da Belle Époque se mantinha vitoriano quando o assunto era o espartilho – corset em francês –, embora a própria rainha Vitória tivesse acabado de morrer. Não que os espartilhos não tivessem opositores. Apertados ao extremo com cordões e estruturados com hastes metálicas e barbatanas de baleia, restringiam enormemente os movimentos das mulheres. Médicos debatiam seus efeitos fisiológicos. O feminismo nascente o denunciava como uma injustiça social. Reformistas do vestuário, como o pintor austríaco Gustav Klimt, criavam vestes largas sem eles. Em 1906, a consagrada estilista francesa Madame Paquin propôs vaporosos vestidos império, com o corte marcado abaixo do busto. Mas foi seu conterrâneo, Paul Poiret, que entrou na história da moda como o responsável pela abolição do espartilho.”

1920 – “Com o fim da guerra, novas atitudes de afirmação social e sedução desnudaram os ombros
e as costas da mulher emancipada, e tornaram o busto achatado e baixo. A cintura marcada desapareceu, em favor de uma postura moderna provocantemente andrógina. (…) Na década em que as mulheres queriam ser modernas, e a modernidade se associava à funcionalidade, Coco Chanel criou roupas com formas geométricas em jérsei, material que até então só era usado como forro ou na fabricação de roupas de baixo. A estilista francesa não só promoveu o tecido a ícone de sua moda, como agregou elegância simples a modelitos confortáveis e fáceis de usar.

Novas transformações:

1930 – “Em contrapartida, a prática de exercícios e a busca pelo lazer ao ar livre viraram uma mania, com repercussões para a exposição das costas, em decotes profundos. Os esportes mais procurados eram a equitação, o ciclismo, o golfe e principalmente o tênis. E por baixo dos trajes esportivos, as calças imitavam bermudas em tecido bem leve. O atributo de sustentação do busto era destacado nas campanhas publicitárias de sutiãs. Mas, além de sustentarem, eles também modelavam, produzindo efeitos mais naturais, e privilegiavam a separação dos seios.”

Estes são alguns trechos do livro, que pode ser lido na íntegra quando quiserem no link acima.

Bjos, meus amores!

Eros e Psiquê

Posted in Curiosidades, Relacionamento, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 28, 2014 by Psiquê

Hoje este blog ganhou uma nova face, depois de longos anos, encontrei uma personagem linda que reflete parte do encantamento feminino que sempre busquei retratar aqui. Psiquê é quem escreve e compartilha seus sonhos, ideias e desejos com vocês. Claro que os mitos servem para encantar nossas vidas em termos figurado, mas a nosso modo, vamos discutindo o mundo feminino desde suas origens até os dias de hoje com todas as mudanças que a vida nos proporciona.

A história de Eros e Psique, contada por Adília Belotti

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(…) Há muito, muito tempo, quando os deuses ainda viviam entre os homens, havia na Grécia um rei que tinha três filhas. Todas belíssimas, todas em idade de casar. (Por favor, recordem-se, casar naqueles tempos era o mais importante ritual de passagem, e não só para as mulheres)…

Falei que as filhas do rei eram belas, mas a mais nova delas, Psiquê, era mais do que bela. As palavras humanas não davam conta de descrever seus encantos e os milhares de pretendentes que chegavam ao reino, atraídos pela fama das irmãs, sentiam-se indignos diante dela e sequer ousavam pedi-la em casamento. O reino fervilhava, gente de todos os outros reinos vinham em romarias e se deixavam ficar pela cidade, apenas esperando ver a jovem princesa passar; músicas e poemas eram escritos em sua homenagem, mas Psiquê, no alto do castelo de seu pai, continuava solitária: nenhum homem podia se apaixonar por uma mulher bela como uma deusa…

A fúria de Afrodite
E como os deuses não costumam tolerar os arroubos divinos dos humanos… Afrodite estava mais do que furiosa! Como ousava uma mortal ser mais bela do que a própria Deusa da Beleza? “Vê, Grande Mãe da Natureza, origem de todos os elementos, observa como tu, que és a alma de todo o universo, estás dividindo as honras da majestade com uma simples mortal e como teu nome está sendo profanado pelos humanos!”, resmungava a deusa para si mesma.

Chamou seu filho – quem senão Eros – o Deus do Amor e mandou, como só mandam as mães: Psiquê deveria se apaixonar perdidamente pelo mais horrendo dos homens. E mal disse, partiu, deixando o filho com a imagem da princesa. Partiu Afrodite, solene, para o mar, onde nascera, e que se abria encantado a cada vez que a deusa tocava os pés nas brancas espumas…

O destino de Psiquê
Enquanto isso, desesperado com a situação da filha mais nova, o rei havia decidido buscar os conselhos do oráculo do deus Apolo: “Vista a princesa de luto, leve-a à mais alta rocha à beira do mar. Lá, uma serpente alada virá buscá-la e a transformará em sua esposa!”. Terrível profecia! Mas como os gregos não costumavam discutir os conselhos dos deuses, a bela Psiquê foi levada em cortejo pelas ruas para cumprir seu destino, em meio às lágrimas e à tristeza de todos.
Mas qual seria o destino de Psiquê? Sem querer – ops, como pode uma deusa fazer algo sem querer? – Afrodite não tinha apenas alterado o futuro de sua rival. Sozinho com a imagem da jovem, Eros havia se apaixonado, irremediavelmente…
Uma pausa, só para perguntar se você reconhece por detrás do cenário os temas universais que tornam esta história fascinante ainda hoje?
Mas espere só para ver… é claro que será Eros em forma de “monstro alado” que vai resgatar Psiquê acorrentada no alto do rochedo. É ele que vai tornar-se seu esposo, com uma única condição: a princesa jamais poderia ver o rosto do marido! Parece fácil, não é? Mas todas as mulheres que um dia tentaram manter casamentos ou relações à custa de varrer para baixo do tapete os aspectos sombrios do parceiro ou da relação sabem que esta é realmente uma tarefa impossível.

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Curiosidade e revelação
E foi impossível mesmo para Psiquê. Embora feliz como um gato (parênteses: quer dizer, vivendo como uma rainha, rodeada de todo luxo de que precisava e com um marido amoroso que só via à noite e no escuro…) algo a incomodava. Um dia, alimentada pelas suspeitas das irmãs invejosas de sua riqueza, ela decide descobrir com quem estava realmente casada. Aproximou-se do marido e, pela primeira vez ousou olhar. E, imediatamente, apaixonou-se pelo Deus do Amor… Psiquê, aflitíssima, queria voltar atrás, fingir que nada havia acontecido, continuar sua vidinha, mas não era mais possível. A cera da lâmpada escorreu e pingou no rosto do deus adormecido…
E lá está a pobre Psiquê em prantos… Eros, indignado, vai embora sem ouvir as desculpas nem ligar para as lágrimas da esposa. E, de certa forma, é neste momento que a história começa de verdade. Porque, para recuperar o amor e a confiança do marido, Psiquê precisa percorrer um longuíssimo caminho.

A longa viagem da alma
Em grego, Psiquê significa “alma”. No momento em que conhece o esposo, a jovem se transforma em mulher, apaixona-se e precisa sair em busca de si mesmo. A história de Psiquê foi usada pelos estudiosos como analogia para a história do desenvolvimento da alma. E não são fáceis estes movimentos da alma. Assim como a jornada de Psiquê, o caminho do autoconhecimento e do amor verdadeiro é cheio de perigos, cheio de armadilhas. Nenhum herói se faz sem provar sua coragem e sua competência. Psiquê é uma história de heróis, feminina…
Quando parte em busca do amado, Psiquê está absolutamente só… mas grávida (talvez porque as mulheres, quando decidem percorrer seu caminho feminino, nunca estejam de fato sós; talvez porque toda decisão de mudança faça germinar uma semente de possibilidades). Mesmo assim, nem os outros deuses se atrevem a ajudá-la. Finalmente, é levada até a própria Afrodite que, como não poderia deixar de ser, uma vez que este é um legítimo conto de fadas, impõe à moça várias tarefas, para testá-la ou para destruí-la. As tarefas de Psiquê
Seu primeiro trabalho é separar um gigantesco monte de grãos variados em pilhas organizadas. E como não podia pedir ajuda aos deuses, Psiquê chama pelas pequenas criaturas da terra e as formigas vêm em seu auxílio. Depois desta, Afrodite manda a nora trazer a penugem de ouro que cobria a pele de uns carneiros ferozes que vagavam pelos campos. Mais uma vez, quem salva a moça é uma criatura da terra, um junco que lhe dá bons conselhos: “seja paciente, menina, aguarde o momento certo. Quando cair a noite, os ferozes carneiros não vão parecer tão ferozes, nem tão ameaçadores para quem traz em si a semente do feminino”…
Para completar a terceira tarefa, Psiquê deve trazer a água da fonte que alimenta os rios infernais, no cume de um rochedo. Desta vez, quem vem ajudar a jovem é a águia de Zeus, a pedido de Eros, que começava a sentir saudades da esposa. Afrodite dá ainda à moça uma última tarefa. A mais difícil. E se você – que está lendo – é mulher, vai concordar… Psiquê deve descer até as profundezas do mundo subterrâneo e pedir o creme de beleza de Perséfone, a rainha do Hades. Quando a moça já vem vindo de volta, quase chegando, quase vitoriosa, não resiste e abre a caixinha, na esperança de passar na pele um pouquinho só do creme mágico e tornar-se mais bela… para Eros. E no mesmo instante, é envolvida pelo sono da morte! Não, nem adianta se impacientar com a vaidade da moça.

Vaidade e “fracasso”
Erich Neumann, que conta a história no belo livro Eros e Psiquê, comenta: no momento em que escolhe o fracasso de forma tão paradoxal, Psiquê realiza seu destino feminino (lembram que eu falei que esta é uma aventura, com heróis e tudo, mas heróis femininos…). E obtém o perdão de Afrodite, que reconhece na moça que desiste de tudo por amor um pouco de si mesma.

E é um Eros que não tem mais nada do menino ferido, que busca abrigo nas pregas da saia da mãe, quem vai acordar Psiquê. Ele devolve o sono à caixinha, toca a mulher com a ponta de suas asas e diz a ela para ir cumprir sua tarefa até o final, sem medo… É ele que vai ao Olimpo solicitar a benção dos deuses para o casamento. E é ele que pede a Hermes, o deus-guia, que conduza Psiquê à sua nova e eterna morada.

Final feliz e recomeços
A história acaba como devem acabar todas as histórias: os deuses comemoram as núpcias de Psiquê e Eros com um grande banquete. Zeus oferece à jovem o néctar da imortalidade. Afrodite, a Grande-Mãe, ora terrível, ora bela, apaziguada, recebe sua nora. E juntas celebram o mistério do nascimento e do renascimento, quando Psiquê dá à luz uma menina, Volúpia… que vai ser chamada também, Deleite ou Bem-aventurança. Expressão mais do que feminina da união entre o humano e o divino…

Equilíbrio

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on fevereiro 24, 2014 by Psiquê

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“Equilíbrio é a habilidade de olhar para a vida a partir de uma perspectiva clara – fazer a coisa certa no momento certo.
Uma pessoa equilibrada será capaz de apreciar a beleza e o significado de cada situação seja ela adversa ou favorável.
Equilíbrio é a habilidade de aprender com a situação e de prosseguir com sentimentos positivos. É estar sempre alerta, ser totalmente focado, e ter uma visão ampla.
Equilíbrio vem do entendimento, humildade e tolerância. O mais elevado estado de equilíbrio é voar livre de tudo e, ainda assim, manter-se firmemente enraizado na realidade do mundo.”
Brahma Kumaris

Via Respirar Yoga

Rituais de beleza…

Posted in Estética e Beleza, Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 22, 2014 by Psiquê


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Por mais despojadas que sejamos, nós mulheres, repetimos diariamente um verdadeiro ritual de beleza

Me considero uma pessoa rápida para me arrumar, mas mesmo assim, preciso cumprir uma série de etapas que hoje, parei para pensar, são verdadeiros rituais de beleza.

A começar pela atividade física. Se for dia de treino, a roupa já estará separada de véspera e a squeeze já estará com água na geladeira. 30 minutos antes de sair, levantarei, colocarei a roupa de ginástica, prepararei meu iogurte com farelo matinal, escovarei os dentes e passarei protetor solar! Colocados meia, tênis e luvas, partirei para meu treino matutino.

Na volta, intercalando entre algumas atividades domésticas, ouvirei parte do noticiário, enquanto me preparo para o banho. Ah o banho! O melhor de todos os momentos, o verdadeiro ritual. Nesta etapa não poderá faltar: shampoo, condicionador, sabonete líquido ou em barra, esponja, barbeador, sabonete para o rosto, sabonete íntimo e dependendo do dia, uma máscara hidratante…

Depois de retirar o excesso de água, os cabelos recebem uma gotinha de óleo nas pontas, o corpo recebe uma suave camada de hidratante, a roupa de trabalho é minunciosamente escolhida conforme o humor do dia. Escolhida a roupa, é preciso pensar na bolsa e nos sapatos, depois nos acessórios e por fim, hora de pôr o desodorante e o perfume.

Antes de sair, há dois outros momentos importantes: precisarei repassar o protetor solar no rosto, após a breve absorção, é a hora da maquiagem, que dependendo do dia pode ser feita em casa ou no trabalho. Ao longo do dia, é importante ressaltar a necessidade de cuidar do que vou ingerir, para ter uma boa digestão, beber pelo menos 2 litros de líquidos diversos, especialmente água e mate.

Depois de seguido esse mágico e trabalhoso ritual, sinto-me como uma verdadeira mulher, que cumpriu as etapas necessárias a começar um novo dia linda e sentindo-se muito bem.

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Na volta para casa o ritual do banho se repete, com algumas coisas a menos e outras a mais. Terminado o banho é hora de pôr uma roupa leve e confortável, desacelerar, passar hidratante no corpo, com especial atenção aos pés, que merecem uma super massagem! Depois do banho, tendo lavado o rosto com sabonete líquido para este fim, é fundamental usar um lencinho umedecido com demaquilante para tirar os últimos resquícios de maquiagem dos olhos…

Ah o ritual! Meus rituais são simples e incluem algumas outras coisas que escolhi para o meu bem estar como um todo, como drenagem, yoga, terapia, etc. Mas no que diz respeito aos cuidados diários com a beleza, resume-se basicamente a isso e me faz mais completa. Não seria eu mesma sem segui-los. São procedimentos simples, mas que toda mulher precisa…

Quais são os seus rituais? Compartilhe conosco!

 

Um demaquilante para chamar de seu…

Posted in Estética e Beleza with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 31, 2013 by Psiquê

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Toda mulher que ama se maquiar sabe muito bem que um bom demaquilante é o segredo de uma mulher maquiada e feliz rsrsrs! Eu, que particularmente amo um olhar bem destacado, os olhos bem maquiados e sedutores, preciso de um bom demaquilante que permita retirar todos os resquícios da maquiagem, depois de terminada a festa e antes de dormir. Afinal, não adianta ficar linda maquiada e acabar com a pele, não é mesmo?

Cada uma sabe ou deve procurar encontrar um demaquilante que atenda às suas expectativas. Eu que tenho uma certa sensibilidade, experimentei um, há mais ou menos 2 anos e me apaixonei!

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O meu eleito, do qual não consigo me separar, pois remove com muita suavidade a mais exagerada produção, retira qualquer máscara, eliminando as mais poderosas sombras e os mais resistentes delineadores, é o Super démaquillant yeux waterproof (l’ennemi juré des mascaras), da Sephora. Já tentei diversas outras marcas, mas até agora, nenhum dos que comprei remove tão bem e com tanta facilidade quanto este.

Normalmente eu limpo meu rosto com o gel de limpeza facial Cleanance da Avène, outro achado pelo qual me apaixonei e não abro mão de passar ao menos duas vezes ao dia no rosto. Ele não resseca e deixa a pele limpa e cheirosa. Após a limpeza facial com o gel de limpeza, passo o demaquilante com lenços de limpeza, lenços umedecidos ou lenços comuns de papel.

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O mais importante é que você encontre o seu próprio produto de remoção de maquiagem e limpeza. Afinal, para uma pele bem cuidada e sempre linda, além de uma excelente maquiagem, precisamos de cuidados diários como uma boa limpeza e proteção solar. Espero que experimentem e gostem. Caso tenham outros produtos a indicar, fiquem à vontade, pois boas dicas são sempre muito bem vindas.

Uma ótima semana a todos.