Archive for the Cultura e Arte Category

Há arte feminista no Brasil?

Posted in Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 24, 2017 by Psiquê

Compartilho e convido quem puder, visitar a exposição ‘Há arte feminista no Brasil?‘, na próxima quarta-feira, dia 26 de julho, no Ateliê Oriente, localizado na Rua do Russel 300/401 – Glória

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Exposição Soror de Juliana Rocha e Silvana Andrade com curadoria de Simone Rodrigues.

Há Arte Feminista no Brasil?   Trata-se de um bate papo com a artista e pesquisadora Roberta Barros que irá apresentar seu trabalho Dar de Si, buscando traçar relações com a estratégia de auto-exposição da nudez sensualizada do trabalho Art News Revised (1975), da artista feminista nova-iorquina Hannah Wilke, em diálogo também com a obra Eat me: a gula ou a luxúria (1976), de Lygia Pape.

Conhecendo:

Roberta Barros: artista visual, professora, mestre e doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da EBA/UFRJ (2013), e vencedora do Prêmio Gilberto Velho de Teses – edição 2014, com a pesquisa Arte feminista ou feminina: uma questão do contexto histórico brasileiro?. De 2014 a 2017 participou do projeto Arte, Mulher e Sociedade – residência artística em maternidade pública, no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti/Rio de Janeiro, desenvolvendo trabalhos de performance que envolvem temáticas como violência obstétrica, violência institucional, violência contra a mulher. Em fevereiro de 2016, publicou o livro Elogio ao toque: ou como falar de arte feminista à brasileira. No mesmo ano, foi responsável pela organização de conteúdo, curadoria e coordenação de produção do evento Diálogos sobre o feminino: contextos brasileiros nas artes (visuais), realizado nos Centros Culturais do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Atualmente é pós-doutoranda do Departamento de Arte (GAT) do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF), com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Parece imperdível! Recomendo.

12 Filmes e Documentários – Histórias de Lutas Lideradas por Mulheres

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 7, 2017 by Psiquê

Na véspera do dia 8 de março, dia de luta por direitos iguais e empoderamento feminino, resolvi compartilhar uma a postagem do portal Nó de oito em que se apresenta uma lista de 12 documentários que ajudam a contar a história de lutas lideradas por mulheres.

Aproveite as dicas, assista às produções e junte-se à luta.

“O Dia Internacional das Mulheres não é uma data para ganhar chocolatinho e palestra sobre como fazer contorno facial com maquiagem, mas sim para lembrar, celebrar e organizar as lutas por nossos direitos. Sua origem pode ser traçada até o começo do século XX, e passa tanto pelo movimento das mulheres operárias norte-americanas e o terrível incêndio que matou mais de 120  trabalhadoras da Triangle Shirtwaist Company, como pelos inúmeros outros acontecimentos que marcaram a história da luta das mulheres em diferentes partes do mundo.

Pensando nisso, separamos doze filmes e documentários que relembram lutas e movimentos liderados por mulheres que mudaram o rumo da nossa história.

Norma Rae (Norma Rae, 1979)

Sinopse: Como muitos dos integrantes de sua família antes dela, Norma Rae trabalha numa fábrica têxtil local por um salário que não condiz com as longas horas e as péssimas condições de trabalho. Depois de ouvir um discurso de um defensor dos direitos trabalhistas, a jovem é inspirada a convencer seus colegas de trabalho a lutar pela criação de um sindicato. O filme é baseado na história real de Crystal Lee Sutton, que liderou uma campanha contra as condições de trabalho oferecidas pela empresa J.P. Stevens Mill.

Pray the Devil Back to Hell (2008)

Sinopse: Pray the Devil Back to Hell é um documentário que retrata o Movimento pela Paz na Libéria, organizado pela assistente social Leymah Gbowee. Na ocasião, milhares de mulheres cristãs e muçulmanas se mobilizaram para organizar protestos não-violentos que levaram ao fim da Segunda Guerra Civil da Libéria em 2003. O movimento levou Ellen Johnson Sirleaf a ser eleita presidente, fazendo com que a Libéria se tornasse a primeira nação africana a eleger uma mulher como chefe de estado. Em 2011, Leymah Gbowee ganhou o prêmio Nobel da Paz junto com Sirleaf e a iemenita Tawakel Karman.

As Sufragistas (Suffragette, 2015)

Sinopse: No início do século XX, após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido. A partir de 1912, elas começam a coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio para chamar a atenção dos políticos locais à causa. Maud Watts (Carey Mulligan), sem formação política, descobre o movimento e passa a cooperar com as sufragistas, resistindo à pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina

!Mulheres Arte Revolução (!Women Art Revolution, 2010)

Sinopse: !Mulheres Arte Revolução é um documentário de 2010 que explora a “história secreta” do movimento de arte feminista dos Estados Unidos nos anos 70 e 80, através de conversas, observações, documentos e obras de artistas visionárias, historiadoras, curadoras e críticas de arte. O movimento artístico feminista foi um movimento ativista que proporcionou um modelo de mudança cultural e política, contra a discriminação, a exclusão racial, e a violência de gênero.

Terra Fria (North Country, 2005)

Sinopse: Mãe solteira, Josey Aimes, é parte do grupo das primeiras mulheres a trabalharem em minas de ferro, em Minnesota. Os homens ficam ofendidos por terem que trabalhar com mulheres e as submetem a constante assédio sexual. Consternada com o fluxo constante de insultos, linguagem sexual explícita, e abuso físico, ela decide abrir uma histórica ação judicial contra assédio sexual. O filme é baseado no livro Class Action: The Story of Lois Jenson and the Landmark Case That Changed Sexual Harassment Law, escrito por Clara Bingham e Laura Leedy Gansler, que conta a história real do processo judicial Jenson vs. Eveleth Taconite Company.

Our Times (Ruz-egar-e ma, 2002)

Sinopse: Da aclamada diretora iraniana Rakhshan Bani Etemad, este documentário explora os esforços das mulheres iranianas para empoderamento focando na eleição de 2002, que contou com uma candidata à presidência, mas acabou com a vitória do polêmico e conservador radical Mahmoud Ahmadinejad.

O Sal da Terra (Salt of the Earth, 1954)

Sinopse: Lançado em 1954, O Sal da Terra conta a história real da greve de mineradores no estado do Novo México (EUA) de 1951 contra a Empire Zinc Company. A maioria de origem mexicana, os trabalhadores protestaram pela melhora nas condições de trabalho e moradia, mas por serem agredidos e oprimidos constantemente, a greve acaba sendo mantida por suas esposas e filhas, que apesar de sofrerem críticas até dos próprios pais e maridos por intervirem, se mantêm firmes até serem atendidas nas reivindicações.

Anjos Rebeldes (Iron Jawed Angels, 2004)

Sinopse: Nos Estados Unidos do século XIX, duas mulheres arriscam suas vidas pelo direito de votar. Juntas desafiam as forças conservadoras de seu país para a aprovação de uma emenda constitucional que mudará seu futuro e o de muitas outras. O filme é baseado na história das sufragistas estadunidenses Alice Paul e Lucy Burns.

License to Thrive (2008)

Sinopse: License to Thrive (traduzido livremente como Licença para Prosperar) é um documentário que explora a história da legislação chamada Título IX, de 1972, que facilitou o acesso à educação de meninas e mulheres nos EUA. Embora seja mais associada ao esporte, nenhuma outra legislação desde a que garantiu às mulheres americanas ao direito ao voto foi mais crucial para a criação de oportunidades para mulheres em todas as áreas, do esporte, até a política, ciência, finanças, entretenimento, artes, negócios e direito.

Filha da Índia (India’s Daughter, 2015)

Filha da Índia relembra o estupro coletivo da estudante de medicina Jyoti Singh em 2012 na Índia, e retrata o movimento social inspirador que tomou as ruas pelos direitos das mulheres e contra a violência de gênero. De acordo com a diretora Leslee Udwin, foram os protestos em resposta ao estupro que a levaram a fazer o documentário. “Eu fiquei fascinada com as mulheres e homens da Índia que tomaram as ruas em resposta a esse terrível estupro coletivo e exigiram mudanças por direitos das mulheres. E pensei que o mínimo que podia fazer era ampliar suas vozes.”

The Hunting Ground (2015)

A realidade de abusos sexuais em universidades dos EUA – omitida pelas próprias universidades – vem à tona quando as vítimas se recusam a se deixar silenciar. O documentário é focado nas ações de duas estudantes que trabalham juntas para unir as vítimas de violência sexual em universidades de todo o país em uma rede para  denunciar e chamar atenção para o problema.

She’s Beautiful When She’s Angry (2014)

Este documentário apresenta um olhar inspirador sobre as mulheres brilhantes e corajosas que lideraram o movimento feminista na década de 1960 e 1970 nos EUA. O documentário mostra que os movimentos feministas surgiram com grande influência dos movimentos de direitos civis na década de 60, e trouxeram questionamentos e a consciência sobre a necessidade de igualdade entre homens e mulheres.

 

Cineclube Delas

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , on janeiro 3, 2017 by Psiquê

Utilidade Pública para nós feministas e amantes de cinema:

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O Cineclube Delas é um espaço feminista para reflexões acerca da figura do feminino no cinema, suas representações e significados, a fim de promover um debate, sob a perspectiva de gênero, sobre como os filmes desdobram questões pertinentes ao lugar das mulheres na sociedade.
Curadoria de Camila Vieira e Samantha Brasil.
Produção: Cavideo.

10 mulheres vintage tatuadas que marcaram a história

Posted in Comportamento, Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 30, 2016 by Psiquê

O Universo Retrô, fez uma matéria no início deste ano sobre mulheres tatuadas em uma época em que a tatuagem era estigmatizada. E, como achamos o maior barato, compartilhamos aqui:

Atualmente tem sido normal encontrar uma garota com tatuagens ou piercings; pode-se até dizer que, por muito tempo, aquilo que era “diferente” hoje pode ser visto como “natural”, e diferente mesmo é aquele que não tem tatuagens, pois, cada dia que passa, nascem novos admiradores, simpatizantes e adeptos a essa arte.

Mas apesar de “desenhar o corpo” ser algo que existe desde os tempos remotos, nem sempre foi assim. As antigas tribos se tatuavam para mostrar hierarquia ou a qual grupo pertenciam. Já nos tempos de guerra, soldados e marinheiros também marcavam seus corpos com símbolos próprios e mensagens.

Tattooed Girl

Depois, as tatuagens começaram a ser consideradas uma arte marginal, um símbolo de delinquência, atrelado principalmente àqueles que eram considerados jovens infratores e que iam contra à cultura das famílias tradicionais, fazendo com que o mundo das tatuagens fosse algo underground e clandestino.

Nesse grupo, entre o final do século 19 e início do século 20, podemos destacar algumas mulheres transgressoras, que enfrentaram sociedades machistas para fazer aquilo que queriam: tatuar o corpo, o que possibilitava a elas ganhar o mundo apenas como “freaks”, viajando com circos e, muitas vezes, sendo anunciadas como atrações estranhas e diferentes por terem o corpo coberto de tatuagens.

Conheça 10 dessas mulheres vintage tatuadas que ganharam o mundo e que por marcarem a pele, ficaram marcadas na história por sua coragem em busca dessa quebra de padrões:

Nora Hildebrandt – Uma das mais antiga mulheres tatuadas, há poucas informações e relatos sobre ela. Dizem que Nora nasceu por volta de 1850 em Londres, é considerada a primeira mulher a chocar os Estados Unidos com as suas tatuagens, que, inclusive, eram feitas pelo seu próprio pai de origem alemã, Martin Hildebrandt. Suas tatuagens permitiram que ela se apresentasse em feiras freaks e viajasse com o circo Barnum e Bailey. Mas, parece que sua trajetória artística não durou muito, pois uma outra “freak” parecia estar fazendo mais sucesso que ela, era Irene Woodward.

Nora

Irene Woodward – Também conhecida como La Belle Irene, Irene foi uma das ladies tatuadas que performou durante os anos de 1890. Ela estreou em Nova York, logo depois de Nora e fez tanto sucesso que chegou até a ganhar destaques nos jornais. Há relatos que ela passou 15 anos trabalhando no circo.

La Belle Irene

Emma deBurgh – Emma deBurg, também conhecida apenas deBurgh, foi uma das famosas senhoritas tatuadas. É considerada uma das primeiras obras-primas de tatuador Samuel O’Reilly, que tinha um trabalho inspirado, principalmente, em motivos religiosos e patrióticos, um dos motivos pelo qual Emma tinha a santa ceia tatuada nas costas. Emma viajou a América com seu marido Frank DeBurg (nascido James Burke), que também foi tatuado por Samuel O’Reilly. Em maio de 1887, ela partiu para a Europa e viajou sem ele.

Emma deBurgh

Maud Wagner – Maud nasceu em 1897 no Kansas, Estados Unidos. Além de ser considerada uma freak por conta de suas tatuagens, Maud era trapezista e contorcionista. Em 1904, em uma dessas viagens para apresentação como trapezista, ela conheceu o tatuador Gus Wagner. Com o tempo eles se casaram e tiveram uma filha, que também virou tatuadora, mas, diferente de sua mãe, não possui nenhuma tatuagem. Sua mãe não deixou que o pai tatuasse a filha, e quando ele morreu, ela afirmou que se seu pai não a tatuou, nenhuma outra pessoa tatuaria.

Maud Wagner

Lady Viola – Nascida em 1898 como Ethel Martin, Lady Viola começou a se tatuar na década de 20 por Frank Graf e foi considerada a mulher tatuada mais bonita do mundo naquela época. Ela trabalhou em museus e circos. Faleceu aos 73 anos de idade.

Lady Viola

Mildred Hull – Mildred Hull, nasceu em 1897 e era também tatuadora. Começou sua carreira no circo como uma dançarina exótica e, logo depois, começou a se tatuar. Seu tatuador era Charles Wagner. Em 1939, ela possuía sua própria loja de tatuagem chamada Tattoo Emporium, onde dividia espaço com um barbeiro. Ela era uma das únicas artistas da tatuagem do sexo feminino que trabalhavam no Bowery, em Nova Iorque. Em janeiro de 1943, Hull tentou suicídio, pulando de seu apartamento no segundo andar e acabou parando no hospital e resistiu. Porém, em 1947, ela conseguiu cometer suicídio bebendo veneno.

Mildred Hull

Artoria Gibbons – Artornia nasceu de uma família pobre e  trabalhou como empregada doméstica. Com o tempo, conheceu o tatuador Charles Gibbons “Red” com quem ela se casou em 1912. Eles tiveram uma filha juntos.
Charles tatuou o corpo de Artoria com tatuagens religiosas, porque ela era uma mulher muito religiosa e membro da igreja episcopal. Ela começou a excursionar como uma lady tatuada na década de 1920. Artoria se aposentou em 1981 e morreu 18 de março de 1985.

Artoria

Betty Broadbent – Conhecida como Lady Tattoo, Betty também foi considerada uma das freaks mais belas. Iniciando as mudanças no seu corpo em 1927, a jovem chegou a ter mais de 350 rabiscos na pele. Como os desenhos chamavam muita atenção, ela resolveu entrar para o mundo do show business, sendo uma das principais atrações do Barnum & Bailey Circus. Betty se dedicou ao mundo do espetáculo por 40 anos e também tornou-se tatuadora e aposentou-se em 1967. Ela foi uma das primeiras mulheres a serem tatuadas com a nova “máquina elétrica”, a primeira pessoa a ser inserida no Hall da Fama do Mundo das Tatuagens e faleceu dois anos depois, enquanto dormia.

Betty Broadbent, a Lady Tattoo

Pam Nash – Pam foi provavelmente uma das garotas tatuadas mais fotografadas pelo Bristol Tattoo Club. Ela ganhou destaque por ter um jardim japonês tatuado em suas costas, que era composto por um grande vulcão.

Pam Nash

Cindy Ray – O mundo da tatuagem começou para a australiana Cindy em 1959, quando o fotógrafo Harry Bartram fez um anúncio em um jornal dizendo que precisava de modelos, mas só pagaria se a moça aceitasse se tatuar. Cindy era mãe solteira, trabalhava em uma fábrica e precisa de dinheiro, então encarou o desafio, já que não teria custo nenhum para fechar o corpo e ainda ganharia por isso. A partir daí, Cindy começou a estampar várias revistas e fazer muitas fotos. O gosto pela arte foi tanto que ela decidiu que também iria tatuar e começou a assumir a maquininha, sendo uma das primeiras mulheres a tatuar.

Cindy Ray

Muitas outras garotas do início do século 20 também ganharam destaque por terem tatuagens em uma época bem preconceituosa. Hoje, graças a essas mulheres e a milhares de outras pessoas que acreditaram na tatuagem como arte e estilo de vida, aos poucos, vamos quebrando as barreiras do preconceito e podendo ser cada dia mais livres com essa arte, principalmente, no mercado de trabalho que ainda é bem restrito para esse universo.

Autoria da matéria original: Daise Alves

Novo olhar sobre Frida

Posted in Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on setembro 9, 2016 by Psiquê

Minha amada Frida Kahlo vai estar mais uma vez em evidência no Brasil. Ao pegar um exemplar da ‘revista da cultura‘ da Livraria Cultura, edição 106 set|out 2016, descobri que São Paulo recebe duas exposições que reúnem fotografias do seu acervo pessoal.

Não pude esconder minha alegria ao saber da exposição que, até então, não tinha visto em nenhuma mídia, o que para mim é um crime. Eu amo a Frida Kahlo e é por isso faço questão de divulgar para vocês de todo o meu coração. O preço está irrisório e a exposição ficará em cartaz de 03 de setembro a 20 de novembro em dois espaços de São Paulo: Frida Kahlo – Suas fotos (exibido no MIS-SP) e Frida Kahlo – suas fotos | Olhares sobre o México (parte exibida pelo Espaço Cultural Porto Seguro). Garanta o seu ingresso, já!

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A coleção, que já passou por Lisboa (Portugal), Tijuana (México), Kazimierowka (Polônia) e Curitiba, entre muitos outros locais, sempre com grande sucesso de público, chega a São Paulo neste mês de setembro.

“Originalmente pensada para um espaço único, no Brasil a exposição do Museu Frida Kahlo ganhará uma montagem diferente de suas exibições anteriores. Embora com o mesmo conteúdo, o acervo será dividido entre os dois espaços culturais: Frida Kahlo – Suas Fotos será exposta no MIS, enquanto Frida Kahlo – Suas Fotos | Olhares sobre o México poderá ser vista no Espaço Cultural Porto Seguro. Para integração entre as instituições, os visitantes poderão utilizar o serviço gratuito de uma van, que transportará o público de um espaço cultural para o outro. As mostras são complementares e o ingresso adquirido no MIS ou no Espaço Cultural Porto Seguro dá acesso livre a ambas exposições; basta o visitante apresentar o bilhete na entrada.

Após a morte de Frida Kahlo, em 1954, uma coleção de memórias da emblemática artista mexicana ficou guardada por meio século a pedido de seu marido, Diego Rivera, em um banheiro na Casa Azul, local onde Frida viveu grande parte da sua vida e onde veio a falecer. Só em 2007, a equipe da Casa Azul teve autorização para abrir este banheiro e, na data, um conjunto de 6.500 fotografias do acervo da artista foi revelado.

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Após seleção de 241 imagens deste acervo, o curador Pablo Ortiz Monastério elaborou a exposição Frida Kahlo – Suas Fotos dividida em seis seções temáticas pertinentes à trajetória de vida da artista. A seleção revela desde a infância até períodos de sua vida adulta, com imagens de autoria de seu pai e seu avô materno [fotógrafos profissionais], além de momentos eternizados pela própria artista e seus amigos fotógrafos Gisèle Freund e Nickolas Muray, entre outros.”

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O acervo reflete de maneira clara os interesses que a pintora teve ao longo da sua tormentosa vida: a família, o seu fascínio por Diego e os seus outros amores, o corpo acidentado e a ciência médica, os amigos e alguns inimigos, a luta política e a arte, os índios e o passado pré-hispânico, tudo isto revestido da grande paixão que teve pelo México e pelos mexicanos”, explica o curador Pablo Ortiz Monasterio.

Mais detalhes aqui.

Filmes imperdíveis

Posted in Cultura e Arte with tags , , , , , , , , , , , , , , on novembro 16, 2015 by Psiquê

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Essa lista de filmes foi selecionada por Juliana Varella no portal Psicologias do Brasil, como gostei de vários deles e adoro psicologia, resolvi compartilhar com vocês. Se tiverem mais sugestões fiquem à vontade em compartilhar.

O labirinto da mente humana pode revelar histórias muito mais curiosas, assustadoras ou surpreendentes do que imaginamos. Entre desvios de personalidade, manias, doenças degenerativas ou problemas de memória, confira 15 filmes que exploram os limites da psicologia:

Confira os melhores filmes que exploram transtornos psicológicos de formas surpreendentes

1- Psicose

Para quem gosta de psicologia, Norman Bates é um dos personagens mais interessantes para serem analisados em todo o cinema de Hitchcock. Bates é o gerente de um hotel na estrada, ao lado de sua mãe, que parece dominá-lo completamente. Quando uma criminosa aluga um quarto durante uma fuga, um assassinato abala o hotel e atrai a atenção da polícia.

Psicose (Psycho, Alfred Hitchcock, EUA, 1960, 109 min) Divulgação

2- Um Estranho no Ninho

Jack Nicholson é um criminoso que, para escapar da sentença, alega desequilíbrio mental e é internado numa instituição. Lá, ele percebe a situação degradante em que estão largados os pacientes, reféns da atitude abusiva de uma enfermeira-chefe, e decide tomar uma atitude para mudar a situação.

Um Estranho no Ninho (One Flew Over The Cuckoo’s Nest, Milos Forman, EUA, 1975, 133 min) Divulgação

3- O Silêncio dos Inocentes

Qual a melhor forma de compreender os passos de um serial killer, senão consultando outro serial killer? Essa é a missão de Clarice (Jodie Foster), uma agente do FBI que negocia com o prisioneiro Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) para que ele a ajude a prender outro assassino, que ainda está à solta. Lecter é um vilão culto e sofisticado que usa a psicologia para manipular os agentes ao seu redor, inclusive Clarice, e conseguir sua liberdade.

O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs, Jonathan Demme, EUA, 1991, 118 min) Divulgação

4- Melhor é Impossível

Jack Nicholson vive um de seus papéis mais divertidos como o obsessivo-compulsivo Melvin, um homem sem amigos e cheio de manias que desenvolve uma amizade incomum com uma garçonete (Helen Hunt), que considera-o desprezível. Quando ela precisa largar o emprego para cuidar do filho, sua tranquilidade é abalada e ele precisa tomar uma atitude.

Melhor é Impossível (As Good As It Gets, James L. Brooks, EUA, 1997, 139 min) Divulgação

5- Gênio Indomável

Will (Matt Damon) é um jovem gênio, capaz de resolver problemas matemáticos complexos em minutos, mas que trabalha como zelador no instituto de matemática MIT. Arrogante e desconfiado, ele acaba encontrando alguém com quem pode se abrir no psicólogo Sean (Robin Williams). Durante suas sessões, ele começa a trabalhar em sua inteligência emocional, ao mesmo tempo em que ajuda o doutor a superar seus próprios problemas.

Gênio Indomável (Good Will Hunting, Gus Van Sant, EUA, 1997, 126 min) Divulgação

6- Clube da Luta

Edward Norton e Brad Pitt vivem dois opostos no clássico de David Fincher: um é acomodado, entediado e sem atitude, enquanto o outro é abusado, agressivo e criativo. Quando eles se encontram, decidem montar um clube de lutas underground para aliviarem o estresse com violência. Aos poucos, a história vai revelando uma complexidade psicológica muito maior.

Clube da Luta (Fight Club, David Fincher, EUA/Alemanha, 1999, 139 min) Divulgação

7- Amnesia

Depois de um evento traumático, Leonard (Guy Pearce) se tornou incapaz de formar memórias recentes. Já que sua última memória é a de sua esposa, que foi assassinada, ele decide desenvolver um sistema para tentar reunir as peças do seu passado e descobrir quem é o assassino.

Amnesia (Memento, Christopher Nolan, EUA, 2000, 113 min) Divulgação

8- Uma Mente Brilhante

Personagens esquizofrênicos já renderam grandes histórias no cinema, e uma das mais famosas é a do matemático John Nash, interpretado por Russell Crowe. Nash era um homem brilhante e arrogante, até receber uma missão do governo envolvendo criptografia. A partir daí, sua doença evolui e ele começa a confundir imaginação e realidade, alcançando níveis insuportáveis para sua família e amigos.

Uma Mente Brilhante (A Beautiful Mind, Ron Howard, EUA, 2001, 135 min) Divulgação

9- Cisne Negro

Neste drama psicológico com uma pegada de thriller, Natalie Portman interpreta uma bailarina que conquista o papel principal na peça “O Lago dos Cisnes”. O desafio é maior, porém, porque ela precisa viver os dois cisnes – o branco e o negro. Para compreender a dualidade, ela começa a entrar em contato com seu próprio lado obscuro, enfrentando o professor abusivo, a mãe superprotetora e a rival sedutora.

Cisne Negro (Black Swan, Darren Aronofsky, EUA, 2010, 108 min) Divulgação

10- Poesia

Uma idosa, que cuida sozinha do neto e vem enfrentando os primeiros sintomas de Alzheimer, decide fazer um curso de poesia. Enquanto procura inspiração para seu primeiro poema, ela descobre que o garoto cometeu um crime e provocou o suicídio de uma colega. Tentando se manter forte e tomar as decisões certas, ela analisa as pessoas e o mundo ao seu redor, até finalmente encontrar sua resposta e seu poema.

Poesia (Shi, Chang-dong Lee, Coreia do Sul, 2010, 139 min) Divulgação

11- A Pele que Habito

Num dos filmes mais poderosos de Almodóvar, Antonio Banderas vive um cirurgião plástico obcecado por um projeto misterioso envolvendo a criação de uma pele sintética e uma cobaia humana, que ele mantém aprisionada dentro de casa. Aos poucos, descobrimos o passado desse médico e vamos compreendendo seus objetivos e motivações, que se revelam cada vez mais doentios.

A Pele que Habito (La Piel Que Habito, Pedro Almodóvar, Espanha, 2011, 120 min) Divulgação

12- O Lado Bom da Vida

Num plano geral, “O Lado Bom da Vida” pode ser descrito como um filme sobre pessoas julgadas como loucas, mas que na verdade sofreram traumas muito grandes e encontraram suas próprias formas de lidarem com eles. Bradley Cooper é Pat, um homem internado numa instituição psiquiátrica por tentar matar o amante da esposa. Quando ele é liberado e volta para a casa dos pais, conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher que também tem seus problemas e que o ajuda a reencontrar seu equilíbrio.

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, David O’Russell, EUA, 2012, 122 min) Divulgação

13- Dentro da Casa

Um professor de francês (Fabrice Luchini), desmotivado pelas redações fracas de seus alunos, se encanta pelos textos de um garoto em particular, chamado Claude (Ernst Umhauer). Claude explora suas visitas à casa de um dos colegas para escrever narrativas extremamente detalhadas e emocionantes. O problema é que, apesar de muito bons, esses textos revelam um voyeurismo preocupante, que evolui diante dos olhos do professor.

Dentro da Casa (Dans La Maison, François Ozon, França, 2012, 105 min) Divulgação

14- Mommy

Um garoto-problema, uma mãe imatura e uma vizinha que parece querer compensar algum erro terrível do passado. É esse trio de personagens perturbados que Dolan comanda em “Mommy”, um filme sobre maternidade, boas intenções e suas consequências desastrosas. Quando o jovem Steve sai do internato, sua mãe Diane se esforça para sustentá-lo, mas a carência do menino torna sua vida muito mais difícil. As coisas parecem encontrar um equilíbrio quando a vizinha assume parte dos cuidados do garoto, mas, uma hora, a responsabilidade terá que voltar a cair nos ombros  de Diane.

Mommy (Xavier Dolan, Canadá, 2014, 139 min) Divulgação

15- Para Sempre Alice

Julianne Moore vive uma professora de linguística de 50 anos com uma carreira respeitável, marido e três filhos. Um dia, ela começa a esquecer pequenas coisas, como palavras e lugares. Diagnosticada com Alzheimer precoce, ela mergulha numa angústia profunda, já que sabe que a doença não tem cura e evoluirá rapidamente, arrancando dela todo o orgulho e dignidade, junto com a consciência.

Para Sempre Alice (Still Alice, Richard Glatzer, Wash Westmoreland, EUA/França, 2014, 101 min) Divulgação

Vintage Sound – Imperdível! Postmodern Jukebox

Posted in Cultura e Arte, Curiosidades with tags , , , , , , , , , , , , on novembro 3, 2015 by Psiquê

Neste ano tive a oportunidade de conhecer o trabalho bem legal da banda Postmodern Jukebox. Não sei quando ou se farão um show no Brasil, mas espero que o façam em breve. Para quem gosta de uma pegada mais Vintage, com um ar de Rockabilly e ou das Big Bands de Jazz dos anos 50, a mistura deles é apaixonante. Há versões mais legais do que seus originais.

Recomendo fortemente uma visita à página deles no You Tube ou nas outras redes sociais (Facebook).

Enjoy.