Arquivo para misoginia

Dia Internacional da Mulher

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , on março 1, 2017 by Psiquê

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No mundo ideal, o Dia Internacional da Mulher (celebrado em 8 de março) não existiria, porque seríamos desde sempre tratadas com igualdade e respeito. Como este, ainda não é o mundo ideal, precisamos pensar em várias questões e combater e denunciar diariamente preconceitos, violência, misoginia, sexismo, machismo, mortes…

O Canal Brasil preparou um especial para refletirmos sobre esse momento, a Mostra Dia Internacional da Mulher. “Para homenagear a data, o Canal Brasil preparou uma mostra especial exclusivamente focada em questões relevantes ao universo feminino, com documentários, ficção e entrevistas com grandes representantes da luta pela isonomia e justiça entre os sexos. Muito além dos clichês e chavões recorrentes do período, a programação traz atrações inspiradas ou protagonizadas por mulheres fortes, de grande legado em seus campos de atuação e obras de temáticas atuais sobre o mundo feminil.”

Vamos nos unir para continuar a luta por igualdade de direitos.

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Confira a programação completa:

INÉDITO e EXCLUSIVO: Arte de Menina (2016) (58’) Direção: Deo – Assumir a própria arte como profissão é uma escolha de vida repleta de desafios. Artistas são praticamente unânimes ao relatar as dificuldades do início da carreira, a pouca valorização do trabalho e a pressão social pela escolha de atividades mais tradicionais. Reprimir uma vocação latente, no entanto, também não é uma opção viável para a maioria das pessoas de tal talento. O diretor Deo entrevista mulheres de diversos campos, entre desenhistas, tatuadoras, quadrinistas e musicistas para investigar como surgiu a paixão por seus respectivos ofícios, descobrir os primeiros passos dentro da ocupação e os estímulos e obstáculos por elas enfrentados.

A grafiteira Taís Ribeiro revela saber desde cedo de sua aptidão para o desenho. Ainda pequena, já demonstrava gosto pelos lápis de cor e tintas. Aos seis anos, a tatuadora Gabriela Brito ganhou um livro de Tarsila do Amaral para crianças, e lembra passar os dias tentando reproduzir os quadros da pintora ícone da Semana de Arte Moderna de 1922. Sua companheira de profissão, Nabila Hage, recorda passar horas a fio desenhando em papeis espalhados por toda a casa. A quadrinista e desenvolvedora de jogos Mariá Scárdua conta que desde os três anos de idade queria trabalhar no universo dos quadrinhos, e a baterista Drica Lago diz ter começado a batucar nas panelas antes mesmo de conseguir andar. Em depoimentos bem-humorados, elas relatam as dificuldades da carreira, a imposição familiar por cursos mais convencionais e explicam como tem sido essa trajetória artística até o momento.

Na TV:  Quarta, dia 08/03, às 18h.

INÉDITO e EXCLUSIVO: Olhar de Nise (2015) (85’) Direção: Jorge Oliveira – Nise da Silveira é uma das brasileiras mais fortes e relevantes do último século. A alagoana foi uma das primeiras mulheres a conquistar o diploma de medicina, revolucionou a psiquiatria refutando os tratamentos violentos dados a pacientes na época, utilizando métodos mais humanitários, criou ateliês artísticos para ajudar a recuperação de seus internos e foi presa após a acusação de ser comunista no governo de Getúlio Vargas. O filme dirigido por Jorge Oliveira – com codireção de Pedro Zoca – remonta a história dessa brava mulher trazendo depoimentos e encenações de momentos cruciais da sua vida, além da última entrevista concedida pela clínica em vida, dois anos antes de morrer, aos 94 anos.

O diretor Jorge Oliveira busca na lucidez e na vivacidade da memória da própria Nise da Silveira o ponto de partida para contar a história desta médica alagoana de atitudes corajosas e pioneiras, que marcaram e revolucionaram para sempre o tratamento das doenças psiquiátricas no Brasil. O documentário traz relatos dos seus amigos, colaboradores, intelectuais e ex-pacientes. A equipe da película foi à Alemanha para saber do artista plástico Almir Mavignier como surgiram os ateliês de pintura e modelagem no hospital psiquiátrico no Engenho de Dentro, que revelaram grandes talentos artísticos na década de 1940. Os atores Rafael Cardoso, Mariana Infante e Nando Rodrigues revivem, em cenas de dramaturgia, os principais episódios da vida da psiquiatra e de seus pacientes no Rio de Janeiro.

Na TV:  Quarta, dia 08/03, às 19h.

INÉDITO e EXCLUSIVO: Precisamos Falar do Assédio (2016) (82’) Direção: Paula Sacchetta – As redes sociais foram o palco para o início da chamada Primavera Feminista. No mundo virtual, mulheres de todo o país, das mais diversas faixas etárias, classes sociais, etnias e naturalidades utilizaram hashtags para relatar casos reais de assédio sofridos durante a vida. O resultado foi impressionante. Termos como “Meu Primeiro Assédio, “Meu Amigo Secreto” e “Agora É Que São Elas” ganharam a lista de assuntos mais comentados na Internet, dando a real dimensão da violência contra a mulher no Brasil. A diretora Paula Saccheta busca ampliar essa discussão, tirando o tema das redes e ocupando também os espaços da cidade para debater as causas e os efeitos desse tipo de crime.

Na semana da mulher, de 7 a 14 de março de 2016, uma van fez as vezes de estúdio e parou em nove locais de São Paulo e do Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. O filme ouviu relatos de pessoas de 14 a 85 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar dentro de casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia.

O documentário traz uma amostra significativa dos depoimentos, com 26 entrevistadas, além de mostrar uma parte importante do processo de filmagens: como as mulheres se sentiam ao contar seus casos? Nos depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução, a obra acompanha desabafos, momentos íntimos e as oportunidades de falarem daquilo pela primeira vez. Nas trocas com as meninas da equipe antes e depois das declarações, a película permite que o espectador entre em contato com uma reflexão da testemunha sobre sua própria história.

Na TV:  Quarta, dia 08/03, às 22h.

ESTREIA: A Dama do Estácio (2012) (22’) Direção: Eduardo Ades – Leon Hirszman dirigiu A Falecida (1965), uma adaptação da obra homônima de Nelson Rodrigues. O filme estrelado por Paulo Gracindo, Ivan Cândido e José Wilker marcou a estreia cinematográfica de Fernanda Montenegro. Quase cinco décadas após seu lançamento, a atriz volta a interpretar Zulmira, uma garota de programa obcecada pela própria morte, no primeiro curta-metragem de Eduardo Ades. Nessa continuação do clássico da década de 1960, a protagonista, já distante da juventude do primeiro ato, continua com a ideia fixa de que está em seus últimos dias. A neurose com o fim de sua existência toma conta de seu pensamento, e ela decide garantir o caixão para seu futuro enterro. Para isso, ela vai mexer com os sentimentos de Tibira (Nelson Xavier), homem apaixonado pela garota de programa.

Na TV:  Quarta, dia 08/03, às 23h30.

 

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Ser Mulher

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 11, 2016 by Psiquê

 

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Nesta semana tivemos um dia mundialmente conhecido como Dia Internacional da Mulher, dia 08 de março. E, apesar de há alguns anos, já perceber o aumento da consciência da importância dessa data no sentido de recordar os avanços que alcançamos até o momento e muito do que ainda precisamos conquistar. Em 2016, eu percebo que esse fenômeno alcançou uma dimensão ainda maior, o que é muito positivo.

Muitos compartilhamentos foram feitos na linha de “Não dê parabéns, dê direitos“…e por aí vai…

Ainda temos muito, muito o que conquistar nesse mundão cruel e sexista, mas é certo que temos muitas mulheres unidas nesta luta e muitas ainda a entrar nela…

Hoje recebi um texto bem interessante, de um homem,  que provoca a reflexão sobre vários pontos importantes em relação ao que nós, mulheres, ainda vivemos diariamente.

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Compartilho com vocês, ele foi escrito por Débora Nisenbaum para o Medium.

8 atitudes para homens que querem ir além do 8 de Março

É sabido que ser mulher define sua existência social. Vai definir as oportunidades que você vai ter, os ambientes que vai frequentar, sua vivência de sexualidade, sua possibilidade de sofrer mutilação genital e outras violências de gênero como estupro, agressão doméstica, feminicídio e assédio sexual.

Então a todos os homens que estão se manifestando nesse dia 8 pelo respeito às mulheres, eu dedico esse manual de como melhorar ativamente a vida das mulheres que lhes cercam. Sem flor, sem chocolate, mas com benefícios reais.

1 — Olhe mais para as mulheres que te rodeiam

Se você conhece cinco ou mais mulheres, é estatisticamente provável que você conheça pelo menos uma que tenha sido estuprada, assediada ou violentada por um parceiro. Você não precisa sair perguntando — até porque não é toda mulher que quer compartilhar a dor dessas feridas. Apenas pense que elas provavelmente sofreram e sofrem tipos de violência com os quais você jamais terá que lidar, porque você nasceu homem. Faça disso um exercício de empatia. Hoje estão rolando no Facebook centenas de posts em que mulheres dizem o que já deixaram de fazer por serem mulheres. Dê uma lida, assim você pode entender melhor nossos medos e anseios.

2 — Pare de “ajudar” nas tarefas domésticas

Se você divide sua residência com uma ou mais mulheres, extermine essa noção da ajuda no trabalho doméstico. Ele é responsabilidade de todas as pessoas que moram no lugar. Você não deve ajudar, deve assumir. Dividir tarefas ajuda a equilibrar a quantidade de tempo que cada um gasta com elas, eliminando o que se torna, por vezes, uma jornada dupla de trabalho para mulheres.

3 — Elimine do seu vocabulário expressões misóginas

Vadia, vagabunda, piranha e tantas outras. A linguagem é uma ferramenta poderosa de dominação. Usar palavras, xingamentos e expressões que atacam a mulher por sua sexualidade ou que atribuem à feminilidade um caráter derrogatório (“coisa de mulherzinha”, por exemplo) apenas contribuem para a manutenção de uma cultura violenta com as mulheres.

4 — Repense seu consumo de pornografia

A pornografia é uma das indústrias mais violentas com as mulheres — e das que mais colaboram para a normalização dessa violência. Se você quiser se informar mais sobre o assunto, assista ao documentário Hot Girls Wanted (disponível no Netflix) e a esse vídeo do Ran Gavrieli. Existem também centenas de depoimentos de ex-atrizes pornô na internet, contando como eram forçadas a fazer cenas que não estavam no contrato, a transar sem preservativo com atores que não haviam feito exames de DST’s e outras práticas abusivas. Financiar essa indústria é desrespeitar a dignidade feminina, não só por causa das grandes produtoras, mas também pela quantidade imensa de vídeos e fotos provenientes de pornografia de vingança circulando na internet.

5 — Assuma o dever da contracepção

Use camisinha. Simples assim. Ah, preservativo incomoda? Aposto que pagar pensão por 18 anos vai te incomodar mais. Gonorreia também incomoda pra cacete — e já existem variedades resistentes ao tratamento. Não abra mão do preservativo e nem pergunte se precisa mesmo, só use. Se você está namorando ou é casado e vocês preferiram adotar a pílula, divida os custos com ela. Os hormônios mais modernos do mercado chegam a custar 70 reais, todo mês.

6 — Elimine do seu cotidiano práticas machistas

Chega de cantada de rua, foto de pinto não solicitada, puxar a menina pelo braço na balada, buzinar pra garota na rua e tantas outras práticas escrotas. “Ah, mas tem mulher que gosta!”, tem sim. Também tem muito cara que ama fio terra, mas eu não saio no meio da rua enfiando o dedo no cu de cada homem que vejo. Além disso, a cantada reflete uma dinâmica de poder, não de interesse sexual. Toda mulher que já confrontou um desbocado na rua sabe disso. Pare de praticar essas atitudes e censure seus amigos que praticam. De nada nos adianta um cara que se diz a favor do respeito com as mulheres, mas faz a egípcia quando o brother tá assediando alguém. Isso vale também pra julgar mulheres que vivem sua sexualidade livremente. Quando você chama uma mulher de vagabunda porque ela transou com 25 caras, tudo que isso faz é mostrar que você tá chateado por não ter sido um dos 25.

7 — Reveja sua masculinidade

Pra muitos caras, ser homem está ligado a repudiar feminilidade e garantir que não se associa a ela de maneira alguma. Isso passa por dizer que homem não chora, recusar demonstrações de afeto de um irmão ou amigo, ser homofóbico (que nada mais é do que reproduzir misoginia pra cima de homens cujo comportamento é considerado feminino), dizer que fulano faz tal coisa como mulherzinha e até recusar certas posições sexuais (pois é). Enfim, demonstrar de todas as formas possíveis e imagináveis que você não compactua com tudo aquilo que está culturalmente ligado ao feminino (emoção, compaixão, doçura, carinho, cuidado). Isso tem dois efeitos principais: o primeiro é a manutenção da ideia de feminilidade como algo fraco e inferior, o que é péssimo pras mulheres. O segundo é que todo mundo percebe que você é inseguro. Construa seu valor como ser humano sobre o seu caráter, sua integridade e sua capacidade de respeitar o próximo, ao invés de equilibrá-lo nas finas estacas de cristal da Masculinidade do Cabra Macho Que Não É Viado Não Hein™.

8 — Ouça as mulheres. Literalmente.

Você discute com seu dentista sobre a obturação que ele fez? Acha que manja mais de eletrônica do que a pessoa que consertou seu computador? Não, né? Então não ache que você tem mais cacife que uma mulher pra discutir questões de gênero. Você não tem. Ouça as demandas das mulheres, entenda, pesquise-as com cuidado, considere seus privilégios enquanto homem. E não interrompa (sério, isso é um fenômeno mensurável e até meio bizarro). Não crie o hábito irritante de reproduzir o que uma mulher acabou de falar (também conhecido como mansplaining). E sabe aquele papo de que mulher fala demais? Ele só existe porque a nossa fala não é comparada à fala masculina. Ela é comparada ao silêncio.

Cultura machista

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 31, 2015 by Psiquê

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Apesar das características essencialmente machistas que a sociedade brasileira carrega em muitas das situações diárias que vivenciamos, nos últimos dias percebemos um certo arrefecimento das discussões acerca de coisas consideradas “normais” e “aceitáveis” até bem pouco tempo: como o assédio constante das mulheres em diversas situações cotidianas, o tratamento da mulher com uma aura de inferioridade, violência, etc.

A presença de trecho da obra “Segundo Sexo”, de Simone de Beauvoir e da persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira como tema de redação do último Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), em 2015, no Brasil, ajudou a acalorar a discussão sobre e a repercussão do assunto.

Um recente episódio de assédio com inspiração pedófila a uma menina de 12 anos que participou de um programa de TV no Brasil, incitou uma campanha interessante através da propagação da #primeiroassedio, levando uma série de mulheres a falar sobre o tema.

A triste verdade é que somos assediadas cotidianamente, ao andar na rua, no ambiente de trabalho, pela roupa que usamos ou deixamos de usar. Situações que infelizmente desde pequenas nos “acostumamos” a passar ou a fugir de, que sinceramente nunca tinha parado para pensar tão profundamente no quão absurdas e inadmissíveis são.

Tememos andar na rua, ir a determinados lugares, estar em alguns ambientes sem ter que passar pelo constrangimento de ouvir palavras de baixo calão ou invasivas sobre partes do nosso corpo, sobre nossa sexualidade, sobre sermos mulher. Parar para observar a sociedade brasileira por este prisma, nunca me fez me sentir tão triste. Claro que isso não é “privilégio nosso”, mas reflete o quanto ainda temos que crescer no respeito às mulheres, ao direito de ir e vir, de andarem com a roupa e do jeito que quiserem em segurança.

Espero que essas reflexões nos levem ao amadurecimento de nossa sociedade e pelo respeito mútuo. A luta apenas começou…

Combata a misoginia, o assédio, a violência e o desrespeito.

Namastê.

Um beijo enorme, Psiquê.

Preconceito e intolerância!

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on agosto 24, 2015 by Psiquê
Marc Lagrange

Marc Lagrange

Em tempos de muita intolerância e violência tenho me deparado com episódios bastante repetitivos e surpreendentes de preconceito contra mulheres. Infelizmente, dos “machistas” e “reacionários”, não esperamos muita coisa, mas ultimamente tenho testemunhado pessoas que admiro e respeito por sua coragem de assumir uma vida homossexual e defender os direitos dos gays, fazerem piadas e comentários misóginos. Não sei se a nossa sociedade tem se dado conta de que, nas entrelinhas e até explicitamente, tem propagado a misoginia de maneira epidêmica.

Esses episódios vão desde comentários machistas em relação a mulheres que ocupam cargos decisórios, de chefia ou liderança que são inferiorizadas por serem mulheres; por gays que comentam pejorativamente que tem medo de mulheres homossexuais; piadinhas machistas querendo sensualizar palavras, atitudes e decisões tomadas por mulheres, no sentido de acusar um comportamento mais incisivo e sério como “falta de feminilidade, sensualidade, sexualidade”.

Será que nossa sociedade não enxerga a propagação absurda deste movimento? Claro que, considerando a sociedade extremamente machista em que vivemos, onde muitas mulheres são as primeiras a difundir e reforçar comportamentos machistas, toda essa misoginia demonstrada em piadinhas, charges, textos grosseiros e vergonhosamente escritos por pessoas inescrupulosas no intuito de desmoralizar as mulheres, pelo simples fato de serem mulheres, é inadmissível. Precisamos acordar para essa realidade e combater ferrenhamente tamanha falta de limites.

O que mais me choca é que muitos grupos de minorias, que também sofrem preconceitos e marginalização não se colocam no lugar do outro de maneira empática, solidarizando-se pela luta por igualdade. Como você pode lutar por igualdade de uma causa que é sua, compactuando com o preconceito quando é o outro quem o sofre?

Desculpem, mas eu não entendo e não posso me calar.

Respeito é bom e todo mundo merece.

Registro aqui também meu repúdio a uma crônica publicada recentemente por um pseudo jornalista em uma pseudo revista que expôs ideias extremamente misóginas, machistas e preconceituosas contra uma mulher que hoje ocupa a presidência da república do Brasil. Não importa se concordamos ou não com suas decisões, misoginia NÃO.

Não ao racismo, não à homofobia, não à misoginia, não ao preconceito, não à hipocrisia.